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Posts Tagged ‘Turismo’

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Meu cunhado italiano Fabrizio Manili é multitarefas: escritor, marceneiro, humorista amador, pizzaiolo, arrumador-de-tudo-que-aparecer-pela-frente e… tem até um emprego, que não sei explicar do que se trata, algo informático e complexo. E tem uma letra linda.

Ele escreve fábulas personalizadas, adaptáveis para crianças que assim o desejem. Muito legal.

Agora ele inventou outra coisa mais bacana ainda – escreveu um Guia de Viagem para Roma, também personalizável, que faz com que pequenos turistas que cheguem à Cidade Eterna sejam os personagens de uma grande aventura: resolver os 7 mistérios  que se escondem em locais como o Coliseu, a Fontana di Trevi e a Basílica de São Pedro.

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Já pensou, você ter uma criança que faz questão de ir conhecer esses pontos turísticos para se sentir ainda mais parte da história?

Achei o máximo. Como a história precisava ser apresentada em várias línguas, fui escalada para traduzir para o português. Então, funciona assim: está indo para a Itália e com você vai um filho, uma filha, um neto ou criança qualquer? Você pode personalizar um Guia de Roma para ele/ela: quando fizer a reserva do hotel, já encomenda o livro que estará no seu quarto quando vocês lá chegarem.

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Ou só quer ter o livro com uma história super legal sem sair do Brasil? Entra no site, preenche o questionário, paga (pouquinho) e o livro vai ser diponibilizado para você na Amazon em poucos dias!

A história é muito divertida e, de brinde, ainda ensina algumas coisinhas sobre 7 cantos de Roma. Recomendo.

O site onde tudo se resolve: www.fabbroscrivano.com

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Madeira na Grécia

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Livros e leituras

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Abriu a porta e foi

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Visitamos a Itália em dezembro e, como uma das minhas propostas é falar desse lugar que faz parte fundamental da família, aqui as novidades.

Trastevere é um bairro que precisa ser visitado. A pé, vendo cada coisa que cada canto esconde. Fomos apresentados por minha cunhada a um restaurante super tradicional e delicioso, daqueles em que a gente encontra a verdadeira comida romana. Provamos as flores de abobrinhas fritas, a pizza e um cacio e pepe, macarrão que eu tento imitar e não consigo. É o Miraggio, onde a cozinheira faz parte da história do lugar e continua ensinando sua cozinha às gerações seguintes. Aqui, com a neta.

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Como a Piazza Spagna é destino obrigatório para quem visita Roma, indico dar uma esticadinha para comer uma massa no Pastificcio, um tiramissú na Pompi e ir na Vertecchi, uma papelaria sensacional ali pertinho. Se gosta de papeis, canetas, tintas, lápis de cor e  coisas do gênero, recomendo.

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Ainda perto da Piazza di Spagna, e ainda sobre comida, finalmente fui conhecer o 34, restaurante que já tinha indicado, mas só meu marido conhecia. Atendida por um garçom que oscilou da maior simpatia à mais profunda indelicadeza, comi o melhor fetuccini ai funghi de todos os tempos. Com o detalhe de que os mega-funghi estavam expostos na entrada do restaurante e foram escolhidos na hora por mim mesma.

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Mais para os lados de Campo de’Fiori, essa confeitaria: i dolci di Nonna Vincenza. Os doces são sicilianos e ali você encontra uma amostra perfeita dos famosos Canolli, eternizados numa fala de O Poderoso Chefão: “Leave the gun, take the canolli”. Doces italianos costumam ser inesquecíveis…

IMG_4502 IMG_4500 Saindo do centro, o que exige carro para chegar, tem o Eataly, do qual falei aqui e que é sempre um programa sensacional. Muita comida italiana de todas as regiões, concentradas num lugar só.

