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Archive for the ‘Doces’ Category

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Feriados são preguiçosos, principalmente se você está em uma cidade onde o vento e o frio resolveram homenagear todos os trabalhadores.

Como novas peças da Raquel surgiram em minha vida, resolvi juntar tudo e fazer um bolo de chocolate do Panelinha. Fácil e gostoso.

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Bolo de Chocolate – Panelinha

Ingredientes
200 gr. manteiga em temperatura ambiente
2 xícaras de açúcar
4 ovos
1 xícara de leite

Peneirar:
2 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de chocolate em pó
1 pitada de sal
2 colheres de de chá de fermento

Bata a manteiga até ficar bem cremosa. Adicione o açucar e bata superficialmente. Coloque um ovo por vez e bata bem entre as adições. Abaixe a velocidade da batedeira e adicione os secos peneirados, alternado com o leite. Coloque em uma forma de buraco untada e enfarinhada com chocolate em pó e asse em forno médio por uns 45 minutos.

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Por sorte, ele está na moda. Assim, em grande parte dos restaurantes, ele está no cardápio das sobremesas. Pelas receitas que vê aqui no blog, deve imaginar que já tentei algumas vezes realizar essa delícia aqui em casa. Em geral, fiasco.

Esse deu certo. Ou melhor, meio certo. Eu não tinha o creme de leite pedido na receita, mas botei a maior fé.

Usei ramequins da Magda da Ekozinha, charmosamente esfriando na janela.

E, no fim, não era ainda o gostinho e consistência que eu desejo… alguém aí tem a receita de crème brulèe perfeito?

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Aqui, a Marina fala de moda em sobremesas e sugere a volta de uma… Veja.

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Marina comprou um livro lindo, o Quando Katie Cozinha. Ele traz as receitas e fotos sensacionais do blog What Katie Ate, um sucesso entre os cozinheiros e gourmets, da irlandesa Katie Quinn Davies. Ganhou uma edição brasileira pelo selo Panelinha, da Companhia das Letras.

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O livro estava ali e eu precisando de uma ideia relâmpago para uma sobremesa para o almoço, que ia acontecer dali a uma hora, mais ou menos. Juntando o que eu tinha em casa (no caso, três pêssegos piscando pra mim da fruteira) aproveitei a receita que está aí abaixo. Mas como é quase impossível que alguém que queira fazer uma receita de modo urgente tenha todos os ingredientes à disposição, acabei tendo que improvisar. A receita original está na foto, e se você quiser saber como é, me escreve que eu mando. O que vai conhecer aqui é a minha adaptação, porque acabou ficando uma delícia.

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Pêssegos assados com mel (*inspirados no Quando Kate Cozinha)

Pêssegos maduros cortados ao meio sem caroço
1 colher de sopa de mel
Amêndoas laminadas
1 colher de sopa de açúcar
1/2 colher de chá de manteiga

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Enquanto os pêssegos assam numa assadeira no forno, por uns 20-30 minutos, caramele as amêndoas com o açúcar e a manteiga em fogo baixo em uma frigideira (ah, eu também achei uns pistaches sem casca, que coloquei junto na hora de caramelar). Mexa sempre até o açúcar dourar e tire do fogo para esfriar. Ponha na janela, fica bem charmoso. Quando esfriar, quebre esse caramelo da forma que achar mais conveniente (eu coloquei entre duas folhas de papel manteiga e bati com uma colher de pau).
Quando os pêssegos estiverem assados, retire do forno e jogue a farofa de amêndoas e pistache por cima. E sirva com uma colher de sorvete de creme ou do creme que também inventei na hora, porque queria algo mais ácido:  bati creme de mesa com um pouco de açúcar, algumas gotas de limão e uma colher de iogurte natural. Ficou leve e fresco.

*pêssegos assados numa travessa cerâmica da Ekozinha: www.ekozinha.com.br

Adaptado e aprovado. Para ver como faço as nozes, amêndoas ou qualquer coisa caramelada, visite esse post: Gelado de Nozes.

