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Posts Tagged ‘Camisetas’

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Quem já não teve discussões imaginárias? Daquelas que desenvolvemos mentalmente, diante de um interlocutor que a gente odeia-teme-ama, com réplicas e tréplicas sem fim? E com a cabeça no travesseiro, no meio da noite escura, e vem aquela resposta perfeita para algo dito há… 8 horas atrás?

Bem, eu tenho conversas imaginárias. Aliás, sou bem eloquente nesses momentos. Não me faltam argumentos nem impropérios, a língua é solta e a mente aguda. No discurso que tenho lapidado ultimamente, a cada noticiário ou lida de jornal, vou para a cama e me imagino na frente de um senhor, em geral engravatado e pançudo, eu de queixo empinado e repetindo: “Como ousa? Como ousa?”.

Como ousa achar que representar um povo significa cuidar apenas de si mesmo, de sua conta bancária e do futuro de seus filhos?

Como ousa aceitar dinheiro em troca de favores que nada mais são que seus deveres?

Como ousa usar em benefício próprio recursos que deveriam beneficiar crianças, idosos, cidades inteiras?

Como ousa confundir política com investimento próprio e crescimento pessoal?  Ou esquecer que esse seu emprego, que já lhe paga muito mais do que o digno e necessário, tem um objetivo maior que o seu enriquecimento?

Como ousa desconsiderar progresso, patriotismo e cidadania, conceitos que estão sendo arrancados do coração dos brasileiros?

Como ousa pensar que quem importa é você?

Assim, alma lavada, viro para o lado e durmo. Até o próximo jornal.

* sempre fui contra generalizações. A briga aqui não é contra uma classe. É pessoal e dirigida àqueles que combinam com o textinho. Em qualquer instância da sociedade.

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Sou do tempo em que, para escolher a cor de uma parede, a gente decidia entre o branco, o gelo, o areia e o palha. E já ficava meio na dúvida. Hoje, qualquer decisão passa por um número industrial de alternativas. Só de pensar em definir o novo piso do banheiro, já dá uma gastura, que fique assim velhinho mesmo, está louco de bom.

Aí entramos em outro quesito, que nos dias atuais assumiu outra proporção: o da pesquisa. Pesquisa de preço, de modelo, de lugar, de hotel, de trajeto, de música, de… tudo. Até o certo e o errado podem ser pesquisados ao toque de um botão: Mr. Google resolve tudo. Só não resolve aquilo tudo que deixamos de usar para pesquisar, como fazíamos antes. Em primeiro lugar, os neurônios, que agora só precisam lembrar dessa ferramenta que está fora de nosso cérebro e vai resolver o problema. Saber clicar e encontrar a resposta, sem que nosso raciocínio esteja envolvido. Usando GPS e Wazes, chegamos mais rápido, isso é certo, não nos perdemos, que bom, mas nosso senso de orientação vai ficando cada vez mais preguiçoso e nós cada vez mais tontos.

Antigamente (há uns 5 anos atrás), para decidir qual televisão comprar, batíamos pernas de loja em loja, passávamos horas pendurados no telefone negociando condições de pagamento e qualidade da peça. Hoje? A internet oferece o produto, dá o preço e faz a entrega. E nós não saímos da cadeira, não exercitamos nem corpo nem dialética, cada vez mais bobos e felizes, pensando: “que bom, economizei tempo, dinheiro e preocupações”. Pois eu acho preocupante. Você não? Não estamos falando de crianças que vivem na frente de computadores e joguinhos, que nunca vão pisar numa grama ou subir numa árvore ou saber de onde saem os ovos. Eles são frutos de uma nova era, a realidade delas é essa.  Estou falando de nós, adultos, com livre arbítrio para ver o que estamos deixando de vivenciar, o quanto estamos deixando de pensar, achando que temos mais agilidade de ação e mais tempo para… continuar na frente do computador. Mas nós ainda sabemos o que estamos perdendo, ainda podemos optar por usar esse dom que é só humano:  refletir, argumentar e decidir.

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Toda esse churumela para falar que, para fazer a camiseta para a Isabella, amada sobrinha-com-tudo-pra-ser-neta e que se revelou apaixonada por coelhos, pesquisei. Baixei uma infinidade de modelos de coelhos para decidir como seriam os que eu ia pintar. Um mix de vários, é claro. Sem grandes detalhes, bem rapidinho, com a ajuda do Google, saiu um coelho com várias influências. O coelho da Isabella.

