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Posts Tagged ‘Nova Iorque’

Tenho um amigo que trabalha em uma grande organização mundial que trata da comida, da agricultura, da fome no nosso planeta. E ele tem um talento a mais: a fotografia. Me mandou as fotos que tirou em Nova Iorque, algumas das quais mostro aqui. E, logo abaixo, seu olhar sobre o Rio de Janeiro.

Nova Iorque? Rio de Janeiro? Que mistura, você poderia pensar. São, para mim, duas das cidades mais espetaculares do mundo. Pronto, expliquei.

Com vocês, Paolo Trippa.

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E in Terra Brasilis.

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Tomara que ele se aposente logo e possa se dedicar integralmente ao seu lado fotógrafo.

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Nova Iorque é sempre multi e mega: programas, caminhadas, consumo, comida, pluralidade étnica e cultural, sempre em doses maciças.

Aí você quer um pouco de tudo. Sai na velocidade máxima que o ambiente requer, exacerbado pelo tempo com hora marcada para acabar. Quer ver tudo, comprar tudo, comer tudo, ir a todos os museus e parques, ver a cidade por dentro e lá de fora, do Brooklyn, aproveitar a mobilidade dos metrôs de seus subterrâneos e vê-la de cima, do Empire State ou do Top of the Rock. Uma correria.

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Até que olha em volta e percebe que não precisa, que estar ali já está louco de bom, que aquelas pessoas, amigas de toda a vida que vieram com você são o real motivo daquele deslocamento. E Nova Iorque vira coadjuvante de longos cafés da manhã cheios de casos para contar, de trocas de ideias, de muitas risadas, de passeios por parques e museus num ritmo mais passeio, de pontes atravessadas a pé, idas à ópera pelo simples prazer de sentir a vida nova-iorquina. Um exercício de convivência e democracia que fortalece e comprova amizades.

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Das descobertas anteriores, amores antigos foram comprovados: a Anthropologie continua linda, o Eataly ainda é imperdível, o sanduíche de salmão da Zabar’s continua imbatível, o Chelsea Market é sempre uma delícia. O Metropolitan Museum é inesgotável.

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Mas descobri também o Brooklyn, ver Manhattan do lado de lá é muito bacana e voltar andando pela Brooklyn Bridge é uma experiência incrível. Um passeio no Ferry é um excelente jeito de ver Ellis Island e a Estátua da Liberdade da distância suficiente e necessária. Um passeio gratuito de uns 40 minutos e pronto, ida e volta a partir do Battery Park.

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Finalmente consegui conhecer a Neue Galerie, com parte do acervo inacessível, mas meu principal desejo, Klimt, totalmente ao nosso dispor. Quanto artesanato já se inspirou naquele quadro… O Lincoln Center e os painéis de Chagal foram novidade e são lindos. O Ground Zero é impressionante e comovente. Os paineis de Portinari na ONU continuam um desejo não realizado e um motivo para voltar. Que bom.

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Chagall no Metropolitan Opera.

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Marca registrada do Metropolitan Opera: os lustres.

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Quem mexe com livro feito eu, cria uma antena para o tema. Desde que a Freguesia do Livro existe, vivo interessada no assunto. E que gosto de concidências, também não é novidade.

Pois bem, quando minha filha foi morar em Nova Iorque, há um ano atrás, no primeiro dia que estivemos lá, encontrei o mesmo livro que eu tinha acabado de “perder” no aeroporto de Guarulhos, só que em sua versão em inglês, história contada aqui. Marina pegou um dos livros que estavam em cima da tampa do lixo, método muito empregado pelos americanos para fazer livros circularem, no esquema Perca um Livro.

Esse ano, na escada perto da casa de Marina encontramos outro livro e lá deixamos aquele que ela tinha pego no ano passado, cumprindo o que ela havia escrito em um bilhete: “Obrigada pelo livro. Vou passá-lo adiante depois de ler. Ele vai continuar sua viagem!”, acompanhado por outros já lidos e que simplesmente não cabiam na mala.

O ciclo não pára, o livro vai parar em outras mãos. Quem sabe, na sua próxima viagem a Nova Iorque, você não o encontra em alguma escada?

