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Archive for the ‘Ambiente’ Category

A internet possibilita solucionar as questões mais improváveis: quando minha sogra chegou da Itália para passar um tempo aqui, por algum motivo que agora me escapa, percebi que ela nunca tinha visto uma jabuticabeira. Quem já viu, pode até achar normal, mas e quem nem sabe que existe uma árvore que dá frutos agarradinhos ao tronco? Queria ver a expressão dela quando pusesse os olhos nesse espetáculo, mais ou menos a mesma sensação que senti todas as vezes em que levei crianças pela primeira vez ao cinema.

Mas, como achar uma jabutucabeira? Facebook, minha gente. Coloquei lá uma simples pergunta: “alguém viu uma jabuticabeira por aí”? Muita gente viu, ouviu falar, mandou endereço, me convidou para visitar sua árvore ou passar em várias esquinas, jardins e quintais. Foi lindo… Mas não consegui ir ver. Viajamos e minha sogra ficou com a vontade de conhecer a fruta e sua árvore tão peculiar.

Mas, como vivo falando, eu tenho sorte. Minha amiga Bianca, além de ser excelente fotógrafa, tem uma jabuticabeira no quintal! Ela, com sua disponibilidade inabalável (vem de família, tenho certeza) e sua lente precisa, fotografou todo o processo. Sensacional. E vou compartilhar esse presente que ganhei dela.

É, a gente não pode parar de se surpreender.

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DSC_4778Fotos da minha querida Bianca Muzzillo.

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Mesmo cercada de água por todos os lados como toda ilha que se preza, nessa ilha grega sob um sol escaldante, pouco verde resiste. Por falta de água, veja que contraditório.

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Árvores teimosas de figos ou amêndoas, alguns arbustos empoeirados, bouganvilles resilientes e só. Era assim também na casa onde ficamos: um jardim seco de dar dó com algumas plantas espalhadas pelos cantos. Meio desértico mesmo. Aí, no ano passado resolvemos contratar um jardineiro e sua tecnologia de irrigação bem aplicada. E… voilá! Um jardim se fez! Com doses adequadas de água, as flores, oliveiras, frutas e temperos estão agora ali para nos lembrar o quanto a vida pode ser surpreendente.

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Flor da alcaparra.

Me faz pensar em nutrição. Em fome. Em que cada um de nós precisa de diferentes coisas para crescer, para se sentir bem e vivo. Uns precisam de comida, de calor, de atenção. Ou de família, de colo, abraço, de ser ouvido, de ser visto. De companhia, de solidão, de carinho, de disciplina. De trabalho, de tempo, de silêncio, de luz. De paz.

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E você, já pensou no que te faz florescer? E as pessoas que estão do seu lado? Se nutrem do quê?

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Meu filho foi morar em outro canto, isso todo mundo já sabe. Estranhei no começo, mas agora vejo que essa é a ordem natural das coisas. E eu ganhei por tabela um lugar para ajudar a encher com os detalhes necessários e nem sempre visíveis aos olhos masculinos.

Assim, Leo ganhou um banco para ser curinga pela casa. Fiz com cores que combinam com o ambiente.

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Ganhou umas peças de cerâmica da Raquel, com as mesmas funções que acostumou a ver aqui em casa: um recipiente para carteira, chaves e celular ao entrar em casa. E um copo para escovas de dente no banheiro.

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Na parede, um quadro do Foca Cruz retratando um dos livros preferidos de meu filho, O Apanhador no Campo de Centeio, J.D.Salinger.

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A próxima meta é um quadro a óleo ou acrílico para a parede,  que não sei nem por onde começar a fazer. Aliás, sei sim. Vou fazer aula de pintura. Adoro aprender coisas novas. Vamos nessa.

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Depois da bronca, vem o afago. Agora que já desabafei minha indignação com quem não usa sacolas retornáveis, vou falar  daqueles que as produzem, com os que já as usam ou estão resolvendo usá-las também. Cada vez mais lindas, fashion e carregadas de um sentimento de responsabilidade social, mais as ecobags são vistas por aí.

Eu uso várias. Algumas feitas pela Ângela, umas compradas em supermercados, outras que ganhei de presente. E economizo, certeza, umas 20 a 30 sacolas plásticas em minhas compras semanais.

No Museu Oscar Niemeyer, bolsas e sacolas muito bacanas estão à venda.

Essa não é para compras, mas é tão linda que merece ser mostrada aqui, afinal é feita com lona de caminhão reciclada. Da JRJ.

