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Archive for the ‘Comidas’ Category

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Um novo prato da Raquel chegou na minha casa. Encomendado para enfeitar a casa da praia, ficou tão lindo que não consegui ficar longe dele e vê-lo apenas nos poucos dias de férias de verão.

Não foi para praia nenhuma. E estreou com um bolo que fiz com a Marina para o vídeo de Dia das Mães da Tastemade Brasil.

O bolo ficou uma delícia: fiz com minha filha uma receita da minha mãe. E assim comemoramos maternidades.

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Aqui, o vídeo com o jeito de fazer, nós três e os micos.

Bolo de chocolate com chantilly e suspiro

Ingredientes

1 xícara (200 gr) manteiga
1 1/2 xícaras açúcar
4 gemas
1 1/2 xícaras farinha de trigo
5 colheres de chocolate em pó
1 pitada de sal
2 colheres de chá de fermento
4 claras em neve
Recheio:
Geleia de morango (ou outro sabor de sua preferência)
2 colheres de sopa de conhaque
250 gr creme de mesa (nata)
3 colheres de sopa de açúcar
gotas de suco de limão
pitada de açúcar de baunilha
Modo de fazer: bata bem a manteiga, adicione o açúcar e bata mais. Adicione as gemas uma a uma, continuando a bater. Misture os secos (farinha, sal e fermento) com a batedeira em velocidade baixa. Asse em forma de 20 cm de diâmetro, em forno médio por uns 30 minutos ou até que o palito saia limpo.

Deixe amornar e corte o bolo desenformado no meio, fazendo duas partes. Passe uma mistura de geléia de morango (ou de outro sabor de sua preferência) com um pouco de conhaque (também opcional) em ambas as partes do bolo. Bata um chantilly (creme de mesa, gotas de limão, açúcar de baunilha e açúcar) e misture com suspiros quebrados. Recheie o bolo com esse creme. Cubra com a segunda parte do bolo e polvilhe açúcar de confeiteiro por cima.

*Nessa hora você pode aproveitar e enfeitar o bolo, como fiz com a flor. Podem ser corações, uma letra, qualquer coisa. Inventei nessa crostata que fiz um dia desses e cuja receita você encontra aqui.

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E a Raquel, que também fez o prato acima, você encontra aqui.

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 Zucchina em italiano quer dizer abobrinha. E foi uma abobrinha gigante o que Monica, prima e vizinha da casa ao lado em Leros/ Grécia pensou que tinha ganhado.

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Os dias foram passando e ela foi ficando nervosa, pensando que, uma vez aberta aquela coisa de proporções industriais, sua família teria que comer, e rápido, abobrinha até não mais poder.  Aí veio a ideia: juntar todas as mulheres das duas casas (ela, minha sogra, cunhada, uma amiga e eu) e fazermos o Dia da Abobrinha, em que cada uma faria uma receita diferente com a dita.

Tudo combinado, chegou o dia de abrir o legume e dar início aos trabalhos. E qual não foi nossa surpresa ao descobrir que a abobrinha era uma abóbora-abobrinha, cara de uma, gosto da outra. Tudo bem, adaptamos as receitas à nova matéria-prima e… mãos à obra.

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Fizemos abóborinha (sim, eu a rebatizei) grelhada com óleo e alho, bolinhos de aboborinha, penne à aboborinha, souflèe de aboborinha e bolo doce de aboborinha. E não ficamos enjoados de aboborinha, juro.

A família toda devidamente enfeitada com crachás desenhados pela Monica, mãe da ideia original.  Foi muito divertido e deixo as receitas aqui. Como nossa aboborinha era uma espécie de híbrido da natureza, com certeza dá para fazer tudo com uma ou com a outra (abóbora ou abobrinha).

E o jantar temático começou com esse por-do-sol ao fundo…

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Bom apetite!

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Abobrinha grelhada – Zucchine grigliate (Despina)

Cortar a abobrinha em fatias finas no comprimento e grelhar. Depois de morno, temperar com óleo, alho em fatias finas, sal, pimente, menta (opcional)  e um toque de vinagre balsâmico.

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Penne com abobrinhas – Pasta con le zucchine (Grazia e Laura)

Penne
Cebola
Speck ou bacon cortado em quadradinhos
Abobrinhas raladas no ralo grosso
Maizena
Leite
Kefalotiri (queijo usado na Grécia. Vamos adaptar usando ricota leve)
Parmesão ralado

Fritar o bacon com pouco óleo, adicionar a cebola picada e deixar dourar. Colocar a abobrinha ralada e cozinhar até que seque um pouco.
À parte, misturar o leite frio e a maizena, adicionando os dois queijos.
Cozinhar a massa em água fervente e sal, até ficar al dente. Escorrer e jogá-la diretamente na panela onde está o molho de abobrinha, escorrendo mais ou menos a massa de acordo com a densidade do molho. Adicionar o composto de leite e queijos, misturar e tirar do fogo quando tudo estiver bem amalgamado mas ainda líquido.
Servir imediatamente.

