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Posts Tagged ‘Fotografias’

Tenho um amigo que trabalha em uma grande organização mundial que trata da comida, da agricultura, da fome no nosso planeta. E ele tem um talento a mais: a fotografia. Me mandou as fotos que tirou em Nova Iorque, algumas das quais mostro aqui. E, logo abaixo, seu olhar sobre o Rio de Janeiro.

Nova Iorque? Rio de Janeiro? Que mistura, você poderia pensar. São, para mim, duas das cidades mais espetaculares do mundo. Pronto, expliquei.

Com vocês, Paolo Trippa.

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E in Terra Brasilis.

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Tomara que ele se aposente logo e possa se dedicar integralmente ao seu lado fotógrafo.

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O Lucas fotografa, e muito bem. Fotos de bandas e shows na noite curitibana e fotos de casamentos que dão até vontade de casar outra vez. 

Mais recentemente, e acho que de modo meio inesperado, ele se viu tendo que fotografar bolos de morango, gemadas e suspiros, fatias de tortas alemãs. E pontos de caldas de chocolate, batedeiras em ação, ovos sendo quebrados com precisão. Ele e minha filha têm produzido vídeos de qualidade e divertidos sobre receitas culinárias para o blog dela, o Confissões de uma Doceira Amadora. Durante a produção das imagens, muitas vezes ele solicita um banco para subir e conseguir o melhor ângulo. E deu para notar que bem que gostou do tal banquinho. Daí para me dar vontade de fazer um banco personalizado… um pulo.

Depois de longa pesquisa na internet e de perguntas estranhas feitas a ele, assim, do nada, sobre qual máquina fotográfica ele considerava mais especial, descobri esse desenho. Agora o Lucas tem o banquinho dele. Espero que um dia ele também tenha a sua Leica.

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Para ver as fotos que Lucas faz de casamentos junto com o Fer Cesar, veja aqui. Aposto que vai querer casar de novo também!

E para ver os vídeos que eles têm feito, entre no canal da Marina no Youtube. E, como ela sempre diz, aproveite para dar um like e assinar o canal! Confissões de uma Doceira Amadora no Youtube

E se quiser ver um filme onde minha imagem é explorada de forma desavisada, veja aqui.

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A internet possibilita solucionar as questões mais improváveis: quando minha sogra chegou da Itália para passar um tempo aqui, por algum motivo que agora me escapa, percebi que ela nunca tinha visto uma jabuticabeira. Quem já viu, pode até achar normal, mas e quem nem sabe que existe uma árvore que dá frutos agarradinhos ao tronco? Queria ver a expressão dela quando pusesse os olhos nesse espetáculo, mais ou menos a mesma sensação que senti todas as vezes em que levei crianças pela primeira vez ao cinema.

Mas, como achar uma jabutucabeira? Facebook, minha gente. Coloquei lá uma simples pergunta: “alguém viu uma jabuticabeira por aí”? Muita gente viu, ouviu falar, mandou endereço, me convidou para visitar sua árvore ou passar em várias esquinas, jardins e quintais. Foi lindo… Mas não consegui ir ver. Viajamos e minha sogra ficou com a vontade de conhecer a fruta e sua árvore tão peculiar.

Mas, como vivo falando, eu tenho sorte. Minha amiga Bianca, além de ser excelente fotógrafa, tem uma jabuticabeira no quintal! Ela, com sua disponibilidade inabalável (vem de família, tenho certeza) e sua lente precisa, fotografou todo o processo. Sensacional. E vou compartilhar esse presente que ganhei dela.

É, a gente não pode parar de se surpreender.

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DSC_4778Fotos da minha querida Bianca Muzzillo.

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Sou muito a favor de fotografias. Quem vê esse blog com certa frequência, percebe isso. Fotografar é muito bom, registra momentos que queremos eternizar, memórias que queremos fixar.

O que se pode questionar é que, muitas vezes, as pessoas ficam tão fixadas em registrar através da lente de uma máquina fotográfica ou de uma filmadora, que esquecem de ver com os próprios olhos. Viver a coisa de verdade. Se não fotografou ou filmou, não aconteceu?

As nossas relações com pessoas, objetos e acontecimentos foi revolucionada pela tecnologia, não há dúvidas. Quem viu o surgimento das primeiras TVs, como eu, só não se sente uma Vilma Flinstone porque sempre acompanhou o que acontece (nesse momento, imagino o sorriso de canto de boca de meus filhos – quantas perguntas respondidas 1000 vezes…).

O fato é que as relações mudaram, mais rápidas, mais vastas, mais imediatas. Lindo. Mas que nada supera ou substitui uma visão de uma paisagem, um vigoroso aperto de mão, um abraço de verdade, um beijo morno, uma mesa cheia de amigos, um encontro familiar… Ah, não supera mesmo.

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Minha amiga mais antiga, desde sempre e da melhor qualidade, fez parte de tudo que aconteceu na minha vida, simples assim. Amiga daquelas que cobrem as lacunas de nossas próprias lembranças. Dia desses me contou que ela, duas de suas irmãs e os pais se reuniram para uma roda-viva de fotografias.

