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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

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Páscoa acabando, mas não tem problema: o biscoito que está aqui é muito maleável, se adapta à data e à forminha que você quiser.

No caso, aqui, coelhinhos, é claro. A receita é desse livro e acredite, ficou uma delícia. E fácil, porque bolachas não são o meu forte, portanto, facilidade é pré-requisito obrigatório. E, confesso, com uma série de adaptações… Aqui a receita já adaptada, testada e aprovada.

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Biscoito de Páscoa

200 gr. de manteiga em temperatura ambiente
100 gr. de açúcar
1 gema
1/2 colher de café de essência de amêndoa
250 gr. de farinha de trigo
1 pitada de sal

Mesmo sendo mãe de doceira e tendo uma Kitchen Aid (da doceira) em casa, ignorei as orientações da receita e fiz tudo `mão. deu bem certo.

1. Misture a manteiga com o açúcar até ficar um creme macio. Em seguida, a gema e a essência de amêndoas.
2. Unir a farinha e o sal. Misturar rapidamente com as mãos, formar uma bolinha, cobrir com filme plástico e deixar descansar na geladeira por 30 minutos.
3. Aquecer o forno a 180C. Forrar formas com papel manteiga.
4. Abrir a massa com rolo em superfície enfarinhada com o rolo, numa espessura de 3mm (!) e recorte com a forminha escolhida. Vá unindo os retalhos e repetindo a operação até acabar a massa.
5. Vá colocando os biscoitos na forma com uma distância de 2,5cm entre eles.
6. Asse por 12-15 minutos (invertendo a posição das formas no forno para que assem por igual), ou até que os biscoitos estejam douradinhos.
7… o Glacê… te deixo com essa missão: o meu saiu bem mais ou menos. Se tiver um perfeito para compartilhar comigo, agradeço.

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Bolo de Amêndoas

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Pêssego

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Leros fica a um pulo da Turquia. Em dias claros, ou seja, todos, se vê a Turquia das praias da ilha. Por isso, sempre quis conhecer. Dessa vez, ao invés de irmos diretamente para a Grécia, ficamos 3 dias em Istambul antes de começar as férias gregas.

Quer saber o que pensei sobre essa megacidade?

Em primeiro lugar, isso mesmo: é mega. Está se aproximando rapidamente de se transformar na maior cidade do mundo. Mas isso não atrapalha quem, como eu, estava interessada essencialmente em conhecer a parte antiga, a Sultanahmet. A Mesquita Azul, Santa Sofia, o Castelo Topkapi, o Grande Bazar e o Bazar Egípcio estão todos concentrados em área que pode ser percorrida a pé (ok, é cansativo, mas dá).

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Algo em torno de 20.000 passos em um dia dá uma fome danada. A experiência gastronômica é parecida com o que encontramos na Grécia. Coisas similares com nomes diferentes, já que a rivalidade ali lembra a nossa com a Argentina. Doces muito doces, pasta filo, pistache e mel como carros-chefes. Frutos do mar e peixes sempre presentes. Suco de laranja que coloca os nossos no chinelo. Até melancia no final de todas as refeições, como na Grécia, acontece aqui.

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Nos bazares, muito de tudo. Gamões, porcelanas, tapetes, couro, temperos, chás, frutas secas. Repito: muito, de tudo.

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DSC04541Porcelana tem tanta que, com os cacos, se decoram muros.

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Conhecer Grande Bazar e Bazar Egípcio, é obrigatório e imprescindível. Mas preferi esse, bem pequeno, com pouca gente e coisas bem lindas.

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A mesquita que mais gostei de conhecer foi a Sülleymaniye Camil. Tem um jardim lindo e refrescante em volta, um átrio tranquilo e silencioso no centro e um tapete macio para você descansar o esqueleto suado e exausto dentro. É linda.

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Outro lugar que adorei conhecer: Castelo de Topkapi (falar o nome dele já me diverte muito). Por uma daquelas patetices que acontecem naturalmente em qualquer viagem, resolvemos não ver o harém. Depois que saímos, já devemos ter ouvido pelo menos umas 10 vezes: “O quê?! Vocês não viram o harém?? É a melhor parte!”. Portanto, fica aqui uma ideia: não deixe de ver o harém…

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Recomendação para mulheres que visitam Istanbul: tenham sempre um lenço grande ou xale à mão. Muitos lugares turísticos exigem ombros cobertos, mas o calor do lado de fora é inclemente. Se esquecer de levar, fique tranquila: você nunca viu tanto lenço para vender na vida.

