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Archive for the ‘Como fazer’ Category

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Minha filha é doceira, que novidade!  Uma doceira que usa o canal visual para dar mais vontade ainda de comer as delícias que faz.

Ela tem o blog Confissões de uma Doceira Amadora, vários filminhos no Youtube e o mais recente traz essa que vos fala. Marina e eu (mais eu que Marina) fazendo esse Gelado de Nozesreceita da minha tia Dóris e obrigatório em nossas ceias de Natal há uns 25 anos.

Veja o vídeo, com direito a micos vários no final…

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pazzaFigos e bolo grego

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Natal virou consumo, gastos obrigatórios, orçamentos apertados. E uma mesmice na hora de presentear: uma roupinha, um creme ou perfume, o livro da moda. Que tal inovar? Criar presentes? Aqui já falamos de tudo. De alguma ideia você há de gostar, algum talento você há de ter.

Mesmo que não seja exímio(a) cozinheiro(a), prepare Mango Chutney. É muito fácil, basta seguir a receita, ter todos os ingredientes, jogar tudo numa panela e depois de uma hora você tem vários potinhos lindos para dar de presente. Mango Chutney acompanha carnes ou batatas assadas, um creme agridoce cheio de especiarias.

Que tal bolachinhas de gengibre? Essas exigem um pouco mais de habilidade culinária, mas é lindo ver aquelas fornadas cheirosas saindo cheias de biscoitos dourados. Encha um pote, uma cestinha, envolva em celofane e pronto.

Presenteie suas receitas preferidas. Fiz isso no ano passado. Comprei um caderninho lindo e nele escrevi muitas das minhas receitas de doces e comidas do cotidiano. Dei de presente para minha irmã que estava indo morar no Peru (devidamente fotocopiado para o resto da família).

Personalize. Sem os gastos e empenho de tempo do scrapbooking, simplesmente reúna fotos do presenteado e faça um álbum. Complemente com comentários e passe a mensagem que quer: de amor, de amizade, de saudade.

Sabe desenhar? Para uma criança pequena, faça um contador de histórias. Se desenho não for a sua praia, faça assim mesmo, com fotos, recortes de revista, ilustrações que você procura na internet. E veja como usar aqui.

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Escreva. Faça um verso, descreva um sentimento, enalteça qualidades. Escritos ficam. Quer surpreender ainda mais? Ponha num envelope e mande pelo correio.

Se tudo parecer estar perdido, pinte pedras. Fáceis de encontrar e de realizar.

   Daqui

Daqui

Por fim, olhe em volta. E doe. Um livro, um brinquedo, uma roupa, um abraço, seu tempo. Alguém está precisando desse seu presente, tenho certeza.

Uma última ideia, não feita por você, mas que pode ajudar o Hospital Pequeno Príncipe: a Agenda 12×12, de Ana Camargo Design, onde doze mulheres compartilham suas experiências, vivências e valores. Cada mês propõe um novo jeito de escrever com linhas diferentes e traz um ícone do gênero feminino da história brasileira para nos inspirar.

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Enquanto estava escrevendo o post do Dia das Mães, pensei em colocar uma receita que combinasse com o almoço comemorativo e que estivesse entre meus pratos possíveis. Mas acontece que eu não ia cozinhar e não tinha como fotografar a delícia. Resolvi desenhar, o que deu mais ou menos o mesmo trabalho que teria tido se tivesse ido pescar o salmão no Chile e voltado para assar…

Para quem não sabe, estou tendo aulas sobre várias técnicas de desenho no Solar do Rosário, aqui em Curitiba, com a professora Mari Inês Piekas e resolvi exercitar tudo que tinha por perto. Ficou tudo mais ou menos, o salmão não tem o volume que eu pretendia, o lápis pastel fez uma lambança, contornos continuam sendo um problema. Mas deu para ilustrar a receita que eu pretendia colocar aqui. Bom proveito.

A foto do salmão real está nesse post.

Salmão ao forno com maçã, pêra e cebola.

Tempere um file alto de salmão com limão, sal e pimenta preta moída na hora. Coloque numa travessa refratária (no meu caso, um prato da Magda) e, ao redor do filé, disponha  pêras e maçãs descascadas e sem sementes, cada uma cortada em 8 pedaços. Coloque também pedaços grandes de cebola. Regue tudo com azeite de oliva extra-virgem e leve ao forno por 30-40 minutos. Sirva com a batata assada com alecrim. E, para acompanhar, um pouco de mango chutney feito em casa. E salada de folhas com molho de vinagre balsâmico. Sucesso garantido.

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Tenho falado muito sobre livros. Sobre os que gosto, sobre nossa biblioteca, sobre o desapego. Sobre meu trabalho com a Freguesia do Livro, que nova vida a livros esquecidos em estantes. Virei craque em encaminhar livros de um dono antigo a outro novo, de estantes onde descansam ociosos para mãos e olhos ávidos por novidades. O livro que é velho, lido e esquecido para uns, tem o frescor do novo para tantos.