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Minha filha é doceira, que novidade!  Uma doceira que usa o canal visual para dar mais vontade ainda de comer as delícias que faz.

Ela tem o blog Confissões de uma Doceira Amadora, vários filminhos no Youtube e o mais recente traz essa que vos fala. Marina e eu (mais eu que Marina) fazendo esse Gelado de Nozesreceita da minha tia Dóris e obrigatório em nossas ceias de Natal há uns 25 anos.

Veja o vídeo, com direito a micos vários no final…

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Que tal criar presentes? Mão na massa e dar de presente algo que você mesmo fez? Aqui no ArteAmiga já falamos de tudo – alguma ideia você há de gostar de fazer, algum talento você há de ter.

Faça um quadro-negro. Fácil, moderninho e, de quebra, útil: dá para fazer lembretes e deixar muitos recadinhos.

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Mesmo que não seja exímio(a) cozinheiro(a), prepare Mango Chutney. É muito fácil, basta seguir a receita, ter todos os ingredientes, jogar tudo numa panela e depois de uma hora você tem vários potinhos lindos para dar de presente. Mango Chutney é um creme agridoce cheio de especiarias e um aroma delicioso que acompanha carnes ou batatas assadas,

Aqui

Que tal bolachinhas de gengibre? Essas exigem um pouco mais de habilidade culinária, mas é lindo ver aquelas fornadas cheirosas saindo cheias de biscoitos dourados. Encha um pote, uma cestinha, envolva em celofane e pronto.

Aqui

Presenteie suas receitas preferidas. Já fiz isso. Comprei um caderninho lindo e nele escrevi muitas das minhas receitas de doces e comidas do cotidiano. Dei de presente para minha irmã que estava indo morar no Peru (devidamente fotocopiado para o resto da família).

Aqui

Faça cartões de visita para alguém que quer divulgar o seu trabalho. Super fácil e fica muito bonitinho.

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Aqui

Asse um bolo. Siga uma receitinha e pronto. Vai agradar.

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Aqui

Personalize. Sem os gastos e empenho de tempo do scrapbooking, simplesmente reúna fotos do presenteado e faça um álbum. Complemente com comentários e passe a mensagem que quer: de amor, de amizade, de saudade.

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Sabe desenhar? Para uma criança pequena, faça um contador de histórias. Se desenho não for a sua praia, faça assim mesmo, com fotos, recortes de revista, ilustrações que você procura na internet. E veja como usar aqui.

DSCN3624Aqui

No último verão me aventurei nos tingimentos: dá pra criar muita coisa em camisetas, toalhas de mesa, cortinas. Um tapa no visual e um presente exclusivo com o tie dye.

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Um doce fácil, rápido e delicioso, a Palha Italiana. Faça, corte em pedaços, envolva em açúcar e coloque num pote de vidro. Amarre uma fita dourada e parta para o abraço. A receita está explicadinha aqui (e feita pela minha filha Marina):

A árvore genealógica da sua família. Vale desenhar ou copiar de algum programa da internet que faça isso. Reúna informações e fotografias e resuma a história da sua família.

DSCN2396Aqui

 Escreva. Faça um verso, descreva um sentimento, enalteça qualidades. Escritos ficam. Quer surpreender ainda mais? Ponha num envelope e mande pelo correio.

                                                                    

Aqui

Se tudo parecer estar perdido, pinte pedras. Fáceis de encontrar e de realizar.

DSCN3221Daqui

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Por fim, olhe em volta. E doe. Um livro, um brinquedo, uma roupa, um abraço, seu tempo. Alguém está precisando desse seu presente, tenho certeza.

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Tem um texto passeando pela internet que diz, resumindo, que nesse Natal a gente compre os presentes de pequenas empresas e autônomos. Da vizinha que vende por catálogo, de artesãos que fazem boa arte, da amiga que tem uma loja no bairro, do confeiteiro que faz doces artesanais, do rapaz que tem uma banca no mercado… Façamos o dinheiro chegar às pessoas comuns e não às grandes multinacionais.

