Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Bolsas’ Category

554245_462893900453744_294944186_n

Barbara vem de uma grande e multitalentosa família. Tem quem desenha, quem canta, quem filma, quem pinta com pontinhos coloridos, tem quem simplesmente inventa. Criatividade faz parte do DNA.

Quis a vida que Barbara, cursando Música Popular na FAP, acompanhasse o marido, instrumentista e luthier*, aos Festivais de Música pelo Brasil afora. Resolveu criar camisetas com aplicações musicais e foi logo fazendo sucesso. Pegou gosto pela costura e apliques e, quando a filha Flora nasceu, ganhou da amiga Any um curso de patchwork. Junto com Flora também veio a ideia dos bichosbolsasdeáguaquente para aliviar as cólicas do bebê com mais charme.

1013479_493780084031792_248259089_n

PicMonkey Collage

Os bichosbolsadeáguaquente são capas para bolsas de água quente ou saquinhos de sementes, com os quais se aquece da cólica ao torcicolo, do pé gelado à coluna estropiada. E estão evoluindo, já podem ser encontrados com alças e como mochilas para a criançada carregar suas coisinhas por aí. E com cara de tudo: galinha, pintinho, ovelha, porco, gato, coruja… Uma graça total!

PicMonkey Collage1

1186993_529483707128096_1558620503_n

1012361_499751210101346_801128017_n

1239552_530316427044824_1898026542_n

Barbara também passeia pelo mundo dos bonecos: reproduz em forma e conteúdo os desenhos da filha. E faz um kit com uma boneca feita apenas em pano branco acompanhada de canetas laváveis. A presenteada pinta a bonequinha como desejar. Criatividade também se presenteia.

64716_456471161096018_2113043309_n

527799_456038847805916_221279114_n

603030_484833921593075_458084118_n

Barbara traz uma boa reflexão: “poderia me profissionalizar, ter um atelier em uma sala comercial, funcionários para aumentar a produção… Mas estar na minha casa, com minha filha por perto, cuidando da minha horta, cozinha e costuras, mantendo o ar artesanal, vale muito mais”.

35907_468250983251369_1271671961_n

DSCN3666

1173807_527978967278570_81707501_n

Uma horta mandala.

Ainda bem que ela aceita encomendas: babibrasa@hotmail.com www.facebook.com/coisadepanobabi www.coisadepano.com.br

* Luthier:  é um profissional especializado na construção e no reparo de instrumentos de corda com caixa de ressonância.

Fotos de Barbara Horn

Você também vai gostar de…

DSCN2222a

Fofuras de feltro pousaram aqui

DSC01283Hélio Leites

Captura de Tela 2012-10-18 às 10.31.17Sacolas retornáveis – Por que?

PicMonkey CollaeSomente o necessário

Read Full Post »

A bolsa e a vida

x

Minha filha precisou sair do Brasil para ter sua carteira roubada de dentro de sua bolsa em… Roma. Como aconteceu a mesma coisa comigo há 20 anos, recomendo: quando em Roma, dentro de trens, ônibus e metrôs, agarre sua bolsa como se não houvesse amanhã.

Mas o assunto é outro, a história do roubo foi só para despertar a reflexão – dos casos consoladores que Marina ouviu sobre furtos enquanto chorava as pitangas por tudo que tinha ido junto com a carteira, 90% eram depoimentos femininos: cartões de crédito, dinheiro, celulares roubados de dentro de bolsas de mulheres.

Também pudera. Homens conseguem trabalhar, fazer compras, sair com amigos, viver, apenas com uma carteira, em geral socada em algum recôndito inalcançável dos bolsos de suas calças, nas mesmas profundezas onde habita a sua outra ferramenta de vida, o celular. Pronto, é isso: carteira e celular. Eles não precisam de mais nada.

Em contrapartida, bolsas de mulheres. Paraísos fiscais onde tudo pode, tudo está e precisa ficar. Esse inferno na hora de achar coisas com urgência, pode ser motivo de orgulho quando um colega de escritório pede algo improvável como uma pomada para picadas de inseto ou um barbante para salvar o mundo e você, exultante, grita : “Eu tenho!”

bo6

O que explica estarmos sempre traficando carteira, chaves, porta-moedas, celular, óculos escuros e de leitura com suas enormes embalagens, canetas, lenço de papel, chicletes, pente, pinça, fio dental, batom, perfume, creme para as mãos, base e rímel, fivela para o cabelo… Não dá para simplesmente esperar para chegar em casa??!

O que mais você carrega na bolsa? E, segundo você, por que homens conseguem viver com tão pouco e nós, mulheres, definitivamente não?