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E para quem for no começo do inverno, lá por novembro, aproveite para saborear os mandarini, umas pequenas tangerinas deliciosas e, alegria das alegrias, sem caroço. Perdi a conta de quantas comi…

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Tudo isso acompanhado a qualquer hora por muito cappuccino, corneto e pizza al taglio. Irresistíveis. IMG_4663

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Se você esperava dicas turísticas, já percebeu que a pegada aqui é alimentar… Na Itália, quem resiste? A boa notícia é que, indo aos lugares onde vai comer bem, é muito provável que vá topar com Vaticanos, Coliseus, Fontanas di Trevi, Piazzas Navonas… Turismo gastronômico é isso, o ponto turístico vem de brinde.

Para finalizar, marido e filha, italianos como eles só, ensinam a fazer Cannoli siciliano. E se divertem muito no processo:

Dicas gerais sobre Roma, dadas pelo italiano acima, você encontra aqui.

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Madeira na Grécia

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No coração de Roma

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Fazer o que gosta – todos os dias

 

 

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Nova Iorque é sempre multi e mega: programas, caminhadas, consumo, comida, pluralidade étnica e cultural, sempre em doses maciças.

Aí você quer um pouco de tudo. Sai na velocidade máxima que o ambiente requer, exacerbado pelo tempo com hora marcada para acabar. Quer ver tudo, comprar tudo, comer tudo, ir a todos os museus e parques, ver a cidade por dentro e lá de fora, do Brooklyn, aproveitar a mobilidade dos metrôs de seus subterrâneos e vê-la de cima, do Empire State ou do Top of the Rock. Uma correria.

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Até que olha em volta e percebe que não precisa, que estar ali já está louco de bom, que aquelas pessoas, amigas de toda a vida que vieram com você são o real motivo daquele deslocamento. E Nova Iorque vira coadjuvante de longos cafés da manhã cheios de casos para contar, de trocas de ideias, de muitas risadas, de passeios por parques e museus num ritmo mais passeio, de pontes atravessadas a pé, idas à ópera pelo simples prazer de sentir a vida nova-iorquina. Um exercício de convivência e democracia que fortalece e comprova amizades.

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Das descobertas anteriores, amores antigos foram comprovados: a Anthropologie continua linda, o Eataly ainda é imperdível, o sanduíche de salmão da Zabar’s continua imbatível, o Chelsea Market é sempre uma delícia. O Metropolitan Museum é inesgotável.

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Mas descobri também o Brooklyn, ver Manhattan do lado de lá é muito bacana e voltar andando pela Brooklyn Bridge é uma experiência incrível. Um passeio no Ferry é um excelente jeito de ver Ellis Island e a Estátua da Liberdade da distância suficiente e necessária. Um passeio gratuito de uns 40 minutos e pronto, ida e volta a partir do Battery Park.

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Finalmente consegui conhecer a Neue Galerie, com parte do acervo inacessível, mas meu principal desejo, Klimt, totalmente ao nosso dispor. Quanto artesanato já se inspirou naquele quadro… O Lincoln Center e os painéis de Chagal foram novidade e são lindos. O Ground Zero é impressionante e comovente. Os paineis de Portinari na ONU continuam um desejo não realizado e um motivo para voltar. Que bom.

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Chagall no Metropolitan Opera.

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Marca registrada do Metropolitan Opera: os lustres.

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Leros fica a um pulo da Turquia. Em dias claros, ou seja, todos, se vê a Turquia das praias da ilha. Por isso, sempre quis conhecer. Dessa vez, ao invés de irmos diretamente para a Grécia, ficamos 3 dias em Istambul antes de começar as férias gregas.

Quer saber o que pensei sobre essa megacidade?

Em primeiro lugar, isso mesmo: é mega. Está se aproximando rapidamente de se transformar na maior cidade do mundo. Mas isso não atrapalha quem, como eu, estava interessada essencialmente em conhecer a parte antiga, a Sultanahmet. A Mesquita Azul, Santa Sofia, o Castelo Topkapi, o Grande Bazar e o Bazar Egípcio estão todos concentrados em área que pode ser percorrida a pé (ok, é cansativo, mas dá).