Seguindo esse raciocínio, resolvi dar algumas ideias sobre coisas que Curitiba oferece no que se refere a artesanato. Ainda dá tempo de conhecer e encomendar algo bonito e personalizado para um presente diferente nesse Natal.

Lenços artesanais, de seda, lindos. As cores… veja aqui. Da Liane Mestrinho.

Colares e cerâmicas da Ocléris. Sucesso na certa. Conheça seu quintal e sua arte aqui.

Emerson está cheio de bons presentes: cadernos, caixas, tudo feito com papel. Conheça a cartonagem do Emerson aqui.

Por ser totalmente apaixonada por caleidoscópios. teimo em pensar que todos adorariam ganhar um. Heidi faz caleidoscópios lindos. Sugestão aqui.

Um desejo de boa sorte, tem presente melhor? Caixinhas com bulbos de trevos de 4 folhas. Veja aqui.

Magda faz peças de cerâmica decorativas e funcionais. Direto para o forno, com beleza. Veja aqui.

Minha filha Marina deixou de ser amadora e virou doceira. Panettones, brownies, bons presentes de Natal. Aqui.

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Ekozinha

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A retrospectiva que fiz no início de janeiro muito me agradou. Foi ótimo para reunir posts de um ano inteiro. Resolvi juntar aqui, então, todas as visitas que fiz a espaços legais de Curitiba. Um belo passeio.

Mostrei o atelier Artemista, da Suzi, onde muitas artes acontecem.

Artemista

Visitei a Ocléris no seu quintal cheio de cerâmicas.

Ocléris

Emerson me mostrou uma casa especial e sua cartonagem super linda.

Emerson

Os origamis de Gogó são simplesmente o máximo!

Gogó

Doces e ternura na Fada Formiga.

Fada Formiga

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Meu único tio (e padrinho) escolheu para casar uma pessoa que eu aprovei logo de cara, do alto dos meus 10 anos de idade: ela era a dona do cabelo mais lindo que eu já tinha visto. Todas as suas roupas combinavam e ela era tão organizada que parecia de mentira. E escrevia tudo que lhe acontecia em um diário, o que eu achava para lá de charmoso. A cereja do bolo é que ela trabalhava em uma galeria de arte em Blumenau que eu adorava visitar porque vendia pedras de rio pintadinhas. Eu devia andar atrás dela feito gato emocionado, olhos fixos querendo aproveitar tudo o que a moça linda e descolada, com seus 20 anos, podia me ensinar.

Para sermos ainda mais compatíveis, sempre foi arteira. Pinta e borda,  a casa dela é cheia de detalhes mimosos. Sua fase mais produtiva e criativa foi nos muitos anos em que fez batik, pintou sedas, fez saídas de banho, lenços e uma infinidade de coisas lindas.

Os batiks que fazia:

As toalhas com aquarela que faz agora:

Como nora da minha avó blumenauense, exímia cozinheira de medidas pouco precisas (“um pouco mais ou menos de açúcar…”), Dóris teve a sorte de morar perto e aprender muitas receitas do tipo “venha ver como se faz”. Detalhista, as receitas traduzidas do alemão são de um preciosismo ímpar. O que faz com que os resultados sejam cópias perfeitas, clones culinários dos legados gastronômicos da Dona Nora. Foi com ela que aprendi aquilo que se tronou a famosa Nega Maluca da Casa Bibas. Atualmente faz um pão de grãos que está ficando famoso no eixo Blumenau – Balneário Camboriú.

Nesse fim de semana, aniversário do tio, fomos a Blumenau e, como sobremesa, Doris nos apresentou a Wiener Torte (Torta de Viena), daquelas que só quem é detalhista, ou nostálgica, ou aprecia um bolo que leva dias para ficar pronto, vai se aventurar a fazer. Mas como eu só precisei comer a delícia, adorei!

