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Posts Tagged ‘Ecologia’

Aproveitando o comentário ao post anterior feito pela amiga R.:

Quando falamos em consumo consciente, a ordem dos fatores é importante: primeiro Reduzir, depois Reutilizar e só depois Reciclar.

Reciclar só é muito legal se a única outra opção para um determinado objeto for jogar no lixo. Reciclar, apesar de poupar matérias-primas,  é mais caro e gasta mais produtos químicos do que fazer novo porque é preciso recolher o velho, transportar, higienizar, destruir, reconstruir o novo, transportar e distribuir novamente. O grande lance é evitar ao máximo chegar a esse ponto,  primeiro reduzindo e depois reutilizando.

Eu já tinha contado que as imagens eram muitas. Então continuo com as ideias de como reusar objetos com cara de tchau, dando a eles novas funções ou aparências.

Uma guirlanda seca e restos de papel colorido e jornal…

Apreciadores de vinho rendem bons carimbos.

Fundinhos de garrafas pet. Delicado.

Mudas em rolos de papel higiênico.

Do vinho ao vinho.

O vidro tem uma longa viagem antes de chegar ao lixo. Bons tempos dos engradados de garrafas de vidro de cerveja e refrigerante. Menos cômodo, mas quanto plástico a menos em forma de garrafas pet….

E resto de lã? Pompons! Sou fã, sabia fazer quando pequena porque aprendi no Tesouro da Juventude. E definitivamente esqueci, fato comprovado quando há pouco tempo tentei fazer um, cheia de sabedoria, sob os olhares desconfiados de marido e filha… Um fiasco. Acabei com fiapos de por todo lado e ainda tendo que encarar os “eu bem que falei” dos familiares… Como não me rendo fácil e quero marcar minhas malas com pompons para a viagem que se aproxima, vou tentar novamente.

Para fazer pomponzinhos.

Como fazer pompons. Confesso que ainda não testei. Boa sorte!

* Todas as imagens utilizadas neste post são do http://www.pinterest.com.

No blog Doces Abobrinhas você pode ver ideias para garrafas de Coca-Cola.

E para finalizar esse post longuíssimo (o assunto me empolga), uma homenagem a Curitiba.

Imagens colhidas no Pinterest e We Heart It.

Você vai ter outras ideias de consumo em …

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Emília Wanda reutilizando papel

Micos ecológicos

Questão de atitude

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Discursos ecológicos são meio frequentes nesse blog. Mas não se esgotam, principalmente agora que achei uma mina de imagens que dão muitas ideias  sobre transformações que podemos fazer com o que poderia ser descartado.

Em reciclagem somos craques em Curitiba. Há tempos separamos o lixo que é reprocessado e resulta em matéria prima para a produção de novas coisas.

redução? Simples: é adquirir apenas o que realmente precisamos. Simples no conceito, complexo na prática.

E o reusar? Palavra que nem existe em português, significa qualquer atividade que estenda a vida útil de alguma coisa. Quando reusamos um objeto, estamos deixando de comprar um outro, certo? E de produzir lixo, concorda? É essa a ideia.

E aqui algumas ideias encontradas no site http://www.pinterest.com sobre o reuso. Não sou muito fã de colocar imagens alheias no blog, mas já que o assunto é reusar…

Uma moldura que não emoldurava mais…

Aqueles infinitos potes de vidro. Mais que geleia…

Copos viram coloridos porta-velas. Luz e cor em um copo que era sem graça…

Ikebana de lápis e afins.

Eu reusei um banco da Magda. Vou mostrar o antes e depois. Como não tive a genial ideia de fotografar o antes do banco em questão, fotografei outro, mas que tinha o mesmo acabamento inicial. Um banquinho sem graça que ficou charmoso.

E aqui, o resultado do reuso de embalagens de cigarro, realizado pelo porteiro do prédio da Ângela, o Sr. Osmar:

Mais ideias em…

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A graça de ser mutável

Para que tudo isso?