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Logo em seguida, detonando uma nêga maluca e … a camiseta.

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Mas que seria bom se as crianças voltassem a brincar mais, ah, seria…

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As pedras que pintamos esse ano em Leros ficaram muito engraçadinhas.  Uma mesa com tintas e pinceis ficava montada num canto da varanda e todos que estavam a fim, sentavam ali e decoravam uma.

Como tinha me prometido no ano passado, fiz o jogo da velha com pedrinhas e um pedaço velho de madeira, que meu cunhado Fabrizio lixou bem.

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E joaninhas, muitas e coloridas.

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E dominós!!

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Sofia, minha sobrinha, fez esse lindo coração com um mosaico ao redor que lembra os pavimentos de Leros.

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Uma pedra na escada.

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Pintura em tecido também aconteceu. Ficou faltando só o tye die, promessa para a próxima visita..

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Carimbo de batata.

E isso, o que você acha que é (além de lindo?)?

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Durante 20 anos atuei como fonoaudióloga e me especializei no atendimento de crianças com Síndrome de Down. Estimulei seu desenvolvimento de linguagem com muitos desenhos e jogos inventados.

Anos se passaram, virei artesã e espalhadora de livros e aí… pelas mãos da amiga Maristella, que está formando uma turma de garotas com muita coisa em comum, apareceu a oportunidade de rever as meninas que atendi dos 3-4 anos até seus 9-10. E dessa vez, com outro objetivo, o de ensinar artesanato.

Foi lindo, emocionante, para mim e para elas. Nos revimos depois de tanto tempo, elas agora moças, cheias de planos e com todos os sonhos da juventude. Viajar, trabalhar, namorar, quem não quer?

Foram quatro encontros. Fizemos pintura em madeira e em panos de prato, presentes para o Dia das Mães que estava perto e uma camiseta em tie dye. Fomos visitar o Atelier Artemista, um lugar cheio de artesanatos. Fizemos cartões personalizados e comemos Nega Maluca. Conversamos, muito. Diversão, cor e nostalgia, tudo muito bom. Reforcei minhas convicções de que para fazer acontecer, o primeiro passo é acreditar. Para todas essas moças, pais que apostaram que suas filhas tinham potencial e podiam ter uma vida inclusiva e cheia de aprendizagens, foram decisivos.

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 Esse grupo se encontra na Clínica Cognitiva/ Curitiba. Mais informações, aqui.

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Dando continuidade à saga Snoopy…

Diversos destinos me fizeram pintar várias camisetas do Snoopy ao mesmo tempo. Nem tudo deu certo, manchei uma e tive de tapear com corações, sujei com tinta para tecido (que não sai nem lavando com ácido) uma roupa querida que estava usando.

Mas me diverti, como sempre. Pronto, já valeu a pena.

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Corações para tapear mancha…

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O processo todo:

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Se você também acredita em um Natal mais artesanal, que além de presentear, valoriza o trabalho de quem faz produtos praticamente exclusivos, dá uma olhada.

Artemista, atelier da Suzana Cavalheiro cheio de boas ideias de presentes. Madeira, porcelana, faiança, sachês. Vale a pena visitar.

Bancos e banquetas. Tenho mostrado muitos aqui. Para crianças, para enfeitar a casa. Esses, sou eu que faço.  Aqui.

Camisetas para seu filho, para a professora de yoga. Aqui.

E uma caixinha cheia de trufas da Siomara? Veja aqui como são apetitosas e como encomendar.

Uma mensagem ecológica: bolsas feitas com banners usados. Você pode dar só a bolsa ou colocar outra coisinha dentro: um panettone, um perfume, um livro ou… uma caixinha com as trufas aí de cima! E ainda ajuda a Freguesia do Livro. Veja a ideia aqui.

Necessaires, bolsas, almofadas…. A Chris cria de tudo. Encomende, chega rapidinho. Aqui.

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Camisetas pintadas com cara de mar. Uma sereia para a sobrinha romana e um gato para Ielena, que fez aniversário em Leros. Improvisei com o moinho típico da ilha, ficou médio, mas ela adorou. E ficaram camisetas em branco por lá, aguardando a próxima visita.

Baseado nesse moinho:

E já que começamos a falar dos gatos (milhares) da Grécia, aqui vão imagens de alguns.

Cadê o gato?

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