O pai, exímio fotógrafo desde os tempos das nossas saias curtas e meias três-quartos, desengavetou fotos dos tempos idos. Na mesa, café quentinho, bolo morno e fotos esparramadas. Diversão garantida: olha esse cabelo, que óculos são esses, que fim levou essa boneca, como-é-que-você-me deixava-sair-assim, quem é esse guri aí do meu lado… De família com sobrenome que justifica serem bons contadores de história, a tarde foi recheada de causos, despertar de memórias escondidas, riso solto pelos fatos relembrados.

Achei a ideia ótima: abrir caixas, gavetas e álbuns, rever fotos guardadas e passar uma tarde com alguém que pode remexer a nossa história, dar nome ao que quase foi esquecido, datar nossas lembranças, dar sentido ao que somos hoje. Recomendo.

Do Blog da Silmara Franco: Joguei memória com as crianças, era de bichos. Acertei três, só. Não sou boa em lembrar das coisas passageiras, ainda mais aos pares. Meu negócio é o passado, com recordações tão eternas quanto únicas. Vou virando uma por uma, e não encontro nenhuma igual à outra. Crio, assim, meu próprio jogo: algumas eu deixo viradas para baixo – não fazem falta. Outras, para cima. Para sempre.

Falei em tarde em torno de uma mesa, boas lembranças, café e bolo. Que tal então uma receita da minha avó Nora, do Bolo Inglês com o qual nos recebia sempre que chegávamos para as férias de inverno em Blumenau?

Bolo Inglês

Ingredientes

4 ovos – pese os ovos e utilize o mesmo peso de:
– manteiga
– açúcar
– farinha de trigo
* costuma ficar em torno de 200gr. para cada ingrediente
1 pitada de sal
1 colh. de sopa de açúcar de baunilha
2 colh. de sopa de conhaque
2 colh. sopa de passas amaciadas em água morna (aqui “optamos” por não colocar porque o marido não gosta).

Modo de fazer: bata bem com a batedeira a manteiga em temperatura ambiente. Adicone o açucar, o açucar de baunilha e a pitada de sal e continue batendo bem. Quando a massa estiver bem lisa, adicionar 2 ovos inteiros e 2 gemas, separando 2 claras. Coloque um ovo de cada vez. Aos poucos, sempre batendo bem com a batedeira, adicione o trigo peneirado. No final, o conhaque. Mistura suavemente com as claras em neve. Colocar em forma retangular, tipo de pão, untada. Forno bem quente nos primeiros 5 minutos para fazer a rachadura em cima. Mais uns 40 minutos em forno médio. Se gostar, polvilhar açúcar por cima.

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Já vou avisando que vou me contradizer.

Estou sempre dizendo aqui que não devemos guardar coisas que não são mais úteis ou são demais. Essas podem ir embora para servir a outras pessoas ou se transformar em outras coisas. Mas também deu para ver que sou nostálgica, falo de meus pais, da casa de meus avós, de tempos idos e lembranças boas; valorizo móveis de família, acumulo álbuns de fotografia.

É contraditório? Mais ou menos. Porque tem coisas que simplesmente precisam ficar. Ficar para a gente poder recordar algo ou alguém. E depois, ficar para que se lembrem da gente.

Nessa categoria de coisas guardáveis, longa lista se forma:

Receitas. Quantas coisas cozinhamos com receitas de avós, tias, mãe? Sabores e aromas que nos lembram de pedaços de nossas vidas? E as receitas que fazemos e vão se tornando a nossa cara, a Nêga Maluca da Jô e da Dóris, os bolos da Christa, o Moussaka da Despina, as tortas salgadas da Angela, o cozido da Mari, o quibe do Eros, o tiramissú da Nizza, a pizza do Tino? Receitas precisam ser guardadas. Fim de papo.

Móveis, louças, objetos. Se estão ainda hoje na sua casa é porque pertenciam a alguém com quem você se importava. E ao usá-los, eles cumprem o seu papel: te lembram do dono anterior.

A história dessa caixa está aqui.

Cartas. De amor então, nem se fala. Aqui em casa estão guardadas as muitíssimas cartas escritas em dois anos anos de namoro no eixo Brasil-Itália, na era pré-internet e de preços exorbitantes de chamadas telefônicas (se disser que tinha até telefonista envolvida nisso, vão perceber que já faz algum tempo…). Estão socadinhas em uma enorme caixa nada charmosa, mas ficam.

Desenhos e lembrancinhas dos filhos pequenos: eles crescem, minha gente, e rápido. E tudo aquilo que a gente achava inesquecível e permanente, vai se diluindo com o tempo. Guardar desenhos, frases e detalhes de infâncias tem um grande valor para eles quando crescem e para nós quando os vemos adultos.

Fotografias: quem não guarda? Só quem tem um coração de pedra. Álbum, arquivos de computador, porta-retratos, caixas de sapato… Vale tudo. Mas, uma dica: coloque datas, nomes, o que era e onde foi. Muitas informações se perdem quando os donos das fotos se vão e ficamos com imagens indigentes…

Para concluir, um achado. Um livro que permite que avós deixem sua história para seus filhos e netos. Achei num sebo, só trouxe para fotografar e já preciso devolver. Mas vou procurar. As avós de meus filhos são pessoas especiais e inesquecíveis, já deixaram suas marcas nos corações e memórias dos netos, mas poder rever a própria história é um exercício importante que todos deveríamos ter a oportunidade de fazer.

 

Tinha mentido. Só agora vou concluir com a foto do melhor colo do mundo. Como não guardar?

Para saber mais sobre o livro, entre aqui.

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