Ideias voluntárias

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Sou uma curitibana que mora em apartamento e adoraria morar em casa. Gosto de mato, de horta, de flor. Sendo assim, aprecio os ipês amarelos que colorem nossa cidade, fico prestando atenção nos canteiros floridos das ruas, nas podas das muitas árvores que já nos valeram o título de Cidade Ecológica (perdemos por pouco para Maringá no quesito maior arborização brasileira).

Por isso, hoje quando saí para o passeio canino matinal, adorei ver a primeira pinha caída na calçada. E cheguei antes do entregador de jornais, meu mais forte concorrente. Peguei pinhões suficientes para fotografar e mostrar, para quem não conhece, a cor única desse fruto típico da nossa região. E para quem é daqui, anunciar: está aberta a temporada!

Eu gosto de comer o pinhão apenas cozido em água e sal. Mas adoraria dicas de receitas com ele. Aguardo.

As receitas chegaram e estão aqui.

Você também vai gostar de …

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Passarada

Um pinhãozinho italiano

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Das viagens de carro com meus filhos pequenos,  lembro do olhar desolado de meu marido avaliando malas e cacarecos e o espaço disponível no porta-malas… Em segundos, disparava a pergunta: “Você-tem-certeza de que vai precisar de tudo isso?”. Tinha. E usava. E cabia no carro, creiam.

O “precisar de tudo isso” combina com o assunto dos últimos posts, a ordem. Para começarmos uma verdadeira organização, tudo passa pelo crivo do apego. Porque temos tantas coisas? Porque, mesmo tendo tanto, continuamos a adquirir mais e mais?

Podemos atribuir uma parcela da culpa à oferta, à velocidade das mudanças da moda e com que os aparelhos tecnológicos se tornam obsoletos. À propaganda. Ao desejo de experimentar, de ter o que os outros têm, à síndrome da formiga que acumula, acumula…

Mas estávamos falando de ordem e, para alcançá-la, é fundamental classificar. Podemos classificar tudo o que temos usando diversos critérios: novo, querido, bonito, faz-parte-da-minha-história. Mas acho que a melhor classificação para quem quer uma vida organizada e consciente é: uso/ não uso. Uso, fica. Não uso, tchau. Por tchau entendo dizer que tudo o que está sobrando na sua casa pode ser útil para alguém ou está pronto para ser reciclado e se transformar em uma outra coisa. Portanto, seguindo as ideias de Gail Blanke em “Jogue fora 50 coisas“, com tudo aquilo que está rodando pela sua casa e não é usado, encontre um destino entre:

a) vender

b) doar

c) jogar fora. Assim: puf!

E ela não fala apenas sobre objetos. Quando explica sobre a necessidade de rever prioridades em nossa vida, de organizar nosso espaço e cabeça, fala também sobre crenças, convicções, lembranças, trabalho e até pessoas. Faxina geral. Abra espaços e aplique isto de fato, de forma drástica. Não basta jogar fora coisas velhas e estragadas, você também pode se desfazer daquelas coisas novas e impecáveis que não são utilizadas. A roupa que você nunca vestiu, o livro que você comprou e nunca quis ler, o perfume que não era tão bom assim. A máquina de pão que você se recusa a usar, a toalha que é pequena para a sua mesa…Casas lotadas são casas pesadas e complicadas de arrumar.

Olhe em volta. Analise. Comece a sua organização.

E aqui um vídeo que fala da consciência, ou falta dela. Dos pequenos movimentos que podemos fazer para mudar o mundo. Dica da Badi.

Você vai ter mais ideias de organização em…


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Resistências

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Madeira restaurada

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Duvido que você…

Imagens: http://www.weheartit.com


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Casar até pode ser natural. Mas manter-se casado é uma arte. Uma arte que exige presença, aprendizado, acertos e erros, avaliações constantes, paciência, criatividade e adaptação. Praticamente um curso.