Mas tem alguns que, mesmo que a gente tente, empurre pra cá e pra lá, ninguém quer mais. Juro, nem sebos querem. É triste, mas tem livros que simplesmente vão para o lixo (reciclável, pelo menos).

Agora encontrei muitas ideias de coisas que se podem fazer com páginas de livros. Uma última lufada de vida e eles voltam a desempenhar um belo papel em nossas casas.

* considerando o primeiro comentário recebido para esse post e o fato de que algumas pessoas que entrarem aqui não terão a dimensão completa do meu amor aos livros, declaro:  quando falo em livro velho, pense em algo despedaçado, desfolhado, sem eira nem beira, para o qual tudo já foi tentado. É esse. Os outros, ainda podem passear!

Daqui

Aqui

Aqui

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Aqui

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Páginas de livros usadas em obras de arte

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Mais papel em…
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Continuando a conversa sobre inspirações, resolvi mostrar um processo completo.

A camiseta aqui mostrada foi comprada em uma fábrica de biquínis de Gaspar/SC, para a Jessica. Vou confessar aqui que a compra tinha segundas intenções: já imaginei o desenho em uma caixa. Assim, antes de entregar o presente, fiz uma coisa que parece estranha, porém necessária: tirei uma fotocópia da camiseta.

A Jéssica apreciou a blusinha e eu fui em frente. Passei o desenho na caixa.

Colori, usando cores semelhantes ao original.

Finalizei. Envernizei. Pintei os detalhes de dentro. Coloquei a fechadura.

Bacaninha, não? Inspiração está em toda a parte, basta a gente estar atenta.  E essa foto é dedicada à Marina, que está em Nova Iorque e tenho certeza que se torce de saudades da Luna. Beijos, minha filha.

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Desde que a conheci, foi amor à primeira vista. Ela era linda, criativa, animada e confiável. Pena que morava tão longe. Só nos víamos quando eu viajava até ela ou quando alguém vinha do além mar e me trazia notícias… Agora tudo mudou. O amor continua, mas não tão sofrido, pois descobri que posso encontrá-la sempre que eu quiser. Estou falando da Marie Claire Idées, revista francesa que faz isso, dá ideias.

Tem gente que tem criatividade. Aquilo transborda, nasce feito fonte de rio nas montanhas. Simplesmente um dom, um chafariz de ideias que vão se transformar em pinturas, esculturas, filmes, desenhos e afins. Eu confesso que não tenho essa criatividade toda. Preciso ver coisas que me deem um começo, me basear em algo para que outro algo aconteça. Já comentei aqui e aqui esse modo de inspiração.

Por isso, desde sempre sou um coletadora incansável de fotos, imagens que um dia poderão servir como base para… quem sabe? Até o surgimento do Google, fazia pastas. Pastas sem fim de páginas de revistas que tinham alguma coisa que algum dia pudesse me inspirar. E comprava livros de artesanato, de pintura, de cerâmica. De mandalas, da Martha Stuart, de quadros do Klimt (sempre inspirador)! Agora estou mais feliz ainda, porque me inscrevi no site da revista e tenho acesso a todas as ideias já publicadas nela. E classificadas por técnica, material, tema ou cor! Dá para ser mais feliz?

Basta entrar no site www.marieclaireidees.com e se cadastrar. É em francês, mas inventando um pouco a gente consegue. Aí, pode passear pelas ideias à vontade. Se quiser se aprofundar e ver moldes e modo de fazer, precisa pagar 18 euros. Eu, como me contento com a imagem, nem fui adiante.

Outra revista que me inspira muito, e essa brasileira, é a Make. Qualidade nas imagens e bom gosto nos produtos que mostra são atrativos importantes para buscá-la a cada dois meses nas bancas.

Como funciona minha relação com minhas fontes? Tenho que pintar uma caixa? Pego minha pilha (ou hoje entro no site) de Marie Claires e Makes, minhas pastas, meus livros e vou passeando, até que algo desperte uma faísca. E pronto.

A almofada de um recorte de revista que virou caixa.

Imagens iniciais da Marie Claire.

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A Turquia é aqui

Inspiração indiana

Uma bolsa Chria

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Juro. Não vi nenhuma vez. Aliás, nem arroz vi, muito menos com pedacinhos de cenoura, pimentão e passas. Em compensação, existem comidas aqui que são acontecimentos inesquecíveis.

A lula é macia. Incrível. Peixe que a gente escolhe na cozinha do restaurante. Tem polvo de tudo que é jeito e camarão de jeito nenhum (estranho, não?).

Aqui é o pais da feta, queijo de leite de ovelha, bem salgado e com a consistência de uma ricota firme para ser cortada em fatias. Ele é parte integrante e fundamental da famosa salada grega, feita com tomates, pepino, pimentão, cebola roxa, azeitonas pretas, alcaparras e orégano. Tudo generosamente regado com azeite de oliva. No final, a melhor parte: limpar o óleo que fica no fundo do prato com bons pedaços de pão.