Soufflé de abobrinha – Soufflé di zucchine  (Jô)

3 colheres de sopa de manteiga
3 colheres de sopa da farinha de trigo
¼ lt de leite
3 ovos (claras em neve)
1 abobrinha ralada
Um pouco de qualquer queijo que esteja dando sopa na geladeira
Sal a gosto

Com a manteiga, farinha e elite prepar um bechamel bem denso. Deixar amornar, temperar com o sal, adicionar uma gema de cada vez e misturar bem. Adicionar a abobrinha (ou o que tiver vontade: pode virar soufflé de milho, de espinafre, de chuchu com cenoura, de queijo e presunto…) e misturar novamente. Adicionar as claras batidas em neve e agregá-las suavemente. Forno alto por uns 45 minutos. Servir imediatamente.

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 Bolinho de abobrinha – Polpette di zucchine  (Grazia)

1 Kg de abobrinha ralada
½ Kg de Kefalotiri (queijo grego – substituir por ricota)
100 gr de queijo pecorino
100 gr de parmesão
Farinha de rosca
1 ovo
Menta greca(diósmos) – opcional, por motivos óbvios
Sal a gosto
Misturar todos os ingredientes, menos a farinha de rosca
Formar os bolinhos e passá-los na farinha de rosca. Forno a 200° e assar até que fiquem dourados( em torno de 30 minutos).

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Torta de abobrinhas – Torta di zucchine  (Monica)

300 gr de abobrinha ralada
250 gr de farinha de trigo
100 gr di farinha de amêndoas ou de amendoim
200 gr de açúcar
3 ovos
150 gr de óleo
1 colh. sobremesa de fermento
Baunilha (opcional)
Bater bem os ovos com o açúcar, adicionar as farinhas, o fermento, o óleo e a baunilha. Misturar bem e juntar a abobrinha (ou abóbora) ralada.
Assar em forma untada e enfarinhada a 180° por 50 minutos.

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Só fotos, pois não há como descrever a alegria de colher tigelas cheias dessa fruta perfumada todas as manhãs, no jardim de casa, para o café de todos os dias. Não tem como explicar o sabor, a textura, as pequenas sementes estourando na boca. Nem o cheiro do figo secando e caindo das árvores por toda a ilha.

Mas é possível compartilhar imagens, ainda bem.

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O figo apareceu em pizzas, salada, geleias… E em um doce gelado de figo.  Desse, coloco a receita aqui, buscado lá no Panelinha (inclusive a foto, pois esqueci de fotografar o meu).

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Receita do Bolo Gelado de Figo com Creme Inglês (Panelinha – Rita Lobo) está aqui.

E também tem dicas sobre uma pizza com figos feita pelo meu cunhado Fabrizio no blog de Marina, minha filha doceira e viajante.  Aliás, o Confissões de uma Doceira Amadora voltou ao ar!  Vai lá, é lindo.

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Os figos na Grécia são tão espetaculares e deliciosos que merecem um post exclusivo. Ou quase,  já que seu posto de sabor grego número 1 no meu coração é disputado de perto por um doce que tem um nome estranho e é simplesmente uma maravilha: a patzavourópita. Que eu aprendi a fazer!!

Comecemos com uma pequena aula de grego: patza quer dizer pano; voúro significa chão e pita, torta ou pão. Ou seja, Patzavourópita quer dizer Torta de pano de chão. Apetitoso, não?

Aprendemos a fazer essa delícia, Marina e eu, em uma confeitaria chamada Sweet Leros, na praia de Pandeli. O lugar é lindo e a vista que se tem de lá, mais ainda.

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O doce é típico da região do Dodecaneso e leva os seguintes ingredientes:

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Seu nome vem do processo de colocar as folhas de pasta filo imersas na massa bem líquida, como se estivéssemos molhando um pano. Os “panos” são colocados desajeitadamente na forma e depois, forno.

PicMonkey Collage

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Saem essas maravilhas que ainda são regadas com um xarope feito com açúcar, água e casca de laranja.

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Fica assim, irresistível.

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De brinde, ainda aprendemos a fazer Loukumádes, um doce que parece o nosso sonho, mas, como direi… Melhor!!

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A aula é dada por um casal muito simpático, Gewrgia e Loukas, e em inglês, se parakaló.

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Mesmo que você não entenda nada de grego, visite a página do Sweet Leros, veja as fotos e fique ainda com mais vontade de conhecer esse lugar e esses sabores:  Sweet Leros –Sweet Leros ~ Γλυκειά Λέρος

E os figos? Ficam para o próximo post!

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Ela tira o dia para descansar. Nenhum compromisso, celular e internet desligados.

