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Posts Tagged ‘Caixas’

Borboletas são assunto recorrente em artesanato. Difícil não ter pintado meia dúzia delas quando se fala em decorar madeira, tecido, papel. Elas são irresistíveis, pelas formas, cores, leveza.

Também já me aventurei com borboletas e geralmente dá certo. Mas nem sempre…

Primeiro, uma caixa que deu certo.

O relevo.

E aí vem o fiasco… Uma bandeja que começou bem, borboletas em relevo, branco no branco, tudo de bom.

E então resolvi craquelar. Porque ninguém me impediu? Preciso me consultar com minha assessora-para-assuntos-de-craquelamento (minha mãe). Acabei com a bandeja.

Para arejar minha mente irritada, deixo aqui essa imagem de uma escultura de David Kracov, sobre a qual você encontra mais informações aqui.

Você também deveria conhecer…

Detalhes de uma casa de passarinhos

Captura de Tela 2012-06-10 às 19.40.08Muitas

Nosso artesanato na Grécia

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Desde que a conheci, foi amor à primeira vista. Ela era linda, criativa, animada e confiável. Pena que morava tão longe. Só nos víamos quando eu viajava até ela ou quando alguém vinha do além mar e me trazia notícias… Agora tudo mudou. O amor continua, mas não tão sofrido, pois descobri que posso encontrá-la sempre que eu quiser. Estou falando da Marie Claire Idées, revista francesa que faz isso, dá ideias.

Tem gente que tem criatividade. Aquilo transborda, nasce feito fonte de rio nas montanhas. Simplesmente um dom, um chafariz de ideias que vão se transformar em pinturas, esculturas, filmes, desenhos e afins. Eu confesso que não tenho essa criatividade toda. Preciso ver coisas que me deem um começo, me basear em algo para que outro algo aconteça. Já comentei aqui e aqui esse modo de inspiração.

Por isso, desde sempre sou um coletadora incansável de fotos, imagens que um dia poderão servir como base para… quem sabe? Até o surgimento do Google, fazia pastas. Pastas sem fim de páginas de revistas que tinham alguma coisa que algum dia pudesse me inspirar. E comprava livros de artesanato, de pintura, de cerâmica. De mandalas, da Martha Stuart, de quadros do Klimt (sempre inspirador)! Agora estou mais feliz ainda, porque me inscrevi no site da revista e tenho acesso a todas as ideias já publicadas nela. E classificadas por técnica, material, tema ou cor! Dá para ser mais feliz?

Basta entrar no site www.marieclaireidees.com e se cadastrar. É em francês, mas inventando um pouco a gente consegue. Aí, pode passear pelas ideias à vontade. Se quiser se aprofundar e ver moldes e modo de fazer, precisa pagar 18 euros. Eu, como me contento com a imagem, nem fui adiante.

Outra revista que me inspira muito, e essa brasileira, é a Make. Qualidade nas imagens e bom gosto nos produtos que mostra são atrativos importantes para buscá-la a cada dois meses nas bancas.

Como funciona minha relação com minhas fontes? Tenho que pintar uma caixa? Pego minha pilha (ou hoje entro no site) de Marie Claires e Makes, minhas pastas, meus livros e vou passeando, até que algo desperte uma faísca. E pronto.

A almofada de um recorte de revista que virou caixa.

Imagens iniciais da Marie Claire.

Mais inspirações em…

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A Turquia é aqui

Inspiração indiana

Uma bolsa Chria

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A India contribui com muitas ideias para nossas artes. As cores fortes, as formas das caxemiras. Cashmere é o termo utilizado para designar esses tecidos com desenhos de folhas com pontas curvas em tamanhos diferentes.

Cor e caxemiras. India.

Onde nascem as bandanas.

Bandanas.

Jarra indiana da Raquel.

Indiano e lindo.  Da Raquel. Merece uma receita de sopa de cebola.

A Raquel se inspirou na India e eu me inspirei na Raquel.

Outra jarra da Raquel.

Mandalas também têm tudo a ver com a India. E nós já falamos delas nesse post.

Mais inspirações em…

DSC_0203Bandejas e cashemiras.