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Algo em torno de 20.000 passos em um dia dá uma fome danada. A experiência gastronômica é parecida com o que encontramos na Grécia. Coisas similares com nomes diferentes, já que a rivalidade ali lembra a nossa com a Argentina. Doces muito doces, pasta filo, pistache e mel como carros-chefes. Frutos do mar e peixes sempre presentes. Suco de laranja que coloca os nossos no chinelo. Até melancia no final de todas as refeições, como na Grécia, acontece aqui.

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Nos bazares, muito de tudo. Gamões, porcelanas, tapetes, couro, temperos, chás, frutas secas. Repito: muito, de tudo.

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DSC04541Porcelana tem tanta que, com os cacos, se decoram muros.

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Conhecer Grande Bazar e Bazar Egípcio, é obrigatório e imprescindível. Mas preferi esse, bem pequeno, com pouca gente e coisas bem lindas.

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A mesquita que mais gostei de conhecer foi a Sülleymaniye Camil. Tem um jardim lindo e refrescante em volta, um átrio tranquilo e silencioso no centro e um tapete macio para você descansar o esqueleto suado e exausto dentro. É linda.

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Outro lugar que adorei conhecer: Castelo de Topkapi (falar o nome dele já me diverte muito). Por uma daquelas patetices que acontecem naturalmente em qualquer viagem, resolvemos não ver o harém. Depois que saímos, já devemos ter ouvido pelo menos umas 10 vezes: “O quê?! Vocês não viram o harém?? É a melhor parte!”. Portanto, fica aqui uma ideia: não deixe de ver o harém…

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Recomendação para mulheres que visitam Istanbul: tenham sempre um lenço grande ou xale à mão. Muitos lugares turísticos exigem ombros cobertos, mas o calor do lado de fora é inclemente. Se esquecer de levar, fique tranquila: você nunca viu tanto lenço para vender na vida.

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Fazia tempo que eu não ia a um país onde não entendo rigorosamente nada do que se fala ou do que está escrito, onde não sei dizer nem bom dia nem obrigado na língua local. E onde o inglês (pelo menos entre os motoristas de taxi) não ajuda nem um pouco.

Falando em motoristas de taxi… Que coisa difícil! Eles correm como se não houvesse amanhã, andam pelo acostamento na maior tranquilidade, entram na contra-mão em velocidade da luz, vão ficando brabos quando os engarrafamentos se sucedem, dando a nítida impressão de que aqueles dois bobos sentados no banco de trás (no caso, eu e meu marido, levemente apavorados) estão atrapalhando muito a vida deles. E sem explicação nenhuma, é claro, pois eles…. não falam inglês!!

Ainda bem que dá para relaxar em um passeio de barco pelo Bósforo…

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Além dos familiares e amigos que nos acompanham a Leros , nunca encontrei outro brasileiro por lá. Motivo pelo qual em pouco tempo falamos em português entre nós sem a menor preocupação com quem está em volta – supomos que ninguém nos entende e pronto.

Bobagens, piadas, comentários politicamente pouco corretos sobre os tipos impagáveis que se esparramam pelos guarda-sóis vizinhos acontecem inevitavelmente.  O que esquecemos, às vezes, é que a miscigenação cultural na Europa é incrível. Os países europeus estão geograficamente muito próximos, mas mantêm língua e cultura próprias.

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Assim, um sujeito pode ser filho de pai grego e mãe alemã, ter avós franceses, ser criado na Itália e passar as férias de verão na Espanha. Fala um pouco de tudo, o dito. A moça russa que te atende no restaurante na Grécia falando um grego sofrível, acontece de, veja só, acabar de ter voltado de uma temporada refugiada em Roma e entendeu todas as gracinhas que você falou para sua família italiana.

Portanto, deixo a dica: quando estiver viajando, mesmo quando achar que não há ser vivente na multidão que vá entender o que vai falar para seus companheiros, lembre: sempre pode ter alguém que tem uma avó portuguesa….

Imagens do We Heart It.

