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Archive for the ‘Ordem’ Category


Para enriquecer alguns posts anteriores, eis-me de volta com complementos.
Para o Perca um livro, compartilho uma boa notícia que diz que a Fundação Biblioteca Nacional anunciou medidas para baratear e facilitar o acesso a obras literárias e formar mais leitores no Brasil, fomentando a produção e a comercialização de livros populares por até R$ 10. A notícia na íntegra você vê aqui.

O outro complemento é para o Apetites. Encontrei esse vídeo do meu cantor italiano preferido no momento (sou meio instável em preferências musicais) que fala daquela fome de viver sobre a qual escrevi. O clip foi feito nas Cataratas do Iguaçu, aqui no Paraná. Tradução de música é chatinho, portanto confie em mim e só ouça o Jovanotti.

Complementando um post mais antigo sobre Ordem, coloco aqui imagens que encontrei no blog FHOX que falam de organização. Lá, você encontra um video bem engraçadinho.

E complementando minha própria alegria, o furacão Irene passou, a viagem para Nova York foi adiada, mas finalmente chegou. Marina já está lá, vai ficar por um ano, mas no momento nem estou triste, por que só estou feliz! Também vou! Deixo para refletir o que vai significar ficar sem a minha Doceira Amadora quando voltar …

Imagens: Pinterest e WeHeartIt

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Detalhes

Boleira e bolo de Nutella!

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Sempre gostei de ler. Desde pequena, com uma luzinha de abajur, lia brigando com o sono. Consegui fazer de meus filhos, apesar da luta injusta com computador e televisão, bons leitores de livros de papel.

E sempre fui muito ciumenta com meus livros. Escrevia meu nome dentro, mês e ano em que os tinha ganho ou comprado, algum comentário sobre o que tinha achado deles. Carimbo ex-libris, número do meu telefone na frente e na última página, caso o emprestador chegasse ao final da história esquecendo que eu esperava a devolução, tudo anotado em uma ficha, tipo bibliotecária zelosa e guardadora. Olhava a minha estante com orgulho, livros que representavam meu modo de ser de acordo com a idade: os filosóficos da adolescência, os romances de quando os filhos eram pequenos, os suspenses que hoje me mantêm acordada.

Eu sei exatamente o momento em que tudo isso se quebrou: um dia, emprestando um livro de uma amiga, abri na primeira página e observei que ela tinha (oh, céus!) esquecido de colocar seu nome ali. Ao que me respondeu simplesmente: “não coloco nome nos livros. Eles não precisam ser só meus, devem passear por aí”.  O famoso clic, sabem como é? Desde então tenho praticado o desapego.

O primeiro movimento foi eliminar a ficha de empréstimo. Quer devolver, devolva. Se não, tudo bem também. Em seguida percebi que tirar livros de minha estante (que não é um coração de mãe, portanto tem seus limites de espaço), abre lugar para novos. Para o desejo de novas leituras. E permite que os livros sejam reutilizados, usados por outras pessoas. E me ajuda a manter uma certa ordem, que é impossível quando temos demais.

O passo seguinte foi começar a Freguesia do Livro, amplamente divulgada aqui, que se transformou numa ONG que atua com força em Curitiba e muitos outros lugares, espalhando livros livremente.

E tem ainda uma ideia meio antiga, que compartilho aqui na esperança de pescar um adepto. É o “Perca um livro”, projeto internacional de incentivo à leitura. A ideia é “perder” um livro em um local público onde poderá ser achado e lido por outra pessoa que por sua vez deverá fazer o mesmo. Simplesmente perca um livro. Ele certamente vai chegar a algum lugar.

Tudo isso não é tão fácil quanto parece, não se deixe enganar por minhas levianas palavras. Os livros queridos são difíceis de libertar. Mas é um exercício que podemos tentar. Coloco aqui o meu preferido antigo e um recente que apreciei. Te convido a fazer o mesmo.

Meu livro antigo preferido:

Um que li e gostei recentemente.

Desafios:

1. dasapegue-se de seus livros. Olhe-os como algo que já cumpriu o seu papel e que está na hora de levar sua história para outro lugar, outro olhar, outra pessoa. Você pode doar ou pode simplesmente esquecê-lo por aí.

2. espalhe essa ideia. Uma amiga, quando soube da necessidade de revistas em quadrinhos para nossa biblioteca, pegou uma caixa de papelão, escreveu “Precisamos de gibis. Obrigada” e colocou no vestiário de sua bela academia de ginástica. Encheu a caixa em poucos dias e nossas crianças adoraram!