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Fazia tempo que eu não ia a um país onde não entendo rigorosamente nada do que se fala ou do que está escrito, onde não sei dizer nem bom dia nem obrigado na língua local. E onde o inglês (pelo menos entre os motoristas de taxi) não ajuda nem um pouco.

Falando em motoristas de taxi… Que coisa difícil! Eles correm como se não houvesse amanhã, andam pelo acostamento na maior tranquilidade, entram na contra-mão em velocidade da luz, vão ficando brabos quando os engarrafamentos se sucedem, dando a nítida impressão de que aqueles dois bobos sentados no banco de trás (no caso, eu e meu marido, levemente apavorados) estão atrapalhando muito a vida deles. E sem explicação nenhuma, é claro, pois eles…. não falam inglês!!

Ainda bem que dá para relaxar em um passeio de barco pelo Bósforo…

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Idades são marcos. Definem habilidades adquiridas nas primeiras e lapidadas (ou perdidas) na terceira. Bebês, crianças, adolescentes, adultos, idosos. Cada etapa com suas características, aprendizagens e capacidades. Com o bom e o ruim de ser jovem ou velho demais para isso ou para aquilo.

Será?

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Bebês, hoje, precisam ser precoces e para isso são super-estimulados. Crianças se comportam como mini-adultos, com brinquedos cada vez mais com cara de escritório. Adolescentes querem ser adultos o quanto antes, para dirigir, beber, fugir. E os adultos querem viver uma eterna adolescência. Idosos? Bem, esses um dia descobrem: para que debater-se tanto?

Mas o meu foco aqui é o conflito menina-moça-mulher. Venho de uma geração em que meninas andavam de meias 3/4 e maria-chiquinha nos cabelos e senhoras tinham cara de … senhoras. As fronteiras entre as fases da vida eram bem claras. Num tempo não tão distante, mulheres, depois de casar e ter filhos, penduravam as expectativas, entregavam os pontos, vestiam vestidos largos e bem comportados, faziam um permanente no cabelo e dá-lhe fazer tricot.

Aos poucos, a mulher foi percebendo que era tempo demais para ficar afastada do mundo, chutar os cuidados estéticos e deixar o reino das gorduras localizadas tomar conta. Aí, ela resolveu que idade era um detalhe e que o que importava era aquela cabeça jovem, aquela fome de viver.

E começou a se cuidar, a se alimentar de modo saudável, a fazer exercícios, a cultivar sua jovialidade, a se vestir como se tivesse… E foi então que a coisa complicou. Aqueles parâmetros ditados por roupas adequadas para cada idade simplesmente foram pelos ares. Como moças querem parecer mulheres e mulheres querem parecer moças, a roupa passou a ser a melhor ferramenta para compor os disfarces. Mães e filhas super-amigas, usam as mesmas roupas, falam as mesmas gírias, frequentam os mesmos grupos. Calças justas demais, saias curtas demais, deveriam vir com etiquetas:  “Melhor se usado por pessoas com idade até…”

Pareço preconceituosa? Então releia até aqui e pense em uma pessoa que começa a se preocupar com o  senso crítico, com perder a noção do que é ou não adequado para minha idade. O senso do ridículo, aquele ingrediente fundamental que algumas pessoas não têm e outras perdem. Mas sei também que roupa reflete o gosto pessoal de cada um, é claro que regras são flexíveis, relativas a cada cultura e à personalidade de cada uma. Não há como estabelecer aqui um certo ou errado.

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Então a discussão está além da roupa, afinal. A definição de papeis ultrapassa a adequação ao vestir-se, refere-se ao papel que temos como modelos, como orientadoras de caminhos e valores, do modo como nos colocamos e comportamos em sociedade. Educação tem se esgarçado e a perda do papel firme de educador que nossos pais tiveram e aplicaram nos fortaleceu, nos deu um rumo que, temo, nossos filhos e os deles terão mais dificuldade em encontrar.

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Quando trabalhava como fonoaudióloga estimulando a fala e linguagem de crianças, insistia com os pais para que permitissem que elas, desde pequenas, decidissem. Para poupar tempo, artigo de luxo nos nossos dias, fazemos muito isso com nossos filhos: escolhemos suas roupas, deixamos o sanduíche pronto, vamos ao supermercado e escolhemos o que vão consumir, vamos sempre na mesma lanchonete. Decidimos por eles. Com certeza, porque isso economiza discussões, argumentações e…tempo. Ao fazer isso, porém, tiramos da criança a possibilidade de, ao tomar uma decisão, usar todas as funções cognitivas envolvidas nesse processo: análise das alternativas, comparação entre elas, levantamento dos prós e contras de cada uma para finalmente… decidir. Quantas coisas estimuladas em um cérebro para uma simples atitude como a decisão.

