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Posts Tagged ‘Inspiração’

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Ou o Arnaldo Antunes é minha alma gêmea ou o que o faz feliz são coisas que trazem em si o conceito de felicidade obrigatória.

Veja se concorda. E se para você faltou alguma coisa, por favor, complemente nos comentários.

Você está fazendo o que te faz feliz?

PicMonkey Collages

O que faz você feliz? A lua, a praia, o mar. Uma rua, passear. Um doce, uma dança. Um beijo ou goiabada com queijo? Afinal, o que faz você feliz?   Chocolate, paixão Dormir cedo, acordar tarde Arroz com feijão Matar a saudade O aumento, a casa, O carro que você sempre quis Ou são os sonhos que te fazem feliz?   Dormir na rede, matar a sede Ler ou viver um romance   O que faz você feliz?   Um lápis, uma letra, uma conversa boa Um cafuné, café com leite, rir a toa Um pássaro, um parque, um chafariz Ou será o choro que te faz feliz?   A pausa para pensar Sentir o vento Esquecer o tempo O céu O sol Um som A pessoa Um lugar.  ( Arnaldo Antunes) E esse vídeo fala bem disso.

Numa tradução pinçada e livre, aqui algumas coisas que fazem dele um sujeito feliz, que corre atrás da realização única e pessoal, por mais 35 anos: Comida apimentada Dar boas gorjetas Cereal e desenhos animados nos sábados de manhã Evoluir como pessoa Pedras quicando na água de um lago A luz dourada da última hora do dia Andar de bicicleta à noite Fazer garotas bonitas sorrirem Amigos Ver ao vivo um lugar conhecido em calendários ou cartões postais Sentir o mar mergulhando Sentir as pessoas andando no meio delas em uma calçada Gente feliz por ouvir e dançar com a música Café! Não colocar os sonhos no “quem sabe um dia, quando tiver mais tempo…”

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Na casa da praia é assim: me sinto feliz por não fazer nada e desesperada por não fazer nada. Bem assim, contraditória mesmo. A solução encontrada, então, é achar o que fazer na própria casa. E eu achei.

Pintei uns descansa-panelas para presentear vizinhas.

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Achei uns pedaços de madeira velha que sobraram de um pequeno armário devorado por cupins. Lixa daqui, lixa dali, nasceram três quadrinhos espalhados pela casa, com peixes, é claro.

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Mexeram no muro, o que fez desaparecer a pinturinha que eu tinha feito há alguns anos com uma vista da praia. Resolvi pintando outros pedaços do muro, com a companhia de minha filha Marina.

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Fiz tie dye. Adorei essa brincadeira, me deu vontade de sair tingindo tudo. Essa foi uma toalha para a mesa da sala. Em breve, mostro em outro post como fiz.

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E essa caixa para o Rummikub, jogo amado pela família desde que meus filhos eram pequenos. Se não conhece o jogo, vá atrás. É ótimo.

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E pedras, muitas pedras. Aqui.

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DSC03307Pedras e panos

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Vou fazer como Martha faz com frequência: comenta sobre um livro que está lendo, parece que vai fazer uma resenha sobre ele, mas logo se percebe que a leitura participa apenas como provocação para outros caminhos de pensamento. A história do livro é o começo de outra.

O meu começo de hoje, então, é o livro da Martha. Deitada na rede da chácara, sob o sol manso de outono, fone no ouvido me embalando com a trilha sonora que elegi, abro na primeira página. O texto escorre manso, uma crônica atrás da outra, sorrio, me divirto, me vejo ali. Identifico pensamentos que já tive, concordo com o enfoque sobre uma situação, reações em espelho me surpreendem, descubro abordagens que são a minha cara. Compatibilidade total, gemelar. E aí, sinto-me mal. Um bolo no peito, uma sensação contraditória. Como vai me sobrar originalidade, se tudo que gosto, penso e pretendo já está escrito ali? Como vou fazer reflexões se elas já estão feitas e concluídas do jeito que eu gostaria de ter feito e concluído?

Assim, percebo que Martha, minha cara Martha, me incomoda, me atrapalha, não vou poder escrever nada que ela não tenha já publicado. Para não me contaminar, para poder ser totalmente honesta e olhar um leitor no meio do olho e poder dizer “fui eu sim, nem li a Martha”, vou ter que realmente parar de lê-la. Bater a capa do livro na cara dela, fazer de conta que nem a conheço se encontrá-la em alguma estante da vida. Assim, bem de mal.

Ilustração de Mariana Massarani.

Ou, tenho uma alternativa: leio Martha e depois a esqueço. Ou me esforço loucamente para isso.

