Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Inspirações’ Category

Desde que comecei a pintar em madeira, sob a influência de minha mãe, desenvolvi um olhar para o detalhe, para tudo que pode “virar caixa”. Inspirações inesperadas que podem se transformar em desenhos.

Na viagem para a Turquia reconheci muitos traços e tendências que já nos inspiraram.

DSC04550

IMG_2412

IMG_2404

IMG_2968

 

DSC03456

DSC_2063

DSC02961

Daqui

DSC_2076

09a

 

 

DSC_0454

DSC_2295

Daqui

DSC_2105

DSC06174

DSC03453

 

Captura de Tela 2014-08-17 às 09.15.24

Você também pode gostar de…

DSCN0138Inspirei-me

IMG_6402Idades. Modelos.

Inspiração indiana

Anúncios

Read Full Post »

Tempo livre e matéria-prima: madeira e pedras para pintar, facilmente encontradas nas ilhas gregas. Os resultados estão aqui.

A madeira, na verdade, levei do Brasil para Leros. Precisávamos de mais uma bandeja para o café da manhã e de um porta-guardanapos à prova de vento. E a bandeja é dupla-face: a parte de trás combina com o porta-guardanapos, chiquérrimo. E usando os famosos carimbos.

DSC03381

DSC02681

DSC03380

Bancos, sempre bancos. Um baixinho, velho conhecido, para alcançar as coisas mais altas. O outro foi desmontado na mala e montado por meu cunhado Fabrizio, cheio de dons.

DSC02966

DSC02961

Casinha de passarinho com buganvílias. Espero que esteja habitada no próximo verão.

DSC03315

Produzidas lá, plaquinhas para as portas dos quartos, com nomes de nossas praias preferidas em Leros. Eu durmo em Blefouti.

DSC03356

PicMonkey Collage8

E as pedras? No próximo post.

Você também pode gostar de…

DSCN3225aPedras pintadas em Santa Catarina

DSC01152Madeira na Grécia

DSC02044Um banco de golfinhos

Read Full Post »

A gente escolhe a diferença que vai fazer: Mari fez um pomar na praça em frente a sua casa; Napoleão resolveu arborizar as margens do trilho de trem; a Freguesia do Livro espalha livros por aí, o S.Viana transformou o quartinho do lixo do seu prédio em biblioteca comunitária; meu pai alimenta toda a passarada do seu bairro… E você, faz ou conhece alguém que faça uma pequena grande diferença? Conta aqui!

Achei esse vídeo, simples e simpático, que mostra um jeito de espalhar uma mensagem positiva.

E para você fazer um agrado para a família, um bolo. É parecido com um que faço, mas com alguns toques diferentes. Da Rita Lobo, ficou uma delícia. A receita está aqui, no blog Panelinha.

Bolo Delícia de Limão

Você também vai gostar de…

IMG_0321

Livros e mágica

Captura de Tela 2012-08-06 às 19.41.23Sabedorias

Captura de tela 2011-05-24 às 19.19.10Ideias voluntárias

Read Full Post »

Percebo que tudo o que se faz e como se faz pode servir de modelo para alguém. Qualquer um arrisca ser um exemplo, desavisado e distraído, para aqueles com quem convive. Espelhos, seguimos refletindo atitudes e posturas de alguns e inspirando comportamentos e conceitos para outros, sem nem notar que podemos influenciar positiva ou negativamente quem está por perto.

Precisamos pensar em duas coisas: o poder que temos de dar bons exemplos no nosso cotidiano, ao lidar com o lixo, ao economizar água, ao cumprimentar quem não te cumprimenta, ao dar a vez a um pedestre, ao comer salada diante dos filhos, ao comentar um livro que acabamos de ler. A outra coisa, tão importante quanto a primeira, é procurar dar os créditos àqueles que nos inspiram.  Ao se apropriar de uma ideia, de um conselho, de um projeto,  de uma aprendizagem, conte de onde ou de quem ele veio. É justo, certo?

Posso fazer uma pequena lista com algumas das influências que recebo:

– minha mãe, naturalmente, sempre foi e continua sendo referência para quase tudo.

– minha amiga Ângela está sempre me dando dicas (juntas, estamos fundando a Cia. do Palpite)  sobre o que fazer com o lixo reciclável. Na hora, nem pareço prestar atenção, mas acabo aplicando tudo. Aproveito para agradecer, Ângela.

– um dia, uma amiga me emprestou um livro sem o nome dela dentro. Fiquei chocada, como assim? Me explicou que livros não têm donos, têm leitores. Ela estava mudando minha vida e não sabia. Ali estava sendo plantada a semente da Freguesia do Livro.

– excelente oportunidade para agradecer a minha professora de português no Sion – muito alta, com cabelos loiríssimos, brincos que lhe chegavam aos ombros e esmaltes que fascinavam meninas adolescentes num balé de gestos. Ela desenhou meu jeito de ler, de escrever, de analisar e construir um texto. À professora Regina, meu obrigado, muitos anos depois.

Foto inicial daqui.

Você também pode gostar de…

Inspirações a um clic

Sempre aprendendo

Klimt

Read Full Post »

Poty Lazzarotto (1924-1998), junto com nomes como Paulo Leminski e Dalton Trevisan, é a cara de Curitiba. Nesse sábado, lendo o jornal no café da manhã, encontrei a notícia (que considerei um convite): passeio de ônibus pela cidade, vendo os murais de Poty, ciceroneada por uma especialista no assunto. Irresistível. Fui.