3. pense em qual é seu livro preferido. E qual é o livro que leu recentemente que mais te agradou. Entre esses dois extremos garanto que existem muitos títulos descansando abandonados em suas estantes…

Imagens: Pinterest e Weheartit

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Bons motivos para doar livros

Para que tudo isso?

Reduza, reuse

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Emerson faz um trabalho que vai além da encadernação. Muito além. Usando a técnica da cartonagem, produz com esmero caixas, pastas, porta-incensos, álbuns, blocos e até… cadernos. A profissão foi se instalando aos poucos na vida de Emerson, que teve tempo para ver que a carreira de escriturário em um banco não ia dar em nada. Resolveu (nos tempos pré-internet) digitar trabalhos para universitários. Como alguns pediam o trabalho encadernado, foi aprender em um curso no Centro de Criatividade do São Lourenço. Tomou gosto, começou a inventar outras formas de aplicar o papel e foi montando um atelier. Digo “foi montando” porque, como você vai ver nas imagens, ninguém constrói um espaço com tantos detalhes de uma hora para a outra. Conseguiu então uma banca na Feira do Largo da Ordem, uma grande vitrine a céu aberto. Foi ali que Emília Wanda, nossa passarinheira, o descobriu e o levou para o Atelier Aberto, do qual faz parte desde então.

Porta-papeis. Ótimo para bilhetes.

Caderninhos. Muitos.

Porta-incensos. Lindos.

Caixa de chá.

Conjunto. A escolha de papeis é primorosa.

Pastas para folhas A3. Desenhistas de plantão…

Para escritórios bonitos e organizados.

Caixas.

O atelier de Emerson passeou por vários endereços e agora parece ter finalmente encontrado sua morada numa casa para lá de charmosa, um imóvel tombado que faz parte da história de Curitiba e de sua arquitetura. Considerada uma das primeiras casas modernistas do Paraná, do arquiteto Frederico Kirchgässner, a própria casa já vale a visita. Janelas de canto, piso da época (1936), sacadas ousadas, a casa teve a sorte de encontrar em seus atuais moradores, pessoas que sabem valorizar e preservar elementos especiais. Para conhecer mais sobre a casa, veja as fotos no Circulando por Curitiba.

Uma casa modernista, com certeza.

Charmes de um atelier:

De tudo. Quem conhece Curitiba, reconhece obras de vários artistas locais.

Garimpo. E gravura da Denise Roman.

Mesa super bacana. No vaso, restinhos de papel. E olha o Emerson ali.

E.V.A. enroladinho embaixo de um vidro, na mesa. Muito lindo.

Lambrequins. A cara de Curitiba dentro do atelier. E quadrinho da Emília.

Um antigo porta-livros.

Eu conheci Emerson porque sou fã de álbuns e muito antes dos scrapbooks já reunia fotos para celebrar momentos. E ele confeccionava meus álbuns. Faz tempo… Mas isso é assunto para um outro post.

Para avós levarem na bolsa as fotos de resumo da família. Sucesso total.

Contato: emersonkoslowski@pop.com.br

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Cartão de visita caseiro

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Vida nova ao livro velho

Cerâmica e quintal

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Ângela e Eloísa criaram um nome para seus tecidos que eu adoro: Faça de Conta – Panos Divertidos. Porque “Faça de Conta”, você pode estar se perguntando. A resposta é: faça de conta que você gosta de cozinhar, de ir ao supermercado, adora enxugar uma louça ou arrumar um armário.

Pois é, tem coisas que simplesmente precisam ser feitas. Então, que seja de forma bela e organizada.

Aventais que tornam a tarefa de cozinhar mais segura e bonita.

Se você tiver sorte, salvando O COZINHEIRO de respingos acidentais.

Panos de prato para enxugar a louça e enfeitar a cozinha.

Sugerindo soluções

Porta-travessas são práticos. Você chega com sua contribuição para a festa, de forma muito chique!

Para levar a lasagna de domingo.

Travessa segura e quentinha.

Arrumar malas tem seu lado positivo, pois em geral significam viagem, passeio, diversão. De qualquer modo, indo ou voltando, negócios ou lazer,  encontrar tudo arrumadinho lá dentro, que delícia!

Confusão geral.

Tudo arrumadinho.

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