Agora, se você quiser ver um pouco de Martha Medeiros e se arriscar a se apaixonar por frases como essa…

“Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo. Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda”.

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Amores literários

A trilha sonora de cada um

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Isabel

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Que em 2012 raios de criatividade nos iluminem e nos movimentem na direção de mais cor, mais beleza e mais sensibilidade. Criatividade não apenas para a arte, mas para as relações, para o ambiente, para o que realmente importa.

Você vai se inspirar em…

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A Turquia é aqui

De onde vem a inspiração?

Klimt

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Continuando a conversa sobre inspirações, resolvi mostrar um processo completo.

A camiseta aqui mostrada foi comprada em uma fábrica de biquínis de Gaspar/SC, para a Jessica. Vou confessar aqui que a compra tinha segundas intenções: já imaginei o desenho em uma caixa. Assim, antes de entregar o presente, fiz uma coisa que parece estranha, porém necessária: tirei uma fotocópia da camiseta.

A Jéssica apreciou a blusinha e eu fui em frente. Passei o desenho na caixa.

Colori, usando cores semelhantes ao original.

Finalizei. Envernizei. Pintei os detalhes de dentro. Coloquei a fechadura.

Bacaninha, não? Inspiração está em toda a parte, basta a gente estar atenta.  E essa foto é dedicada à Marina, que está em Nova Iorque e tenho certeza que se torce de saudades da Luna. Beijos, minha filha.

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Arriscando aquarelas

Detalhes de todas nós

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Desde que a conheci, foi amor à primeira vista. Ela era linda, criativa, animada e confiável. Pena que morava tão longe. Só nos víamos quando eu viajava até ela ou quando alguém vinha do além mar e me trazia notícias… Agora tudo mudou. O amor continua, mas não tão sofrido, pois descobri que posso encontrá-la sempre que eu quiser. Estou falando da Marie Claire Idées, revista francesa que faz isso, dá ideias.

Tem gente que tem criatividade. Aquilo transborda, nasce feito fonte de rio nas montanhas. Simplesmente um dom, um chafariz de ideias que vão se transformar em pinturas, esculturas, filmes, desenhos e afins. Eu confesso que não tenho essa criatividade toda. Preciso ver coisas que me deem um começo, me basear em algo para que outro algo aconteça. Já comentei aqui e aqui esse modo de inspiração.

Por isso, desde sempre sou um coletadora incansável de fotos, imagens que um dia poderão servir como base para… quem sabe? Até o surgimento do Google, fazia pastas. Pastas sem fim de páginas de revistas que tinham alguma coisa que algum dia pudesse me inspirar. E comprava livros de artesanato, de pintura, de cerâmica. De mandalas, da Martha Stuart, de quadros do Klimt (sempre inspirador)! Agora estou mais feliz ainda, porque me inscrevi no site da revista e tenho acesso a todas as ideias já publicadas nela. E classificadas por técnica, material, tema ou cor! Dá para ser mais feliz?

Basta entrar no site www.marieclaireidees.com e se cadastrar. É em francês, mas inventando um pouco a gente consegue. Aí, pode passear pelas ideias à vontade. Se quiser se aprofundar e ver moldes e modo de fazer, precisa pagar 18 euros. Eu, como me contento com a imagem, nem fui adiante.

Outra revista que me inspira muito, e essa brasileira, é a Make. Qualidade nas imagens e bom gosto nos produtos que mostra são atrativos importantes para buscá-la a cada dois meses nas bancas.

Como funciona minha relação com minhas fontes? Tenho que pintar uma caixa? Pego minha pilha (ou hoje entro no site) de Marie Claires e Makes, minhas pastas, meus livros e vou passeando, até que algo desperte uma faísca. E pronto.

A almofada de um recorte de revista que virou caixa.

Imagens iniciais da Marie Claire.

Mais inspirações em…

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A Turquia é aqui

Inspiração indiana

Uma bolsa Chria

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A India contribui com muitas ideias para nossas artes. As cores fortes, as formas das caxemiras. Cashmere é o termo utilizado para designar esses tecidos com desenhos de folhas com pontas curvas em tamanhos diferentes.

Cor e caxemiras. India.

Onde nascem as bandanas.

Bandanas.

Jarra indiana da Raquel.

Indiano e lindo.  Da Raquel. Merece uma receita de sopa de cebola.

A Raquel se inspirou na India e eu me inspirei na Raquel.

Outra jarra da Raquel.

Mandalas também têm tudo a ver com a India. E nós já falamos delas nesse post.

Mais inspirações em…

DSC_0203Bandejas e cashemiras.

Mais Klimt

Em flor. Cerâmica

Imagem India: http://www.weheartit.com

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