Depois dessa palestra super didática sobre os benefícios do processo decisório, confesso de peito aberto e coração na mão que sou uma indecisa formidável.  Se vou – se não vou; se ligo – se não ligo; se compro – se não compro; se compro o azul – se compro o verde. Se comprei – não devia ter comprado. Uma canseira. A cor do esmalte, do batom, da tinta para a parede da sala, o azulejo novo do banheiro, o tecido do sofá, o cardápio para o jantar com amigos… Cardápios! Que tortura! Faço enquetes, solicito opiniões, penso, repenso e penso novamente. E, além de demorar para decidir, ainda consigo me arrepender das decisões arrancadas a duras penas. Credo, que chatice. É um tempo que me dói perder. Ficar patinando, rodando no pé sem definir um caminho.

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E me pergunto: os decididos, aquelas pessoas que admiro e invejo, existem? Quem toma atitudes assim, de forma rápida e determinada, tem o que que eu não tenho? Ou disfarça melhor seu processo de escolha das alternativas? Ou vive impulsivamente e faz, para pensar só depois, torcendo para ter dado certo?

Você, como é?

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Bolo simples, daqueles que toda família faz ou compra na padaria da esquina. O Bolo Mármore. Mesmo assim, aqui a versão da minha família, sempre deliciosa. Aproveita para ver se é igual à receita que usa em casa ou tão bom quanto o da panificadora.

Está em cima de um prato da Raquel com desenho que sua filha Lia fez quando pequena. Boa ideia, hein, pessoal? Um prato eternizando um desenho que seu filho fez? Vou deixar você aí pensando nisso…

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Bolo Mármore

300 gr. açúcar

300 gr. farinha de trigo
4 ovos
250 gr manteiga sem sal
1 pt sal
1 pt açúcar de baunilha
1 xíc. leite
1 colher de sobremesa de fermento em pó
Claras em neve
3 colheres de sopa de chocolate em pó
Bater bem com batedeira a manteiga, adicionar o açúcar peneirado. Bater mais e adicionar as gemas uma a uma. Adicionar as pitadas de sal e de baunilha. Em seguida, alternar farinha peneirada e leite e bater até misturar bem. No final, o fermento.
Misturar delicadamente com colher as claras em neve. Separar um terço da massa em outra tigela e ali adicionar o chocolate em pó e misturar bem.
Em forma de buraco untada e enfarinhada, alternar colheradas de massa branca e de chocolate.
Forno médio por uns 40-45 minutos ou até o palito sair sequinho.
Desenformar e jogar açúcar peneirado por cima.
Bom apetite!
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Os figos na Grécia são tão espetaculares e deliciosos que merecem um post exclusivo. Ou quase,  já que seu posto de sabor grego número 1 no meu coração é disputado de perto por um doce que tem um nome estranho e é simplesmente uma maravilha: a patzavourópita. Que eu aprendi a fazer!!

Comecemos com uma pequena aula de grego: patza quer dizer pano; voúro significa chão e pita, torta ou pão. Ou seja, Patzavourópita quer dizer Torta de pano de chão. Apetitoso, não?

Aprendemos a fazer essa delícia, Marina e eu, em uma confeitaria chamada Sweet Leros, na praia de Pandeli. O lugar é lindo e a vista que se tem de lá, mais ainda.

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O doce é típico da região do Dodecaneso e leva os seguintes ingredientes:

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Seu nome vem do processo de colocar as folhas de pasta filo imersas na massa bem líquida, como se estivéssemos molhando um pano. Os “panos” são colocados desajeitadamente na forma e depois, forno.

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Saem essas maravilhas que ainda são regadas com um xarope feito com açúcar, água e casca de laranja.

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Fica assim, irresistível.

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De brinde, ainda aprendemos a fazer Loukumádes, um doce que parece o nosso sonho, mas, como direi… Melhor!!

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A aula é dada por um casal muito simpático, Gewrgia e Loukas, e em inglês, se parakaló.

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Mesmo que você não entenda nada de grego, visite a página do Sweet Leros, veja as fotos e fique ainda com mais vontade de conhecer esse lugar e esses sabores:  Sweet Leros –Sweet Leros ~ Γλυκειά Λέρος

E os figos? Ficam para o próximo post!

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