Saindo do já comentado Museu Oscar Niemeyer, onde  nos fins de semana acontece o ParCão, passeamos pela cidade em um confortável ônibus da Volvo (pausa para palmas aos envolvidos nessa iniciativa simples e eficiente).

O MON e o ParCão.

Visitamos 4 murais (são algo em torno de 40, só em Curitiba – tem também em Paris e na ONU em Nova Iorque).

Fachada do Teatro Guaíra.

Detalhe do mural do Teatro: Shakespeare.

Praça 19 de Dezembro. O primeiro mural: 1953

Largo da Ordem. Foto afanada do Circulando por Curitiba

Do outro lado da rua: Trav. Nestor de Castro.

Tudo Curitiba: pinhão, pinheiro, ligeirinho, guri, Farol do Saber, Jardim Botânico…

Vitrais na biblioteca da PUC. Lindos.

Largo da Ordem, agora em vidro.

Durante o trajeto, Daniela Pedroso, a craque em Poty, levantou uma questão que saiu junto comigo do passeio e ainda está aqui no meu bolso mental: o quanto nossas crianças hoje em dia aprendem através de estímulos visuais, mas ao mesmo tempo, o quanto não se atêm mais a detalhes. O bombardeio de informações nos faz quase incapazes de filtrar o que realmente importa. O reflexo disso, associado, é claro,  à pressa, ao trânsito e à cabeça pensando em 1000 coisas, é que passamos por tantos lugares e obras de arte em nossas ruas e praças e nem percebemos que elas estão ali. Que desperdício.

A gente devia andar pelas calçadas. A gente devia olhar em volta. A gente devia sentar em bancos de praças. Ouvi dizer que a vida já foi assim.

Mais informações sobre Poty, nesse post do Circulando por Curitiba. E no livro da Daniela Pedroso, Poty: Murais Curitibanos, à venda na loja do Museu Oscar Niemeyer.

Você também pode gostar de…

Minha Curitiba

O MON por dentro

Meu mar

Read Full Post »

Desde que comecei o ArteAmiga, percebi que existe um mundo paralelo, uma dimensão onde pessoas que fazem blogs simplesmente… se encontram. Virtualmente, trocamos ideias, aprendemos algumas coisas, ensinamos outras, nos identificamos, visitamos, retribuímos. Resolvi então, a partir de hoje, periodicamente mostrar os blogs que aprecio. É um jeito de levar quem vem até aqui a outras coisas bonitas, e de lá, quem sabe para onde. É o mundo dos blogs, muito perto da noção de infinito.

O primeiro Bello Blog é o Adoro Crochet, da Maria Amélia. Ela fotografa que é uma beleza e está sempre trazendo boas ideias. Vive indo para uma chácara que é uma fonte inesgotável de fotos lindas. Você pode começar conhecendo o blog dela por aqui e depois através do post em que ela testou os papos de anjo de minha filha Marina: Adoro Crochê e Costura. Tudo doce.

Bom passeio.

Você também vai gostar de…

WCT_24 de agosto de 2013_0171

Bello Blog 5

Inspirações a um clic

Read Full Post »

Vou fazer como Martha faz com frequência: comenta sobre um livro que está lendo, parece que vai fazer uma resenha sobre ele, mas logo se percebe que a leitura participa apenas como provocação para outros caminhos de pensamento. A história do livro é o começo de outra.

O meu começo de hoje, então, é o livro da Martha. Deitada na rede da chácara, sob o sol manso de outono, fone no ouvido me embalando com a trilha sonora que elegi, abro na primeira página. O texto escorre manso, uma crônica atrás da outra, sorrio, me divirto, me vejo ali. Identifico pensamentos que já tive, concordo com o enfoque sobre uma situação, reações em espelho me surpreendem, descubro abordagens que são a minha cara. Compatibilidade total, gemelar. E aí, sinto-me mal. Um bolo no peito, uma sensação contraditória. Como vai me sobrar originalidade, se tudo que gosto, penso e pretendo já está escrito ali? Como vou fazer reflexões se elas já estão feitas e concluídas do jeito que eu gostaria de ter feito e concluído?

Assim, percebo que Martha, minha cara Martha, me incomoda, me atrapalha, não vou poder escrever nada que ela não tenha já publicado. Para não me contaminar, para poder ser totalmente honesta e olhar um leitor no meio do olho e poder dizer “fui eu sim, nem li a Martha”, vou ter que realmente parar de lê-la. Bater a capa do livro na cara dela, fazer de conta que nem a conheço se encontrá-la em alguma estante da vida. Assim, bem de mal.

Ilustração de Mariana Massarani.

Ou, tenho uma alternativa: leio Martha e depois a esqueço. Ou me esforço loucamente para isso.

Agora, se você quiser ver um pouco de Martha Medeiros e se arriscar a se apaixonar por frases como essa…

“Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo. Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda”.

Você também pode gostar de…..

Captura de Tela 2012-08-25 às 23.08.06

Amores literários

A trilha sonora de cada um

DSCN2503

Isabel

Read Full Post »

Older Posts »