*observe as medidas…

Wiener Torte – Torta Vienense (D. Nora)

Ingredientes 7-8 ovos 265 gr. açúcar 1 colher sopa de açúcar de baunilha 45 gr. de araruta 108 gr. farinha de trigo Modo de fazer Bater com a batedeira os ovos, o açúcar e o açúcar de baunilha até espumar e dobrar de tamanho. Bater de novo em banho-maria até amornar a massa (colocar a tigela numa panela com água fervente e ficar batendo). Por fim, o trigo peneirado. Dividir a massa em 3 formas de abrir. Se os ovos não forem muito grandes, dá apenas duas camadas. Sobre cada disco assado e desenformado, despejar e espalhar açúçar queimado (1/2 xícara de açúcar com 1 colher de sopa de manteiga: derreter e dourar em uma frigideira e espalhar sobre as camadas. Repetir o processo para cada camada). Dica importante: dar uma leve batida com colher de pau em cada camada para trincar o açúcar queimado.

Creme de café 250 gr. de manteiga 150 gr. açúcar confeiteiro 1 colher sopa de açúcar de baunilha 1 gema 1 pitada de sal 1/2 xícara de café forte ou nescafé 1 xícara de água em temperatura ambiente Bater a manteiga em creme com o açúcar, o açúcar de baunilha, a gema, o sal e aos poucos acrescentar o café (frio) e no final a água. Cada camada da torta já coberta com o açúcar queimado receberá uma camada desse creme de café. A camada superior será enfeitada com bico de confeiteiro, com florzinhas e listas diagonais.

 Para contatos sobre as toalhas: doris.kegel@googlemail.com

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Marina faz um curso de panificação e confeitaria em Nova Iorque. Quem não  sabe? Quis o destino que os caminhos fossem levando-a para o mundo do chocolate (chato, eu sei, mas a vida é dura…). Ela está fazendo estágio perto da Wall Street, em um expresso-bar chamado Fika (pausa para o café, em sueco) onde o Hokan, seu chefe, comete loucuras com essa delícia. O resultado é incrível, a começar pelo conceito de celebrar os 4 elementos dando às trufas nomes como Tornado (ar), Volcano (fogo), Earthquake (terremoto, terra)) e Tsunami (água).

Hokan, o alquimista do chocolate. Direto da Suécia.

E ele fala sério: tivemos  a sorte de recebermos uma degustação quando fomos conhecer o Fika e fomos apresentados ao Terremoto. É um chocolatinho com ar inocente que a gente coloca na boca com uma instrução de não morder, apenas deixar que derreta. As explosões começam uns 3 minutos depois… incrível. Ao meu marido veio a vontade de dizer “Happy New Year” pela sensação dos pequenos fogos de artifício estourando em nossas bocas.

Depois vieram o de tabasco, o de queijo de cabra com chocolate amargo (queria ver a cara de vocês nesse momento…), de whisky, de caramelo com flor de sal. Um tsunami de sabores. Marina está muito bem servida e aqueles que comerem seus chocolates quando voltar ao Brasil, também.

Sara, Marina e Hokan.

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Esse post foi publicado originalmente no blog da minha filha, o Confissões de uma Doceira Amadora, há um ano. Resolvi resgatá-lo porque a doceira já não é amadora e acaba de se formar em uma escola de culinária em Nova Iorque com esse bolo:

E porque estou com saudades.

Começa com uma apresentação da Marina:

“Hoje, quem vai escrever vai ser minha mãe, a Jô. Ela também tem um blog, o Arte Amiga. Ela tem porque me copiou. Sim, essa é a mais pura verdade. Feio, eu sei. Mas eu amo ela mesmo assim. E devo admitir que o blog dela… bom, pode ser que seja mais legal que o meu. Mas, vou deixar vocês serem os juízes. Já falei que vocês estão lindos hoje? Mais magros e interessantes? Bom, só comentando! Mas voltando ao assunto, minha mãe foi viajar por Roma, pra visitar meu irmão que está morando por lá. Eu sei, pobrezinho. Mas agora ela vai contar um pouco das doçuras de Roma!”

