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Posts Tagged ‘Papel’

Gogó e seus origamis são campeões de audiência por aqui. Então, quando soube que as lembrancinhas de nascimento para minha nova sobrinha Isabella seriam tsurus da Gogó, não resisti. Resolvi mostrar um pouco mais dessa dobradura de passarinho tão famosa.

Gogó nos deu algumas opções. Podia ser o tsuru para espetar em vasos ou onde o freguês quiser.

Ou podia ser o marcador de páginas.

Minha irmã optou pelo tsuru de pendurar, que pode acompanhar a gente e trazer um pouco de apoio nesse mundo cão, penduradinho em algum canto do carro, por exemplo.

Gogó aceita encomendas de tudo que é dobrável! Contato: goguarinello@hotmail.com

E um video que mostra um trabalho com papel bem simplinho. Reciclagem, aprecio.

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Fiquei algum tempo tentando encontrar um título para esse post… E o que coloquei não consegue englobar a realidade total. Porque o recorte de Malu Scheleder é apenas o final de um  longo processo que se compõe de cultura, sensibilidade, pesquisa, compreensão da história do outro, capacidade de síntese e uma habilidade manual formidável.

Em uma casa que é um mergulho em lembranças de viagens, peças de família e um jardim cheio de surpresas, Malu entrega minha encomenda e me encanta. Professora de Artes, pratica essa arte alemã, a Schereschnitt, que significa recorte com tesoura.

O trabalho de Malu é impressionante: junto com a encomenda de um recorte, devem vir depoimentos e fotografias, para que ela possa entrar, entender e transformar a história de uma vida em uma renda, um recorte de detalhes incríveis. A capacidade de concentrar 50 anos em um único pedaço de papel emociona.

Uma renda.

Encomendei um recorte para meu marido e… está tudo ali. O personagem principal se identifica em cada parte do rendado: o nascimento dos gêmeos no Egito, a ida à Itália, a juventude esportiva, nosso primeiro encontro, as cartas, o tio que o acolheu, o primeiro trabalho na Algemarin, o casamento, os filhos, as paixões pelas artes, pela Ferrari… É incrível.

 recortesempapel@hotmail.com

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A primeira vez que o vi foi na casa da minha mãe. Meu pai, muito antenado, comprou um exemplar na banca de revistas. Como sou apaixonada por Curitiba e por desenho, dá para imaginar que me encantei com a ideia. Fui atrás do meu e agora já tenho. Aliás, acho que esse calendário será um bom presente de Natal. Ou de Ano Novo. Com os desejos de um super 2012!

Nele aparecem ícones do turismo curitibano, como o Jardim Botânico, a Catedral, o Bondinho, o Museu Oscar Niemeyer, o Bosque Alemão, do qual já falei aqui. Para saber mais sobre o calendário entre em Trio Estudio Design.

Aproveito para mostrar aqui e agradecer a Zélia Bettega a linda caixa de mosaico que ganhei. Combinou perfeitamente com minha sala azul!

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O post anterior me deixou meio desconfortável. Fiquei pensando em pessoas olhando apetitosamente seus lindos livros e pensando em transformá-los em guirlandas, corações, velas… Para tranquilizar minha alma, lembro que geramos muito outros papeis que precisam de um destino mais nobre que um lixo qualquer. Primeiro, pense em reler. Depois, pense em doar. E para as revistas em quadrinhos, revistas em geral, mapas, papel de scrap que ninguém quer, dê uma última chance. Tudo pode virar algo lindo.

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Lembra dos restos de papel que ficam toda vez que faço meus cartões? Achei o que fazer com eles!

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Papeis e jornal!