E já que o assunto é NY e livros, aproveite para conhecer essa iniciativa que doa livros nos metrôs da cidade, para quem passa tantas horas no transporte público. A ideia é Relit NY: Read, Recycle, Repeat Literature In Transit (Leia, recicle e replique literatura em trânsito). Conheça aqui: Relit NY.


Aproveite e conheça também a Freguesia do Livro, um projeto que me tem dado muito trabalho e alegrias. Você também pode espalhar literatura por aí!

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Fechando um ciclo na vida de minha filha, fomos a Nova Iorque ajudar na mudança de volta para casa. Mais uma semana nessa cidade sensacional, com seus encantos e excessos.

Encerrando também minhas impressões novaiorquinas, aqui vão algumas ideias para você, quando em NY….

Coma bem. Sempre comece o dia com um café da manhã reforçado. Minhas sugestões: Bubby’s e Le Pain Quotidian.

Ande. Bem alimentadinho, prepare-se para andar. Para isso, tenha pés preparados para as quadras e avenidas que se sucedem sem fim, cada uma com um atrativo diferente. “Só mais uma quadrinha, só mais uma avenidinha…”. Sapato errado ou pouco fôlego não combinam com Nova Iorque.

Foto daqui.

Aí, perca-se. Mapa na mão, deixe Nova Iorque ir se mostrando aos poucos.

Freedom Tower, nascendo onde estavam as Torres Gêmeas.

Central Park é obrigatório, of course. Aprecie, passeie, faça piquenique e sente-se nos bancos, não esquecendo de ler as delicadas mensagens em cada um deles.

Fique ligado. Sempre pode passar uma celebridade totalmente despercebida por você.

Tá vendo o Rafinha Bastos?

Aproveite a comida, sua variedade, suas origens. Dessa vez, conhecemos o Spotted Pig, voltamos no Eataly e no Chealsea Market,  fomos no Colicchio & Sons. E finalmente conheci o famous Shake Shack, detentor de filas homéricas, mas serviço certo e resultado delicioso. Um daqueles casos em que você fica pensando: como é que um lugar, no meio de uma praça, sem sombra a não ser de algumas árvores, com pombos por todos os lados, sem banheiro nem para lavar as mão, faz um sucesso tão retumbante? Mas o hamburguer que você vai comer explica tudo…

Nem na Itália tinha visto Fusilli Bucati nem Farfalle Rigate. Mas vi no Eataly em NY!

Consuma com moderação. Essa eu queria ver. Brasileiros lá se comportam como se não houvesse amanhã. Sou péssima em consumo, indecisa, não consigo comprar o que não preciso, mas me divirto mesmo assim. Lá tem muito de tudo. Teu negócio é carimbo? Tem. Quer pincel de pelo de marta? Tem. Baunilha de Madagascar? Tem também. Mas se prefere cultura, tem mais ainda. Museus, shows, galerias de arte. No Metropolitan Museum, a arte egípcia é imperdível. Não consegui ver o Klimt na Neue Galerie, mas desejos não atendidos promovem a vontade de voltar.

Procure o por do sol. Aproxime-se do Rio Hudson nos finais da tarde. Um belo por de sol sempre estará esperando por você. De dia, passeios pelo High Line, parque feito em trilho de trem suspenso e desativado.

Aprecie as estações. O outono e suas cores já estão chegando, nos parques e nas lojas. Na Pier 1 e na inevitável Anthropologie.

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Anil

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Marina está aprendendo muito sobre culinária. Doces, pães, chocolate, mas também sobre restaurantes. Principalmente sobre aqueles em que só pode ir quando levada pelos pais (estudante sofre…). Dicas e apetite nos levaram a comer de um tudo. Acompanhe a gulodice.

Começamos com um presente de boas vindas: um bolo feito de camadas de crepes e (muito) chocolate. Delicioso. Tulipas, Marina gosta de flor em casa como a mãe.

Eataly, já falei dele aqui. Dessa vez ficamos na área de pescados, mas o que me chamou mais a atenção foi esse lustre na seção de massas, feito de …capelletti.

No Whitehall, um hamburguer e tanto, que sai dos nossos padrões: no meio, tem um ovo frito e fatias de beterraba.

