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Posts Tagged ‘Marítimos’

Meu cliente número 1 ganhou uma irmãzinha, a Joana. No apagar das luzes de seu posto de filho único, Vicente decidiu que precisava ter um banquinho como o que tem em Blumenau para poder ficar em pé na frente da pia e escovar os dentes, na casa da praia. Mas, como esse vai ser litorâneo, de golfinhos, por favor.

Pedido atendido.

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Anil

Sou do sul do Brasil, aquele trecho do país que insiste em acreditar que janeiro faz parte do verão. Mas a verdade é que nessa época, quando a maioria de nós gostaria de apreciar uma praia, nunca se sabe o que o clima vai aprontar. Tempestades, enchentes, nuvens em quantidades industriais e… sol vira artigo de luxo. Aí lá está você, na sua casa de praia e, todas as manhãs abre um olho só e espia para ver a cor do céu… Em geral cinza, uma alegria.

Muito bem. No Mediterrâneo, onde acontece de estar a Grécia e suas inúmeras ilhas, uma certeza reina nos meses de verão: tem sol, céu azul e ventos que fazem tudo ficar agradável. Nuvem, eles esquecem o que é. Chuva, portanto, nem pensar. Sempre (espere, vou repetir) sempre os dias são lindos. E azuis. Um céu de um azul infinito que encosta num mar de azuis mil, um mais formidável que outro. Inevitável fotografar, impossível capturar aqueles tons e transparência. Mas vale a tentativa de compartilhar.

Dizem que o azul descansa. Então sente e relaxe.

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Esse modelo de banquinho se revelou de grande ajuda: para alcançar coisas nas alturas, para nos acomodar ao separar os livros para a Freguesia do Livro, para a criançada escovar os dentes diante da pia.

Resolvi fazer um para a casa da praia. Com tema de praia, é claro. Bom mesmo se desse para levar para Leros, mas lugar na mala é artigo de luxo… Vai para Santa Catarina, então. Como já falei aqui, me inspiro em vários lugares. E a inspiração, descarada dessa vez, veio do site www.sticks.com

O banco acabou indo para Leros, mesmo. Coube na mala! Veja aqui.

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E para combinar com praia, um couscous de camarão. Que tal? A receita foi feita na casa da Ângela, em um delicioso almoço para amigas e apresentado em um lindo prato da Raquel.

Couscous de Camarão

Ingredientes (6 porções)
1 kg de camarões médios, limpos e sem casca
8 tomates maduros
Suco de 1 limão
2 colheres de sopa de salsinha picada
2 colheres de sopa de cebolinha verde picada
1 xíçara de ervilhas cozidas
1 vidro de palmito
3 dentes de alho picados
1 cebola picada
1/2 xícara de óleo de oliva
1 pimenta vermelha picada
1 xícara de farinha de milho
1 xícara de farinha de mandioca
1 xícara de azeitonas pretas
Sal e pimenta preta moída na hora a gosto.

Preparo
Limpe os camarões e reserve. Com uma faca, risque em cruz a extremidade inferior dos tomates. Mergulhe-os em uma panela com água fervente e, após 30 segundos, retire-os e coloque imediatamente em água com gelo. Retire a pele e corte em cubos de 1 cm. Reserve.
Separe 15 camamrões e cozinhe-os por 5 minutos em água aromatizada com sal, suco de limão, salsinha e cebolinha verde. Retire-os da agua e corte-os ao meio sem separar os lados. Corte os demais em pedaços.
Corte parte dos palmitos em rodelas e pique os demais.Separe também parte das ervilhas.
Numa panela, aqueça o óleo, junte o alho e depois a cebola. Coloque os camarões em pedaços e tempere com sal e pimenta. Deixe por 2 minutos no fogo e junte os tomates. Refogue por 5 minutos.
Adicione os palmitos picados, metade das ervilhas, a pimenta vermelha e, em seguida, a farinha de milho e a de mandioca, mexendo bem até que descole do fundo. Ajuste sal e pimenta. Numa forma antiaderente, furada, distribua as ervilhas que sobraram. Coloque nas laterais da forma os camarões abertos no meio. Preencha metade da forma com a mistura de farinha. Disponha as rodelas de palmito e as azeitonas nas laterais da forma e complete com o restante da mistura de farinha.
Coloque na geladeira e desenforme na hora de abrir. (Receita de Bella Masano – Revista Gula)

* Como você pode ver na foto, Ângela incrementou a receita com belos pedaços de salmão assado.

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Cada um tem o seu mar.

Meu marido, nascido em Alexandria, passou os verões (escaldantes, imagino) de sua primeira infância no litoral egípcio. Mudou para a Itália, onde viveu a adolescência nas negras areias vulcânicas de Ostia. Filho de mãe grega, umas poucas vezes visitou a casa que tinha ficado meio abandonada em uma pequena ilha da Grécia chamada Leros. Veio para o Brasil ainda jovem e desde então compartilhamos a casa de praia em Santa Catarina, da família há mais de 60 anos. Mas não tem jeito, o mar dele ficou sendo a Grécia, para onde está sempre querendo voltar. Qualquer outro mar é sempre quase-tão-bom-quanto ou nem-chega-aos-pés-de…

E o meu? Meu mar tem coleção de conchas em caixas de fósforo, machucado no joelho ardendo na água salgada, nariz com hipoglós, vergonha de ainda não ter peito, vergonha de ter peito demais. Caldos, mergulhos das pedras, piquenique no farol. Meu mar é esse em que estou agora, onde passei rigorosamente todos os verões de minha vida. Assim como minha avó, com seu maiô de perninha e touca de borracha, e minha mãe, com seu biquíni de bolinha amarelinha e sua calça cigarrete.