Deita na rede, fecha os olhos e balança no ritmo das ondas do mar ali em frente. Entreabre os olhos, espia… e essa calçada imunda?

Ato contínuo, mangueira, rodo e detergente na mão, escova até ver o piso tinindo. Ufa, hora de voltar para a rede na varanda. Vamos relaxar. Pense em nada, no vazio, no universo… Que aflição, levanta novamente, vai até a geladeira, analisa o cenário e decide que tem ovo demais, vai fazer spätzle e um bolo. Uma hora depois, sai da cozinha enfarinhada e determinada a aproveitar o resto do dia… lendo, quem sabe.

O livro logo perde a batalha e fica ali, jogado na rede frouxa, enquanto ela aprecia um hibisco fúcsia e resplandecente pedindo para ser desenhado, do papel vai virar pintura de um banco, a casa está precisando. Olha pela janela, a praia chama para uma caminhada, ponta a ponta 3 vezes. O sol se pondo, ela volta para casa. Exausta? Não, feliz, por fazer o que quer e o que gosta. Descansar é que cansa, com certeza.

11-Jo?

Esse post está ilustrado por um desenho que me representa, feito para a linha de cerâmicas da Ekozinha.  Magda, criadora das peças, selecionou amigas que simbolizam as tantas mulheres que cuidam da casa, da família, trabalham e às vezes até… cozinham!  Adorei fazer parte disso e fiquei encantada com a ilustração, principalmente porque o desenhista foi super gentil com minha forma física. Meu espelho não é tão generoso comigo…

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A ilustração é de Francis de Cristo.

E agora, a receita do bolo feito na praia. Escolhi um com amêndoas e bananas, diretamente do Trem Bom, com um pulo lá você vê como fiz essa delícia: Bolo da banana com amêndoas.

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O termo farofeiro vem dos piqueniques regados a frango com farofa que acontecem nas praias do Brasil. Pois venho por meio desta lhes comunicar que na Grécia também rola uma farofa.

Sanduíche e sudoku.

Frutas geladinhas.

Frapê de nescafé gelado. Delícia grega.

Sonzinho. Discreto, mas com música boa.

Mas também, quem tem vontade de sair dessas praias…? O negócio é ficar por ali mesmo. Almoço, café da tarde, soneca, sem arredar o pé.

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Enquanto estava escrevendo o post do Dia das Mães, pensei em colocar uma receita que combinasse com o almoço comemorativo e que estivesse entre meus pratos possíveis. Mas acontece que eu não ia cozinhar e não tinha como fotografar a delícia. Resolvi desenhar, o que deu mais ou menos o mesmo trabalho que teria tido se tivesse ido pescar o salmão no Chile e voltado para assar…

Para quem não sabe, estou tendo aulas sobre várias técnicas de desenho no Solar do Rosário, aqui em Curitiba, com a professora Mari Inês Piekas e resolvi exercitar tudo que tinha por perto. Ficou tudo mais ou menos, o salmão não tem o volume que eu pretendia, o lápis pastel fez uma lambança, contornos continuam sendo um problema. Mas deu para ilustrar a receita que eu pretendia colocar aqui. Bom proveito.

A foto do salmão real está nesse post.

Salmão ao forno com maçã, pêra e cebola.

Tempere um file alto de salmão com limão, sal e pimenta preta moída na hora. Coloque numa travessa refratária (no meu caso, um prato da Magda) e, ao redor do filé, disponha  pêras e maçãs descascadas e sem sementes, cada uma cortada em 8 pedaços. Coloque também pedaços grandes de cebola. Regue tudo com azeite de oliva extra-virgem e leve ao forno por 30-40 minutos. Sirva com a batata assada com alecrim. E, para acompanhar, um pouco de mango chutney feito em casa. E salada de folhas com molho de vinagre balsâmico. Sucesso garantido.

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Somos quatro. Dos tempos das grandes famílias, dos primórdios da pílula, das donas de casa em tempo integral, quando ter muitos filhos era a ordem natural das coisas. Quando a terceira nasceu, a mais velha não tinha ainda três anos. A quarta veio depois de uma puxada de fôlego, temporã e foco de mimos e desatinos.

Quatro irmãos, mesas grandes, carros grandes, turmas de amigos enormes, saltitando em um apartamento onde ainda viviam dois cães, um deles um avantajado pastor alemão. Tinha sempre alguém brigando por seu espaço: “último no banho!”, “a cadeira tá cuidada!”, “eu vou na frente!”, “eu já tirei a mesa ontem!”, “não fui eu!!!!”.
Um que não comia legumes, para outra nada com cebola, aquela não suportava comer peixe… Dá pra fritar um ovo? O guri fazia tênis no clube, a mais velha encasquetou que queria aprender violão – ups, agora piano! -, aquela levava jeito para a dança, a pequena precisava fazer natação. Amígdalas, pontos, dentista, febre, tombos de bicicleta formidáveis. Inglês, reforço de matemática, a calça ficou curta, festa de aniversário, mais uma, será possível? Quem leva, quem traz? Nesse balé das horas, acabávamos todos, no final do dia, limpos, cheirosos e de pijama, ao redor de uma mesa bem recheada.