Comidinha de rua, daqueles traillers que teimam em fumegar cheiro de curry no nariz da gente desde cedo… Mas Marina aprecia! Flatiron Building atrás.

Balthazar: imperdível. Fotos não ficaram boas, mas a comida é memorável.

Um pouco de contradição: uma confeitaria preferida em Nova Iorque é… francesa. Ou melhor, belga. A Le Pain Quotidian tem croissant, pain au chocolat e afins e é uma rede que você encontra em muitos locais da cidade. A história do lugar gira em torno dessa mesa gigante no centro do restaurante, onde completos estranhos se sentam e compartilham cafés, geleias de framboesa e internet.

Um balde de café.

E o ponto alto surgiu assim por acaso. Andando bobamente procurando onde comer depois de sair da Frick Collection, tropeçamos numa portinha que me atraiu por causa do desenho na placa. Carlo se interessou porque a fome era grande e Marina se deslumbrou quando viu o nome na porta: Fishtail, de David Burke.  Por $25,0 você tem direito a entrada, prato principal e sobremesa, tudo refinado e delicioso. Fotografei tudo, era lindo e gostoso demais.

E, para encerrar, Nova Iorque em estado puro. Egg salad num picnic no Central Park.

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Adoro o sol de verão – desde que  esteja na beira de uma piscina ou com os pezinhos numa onda do mar. O outono me encanta pelas cores, pelas temperaturas cadentes, o corpo se preparando para uma fase mais coberta. Amo o inverno, tirando o momento de sair da cama e do frequente nariz vermelho que o frio me proporciona. A primavera, bem, essa dispensa explicações, faz a gente florescer por dentro e reacende as cores.

Tudo isso, porém, não tem muito sentido no Brasil onde, tirando o sul onde vivo, todo o resto amarga um calorzinho básico que varia do suportável ao não tanto. Mesmo aqui em Curitiba, onde o frio pega de verdade, as estações não são tão marcadas como na Europoa e nos EUA, que passam de montanhas de neve na porta da garagem a calor escaldante que faz o povo tomar banho de sol quase pelado no Central Park. Esses extremos fazem com que a chegada do outono (que anuncia que aquele calor infernal vai acabar) e da primavera (chega dessa neve irritante) sejam aguardados, muitos visíveis e celebrados.

Foi assim que encontrei Nova Iorque, festejando as flores, as temperaturas chegando aos dois dígitos, as vitrines coloridas, as cerejeiras explodindo. Imagens que compartilho.

Mudando radicalmente de assunto, mas como também foi no Central Park… Alguém poderia me explicar o que acontece com os poodles do outro hemisfério??

Mega-poodles.

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Quando em NY

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Marina faz um curso de panificação e confeitaria em Nova Iorque. Quem não  sabe? Quis o destino que os caminhos fossem levando-a para o mundo do chocolate (chato, eu sei, mas a vida é dura…). Ela está fazendo estágio perto da Wall Street, em um expresso-bar chamado Fika (pausa para o café, em sueco) onde o Hokan, seu chefe, comete loucuras com essa delícia. O resultado é incrível, a começar pelo conceito de celebrar os 4 elementos dando às trufas nomes como Tornado (ar), Volcano (fogo), Earthquake (terremoto, terra)) e Tsunami (água).

Hokan, o alquimista do chocolate. Direto da Suécia.

E ele fala sério: tivemos  a sorte de recebermos uma degustação quando fomos conhecer o Fika e fomos apresentados ao Terremoto. É um chocolatinho com ar inocente que a gente coloca na boca com uma instrução de não morder, apenas deixar que derreta. As explosões começam uns 3 minutos depois… incrível. Ao meu marido veio a vontade de dizer “Happy New Year” pela sensação dos pequenos fogos de artifício estourando em nossas bocas.

Depois vieram o de tabasco, o de queijo de cabra com chocolate amargo (queria ver a cara de vocês nesse momento…), de whisky, de caramelo com flor de sal. Um tsunami de sabores. Marina está muito bem servida e aqueles que comerem seus chocolates quando voltar ao Brasil, também.

Sara, Marina e Hokan.

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