E aí chegamos ao que mais nos interessa. A Freguesia do Livro faz sacolas retornáveis com lonas publicitárias doadas por quem as usa. São sacolas bem bacanas para compras, feitas em uma facção que fica num lugar muito-muito distante, só alcançável com o GPS e um pouco de coragem. Um mundo de moldes em um galpão em que você pensa que as pessoas podem se perder para sempre.

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Quem mexe com livro feito eu, cria uma antena para o tema. Desde que a Freguesia do Livro existe, vivo interessada no assunto. E que gosto de concidências, também não é novidade.

Pois bem, quando minha filha foi morar em Nova Iorque, há um ano atrás, no primeiro dia que estivemos lá, encontrei o mesmo livro que eu tinha acabado de “perder” no aeroporto de Guarulhos, só que em sua versão em inglês, história contada aqui. Marina pegou um dos livros que estavam em cima da tampa do lixo, método muito empregado pelos americanos para fazer livros circularem, no esquema Perca um Livro.

Esse ano, na escada perto da casa de Marina encontramos outro livro e lá deixamos aquele que ela tinha pego no ano passado, cumprindo o que ela havia escrito em um bilhete: “Obrigada pelo livro. Vou passá-lo adiante depois de ler. Ele vai continuar sua viagem!”, acompanhado por outros já lidos e que simplesmente não cabiam na mala.

O ciclo não pára, o livro vai parar em outras mãos. Quem sabe, na sua próxima viagem a Nova Iorque, você não o encontra em alguma escada?

E já que o assunto é NY e livros, aproveite para conhecer essa iniciativa que doa livros nos metrôs da cidade, para quem passa tantas horas no transporte público. A ideia é Relit NY: Read, Recycle, Repeat Literature In Transit (Leia, recicle e replique literatura em trânsito). Conheça aqui: Relit NY.


Aproveite e conheça também a Freguesia do Livro, um projeto que me tem dado muito trabalho e alegrias. Você também pode espalhar literatura por aí!

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Livros e mágica

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Você compra uma calça jeans. Usa muito. Ela vai ficando mais confortável com o passar do tempo, mas chega o dia que não dá mais: ela fica velha, rasga, sai de moda e você… doa. Você faz a mesma coisa com outras roupas, com pijamas, com cobertores, louças e objetos da sua casa que não usa mais. Pensa: se eu não estou usando, alguém, em algum lugar, pode usar. Então vou doar.

Este é um dos princípios do consumo consciente que tem outros, como planejar as compras, avaliar os impactos de seu consumo, consumir apenas o necessário, reutilizar produtos e embalagens, separar o lixo e refletir sobre seus valores.

A Freguesia do Livro percebeu que doar livros e transformá-los em pequenas bibliotecas para o acesso de novos leitores, significa praticar e incentivar o consumo consciente. Os livros que você doa serão reutilizados, reciclados em sua essência, a de contar suas histórias por mais tempo, ao invés de ficarem reclusos em prateleiras. O melhor exemplo disso é a mágica que Juliette fez, transformando livros infantis holandeses em livros que crianças brasileiras podem ler, felizes e contentes.

O mesmo conceito acontece com as caixas de madeira de frutas que, reaproveitadas e decoradas, levam os livros aos Pontos de Leitura.

Ou seja, doar livros é um ato de consumo consciente. Entendido isso, a Freguesia resolveu desenvolver outros produtos partindo dessa ideia, a reutilização de materiais que estão sendo descartados transformando-os em objetos úteis cuja venda pode trazer recursos para que o projeto possa continuar. Recursos que possibilitariam alugar uma sala com muitas estantes e enviar os livros para lugares distantes no Brasil.

Então aqui apresentamos a linha de produtos Recicla Cultura:

Bolsas Retornáveis: a partir de banners usados, a Freguesia produz bolsas para carregar compras e livros.

Marcadores de livros: voluntários e amigos vão confeccionar marcadores com restos de tecidos, de papel de scrap, de páginas de livros estragados. Estes, por exemplo, foram feitos por Ro Pujol e Dani Carneiro.

Lápis de pinhão: a partir de restos de giz de cera, Maria Fernanda vai produzir lápis-cera com formato de pinhão.

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Enquanto aqui pensamos, remoemos e deliberamos sobre manter a viagem a Nova York voando de braços dados com o furacão, deixo imagens do quanto a natureza é, essencialmente, bela.

Registro feito pelo fotógrafo Terje Sorgjerd.

Pode ver mais natureza bela em…

Itália

Grécia

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