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Posts Tagged ‘Blumenau’

Meu cliente número 1 ganhou uma irmãzinha, a Joana. No apagar das luzes de seu posto de filho único, Vicente decidiu que precisava ter um banquinho como o que tem em Blumenau para poder ficar em pé na frente da pia e escovar os dentes, na casa da praia. Mas, como esse vai ser litorâneo, de golfinhos, por favor.

Pedido atendido.

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Nada acompanha mais o amadurecimento de uma mulher do que o tamanho da necessaire que ela usa para viajar. Lembro dos tempos de menina em que tudo que eu precisava era da minha escova de dentes e do shampoo que minha mãe levava na frasqueira familiar (sim, eu sou do tempo das frasqueiras). Adolescente, à escova de dentes e shampoo somaram-se desodorante e uma escova de cabelo só para mim. Qualquer bolsinha dava conta de tão pífio recado.

Aí a coisa foi complicando. O lápis de olho e o rímel começaram a se tornar obrigatórios. O creme rinse – primórdios do condicionador – era fundamental para desatar os nós no cabelo submetido a permanentes em busca dos cachos que não tinha. Um brilho labial sabor morango coroava o pequeno kit. Logo em seguida, o sol virou vilão e dá-lhe filtros dos mais variados fatores exigindo um espaço só para eles.

Atualmente, temos a bolsinha dos remédios, a dos cremes – para as mãos, para os pés, para as rugas do dia, para as rugas da noite, para o cotovelo. A pré-base, o corretivo, a base propriamente dita, o demaquilante para tirar tudo isso. E o algodão, o cotonete, a faixa para segurar o cabelo, o elástico para não molhar a escova progressiva. O perfume, ah, o perfume, sempre em frascos enormes, mas sem o qual “nos sentimos nuas”. Três necessaires no mínimo para cobrir todas essas pequenas necessidades. E hoje, ao fazer uma mala para uma inocente viagem de 3 dias, tirei da gaveta e coloquei numa necessaire só para ela, minha bolsa de água quente. Acabo de dobrar o cabo da boa esperança. Ai, meus sais.

Tenho uma convidada especial para ilustrar esse assunto. É a Chris do SweetblogChria, onde ela mostra suas artes em tecido que vende em sua loja real em Blumenau e em sua loja virtual, aqui. É tudo muito lindo, colorido e criativo. Já encomendei uma bolsa linda dela, da qual falei aqui.

Aproveitem um belo desfile de necessaires. A gente sempre precisa de mais uma…

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Continuando a série em que mostro blogs que me encantam, hoje compartilho o Claudiaroma. A Claudia é de Blumenau, amiga de amigas, nos falamos por aqui desde que o ArteAmiga existe. Finalmente nos conhecemos e vimos que realmente temos muito em comum.

O blog dela é um repouso para olhos, ouvidos e… olfato. Como, através do computador? Basta ler um post e você vai entender que tudo ali provoca lembranças perfumadas: lavanda, alecrim, rosa e os efeitos dos aromas em nossa vida. E imagens de coisas lindas em um mundo lilás. Recomendo.

www.claudiaroma.blogspot.com.br

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O ritmo de um dia em Leros é sempre tão parecido que a gente perde totalmente a noção de tempo. Deve ser o sol sempre garantido que faz todos os dias serem meio iguais, sem as interrupções que dias de chuva propiciam, com leituras de bons livros, baralhos e afins.

Então, todos os dias, na ilha, a gente toma um café da manhã bem comprido, vai para a praia lá pelas 11 horas (filtro 50 e guarda-sol, juro) e por lá fica até o final da tarde. Volta para casa, banho, cozinha e vai passear. Aí surgia um problema: onde carregar o dinheiro, a fivela, a tiara que segura os cabelos destroçados pelo vento? A solução encontrei no blog da Chria. Namorei a bolsinha e, como fui a Blumenau, aproveitei para conhecer Chris e sua bonita loja.

Em poucos dias, chegava aqui em Curitiba minha bolsa linda em uma caixa cheia de mimos. Tudo perfeito. A bolsa foi para Leros, foi bem usada nos meus passeios e lá ficou, se tudo der certo, me esperando para o ano que vem.

Conheça o Sweetblogchria.

Bolsa lá, me esperando. Sorte dela.

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Nostalgia é meu nome do meio. Tenho que me cuidar para não me afundar em memórias, relembrar coisas e lugares com um olhar aparvalhado, lagriminha se formando no canto do olho. Minha escola, minhas férias na infância, a casa da praia, as comidinhas de minhas avós. Sei que preservando o que foi importante para ser quem sou, passo para meus filhos memórias que também serão deles, vividas por tabela e, muitas vezes, dando significado a coisas que só DNA explica.

