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Posts Tagged ‘Atelier’

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Já passeamos juntos pela Artemista. Eu passo lá de vez em quando, simplesmente porque acho tudo lindo e para conversar com a Suzana (dona do atelier).  Dessa vez fui para conhecer a nova linha de cerâmicas italianas, feitas para um restaurante aqui de Curitiba. Sorte deles. O trabalho é feito em faiança que, com seu craquelado natural, deixa tudo muito charmoso.

Falar em coisas com um ar italiano quer dizer que os temas preferidos são paisagens toscanas, limões sicilianos, uvas e romãs.  O uso das cores azul, verde e amarelo traduzem a Itália e o Mediterrâneo que a banha.

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Achou lindo, certo? Mas andando por ali, descubro que a italiana é apenas uma das linhas. Tem a Linha Chinesa, cheia de dragões, carpas e simbologia oriental.

DSCN3685 DSCN3686 Tem a Linha Brasil, com chita, papagaios e temas tropicais. DSCN3684 Tem a Linha Tiffany, com suas formas e cores. E jogos americanos com as estações do ano… DSCN3697

E a Linha Provençal, tudo branco e… provençal. Atenção para as rosinhas! E a Linha Ouro, novidade.

DSCN3690 DSCN3711 DSCN3704 Lá está a Tatiana Paz Correia com seus pássaros na porcelana, de uma delicadeza só. DSCN3695 DSCN3693a E as telas do Renê, que também já esteve por aqui.DSCN3700 DSCN3687 DSCN3699

Quem conhece o ArteAmiga desde o começo, já viu a Emília Wanda por aqui, com seus passarinhos e cerâmicas.

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Na Artemista dá para fazer aula para aprender tudo isso. Tem um site: www.artemista.com.br

E um lugarzinho no FB cheio de fotos belas, muito belas.

No fim de semana fui no restaurante onde os pratos da Artemista estão pelas paredes… Você sabe qual é?

Eu tenho um prato de rosinhas de lá! E coloquei uns docinhos que a Marina fez com resto da massa de croissant. Niente male…

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Eu não falei?

DSC_2301Páscoa Artemista

Alcachofra em flor 013Personalização

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Mais uma reunião de visitas. Vale a pena rever. É quase como passear em um shopping, olhando vitrines cheias de coisas lindas.

Emília Wanda sempre cheia de mimos.

A poesia de Emília Wanda.

Renê Tomczak pinta um quadro mais lindo que o outro.

As telas de Renê

Caleidoscópios, uma mania minha, que por sorte a Heidi alimenta.

Um caleidoscópio para chamar de seu.

A incrível habilidade de Malu Scheleder. Cada vez que olho, me impressiona outra vez. Que bom que tenho um desses em casa

A delicada arte do recorte.

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Muitas

Grécia

 

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Liane Mestrinho começou a vida profissional como geógrafa. Da geografia, trouxe para a pintura de aquarela em seda os elementos da água, da terra, do universo, que aparecem na fluidez dos traços, do tato e das cores. E que cores!

Uma arte que cria peças diferentes a cada produção, traz em si o exercício da criatividade, da diversidade, do respeito ao orgânico. Detalhista, a artista preza a seda mais pura, as tintas mais eficientes, o acabamento mais primoroso.

Os lenços e echarpes resultam de inspirações desenhadas direto no tecido, combinando cores e criando formas. No bastidor, a seda vai receber combinações de traços e tonalidades que vão fazer dela uma peça única e irrepetível.

Vestidos, camisas de algodão e telas para enfeitar paredes também brotam das tintas e pinceis de Liane.

Liane vende seus lenços e roupas. Para falar com ela, entre em contato através do lianemestrinho@gmail.com. E ela tem um blog: lianemestrinho.blogspot.com.br

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Água

As cores, as flores – Grécia

Um caleidoscópio para chamar de seu

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Renê Tomczak fez o percurso clássico da formação artística em Curitiba, do Museu Alfredo Andersen à Faculdade de Belas Artes. E se descobriu pintor. Hoje vive retratando a realidade que está ao seu redor, do detalhe ao panorama.