Mais Klimt

Em flor. Cerâmica

Imagem India: http://www.weheartit.com

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Minha filha tem um blog. Há um ano, começou a fazer doces e compartilhar sucessos e sustos no Confissões de uma Doceira Amadora. O dono da Gepetto Pizza & Cucina, restaurante delicioso e já tradicional em Curitiba, acompanhou a trajetória da Marina no blog e a convidou para fazer as sobremesas lá.

Resultado: a amadora está se profissionalizando, com o suporte do chef de cozinha e do Amor (sim, ele se chama assim), amigo da família há anos e a quem eu precisava agradecer a oportunidade. As coisas só acontecem quando alguém acredita na gente.
O agradecimento que escolhi foi fazer essa caixa de chá, com a marca do restaurante.

Quando for na Gepetto, depois da sobremesa, peça chá!

Marina apresenta uma mesa de sobremesas na Gepetto. Variam a cada dia e são sempre uma delícia!

Sobremesas deliciosas na Gepetto.

Mousse de Nutella!

Você também vai se deliciar em….

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Pizza na Itália

Bolo de milho e feriado

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Mães adoram dizer aos filhos que seus armários refletem sua organização interna. Acho que é apenas uma daquelas frases que usamos para ver se conseguimos um mínimo de ordem nos quartos de adolescentes que são naturalmente bagunceiros e, vamos admitir, não estão nem aí para arrumações. Como os meus já são mais velhos, posso declarar que eles aos poucos vão percebendo que os minutos que passam procurando “aquela camiseta” no caos que estabelecem, os faz perder um tempo que vai ficando cada vez mais precioso. E acabam se organizando.

Até adolescentes gostam de caixas para guardar seus tesouros. O filho, que é um organizado desde que nasceu, tem caixas de fichas de pôquer, de documentos, de papeis em geral em seu escritório. A filha, em processo acelerado de organização, tem caixa de tudo: maquiagem, bijuteria, bijuteria e… ah, bijuteria.

Deixo aqui dois vídeos de artesãos curitibanos de quem sou fã. Os dois trabalham com coisas minúsculas e você vai ver que um tem um atelier organizado e outro não. E ambos chegam a resultados belíssimos. Cada um com a sua ordem.

Mais ordem em…

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Tenho alguns parâmetros contraditórios sobre organização. Conheço pessoas que guardam garfos e colheres milimetricamente encaixados uns sobre os outros em seus lugares nas gavetas de talheres e outras cujo armário lembra a detonação de uma granada. Tenho amigas que classificam tudo e são movidas a etiquetas e arquivos e outras que vivem bagunçando a casa em nome de uma nova arrumação. Quem não conhece alguém que passa deixando um rastro de confusão pelo caminho? Ou tem algum conhecido que vive de listas e agendas, com tudo tão certinho que dá vontade de gritar?

Cada um do seu jeito. O meu, é o da pseudo-organização. Chegando na minha casa, tem-se a impressão de que tudo está na mais perfeita ordem. Mas aconselho: não abra gavetas. Não me entenda mal – as meias estão nas gavetas de meias, os livros de receitas na gaveta que lhes diz respeito, os cabos e baterias (porque tantos?) de máquinas fotográficas, computadores e celulares estão no espaço que lhes é reservado, bem como as roupas a serem doadas que repousam no baú a que pertencem… Mas dentro do baú e de cada gaveta reina o caos. Ou seja, sou organizada até o puxador das gavetas, até a porta dos armários, até a tampa do baú. Dali para dentro é um Deus nos acuda, pura confusão.

E você, que tipo de organizado é ? Ou nem se aproxima de ser? É largado, descolado, não está nem aí para a ordem? Ou está aprimorando suas arrumações, desenvolvendo manias e permitindo que elas sejam classificadas em breve como esquisitices?

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Uma das minhas tentativas para estabelecer a ordem é o uso desenfreado de caixas. Para tudo. Para maquiagem? Tem. Para costura? Tem. Para bijuteria, óculos, canetas? Tem também. Tem até uma recém-inventada, desde que uma máquina de café espresso aterrisou na minha cozinha, com todos aqueles sachezinhos coloridos e difíceis de guardar. Espere! Eu falei da de chá, da de fotos, a do Rummikub? É, tem caixa para todo lado. Tudo em nome da ordem.

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Bijoux na caixa. E no potinho da Raquel.