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Come-se bem no Peru. Definitivamente. Só comemos coisas boas e interessantes. Aqui um resumo do que deve ser provado.

Empanada de carne com açúcar por cima. Estranho. Pingue limão em cima e depois me conte. Delícia total! Na Pasteleria San Antonio.

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Milho e batata lá têm mil tipos e nomes. E destinos. A batata camote parece, em cor e sabor, com a abóbora e se revelou deliciosa numa massa recheada e o camote fritinho por cima. Um sabugo de milho é coisa de gigante e o gosto é divino. Mas também tem o milho preto, a chicha, com o qual se faz um suco que parece de groselha (que aparece na foto acima, junto com a empanada).

DSC02236 DSC02133 DSC02238 DSC02132 No Fallen Angel, em Cusco, além da massa com camote citada acima, esse raviolone de cordeiro. Bom demais. DSC02168 DSC02169 Quando saímos do Machu Pichu, almoçamos no restaurante Indio Feliz, em Aguas Calientes. Sensacional. Pratos super interessantes como peito de frango com manga, salada no melão com vinho do porto…  E uma decoração que tem tudo a ver com nossas pinturas em madeira. Recomendo. DSC02346 Captura de Tela 2013-07-03 às 14.29.38 E pisco souer, não podia faltar! DSC02343

Na noite de despedida de Cusco, jantar no Incanto (o nome não é uma graça?). Delicioso: nhoque de abobrinha com molho com toque de gorgonzola.

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Para chegar ao Machu Pichu dormimos na pequena cidade de  Ollantaytambo, para estarmos mais perto e não termos que acordar tão cedo (acordamos às 5:45h, não propriamente tarde, certo?). Pegamos o trem e em duas horas estávamos em Aguas Calientes, de onde se pega um ônibus para chegar ao Machu Pichu.

A viagem de trem é muito bonita, os picos nevados dos Andes te olhando lá de cima e um rio cheio de pedras do seu ladinho.

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De dentro do trem.

De dentro do trem.

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O Machu Pichu é um local mágico e de uma beleza incrível. Difícil descrever. Só vendo as fotos.DSC02334

Dicas preciosas:

As passagens de trem e as entradas para o Machu Pichu devem ser compradas previamente, de preferência antes mesmo da viagem. O local é concorrido, minha gente!

O passeio não é auto-explicativo. Não existem placas mostrando o que cada coisa ou lugar significa. Ou seja, é importante fazer o tour com um guia. Esses entendem do riscado e ainda tiram fotos que é uma beleza!

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Leve seu lanche, lá não tem nada comestível ou bebível. Um sanduichinho, uma garrafa de água, uma barra de cereais. Sente-se olhando aquela vista e sentindo aquela energia e… alimente-se!

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Dê-se tempo para relaxar. Não queira ver tudo com pressa. O lugar é enorme, mas só estar ali já é o máximo! Deite na grama, numa pedra, encoste-se numa ruína e fique ali, assim, respirando. Só isso.

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Informe-se bem sobre o tempo. Nós não fizemos isso e parecíamos cebolas carregando casacos indesejados embaixo de um sol inesperado.

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Banheiro, só na bilheteria. Portanto, organize-se! Beber água só na medida da sede, nem um pingo a mais! Ficamos lá por 5 horas, dá para imaginar que queríamos muito voltar para a bilheteria…

Na saída, em uma mesa meio escondida perto da bilheteria, tem um carimbo self-service com o qual você mesmo carimba seu passaporte. Muito bonitinho!

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Voltando para Cusco, não deixe de ir visitar a Casa Concha, um museu onde estão as peças cerâmicas que estavam no Machu Pichu quando o americano Hiram Bingham encontrou as ruínas. Lá você vai entender melhor a história, os costumes, ver a maquete do Machu Pichu e rever os lugares onde esteve passeando no dia anterior, ver com faziam cerveja e, ponto alto, ver os instrumentos de sopro mais incríveis que pode imaginar.

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E as comidas peruanas? No próximo!

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