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Posts Tagged ‘Leros’

Depois de 4 anos publicando sobre férias em Leros, sempre penso que o assunto já se esgotou. Mas o belo é sempre surpreendente e se emocionar com ele faz a gente se sentir renovado e agradecido. Reverenciar a natureza é fundamental.

Leros nos brinda com…

Azul, muito azul. Em todos os tons e nuances que você pode imaginar. Ou que nem imagina que existiam.

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Um conjunto de referências da vida grega: havaianas, muita água, boné para salvar a pele, .salada grega e pouco carboidrato – um pãozinho de nada para raspar o azeite no final. E, como a vida continua lá fora, a busca eterna por um wifi para se comunicar com o mundo. As frutas com sabores concentrados pela pouca chuva, os figos incomparáveis. Um frapê de Nescafé, delicia muito comum naquelas bandas, junto com as pedrinhas do jogo que pintei no ano passado. E um doce grego que foi eleito o queridinho: uma coisinha leve, frita e regada com mel… Loukoumades!

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Caipirinha na versão grega. Globalização.

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Uma mandala floral e a flor da alcaparra.IMG_2553DSC04559

E ciao

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Tempo livre e matéria-prima: madeira e pedras para pintar, facilmente encontradas nas ilhas gregas. Os resultados estão aqui.

A madeira, na verdade, levei do Brasil para Leros. Precisávamos de mais uma bandeja para o café da manhã e de um porta-guardanapos à prova de vento. E a bandeja é dupla-face: a parte de trás combina com o porta-guardanapos, chiquérrimo. E usando os famosos carimbos.

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Bancos, sempre bancos. Um baixinho, velho conhecido, para alcançar as coisas mais altas. O outro foi desmontado na mala e montado por meu cunhado Fabrizio, cheio de dons.

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Casinha de passarinho com buganvílias. Espero que esteja habitada no próximo verão.

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Produzidas lá, plaquinhas para as portas dos quartos, com nomes de nossas praias preferidas em Leros. Eu durmo em Blefouti.

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E as pedras? No próximo post.

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 Zucchina em italiano quer dizer abobrinha. E foi uma abobrinha gigante o que Monica, prima e vizinha da casa ao lado em Leros/ Grécia pensou que tinha ganhado.

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Os dias foram passando e ela foi ficando nervosa, pensando que, uma vez aberta aquela coisa de proporções industriais, sua família teria que comer, e rápido, abobrinha até não mais poder.  Aí veio a ideia: juntar todas as mulheres das duas casas (ela, minha sogra, cunhada, uma amiga e eu) e fazermos o Dia da Abobrinha, em que cada uma faria uma receita diferente com a dita.

Tudo combinado, chegou o dia de abrir o legume e dar início aos trabalhos. E qual não foi nossa surpresa ao descobrir que a abobrinha era uma abóbora-abobrinha, cara de uma, gosto da outra. Tudo bem, adaptamos as receitas à nova matéria-prima e… mãos à obra.

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Fizemos abóborinha (sim, eu a rebatizei) grelhada com óleo e alho, bolinhos de aboborinha, penne à aboborinha, souflèe de aboborinha e bolo doce de aboborinha. E não ficamos enjoados de aboborinha, juro.

A família toda devidamente enfeitada com crachás desenhados pela Monica, mãe da ideia original.  Foi muito divertido e deixo as receitas aqui. Como nossa aboborinha era uma espécie de híbrido da natureza, com certeza dá para fazer tudo com uma ou com a outra (abóbora ou abobrinha).

E o jantar temático começou com esse por-do-sol ao fundo…

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Bom apetite!

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Abobrinha grelhada – Zucchine grigliate (Despina)

Cortar a abobrinha em fatias finas no comprimento e grelhar. Depois de morno, temperar com óleo, alho em fatias finas, sal, pimente, menta (opcional)  e um toque de vinagre balsâmico.

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Penne com abobrinhas – Pasta con le zucchine (Grazia e Laura)

Penne
Cebola
Speck ou bacon cortado em quadradinhos
Abobrinhas raladas no ralo grosso
Maizena
Leite
Kefalotiri (queijo usado na Grécia. Vamos adaptar usando ricota leve)
Parmesão ralado

Fritar o bacon com pouco óleo, adicionar a cebola picada e deixar dourar. Colocar a abobrinha ralada e cozinhar até que seque um pouco.
À parte, misturar o leite frio e a maizena, adicionando os dois queijos.
Cozinhar a massa em água fervente e sal, até ficar al dente. Escorrer e jogá-la diretamente na panela onde está o molho de abobrinha, escorrendo mais ou menos a massa de acordo com a densidade do molho. Adicionar o composto de leite e queijos, misturar e tirar do fogo quando tudo estiver bem amalgamado mas ainda líquido.
Servir imediatamente.

Soufflé de abobrinha – Soufflé di zucchine  (Jô)

3 colheres de sopa de manteiga
3 colheres de sopa da farinha de trigo
¼ lt de leite
3 ovos (claras em neve)
1 abobrinha ralada
Um pouco de qualquer queijo que esteja dando sopa na geladeira
Sal a gosto

Com a manteiga, farinha e elite prepar um bechamel bem denso. Deixar amornar, temperar com o sal, adicionar uma gema de cada vez e misturar bem. Adicionar a abobrinha (ou o que tiver vontade: pode virar soufflé de milho, de espinafre, de chuchu com cenoura, de queijo e presunto…) e misturar novamente. Adicionar as claras batidas em neve e agregá-las suavemente. Forno alto por uns 45 minutos. Servir imediatamente.