“Estive em Roma e como mãe de uma doceira, prestei muita atenção aos doces romanos. Na verdade, nem precisa prestar muita atenção, pois a gente tropeça em confeitarias e sorveterias a cada 5 passos. Tudo é apetitoso e delicioso, mas eu tenho a sorte de enjoar fácil de doces, por isso preferi fotografar.

O povo italiano é movido a café. O capuccino é o preferido e qualquer hora é hora. Foi lá que nasceu o café espresso ristreto, fortíssimo. Nas cafeterias que estão a cada esquina, tem uma quantidade industrial de docinhos e cornetos, que estão ali para acompanhar o café. Ou seja, italiano passa o dia tomando café e comendo doce. No intervalo, uma pizza, é claro.


A confeitaria que achei mais formidável foi a Cristalli di Zucchero. E nessa viagem descobri que tem uma filial bem pertinho de um ponto turístico que muita gente adora visitar, apesar de eu não ver a menor graça nele: a Boca della Veritá. A história é que o povo vai lá para colocar a mão dentro da boca – se falar a verdade, nada acontece, mas se estiver mentindo, a boca decepa a sua mão. Programão, não?


Sorvete é outra delícia essencialmente italiana. Os sabores são os mais variados, a textura perfeita e eles são totalmente contra usar aquela colher para fazer bolas de sorvete. O negócio é espalmar artesanalmente quantidades generosas sobre o corneto e ainda coroar com uma dose de panna (chantilly quase sem açúcar, só para calibrar calorias). E eles têm um sabor que adoro e que ainda não vi aqui no Brasil: o Fior di Latte.

Nutella é italiana, quem não sabe? Isso significa que crianças italianas têm a mesma relação com a Nutella que nós aqui temos com a margarina ou o requeijão cremoso: servem para passar no pão. Só isso para mim já era meio estranho, mas comemos um sanduiche de Nutella, com óleo de oliva e grãos de sal. Bizarro? Mas delicioso!


Quer ir visitar um amigo? Não apareça sem levar uma torta. A sorte é que em todo canto tem uma geladeira bem recheada como essa para você não aparecer de mãos abanando.

E resolvi testar e mostrar a receita do meu doce italiano preferido, sempre prontinho nas geladeiras das confeitarias, os Profiteroli al Cioccolato.

Se você, como eu, gosta de cozinhar mas acredita que dá para fazer isso de modo prático, compre profiteroles prontos em alguma confeitaria perto da sua casa. São também chamadas de Carolinas, devem ser pequenas e sem recheios. Para essa torta usei apenas 12, mas você vai definir a quantidade de acordo com a “pirâmide” que você quer fazer.

Profiteroli al Cioccolato

Ingredientes:

12 carolinas pequenas

150 gr. de creme de mesa fresco

10 ml de leite

170 gr. chocolate meio amargo em pedaços

Coloque o creme de leite e o leite em uma panela. Quando estiver perto de começar a ferver, adicione o chocolate, desligue o fogo e mexa até dissolver os pedaços do chocolate e formar uma calda lisa e homogênea. Coloque na geladeira para atingir o ponto ideal. Enquanto isso, bata o chantilly.

Chantilly para o recheio: bater 250 gr. de creme de mesa fresco com 1 colher de sopa de açúcar e uma colher de chá de açúcar de baunilha. Se quiser um chantilly mais leve, adicione uma clara batida em neve.

Montando a delícia: faça um furo pequeno com o cabo de uma colher na parte debaixo do profiterole, coloque o chantilly em um saco de confeiteiro.

Recheie os profiteroles e depois mergulhe-os na calda de chocolate. Dá um banho de chocolate, pesca a delícia toda enchocolatada e vai montando a pirâmide. Pronto e lindo!


E se você quiser assistir uma italiana ensinando a fazer esse doce, fique à vontade. Ela é bem mais disposta do que eu, ensina até a fazer a massa dos profiteroles:

Marina, adorei estar aqui! Bjo da Mamma.”

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