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Mais ideias sobre reuso e renovação…

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Bancos renovados

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Cartão de visita feito em casa

Reduza, reuse

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Tenho falado muito sobre livros. Sobre os que gosto, sobre nossa biblioteca, sobre o desapego. Sobre meu trabalho com a Freguesia do Livro, que nova vida a livros esquecidos em estantes. Virei craque em encaminhar livros de um dono antigo a outro novo, de estantes onde descansam ociosos para mãos e olhos ávidos por novidades. O livro que é velho, lido e esquecido para uns, tem o frescor do novo para tantos.

Mas tem alguns que, mesmo que a gente tente, empurre pra cá e pra lá, ninguém quer mais. Juro, nem sebos querem. É triste, mas tem livros que simplesmente vão para o lixo (reciclável, pelo menos).

Agora encontrei muitas ideias de coisas que se podem fazer com páginas de livros. Uma última lufada de vida e eles voltam a desempenhar um belo papel em nossas casas.

* considerando o primeiro comentário recebido para esse post e o fato de que algumas pessoas que entrarem aqui não terão a dimensão completa do meu amor aos livros, declaro:  quando falo em livro velho, pense em algo despedaçado, desfolhado, sem eira nem beira, para o qual tudo já foi tentado. É esse. Os outros, ainda podem passear!

Daqui

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Páginas de livros usadas em obras de arte

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Mais papel em…
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Emerson faz um trabalho que vai além da encadernação. Muito além. Usando a técnica da cartonagem, produz com esmero caixas, pastas, porta-incensos, álbuns, blocos e até… cadernos. A profissão foi se instalando aos poucos na vida de Emerson, que teve tempo para ver que a carreira de escriturário em um banco não ia dar em nada. Resolveu (nos tempos pré-internet) digitar trabalhos para universitários. Como alguns pediam o trabalho encadernado, foi aprender em um curso no Centro de Criatividade do São Lourenço. Tomou gosto, começou a inventar outras formas de aplicar o papel e foi montando um atelier. Digo “foi montando” porque, como você vai ver nas imagens, ninguém constrói um espaço com tantos detalhes de uma hora para a outra. Conseguiu então uma banca na Feira do Largo da Ordem, uma grande vitrine a céu aberto. Foi ali que Emília Wanda, nossa passarinheira, o descobriu e o levou para o Atelier Aberto, do qual faz parte desde então.

Porta-papeis. Ótimo para bilhetes.

Caderninhos. Muitos.

Porta-incensos. Lindos.

Caixa de chá.

Conjunto. A escolha de papeis é primorosa.

Pastas para folhas A3. Desenhistas de plantão…

Para escritórios bonitos e organizados.

Caixas.

O atelier de Emerson passeou por vários endereços e agora parece ter finalmente encontrado sua morada numa casa para lá de charmosa, um imóvel tombado que faz parte da história de Curitiba e de sua arquitetura. Considerada uma das primeiras casas modernistas do Paraná, do arquiteto Frederico Kirchgässner, a própria casa já vale a visita. Janelas de canto, piso da época (1936), sacadas ousadas, a casa teve a sorte de encontrar em seus atuais moradores, pessoas que sabem valorizar e preservar elementos especiais. Para conhecer mais sobre a casa, veja as fotos no Circulando por Curitiba.

Uma casa modernista, com certeza.

Charmes de um atelier:

De tudo. Quem conhece Curitiba, reconhece obras de vários artistas locais.

Garimpo. E gravura da Denise Roman.

Mesa super bacana. No vaso, restinhos de papel. E olha o Emerson ali.

E.V.A. enroladinho embaixo de um vidro, na mesa. Muito lindo.

Lambrequins. A cara de Curitiba dentro do atelier. E quadrinho da Emília.

Um antigo porta-livros.

Eu conheci Emerson porque sou fã de álbuns e muito antes dos scrapbooks já reunia fotos para celebrar momentos. E ele confeccionava meus álbuns. Faz tempo… Mas isso é assunto para um outro post.

Para avós levarem na bolsa as fotos de resumo da família. Sucesso total.

Contato: emersonkoslowski@pop.com.br

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