Eram os tempos da televisão única em casa, exercício de democracia doméstica: primeiro Bonanza, depois a Feiticeira, quem sabe dá para o pai ver um pedaço do noticiário. Novela para a mãe? Sem chance, devia estar dando conta da bagunça em algum armário ou escondida atrás da máquina de lavar para ser deixada um pouco em paz.

Quatro irmãos. Somos muitos, somos próximos. Sabemos que somos o que somos pela educação e apoio que recebemos de nossos pais, pela presença constante de nossa mãe. E sabemos que podemos contar uns com os outros, sempre. Por essa fraternidade, por esses laços, por essa família, agradecemos: feliz Dia das Mães, D. Christa.

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Essa receita já começa com um problema de saída: requeijão é a mesma coisa no Brasil inteiro? Ou uma parte desse país tão grande chama de ricota, outra chama de queijinho, outra apelidou de queijo branco? Boa sorte aos que tentarem fazer essa torta, então. Aqui a gente fala que é requeijão, mas acaba comprando ricota. Vá entender. O resumo é que essa torta, seja lá do que for, é uma delícia, mais uma especialidade da minha mãe e que recomendo com estrelinhas.

E ela veio a calhar para o já clássico exibicionismo dos pratos lindos que compro. Esse é da Anthropologie e dispensa adjetivos. É simplesmente lindo.

Torta de Requeijão

MassaIngredientes:
100 gr. manteiga
100 gr. açúcar
1 gema e 1 ovo inteiro
1 pitada de sal/ 1 pitada de açúcar de baunilha
150 gr trigo
1 colher de chá de fermento Royal
Raspas de casca de limão
Bater com batedeira a manteiga, adicionar o açucar, ovos, sal e e baunilha. Adicionar o trigo e o fermento peneirados e a casca de limão. Forrar uma forma de abrir untada, subindo um pouco pelas laterais.

RecheioIngredientes:

Fazer um pudim: em 1 xícara de leite fervendo, adicionar uma xícara de leite frio misturado com 1 colher de sopa de maizena e 2 colheres de sopa de pó para pudim. Mexer até engrossar um pouco. Deixar amornar. 1 pacote de ricota fresca peneirada 2 gema suco de 1 e 1/2 limão 3/4 xícara de açúcar 1 pitada sal Passas hidratadas em água morna. Misturar todos os ingredientes do recheio e colocar na forma, sobre a massa. Assar por 45-50 minutos.

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Marina está aprendendo muito sobre culinária. Doces, pães, chocolate, mas também sobre restaurantes. Principalmente sobre aqueles em que só pode ir quando levada pelos pais (estudante sofre…). Dicas e apetite nos levaram a comer de um tudo. Acompanhe a gulodice.

Começamos com um presente de boas vindas: um bolo feito de camadas de crepes e (muito) chocolate. Delicioso. Tulipas, Marina gosta de flor em casa como a mãe.

Eataly, já falei dele aqui. Dessa vez ficamos na área de pescados, mas o que me chamou mais a atenção foi esse lustre na seção de massas, feito de …capelletti.

No Whitehall, um hamburguer e tanto, que sai dos nossos padrões: no meio, tem um ovo frito e fatias de beterraba.

Comidinha de rua, daqueles traillers que teimam em fumegar cheiro de curry no nariz da gente desde cedo… Mas Marina aprecia! Flatiron Building atrás.

Balthazar: imperdível. Fotos não ficaram boas, mas a comida é memorável.

Um pouco de contradição: uma confeitaria preferida em Nova Iorque é… francesa. Ou melhor, belga. A Le Pain Quotidian tem croissant, pain au chocolat e afins e é uma rede que você encontra em muitos locais da cidade. A história do lugar gira em torno dessa mesa gigante no centro do restaurante, onde completos estranhos se sentam e compartilham cafés, geleias de framboesa e internet.

Um balde de café.

E o ponto alto surgiu assim por acaso. Andando bobamente procurando onde comer depois de sair da Frick Collection, tropeçamos numa portinha que me atraiu por causa do desenho na placa. Carlo se interessou porque a fome era grande e Marina se deslumbrou quando viu o nome na porta: Fishtail, de David Burke.  Por $25,0 você tem direito a entrada, prato principal e sobremesa, tudo refinado e delicioso. Fotografei tudo, era lindo e gostoso demais.

E, para encerrar, Nova Iorque em estado puro. Egg salad num picnic no Central Park.

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