Captura de Tela 2013-03-24 às 09.08.39* Ilustração: Maitena
Ilustrações bolsas: Jô Bibas

Você também pode gostar de…

DSCN2407Somente o necessário

Captura de Tela 2012-10-18 às 10.31.17Sacolas – Por que não?

captura-de-tela-2011-05-06-c3a0s-19-12-38Quem guarda, tem

Read Full Post »

Nada acompanha mais o amadurecimento de uma mulher do que o tamanho da necessaire que ela usa para viajar. Lembro dos tempos de menina em que tudo que eu precisava era da minha escova de dentes e do shampoo que minha mãe levava na frasqueira familiar (sim, eu sou do tempo das frasqueiras). Adolescente, à escova de dentes e shampoo somaram-se desodorante e uma escova de cabelo só para mim. Qualquer bolsinha dava conta de tão pífio recado.

Aí a coisa foi complicando. O lápis de olho e o rímel começaram a se tornar obrigatórios. O creme rinse – primórdios do condicionador – era fundamental para desatar os nós no cabelo submetido a permanentes em busca dos cachos que não tinha. Um brilho labial sabor morango coroava o pequeno kit. Logo em seguida, o sol virou vilão e dá-lhe filtros dos mais variados fatores exigindo um espaço só para eles.

Atualmente, temos a bolsinha dos remédios, a dos cremes – para as mãos, para os pés, para as rugas do dia, para as rugas da noite, para o cotovelo. A pré-base, o corretivo, a base propriamente dita, o demaquilante para tirar tudo isso. E o algodão, o cotonete, a faixa para segurar o cabelo, o elástico para não molhar a escova progressiva. O perfume, ah, o perfume, sempre em frascos enormes, mas sem o qual “nos sentimos nuas”. Três necessaires no mínimo para cobrir todas essas pequenas necessidades. E hoje, ao fazer uma mala para uma inocente viagem de 3 dias, tirei da gaveta e coloquei numa necessaire só para ela, minha bolsa de água quente. Acabo de dobrar o cabo da boa esperança. Ai, meus sais.

Tenho uma convidada especial para ilustrar esse assunto. É a Chris do SweetblogChria, onde ela mostra suas artes em tecido que vende em sua loja real em Blumenau e em sua loja virtual, aqui. É tudo muito lindo, colorido e criativo. Já encomendei uma bolsa linda dela, da qual falei aqui.

Aproveitem um belo desfile de necessaires. A gente sempre precisa de mais uma…

Você também vai gostar de…

Origamis

Retrospectiva 2011

Medidas com charme

Read Full Post »

Depois da bronca, vem o afago. Agora que já desabafei minha indignação com quem não usa sacolas retornáveis, vou falar  daqueles que as produzem, com os que já as usam ou estão resolvendo usá-las também. Cada vez mais lindas, fashion e carregadas de um sentimento de responsabilidade social, mais as ecobags são vistas por aí.

Eu uso várias. Algumas feitas pela Ângela, umas compradas em supermercados, outras que ganhei de presente. E economizo, certeza, umas 20 a 30 sacolas plásticas em minhas compras semanais.

No Museu Oscar Niemeyer, bolsas e sacolas muito bacanas estão à venda.

Essa não é para compras, mas é tão linda que merece ser mostrada aqui, afinal é feita com lona de caminhão reciclada. Da JRJ.

E aí chegamos ao que mais nos interessa. A Freguesia do Livro faz sacolas retornáveis com lonas publicitárias doadas por quem as usa. São sacolas bem bacanas para compras, feitas em uma facção que fica num lugar muito-muito distante, só alcançável com o GPS e um pouco de coragem. Um mundo de moldes em um galpão em que você pensa que as pessoas podem se perder para sempre.

Você também vai gostar de…

Lápis de pinhão

Vida nova ao papel velho

Recicla cultura

Read Full Post »

O ritmo de um dia em Leros é sempre tão parecido que a gente perde totalmente a noção de tempo. Deve ser o sol sempre garantido que faz todos os dias serem meio iguais, sem as interrupções que dias de chuva propiciam, com leituras de bons livros, baralhos e afins.

Então, todos os dias, na ilha, a gente toma um café da manhã bem comprido, vai para a praia lá pelas 11 horas (filtro 50 e guarda-sol, juro) e por lá fica até o final da tarde. Volta para casa, banho, cozinha e vai passear. Aí surgia um problema: onde carregar o dinheiro, a fivela, a tiara que segura os cabelos destroçados pelo vento? A solução encontrei no blog da Chria. Namorei a bolsinha e, como fui a Blumenau, aproveitei para conhecer Chris e sua bonita loja.