Sou do tempo da foto “pegável”, pedaços de aniversários, natais e piqueniques organizados em álbuns que gosto de fazer pousar no colo das visitas. As fotos não eram deletáveis e se revelavam  em quantidades industriais. As que não tiveram status para álbuns foram entrando em uma grande caixa na sala, onde todos podem pinçar suas participações na vida de minha família. Sobre esse assunto li um texto da Marleth Silva que apreciei muito.

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Esconderijo dos controles remotos.

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E já que estamos falando em organização, lembrei de uma receita bagunçada: você corta tudo, mistura tudo de qualquer jeito, tempera confusamente e sai uma delícia! É uma receita grega que eles chamam de Briam, mas nós vamos rebatizar como Assado de legumes, e que aqui repousa em um refratário da Magda.

Assado de legumes

1kg de abobrinhas

1  kg de beringelas

1/2 kg de batatas

1 pimentão vermelho grande

1 pimentão amarelo grande

1 kg de tomates maduros sem casca

1 cebola cortada em pedaços grandes

Sal/ pimenta preta ou peperoncino

Azeite de oliva a gosto

Corte os tomates em pedaços grandes. Refogue a cebola e adicione os tomates, refogando até que fiquem macios. Tempere com sal a gosto. Lave os legumes e corte-os em pedaços grandes. Coloque os legumes cortados em uma forma refratária, tempere com o sal e a pimenta, misture tudo com as mãos. Regue com o azeite de oliva a gosto (o meu gosto é “bastante azeite”), jogue o molho de tomates por cima e leve ao forno até ficar bem dourado.

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Temas. É sempre bom ter um para direcionar fases. E tribais são irresistíveis.

Cerâmicas da Magda. Pura África.

Vaso africano. Magda.

Tribal da Raquel.

Caixa de vinho. Muito tribal.

Caixa fechada. Caixa aberta. Pra lá de tribal.

Tigre na mesa.


Outros temas que você pode apreciar…

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A Turquia é aqui

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Os bichos gregos

Klimt

Imagem tribal: WeHeartIt


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Muita gente tenta me convencer que ter casa na praia só dá problemas: areias lotadas, segurança, umidade, manutenção, carros com som estourando a passar lentamente (tenho vontade de fazer um levantamento estatístico: qual a probabilidade de que eles toquem uma música que a gente goste?). Motivos não faltam, mas é aqui  nessa casa de praia que minha tendência à nostalgia atinge seus picos de audiência.

Já acenei algumas características desse lugar quando falei da casa de passarinhos pintada por minha mãe. Aqui tem outras, antigas, agredidas pela maresia, mas que continuam lindas.

Casinhas poéticas. Já tiveram vários inquilinos.

Essa casa tem hibiscos. Por todo lado. Flor linda, que tem tudo a ver com verão e mar. Linda quando está na árvore, porque quando cai no chão…. Introdução para falar da transformação que ocorre comigo quando chego ao nosso lar catarinense: pronta para viver meus dias de Amélia, com todos os percalços da vida doméstica.  É casa de praia, simples, sem máquina de lavar roupa, sem máquina de lavar louça, sem aspirador de pó, sem uma santa para me ajudar todos os dias. Significa tanque, varal, vassoura, pano no chão. Maresia nas janelas, areia por todo lado, jardim para regar, calçada para varrer. O microndas pifou no primeiro dia, provavelmente vai voltar do conserto no dia que eu for embora.

Hibiscos por todos os lados.

Com esse panorama, fica difícil acreditar que eu goste daqui. Pois é isso tudo que eu adoro. Lavar uma roupa e poder vê-la secando no varal. Comprar flores aos montes e plantar por ali. Lidar com mangueira, água no pé, eta coisa boa!

E a nostalgia fica por conta da história. É a mesma casa onde minha avó passava as suas férias quando mocinha, onde minha mãe namorava meu pai, onde eu passei uma infância cheia de aventuras, onde meu irmão conheceu minha cunhada, onde meus filhos, sobrinhos e filhos de amigas fizeram castelos e vulcões de areia, pularam da pedra, fizeram guerra de bagas e caçaram sirí com lanterna. Comeram goiá, pegaram jacaré nas ondas e se lambuzaram com muitos picolés Seara. É a casa onde muitos já se divertiram e onde, espero, muita areia ainda vai rolar.

Essa casa é cheia de artesanato.

Quarto azul da cor do mar. Da Christa.

Outro lado do quarto azul da cor do mar.