Foi nessas areias de Santa Catarina que meus filhos fizeram seus primeiros castelos, furaram as maiores ondas e pegaram os mais ousados jacarés. Levaram pacote, ralaram joelhos nas pedras, ficaram com a cara manchada de picolé de groselha. Aqui aprenderam a tecnologia secular materna de construir vulcões e de fazer castelos de areia pingada.

Meu mar tem uma casa cheia de histórias e recordações, minha referência. Ondas de lembranças, marés de nostalgia, que deixaram suas marcas.

E o seu mar, qual é?

Hibisco.

Ruas cheias de sombreiros.

Rede que combina com o mar.

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Mais mar em…

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Pinturinhas de praia

DSC02044Banco de golfinhos

Casa de praia 2

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Atendendo aos comentários do post anterior, mostro um desenho que fiz num reboco do muro. Aquilo me incomodava e resolvi cobrir com a vista da varanda.

A vista.

O desenho. A hera vai vencer essa guerra.

A  janela da casa virou a moldura oficial para fotografar visitas. Gerou até um álbum de registros de quem passa por lá. Aqui, uma bandeja com a janela ao fundo. E a guardiã oficial da casa.

Pratos com tendências azuladas. Christa e Jô.

Um prato da Raquel enfeita uma parede.

Um antes e depois.

Antes.

Não seria completo se não mostrasse uma das comidas mais relacionadas às nossas estadias aqui. Sucesso de público. São patas de goiás, caranguejo da região muito mais generoso em matéria de carne do que um sirí.

Goiá. E hibisco na jarra da Raquel.

Se existisse uma abaixo-assinado a favor da invenção do tele-transporte, eu participaria feliz e contente. Com uma família que mora aqui e acolá (sendo que o acolá pode ser muito distante), estou sempre querendo estar um pouco em cada canto, com a vista de um lugar, a comida do outro, os amigos que estão em um terceiro. Minha casa me faz falta, mas quando chego nela, quero voltar para as coisas boas que deixei em cada casa que estive. Faz parte, eu acho. É o que nos mantém ativos, em movimento, interessados em viver.

O número, da casa, da praia, para onde sempre é bom voltar.

Mais descanso em…

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A dor e a delícia de uma casa na praia

Pomar

Repouso na Toscana

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Muita gente tenta me convencer que ter casa na praia só dá problemas: areias lotadas, segurança, umidade, manutenção, carros com som estourando a passar lentamente (tenho vontade de fazer um levantamento estatístico: qual a probabilidade de que eles toquem uma música que a gente goste?). Motivos não faltam, mas é aqui  nessa casa de praia que minha tendência à nostalgia atinge seus picos de audiência.

Já acenei algumas características desse lugar quando falei da casa de passarinhos pintada por minha mãe. Aqui tem outras, antigas, agredidas pela maresia, mas que continuam lindas.

Casinhas poéticas. Já tiveram vários inquilinos.

Essa casa tem hibiscos. Por todo lado. Flor linda, que tem tudo a ver com verão e mar. Linda quando está na árvore, porque quando cai no chão…. Introdução para falar da transformação que ocorre comigo quando chego ao nosso lar catarinense: pronta para viver meus dias de Amélia, com todos os percalços da vida doméstica.  É casa de praia, simples, sem máquina de lavar roupa, sem máquina de lavar louça, sem aspirador de pó, sem uma santa para me ajudar todos os dias. Significa tanque, varal, vassoura, pano no chão. Maresia nas janelas, areia por todo lado, jardim para regar, calçada para varrer. O microndas pifou no primeiro dia, provavelmente vai voltar do conserto no dia que eu for embora.

Hibiscos por todos os lados.

Com esse panorama, fica difícil acreditar que eu goste daqui. Pois é isso tudo que eu adoro. Lavar uma roupa e poder vê-la secando no varal. Comprar flores aos montes e plantar por ali. Lidar com mangueira, água no pé, eta coisa boa!

E a nostalgia fica por conta da história. É a mesma casa onde minha avó passava as suas férias quando mocinha, onde minha mãe namorava meu pai, onde eu passei uma infância cheia de aventuras, onde meu irmão conheceu minha cunhada, onde meus filhos, sobrinhos e filhos de amigas fizeram castelos e vulcões de areia, pularam da pedra, fizeram guerra de bagas e caçaram sirí com lanterna. Comeram goiá, pegaram jacaré nas ondas e se lambuzaram com muitos picolés Seara. É a casa onde muitos já se divertiram e onde, espero, muita areia ainda vai rolar.

Essa casa é cheia de artesanato.

Quarto azul da cor do mar. Da Christa.

Outro lado do quarto azul da cor do mar.

Esse é da Jô. Um recado para meu cunhado Fabrízio.

Passarinhos marítimos da Emília Wanda.

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DSC04773Casa na Grécia

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Casa de avó

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