Em poucos dias, chegava aqui em Curitiba minha bolsa linda em uma caixa cheia de mimos. Tudo perfeito. A bolsa foi para Leros, foi bem usada nos meus passeios e lá ficou, se tudo der certo, me esperando para o ano que vem.

Conheça o Sweetblogchria.

Bolsa lá, me esperando. Sorte dela.

Você também vai gostar de…


bo6

A bolsa e a vida

Fadas no banquinho

Inspirei-me

Read Full Post »

Você compra uma calça jeans. Usa muito. Ela vai ficando mais confortável com o passar do tempo, mas chega o dia que não dá mais: ela fica velha, rasga, sai de moda e você… doa. Você faz a mesma coisa com outras roupas, com pijamas, com cobertores, louças e objetos da sua casa que não usa mais. Pensa: se eu não estou usando, alguém, em algum lugar, pode usar. Então vou doar.

Este é um dos princípios do consumo consciente que tem outros, como planejar as compras, avaliar os impactos de seu consumo, consumir apenas o necessário, reutilizar produtos e embalagens, separar o lixo e refletir sobre seus valores.

A Freguesia do Livro percebeu que doar livros e transformá-los em pequenas bibliotecas para o acesso de novos leitores, significa praticar e incentivar o consumo consciente. Os livros que você doa serão reutilizados, reciclados em sua essência, a de contar suas histórias por mais tempo, ao invés de ficarem reclusos em prateleiras. O melhor exemplo disso é a mágica que Juliette fez, transformando livros infantis holandeses em livros que crianças brasileiras podem ler, felizes e contentes.

O mesmo conceito acontece com as caixas de madeira de frutas que, reaproveitadas e decoradas, levam os livros aos Pontos de Leitura.

Ou seja, doar livros é um ato de consumo consciente. Entendido isso, a Freguesia resolveu desenvolver outros produtos partindo dessa ideia, a reutilização de materiais que estão sendo descartados transformando-os em objetos úteis cuja venda pode trazer recursos para que o projeto possa continuar. Recursos que possibilitariam alugar uma sala com muitas estantes e enviar os livros para lugares distantes no Brasil.

Então aqui apresentamos a linha de produtos Recicla Cultura:

Bolsas Retornáveis: a partir de banners usados, a Freguesia produz bolsas para carregar compras e livros.

Marcadores de livros: voluntários e amigos vão confeccionar marcadores com restos de tecidos, de papel de scrap, de páginas de livros estragados. Estes, por exemplo, foram feitos por Ro Pujol e Dani Carneiro.

Lápis de pinhão: a partir de restos de giz de cera, Maria Fernanda vai produzir lápis-cera com formato de pinhão.

Você também vai gostar de…

Ter tanto

Ameixas vermelhas

Dou conta?

Read Full Post »

Discursos ecológicos são meio frequentes nesse blog. Mas não se esgotam, principalmente agora que achei uma mina de imagens que dão muitas ideias  sobre transformações que podemos fazer com o que poderia ser descartado.

Em reciclagem somos craques em Curitiba. Há tempos separamos o lixo que é reprocessado e resulta em matéria prima para a produção de novas coisas.

redução? Simples: é adquirir apenas o que realmente precisamos. Simples no conceito, complexo na prática.

E o reusar? Palavra que nem existe em português, significa qualquer atividade que estenda a vida útil de alguma coisa. Quando reusamos um objeto, estamos deixando de comprar um outro, certo? E de produzir lixo, concorda? É essa a ideia.

E aqui algumas ideias encontradas no site http://www.pinterest.com sobre o reuso. Não sou muito fã de colocar imagens alheias no blog, mas já que o assunto é reusar…

Uma moldura que não emoldurava mais…

Aqueles infinitos potes de vidro. Mais que geleia…

Copos viram coloridos porta-velas. Luz e cor em um copo que era sem graça…

Ikebana de lápis e afins.

Eu reusei um banco da Magda. Vou mostrar o antes e depois. Como não tive a genial ideia de fotografar o antes do banco em questão, fotografei outro, mas que tinha o mesmo acabamento inicial. Um banquinho sem graça que ficou charmoso.

E aqui, o resultado do reuso de embalagens de cigarro, realizado pelo porteiro do prédio da Ângela, o Sr. Osmar:

Mais ideias em…

27cc8f5790db24ba7e7f9d09a92d264a

A graça de ser mutável

Para que tudo isso?

Ideias voluntárias

Read Full Post »

Older Posts »