Equipado com tintas e farnel, sai em busca de paisagens, que tanto podem estar em linhas férreas da cidade, quanto em lugares ermos onde só passam os incautos e aventureiros. Viaja horas para encontrar a colina, o pinheiro, a onda, o céu que atrai seu olhar. Uma imersão no panorama, horas registrando sob sol ou chuva sua interpretação do lugar, um longo estudo de cores, formas e texturas que devolvem para casa, no fim do dia, um pintor exausto e satisfeito.

Se você é de Curitiba,  já o viu por aí, sentado diante de um cavalete, na beira de uma rua, num canto de um parque, numa esquina de um bairro qualquer. Agora você já sabe: é o Renê.

Você pode encontrar o Renê e suas telas de várias maneiras. Ele dá aulas de pintura em óleo e aquarela. Tem um blog muito legal: www.rstomczak.blogspot.com e uma página no Facebook cheia de dicas de pintores.

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Desenhar

Paixões

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A poesia de Emília Wanda

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Tem gente que consegue misturar ternura e poesia nas coisas mais inesperadas. Um sapo, um ovo, um passarinho, uma acerola, tudo tem uma historinha que enfeita. Assim é Emília Wanda, que com delicadeza me conta sua trajetória, definida pelo pai, tão encantado por Monteiro Lobato que deu a ela o nome da boneca falante e os caminhos profissionais trilhados pelo admirado escritor: “minha filha, você vai ser advogada ou artista”. Rendendo-se ao fato de que o estudo das leis não eram a sua praia, Emília Wanda seguiu a estrada que lhe restava: cursou Belas Artes. Dali já saiu trabalhando com cerâmica, a arte do detalhe nas miniaturas.

Curitibaninhos do tempo da Pia&Mia.

Minha família. Também Pia&Mia.

Dos tempos de estágio no Atelier Quintal.

Um mini-Advento.

Achou o óculos do Papai Noel? Tem o tamanho da ponta de um dedo.

Terminado o período da cerâmica, Emília Wanda se aventurou por outros caminhos. Com habilidade especial na compreensão das cores, percebeu que as mil plumagens de um passarinho se desvendavam coloridas diante de seus olhos. E os passarinhos começaram a surgir em telas e mais telas.

Hoje trabalha no Artemista e em seu atelier próprio. A volta à cerâmica era inevitável e agora cria tudo o que a imaginação permite: os passarinhos aparecem em formas e simpatia, os ovos para decorar a Páscoa, os coelhos com uma barriga que pode receber um doce mimo.

Atenção para o nariz em coração.

Um lugar para abrigar um docinho. E o rabinho… em coração.

Ovos de madeira.

Já deu para notar que Emília é uma produtora artística de muito recursos. Decora madeira com a Kamo na Artemista. É craque em personalização: pratos com a árvore genealógica de uma família, super presente para avós, e canecas com as características do presenteado.  Paredes sob encomenda, como a que fez na casa da minha querida amiga Mônica.

Emília arborizou a casa de Mônica.

Emília Wanda, a boneca que faz arte.

Saí de lá com esse presente.  Pipius e acerola. Dá para ser mais mimoso?

Na casa da Emília Wanda encontrei isso aqui. Mas isso é conversa para outra hora… que você pode ver aqui.

Encomendas? Ela gosta: emiliawanda@yahoo.com.br

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Pontos fortes

Pomar

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Magda ensaiou e ensaiou… Passou por várias etapas para chegar à apresentação em grande estilo de seu produto final. Ela estudou Geologia e a deixou guardada alguns anos enquanto trabalhava com bordados industriais e cuidava da família. Filhas crescidas, resolveu investigar sua veia artística. Um curso aqui, outro acolá, acabou chegando na cerâmica, hora em que sacou seus conhecimentos geológicos. A química foi imediata, peças belíssimas começaram a ser criadas e acabamentos pesquisados em busca da perfeição. Ao mesmo tempo, o empreeendedorismo, que sempre borbulhou dentro dela, viu aí uma oportunidade.

