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Posts Tagged ‘Inspirações’

Desde que comecei a pintar em madeira, sob a influência de minha mãe, desenvolvi um olhar para o detalhe, para tudo que pode “virar caixa”. Inspirações inesperadas que podem se transformar em desenhos.

Na viagem para a Turquia reconheci muitos traços e tendências que já nos inspiraram.

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Daqui

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Inspiração indiana

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Percebo que tudo o que se faz e como se faz pode servir de modelo para alguém. Qualquer um arrisca ser um exemplo, desavisado e distraído, para aqueles com quem convive. Espelhos, seguimos refletindo atitudes e posturas de alguns e inspirando comportamentos e conceitos para outros, sem nem notar que podemos influenciar positiva ou negativamente quem está por perto.

Precisamos pensar em duas coisas: o poder que temos de dar bons exemplos no nosso cotidiano, ao lidar com o lixo, ao economizar água, ao cumprimentar quem não te cumprimenta, ao dar a vez a um pedestre, ao comer salada diante dos filhos, ao comentar um livro que acabamos de ler. A outra coisa, tão importante quanto a primeira, é procurar dar os créditos àqueles que nos inspiram.  Ao se apropriar de uma ideia, de um conselho, de um projeto,  de uma aprendizagem, conte de onde ou de quem ele veio. É justo, certo?

Posso fazer uma pequena lista com algumas das influências que recebo:

– minha mãe, naturalmente, sempre foi e continua sendo referência para quase tudo.

– minha amiga Ângela está sempre me dando dicas (juntas, estamos fundando a Cia. do Palpite)  sobre o que fazer com o lixo reciclável. Na hora, nem pareço prestar atenção, mas acabo aplicando tudo. Aproveito para agradecer, Ângela.

– um dia, uma amiga me emprestou um livro sem o nome dela dentro. Fiquei chocada, como assim? Me explicou que livros não têm donos, têm leitores. Ela estava mudando minha vida e não sabia. Ali estava sendo plantada a semente da Freguesia do Livro.

– excelente oportunidade para agradecer a minha professora de português no Sion – muito alta, com cabelos loiríssimos, brincos que lhe chegavam aos ombros e esmaltes que fascinavam meninas adolescentes num balé de gestos. Ela desenhou meu jeito de ler, de escrever, de analisar e construir um texto. À professora Regina, meu obrigado, muitos anos depois.

Foto inicial daqui.

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Klimt

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Desde que comecei o ArteAmiga, percebi que existe um mundo paralelo, uma dimensão onde pessoas que fazem blogs simplesmente… se encontram. Virtualmente, trocamos ideias, aprendemos algumas coisas, ensinamos outras, nos identificamos, visitamos, retribuímos. Resolvi então, a partir de hoje, periodicamente mostrar os blogs que aprecio. É um jeito de levar quem vem até aqui a outras coisas bonitas, e de lá, quem sabe para onde. É o mundo dos blogs, muito perto da noção de infinito.

O primeiro Bello Blog é o Adoro Crochet, da Maria Amélia. Ela fotografa que é uma beleza e está sempre trazendo boas ideias. Vive indo para uma chácara que é uma fonte inesgotável de fotos lindas. Você pode começar conhecendo o blog dela por aqui e depois através do post em que ela testou os papos de anjo de minha filha Marina: Adoro Crochê e Costura. Tudo doce.

Bom passeio.

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Final de ano tem dessas coisas. À medida que a folhinha na parede vai chegando ao fim e o conceito pre-estabelecido por nós mesmos, chamado ano, vai acabando, decidimos que devemos fazer um balanço do que foi e estabelecer metas para o que virá. Meu marido é mestre em organizar a vida em alvos a serem atingidos e ele tem uma frase que eu acho ótima: o que é mensurável, é melhorável.

Ultimamente, analisando esse conceito, tenho percebido que à medida que envelheço (ou amadureço, sejamos condescendentes), tenho me proposto – inconscientemente, até então – desafios. Há dois anos, resolvi estudar grego. E estudei. Aprendi grego. Não é o máximo? O básico do básico, é lógico. Por falta de uso, está bem enferrujado, mas está lá, latente, esperando um desembarque naquelas ilhas ensolaradas.

Na placa está escrito em grego….

No início de 2010, me desafiei novamente. Mesmo madura (mantenhamos a condescendência), resolvi fazer aulas de jazz. Comecei com 3 pés esquerdos e terminei o ano dançando com alguma coordenação. Como o objetivo ainda não foi plenamente alcançado, estico o desafio para 2011.

Viver é um desafio gigante. Não se render à preguiça, não comer todo o chocolate, absorver e filtrar todas as informações a que temos acesso, tomar dois litros de água por dia, exercer nossas pequenas atitudes ecológicas, manter unida uma família, não se render ao ódio no trânsito… Mas para ser um desafio real precisa estar lá, pensado, definido e até escrito: as coisas que queremos fazer, as coisas que queremos ter, as coisas que queremos ser. Se não forem metas conscientes, determinadas previamente, acabamos não percebendo o doce sabor das conquistas alcançadas.

Portanto, faça sua lista. Estabeleça seus alvos e passe 2011 trabalhando neles. Mesmo que não os atinja, ao menos você vai saber que caminhou na direção dos seus sonhos. Bom ano!

Outro desafio em…

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