Esse é da Jô. Um recado para meu cunhado Fabrízio.

Passarinhos marítimos da Emília Wanda.

Mais casas e nostalgia em…

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DSCN2177cCasa com história

Casa de avó

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Cada um no seu ritmo.

Já comentei aqui que acredito muito na diversidade humana. Trabalhando com a inclusão das crianças com Síndrome de Down em escolas regulares, vi professoras descobrindo que a criança com a síndrome não era a única diferente na sala, mas sim que todos os alunos eram diferentes entre si. Isso me mostrou o quanto é verdade  que somos todos únicos e que de iguais temos o fato de sermos gente. Cada um de nós tem um jeito, um ritmo, um talento, um defeito, uma expectativa.

Meu jeito? Sou bacaninha. Meu ritmo? Acelerado, com momentos de música lenta. Um talento? Pintar madeira. Defeito? Síndrome de Pollyana. Minha expectativa? Ter saúde para continuar sendo bacaninha, pintando madeira e, como boa Pollyana, acreditando que tudo vai acabar bem.

Faça esse exercício. Observe-se. Descreva-se. Analise-se. Quem sabe você descobre que pode aprimorar seu auto-conhecimento e que as pessoas que estão por perto, são tão únicas quanto você.

Artesanato aprimora a valorização das diferenças, o respeito pelos dons de cada artesão, pelo gosto de quem olha o que você produziu com tanto cuidado e nem acha aquilo tão lindo assim… Da graça de criar peças que, por serem artesanais, dificilmente poderão ser repetidas do mesmo jeito. A gente muda o tempo todo, e isso é ótimo!

Iguais e diferentes.

Outras coisas diferentes em…

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Inclusão. Simples.

Outras descobertas

Inclusão, afinal.

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Seguindo a saga “Como vivíamos sem?”, descobrimos que estávamos ocultando algumas dicas quentes por aqui. Como somos muito queridinhas, resolvemos que está na hora de compartilhar esses outros segredos de usos infalíveis para as coisas que fazemos (ou que adquirimos uma das outras – somos nossas maiores fãs!)

Migalheiro. É uma ideia antiga, porém renovada. Nesse mundo dos pães já fatiados, nada melhor do que um migalheiro para receber as migalhas dos pães lindos que compramos (ou fazemos em casa) recém-assados, inteiros e prontos para serem transformados em generosas fatias em nossa mesa. E para as mais corajosas, com uma honesta quantidade de manteiga passada em cima.

Que venham as migalhas!

Essa ideia precisa ser compartilhada. Que tal chegar na casa de uma amiga para jantar  levando de presente uma caixinha que dura para sempre recheada com trufas para a sobremesa? Essas são da Siomara. Imperdíveis.

Para encomendar estas trufas maravilhosas em Curitiba: (41) 3254-5180 (comercial)/ (41)9196-1640 ou sioffeiges@hotmail.com

Uma parte do presente é degustada e outra fica para sempre.

Uma caixa bem charmosa para levar temperos para a mesa. Fica lindo e com esses da foto, dá para fazer o molho de salada com vinagre balsâmico.

Prático e charmoso. Da Jô.

Descansa-panelas podem fazer a diferença em uma mesa. Esses são da Raquel.

Caixa para fotos. Essa dica é ótima. Atualmente, fotos moram dentro de computadores. Mas quem não tem caixas e caixas guardadas em armários? Fiz uma coleta dessas fotos e reuni as publicáveis em uma grande caixa de madeira na sala. Fechada, ela decora o ambiente. Aberta, é um convite ao visitante para ver a sua história e, muitas vezes, encontrar a si mesmo em alguma imagem.

Caixa com história da família. Da Jô.

E presente para a terapeuta? Nada melhor que uma caixa para abrigar os lenços de papel tão necessários quando abrimos nosso coração…

Para o caso de lágrimas. Caixa de lenços da Mari.

E para decorar escrivaninhas com a vantagem de também organizar a bagunça, um porta-canetas bonitão da Raquel.

Arrumado e bonitão.

Uma palavra que adicionei ao meu vocabulário italiano foi “strepitoso”, que usei desbragadamente porque define coisas sensacionais, deliciosas e especiais. Do inglês, Marina trouxe outra na mesma linha: Scrumptions! Descubra o que é!

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Visitas

Detalhes tão pequenos

Casa cheia

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