Ingredientes como limão, azeite de oliva, orégano e alcaparras (aqui usadas com suas folhas) são usados sem parcimônia.

Nosso campeão de audiência é o souvláki, algo bem leve que se compõe de carne de porco ou frango, dentro de um pão pita convivendo com zaztíki, cebola crua e tomate. Louco de bom. O zaztíki é feito com pepino ralado, alho e muito iogurte. Acompanha praticamente tudo. No Café del Mar, o bar preferido, também comemos essa salada de frutas com iogurte e mel. Divina.

Nossa rotina alimentar nesses dias de férias segue a tradição grega, regida pelos efeitos do sol – vá para a praia o quanto antes e só me volte de lá no fim do dia, quando o calor tiver baixado. Em casa, no pátio onde o sol ainda não atinge, café da manhã composto de iogurte (o melhor do mundo, denso, acidez na medida), frutas (pêssegos e os figos que começam a amadurecer) e mel (fabuloso). E um pão pelo qual me apaixonei perdidamente, integral com passas e coberto de linhaça, aveia e o que penso ser semente de girassol. Família grande, ritmos diversos, café da manhã longo… Em seguida, atividades domésticas variadas como orçamento do jardineiro, marceneiro, supermercado e arrumações.

Café da manhã.

Chega a hora de ir para a praia. Almoço te-vira-meu-nego: ou sanduíches que fazemos em casa ou  salada grega e suco de laranja ao som de lounge music no bar que fica no alto do morro em Vromolithos, a praia eleita pela família. Sombra. Livro. I-Pod. Soninho. Sudoku. Banho de mar. Casa (caminhando, sobe e desce ladeira, ainda calor, nem tudo são flores).

Sanduíches para todos.

Sombra.

Livro.

Soninho.

No jantar, ou comida feita em casa com influências gregas, italianas e brasileiras ou um restaurantinho. O cunhado Fabrízio, que escreve e faz marcenaria, é também excelente pizzaiolo e fez a gente se sentir na Itália com uma pizza deliciosa, ingredientes perfeitos, inclusive meus queridos figos. Saladinha de bresaola e rúcula para acompanhar. Você pode ver a produção dessa pizza em detalhes no blog da Marina.

Outro dia, jantamos na casa vizinha, do Zio Nichola. Misturas étnicas representadas por Strudel de Ameixa Vermelha, fatias de laranja com canela e passas, doces gregos e… caipirinha! Achei todos os ingredientes e trouxe um pouco de Brasil para essas terras.

Delícia são os pimentões recheados. Não há como reproduzí-los no Brasil: não existem esses pimentões verde-clarinhos, o bacon não é nem parecido e a feta… Nem procurando com vela acesa.

E não podia deixar de mostrar o famoso Moussaká, beringelas, carne moída e molho branco. Forno neles e Grécia em estado puro. E as beringelas secando ao sol antes de ir para a panela…

Aí vêm os doces. Não são muito a minha praia, mas quem aprecia confeitarias aqui ficaria muito feliz. São muitas, para uma ilha tão pequena, e a gente anda e vai sentindo o cheiro dos doces muito doces no ar. Galatobúrico, gourabiédes, bugazza, baklavá… Mas as que gosto mesmo são a Milópita, torta de maçã e a Patsavourópita, que significa Torta de Pano de Chão. Acho. Espero correções do Theo, meu professor de grego.

Milópita.

Ontem era minha vez de cozinhar e inventei uma coisa que ficou bem gostosa.

Polpette com molho de tomate e batatas assadas.

Para as polpette (almôndegas):

1 kg carne moída

1 cebola grande cortada em quadradinhos

1 pão francês adormecido amolecido em leite

1 ovo + sal e pimenta preta

Coloque a carne moída em uma tigela. Refogue a cebola em pouco óleo até ficar transparente. Esprema o pão para retirar o excesso de leite e junte à carne. Adicione também a cebola refogada. À parte, coloque o ovo em um recipiente, coloque sal e pimenta preta suficientes para temperar a carne. Misture e adicione à carne. Amasse bem forme bolinhos de carne do tamanho que desejar. Eu fiz do tamanho de um punho fechado pequeno. Disponha as polpette em uma forma grande.

Descasque e corte em rodelas finas 6 batatas grandes. Tempera-as com limão, sal e azeite de oliva (e orégano, se dele gostar). Coloque as batatas na forma cobrindo os espaços em torno das almôndegas. Faça um molho de toamte com tomates sem pele cortados em pedaços grandes e refogados com cebola e alho. Se quiser, pode aumentar com algum purê de tomate, tudo temperado com sal e uma boa pitada de açúcar. Jogue o molho de tomate por cima de tudo e forno. Com as deliciosas batatas daqui e em um forno elétrico, levou 50 minutos para ficar pronto.

Bela Grécia.

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