Família e memória, vamos ao que interessa: a casa de minha avó. Palco das coisas mais aventurosas da minha infância, menina de apartamento que era, essa casa já comentada aqui tem lugar de honra no meu jeitão nostálgico. Mato, cipó, fogueira, amarelinha, ameixa no pé, primos, bota 7 léguas, barro, geleia de framboesa, cogumelos, trilho de trem, ludo, bolinho de banana, spätzle, aquário, livros e mais livros, tudo se mistura em recordações deliciosas.

Quando minha avó faleceu, a casa foi vendida. E transformada em uma coisa horrível, pintada de azul piscina em via de acesso pela qual eu sempre passava quando ia a Blumenau. Fechava os olhos, nem queria ver aquilo. Em abril/12, estive lá e tive a grata surpresa de ver que estava linda, reformada, com as cores próximas da original. Não resistimos: pedimos ao senhor que estava finalizando a reforma, se podíamos entrar. A casa estava vazia e recém pintada. Desnecessário dizer que foi emocionante, tudo era como nos lembrávamos.

Poço feito por meu avô.

Então é isso: a casa da Dona Nora, que antes era a casa de campo de seu pai, Oscar Gross, hoje acolhe a Floricultura do Mario, um homem que entendeu o valor que aquele endereço tem para nós. Minha avó, de onde estiver, vê sua casa e agora está feliz: o amor às flores que sempre a acompanhou, mora lá outra vez.

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Meu único tio (e padrinho) escolheu para casar uma pessoa que eu aprovei logo de cara, do alto dos meus 10 anos de idade: ela era a dona do cabelo mais lindo que eu já tinha visto. Todas as suas roupas combinavam e ela era tão organizada que parecia de mentira. E escrevia tudo que lhe acontecia em um diário, o que eu achava para lá de charmoso. A cereja do bolo é que ela trabalhava em uma galeria de arte em Blumenau que eu adorava visitar porque vendia pedras de rio pintadinhas. Eu devia andar atrás dela feito gato emocionado, olhos fixos querendo aproveitar tudo o que a moça linda e descolada, com seus 20 anos, podia me ensinar.

Para sermos ainda mais compatíveis, sempre foi arteira. Pinta e borda,  a casa dela é cheia de detalhes mimosos. Sua fase mais produtiva e criativa foi nos muitos anos em que fez batik, pintou sedas, fez saídas de banho, lenços e uma infinidade de coisas lindas.

Os batiks que fazia:

As toalhas com aquarela que faz agora:

Como nora da minha avó blumenauense, exímia cozinheira de medidas pouco precisas (“um pouco mais ou menos de açúcar…”), Dóris teve a sorte de morar perto e aprender muitas receitas do tipo “venha ver como se faz”. Detalhista, as receitas traduzidas do alemão são de um preciosismo ímpar. O que faz com que os resultados sejam cópias perfeitas, clones culinários dos legados gastronômicos da Dona Nora. Foi com ela que aprendi aquilo que se tronou a famosa Nega Maluca da Casa Bibas. Atualmente faz um pão de grãos que está ficando famoso no eixo Blumenau – Balneário Camboriú.

Nesse fim de semana, aniversário do tio, fomos a Blumenau e, como sobremesa, Doris nos apresentou a Wiener Torte (Torta de Viena), daquelas que só quem é detalhista, ou nostálgica, ou aprecia um bolo que leva dias para ficar pronto, vai se aventurar a fazer. Mas como eu só precisei comer a delícia, adorei!

*observe as medidas…

Wiener Torte – Torta Vienense (D. Nora)

Ingredientes 7-8 ovos 265 gr. açúcar 1 colher sopa de açúcar de baunilha 45 gr. de araruta 108 gr. farinha de trigo Modo de fazer Bater com a batedeira os ovos, o açúcar e o açúcar de baunilha até espumar e dobrar de tamanho. Bater de novo em banho-maria até amornar a massa (colocar a tigela numa panela com água fervente e ficar batendo). Por fim, o trigo peneirado. Dividir a massa em 3 formas de abrir. Se os ovos não forem muito grandes, dá apenas duas camadas. Sobre cada disco assado e desenformado, despejar e espalhar açúçar queimado (1/2 xícara de açúcar com 1 colher de sopa de manteiga: derreter e dourar em uma frigideira e espalhar sobre as camadas. Repetir o processo para cada camada). Dica importante: dar uma leve batida com colher de pau em cada camada para trincar o açúcar queimado.

Creme de café 250 gr. de manteiga 150 gr. açúcar confeiteiro 1 colher sopa de açúcar de baunilha 1 gema 1 pitada de sal 1/2 xícara de café forte ou nescafé 1 xícara de água em temperatura ambiente Bater a manteiga em creme com o açúcar, o açúcar de baunilha, a gema, o sal e aos poucos acrescentar o café (frio) e no final a água. Cada camada da torta já coberta com o açúcar queimado receberá uma camada desse creme de café. A camada superior será enfeitada com bico de confeiteiro, com florzinhas e listas diagonais.

 Para contatos sobre as toalhas: doris.kegel@googlemail.com

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