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 Bolinho de abobrinha – Polpette di zucchine  (Grazia)

1 Kg de abobrinha ralada
½ Kg de Kefalotiri (queijo grego – substituir por ricota)
100 gr de queijo pecorino
100 gr de parmesão
Farinha de rosca
1 ovo
Menta greca(diósmos) – opcional, por motivos óbvios
Sal a gosto
Misturar todos os ingredientes, menos a farinha de rosca
Formar os bolinhos e passá-los na farinha de rosca. Forno a 200° e assar até que fiquem dourados( em torno de 30 minutos).

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Torta de abobrinhas – Torta di zucchine  (Monica)

300 gr de abobrinha ralada
250 gr de farinha de trigo
100 gr di farinha de amêndoas ou de amendoim
200 gr de açúcar
3 ovos
150 gr de óleo
1 colh. sobremesa de fermento
Baunilha (opcional)
Bater bem os ovos com o açúcar, adicionar as farinhas, o fermento, o óleo e a baunilha. Misturar bem e juntar a abobrinha (ou abóbora) ralada.
Assar em forma untada e enfarinhada a 180° por 50 minutos.

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Além dos familiares e amigos que nos acompanham a Leros , nunca encontrei outro brasileiro por lá. Motivo pelo qual em pouco tempo falamos em português entre nós sem a menor preocupação com quem está em volta – supomos que ninguém nos entende e pronto.

Bobagens, piadas, comentários politicamente pouco corretos sobre os tipos impagáveis que se esparramam pelos guarda-sóis vizinhos acontecem inevitavelmente.  O que esquecemos, às vezes, é que a miscigenação cultural na Europa é incrível. Os países europeus estão geograficamente muito próximos, mas mantêm língua e cultura próprias.

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Assim, um sujeito pode ser filho de pai grego e mãe alemã, ter avós franceses, ser criado na Itália e passar as férias de verão na Espanha. Fala um pouco de tudo, o dito. A moça russa que te atende no restaurante na Grécia falando um grego sofrível, acontece de, veja só, acabar de ter voltado de uma temporada refugiada em Roma e entendeu todas as gracinhas que você falou para sua família italiana.

Portanto, deixo a dica: quando estiver viajando, mesmo quando achar que não há ser vivente na multidão que vá entender o que vai falar para seus companheiros, lembre: sempre pode ter alguém que tem uma avó portuguesa….

Imagens do We Heart It.

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A Grécia atiça minha veia ecológica. Naquele lugar que parece um paraíso, um inferno de lixo se forma.  A ilha de Leros é pequena, 8000 habitantes que produzem restos de comida, latas, papel, vidro, como todos nós.  Mas a única separação de lixo que fazem é das garrafas plásticas de água. Só. O resto,  tudo junto e misturado, que aflição.

Essa ilha cristaliza para mim que o que fazemos em nossa casa ou cidade repercute no planeta inteiro. Costumo viajar com cosméticos no fim, para deixar as embalagens vazias nos lugares onde vou e ter espaço na mala para novas. Mas na ilha me sinto desconfortável em fazer isso. O lixo, naquele lugar tão pequeno e sem estrutura para a reciclagem, continua sendo problema meu. Ou seja, volto com todos para Curitiba, onde sei que serão separados e reciclados.

Você não se assusta com isso? Lixo demais, água de menos? O que você faz, efetivamente, para mudar isso? Conte, por favor.

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Para que tudo isso?

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Os figos na Grécia são tão espetaculares e deliciosos que merecem um post exclusivo. Ou quase,  já que seu posto de sabor grego número 1 no meu coração é disputado de perto por um doce que tem um nome estranho e é simplesmente uma maravilha: a patzavourópita. Que eu aprendi a fazer!!

Comecemos com uma pequena aula de grego: patza quer dizer pano; voúro significa chão e pita, torta ou pão. Ou seja, Patzavourópita quer dizer Torta de pano de chão. Apetitoso, não?

Aprendemos a fazer essa delícia, Marina e eu, em uma confeitaria chamada Sweet Leros, na praia de Pandeli. O lugar é lindo e a vista que se tem de lá, mais ainda.

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O doce é típico da região do Dodecaneso e leva os seguintes ingredientes:

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Seu nome vem do processo de colocar as folhas de pasta filo imersas na massa bem líquida, como se estivéssemos molhando um pano. Os “panos” são colocados desajeitadamente na forma e depois, forno.

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Saem essas maravilhas que ainda são regadas com um xarope feito com açúcar, água e casca de laranja.

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Fica assim, irresistível.

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De brinde, ainda aprendemos a fazer Loukumádes, um doce que parece o nosso sonho, mas, como direi… Melhor!!

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A aula é dada por um casal muito simpático, Gewrgia e Loukas, e em inglês, se parakaló.

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Mesmo que você não entenda nada de grego, visite a página do Sweet Leros, veja as fotos e fique ainda com mais vontade de conhecer esse lugar e esses sabores:  Sweet Leros –Sweet Leros ~ Γλυκειά Λέρος

E os figos? Ficam para o próximo post!

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O mar de Leros – Grécia.

Vou até ficar em silêncio.

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