Moral da história: nasce a M. Ludeke, empresa que produz as peças que você vê abaixo. Lindas, com cores incríveis, vão ao forno e contribuem decisivamente no sabor e textura dos alimentos. A linha Donas da Cozinha homenageia 12  mulheres que participam do mundo de Magda (eu sou uma delas, que orgulho!).

O processo: peças secando, o forno e o resultado, antes da pintura.

Dona Jô!

Para completar, o lugar onde a empresa está parece um jardim… Horta, passarinhos, flores, café e bolo a toda hora. Recomendo.

Lá dentro, peças saindo das mãos de Silvio, o oleiro.

A Emília também está lá, levando suas graças.

Silvio, o oleiro.

Se quiser ver algumas comidinhas que já fizemos nos pratos da Magda:

Um prato, muitas receitas

Um assado de legumes fora da ordem

Tomates e Filmes

Salmão ao forno com peras e maçãs

Para se informar visite o site www.ekozinha.com.br

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Emerson faz um trabalho que vai além da encadernação. Muito além. Usando a técnica da cartonagem, produz com esmero caixas, pastas, porta-incensos, álbuns, blocos e até… cadernos. A profissão foi se instalando aos poucos na vida de Emerson, que teve tempo para ver que a carreira de escriturário em um banco não ia dar em nada. Resolveu (nos tempos pré-internet) digitar trabalhos para universitários. Como alguns pediam o trabalho encadernado, foi aprender em um curso no Centro de Criatividade do São Lourenço. Tomou gosto, começou a inventar outras formas de aplicar o papel e foi montando um atelier. Digo “foi montando” porque, como você vai ver nas imagens, ninguém constrói um espaço com tantos detalhes de uma hora para a outra. Conseguiu então uma banca na Feira do Largo da Ordem, uma grande vitrine a céu aberto. Foi ali que Emília Wanda, nossa passarinheira, o descobriu e o levou para o Atelier Aberto, do qual faz parte desde então.

Porta-papeis. Ótimo para bilhetes.

Caderninhos. Muitos.

Porta-incensos. Lindos.

Caixa de chá.

Conjunto. A escolha de papeis é primorosa.

Pastas para folhas A3. Desenhistas de plantão…

Para escritórios bonitos e organizados.

Caixas.

O atelier de Emerson passeou por vários endereços e agora parece ter finalmente encontrado sua morada numa casa para lá de charmosa, um imóvel tombado que faz parte da história de Curitiba e de sua arquitetura. Considerada uma das primeiras casas modernistas do Paraná, do arquiteto Frederico Kirchgässner, a própria casa já vale a visita. Janelas de canto, piso da época (1936), sacadas ousadas, a casa teve a sorte de encontrar em seus atuais moradores, pessoas que sabem valorizar e preservar elementos especiais. Para conhecer mais sobre a casa, veja as fotos no Circulando por Curitiba.

Uma casa modernista, com certeza.

Charmes de um atelier:

De tudo. Quem conhece Curitiba, reconhece obras de vários artistas locais.

Garimpo. E gravura da Denise Roman.

Mesa super bacana. No vaso, restinhos de papel. E olha o Emerson ali.

E.V.A. enroladinho embaixo de um vidro, na mesa. Muito lindo.

Lambrequins. A cara de Curitiba dentro do atelier. E quadrinho da Emília.

Um antigo porta-livros.

Eu conheci Emerson porque sou fã de álbuns e muito antes dos scrapbooks já reunia fotos para celebrar momentos. E ele confeccionava meus álbuns. Faz tempo… Mas isso é assunto para um outro post.

Para avós levarem na bolsa as fotos de resumo da família. Sucesso total.

Contato: emersonkoslowski@pop.com.br

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