Ninguém nasce combinando perfeitamente com outro alguém – isso se aprende (ou não) todos os dias. A mágica do encaixe se dá por entalhes constantes, com direito a arestas e farpas no processo. Permanece combinando quem abranda, quem flexibiliza, quem valoriza companhia mais que paixão, quem traça objetivos comuns.

Nas nossas artes, combinamos e formamos alguns pares.

Porta-talheres e caixa de chá. Combinam.

Conjunto de café (da Mari). Que por sua vez, combina muito bem com cupcake (da Marina)!

Galinhas por todo lado.

Tudo lindo e combinando. Da Magda.

Cores. Muitas. Um arco-iris combinado. Da Raquel.

Combinando no banheiro.

E aqui vai uma receitinha de aperitivo para o casal combinar e comer junto, porque leva muito alho e pode abalar uma relação se só um dos dois comer. A receita é da minha amiga Rosane, e faz parte da minha vida desde os tempos das reuniões do curso de Fonoaudiologia, na casa dela. Faz sucesso sempre.

Catupiry com alho

1 queijo Catupiry (ou semelhante).

2 dentes de alho descascados (ou mais, ou menos, depende do quanto você gosta de alho)

4 colheres de sopa de azeite de oliva

Pimenta preta moída na hora

Orégano

Desenforme o Catupiry em um prato. Por cima, coloque o alho espremido. Com um garfo, faça furos no queijo para que o alho entre. Esquente o azeite no microondas, por 1 minuto em potência alta e jogue por cima do alho e queijo. Coloque a pimenta e o orégano a gosto. Pronto. Sirva com torradinhas.

Você também pode gostar de…

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Cor, cor, cor

Cada cor no seu lugar



Imagem Casamento: WeHeartIt

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De tão básica, nossa casa parece fato consumado, ela e todos os outros básicos que ali dentro habitam: uma cama quentinha, um fogão que faz comida boa, uma TV ou duas, um sofá, uma geladeira. Básico que, como temos visto, pode deixar de existir de uma hora para outra. Ver o que está acontecendo em diversas regiões do Brasil nos faz valorizar ainda mais nosso sofá, nosso fogão, a roupa de cama cheirosa. Fechamos as portas e nos sentimos protegidos em nossas casas na parte seca do Brasil que observa silencioso a enxurrada levar vidas e pertences.

Mas não há porque permanecermos silenciosos. Dá para fazer alguma coisa. Tenho visto muita gente falar dos poderes públicos que não previnem as catástrofes ou, porque pelo menos tem a consciência de que governos não regem chuvas e tornados, os efeitos cada vez mais devastadores dos ataques da natureza. Está certo que há muito o que melhorar no controle e regularização das áreas habitadas, mas os mais interessados serão sempre os próprios moradores. Mas será que esses mesmos moradores cuidam do lixo que produzem, reduzem o uso de sacolas plásticas, não jogam coisas absurdas em rios?

Além desses pequenos cuidados na vida cotidiana, também podemos ajudar nos momentos de crise. Vimos muita gente se mobilizando e também demos uma mobilizadinha. Meu irmão cedeu um caminhão da empresa da família para transportar ajuda para o Rio. Vai levar água conseguida pela Cruz Vermelha e, graças à colaboração de amigos contatados por e-mail, 55 kits de artigos de primeira necessidade, lista perfeita elaborada pela minha irmã que compartilho logo abaixo. Comprando os itens nos lugares de preço acessível, conseguimos fazer cada um pelo custo de R$28,00. Fica a ideia. E obrigada aos que colaboraram. Nós continuamos arrecadando e produzindo kits por aqui. Se quiser participar, entre em contato.

Você também vai poder ajudar em…

Livros na mãos

Calendários 

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Texto de Ângela Marques Duarte.

Toda a discussão sobre usar ou não as sacolas plásticas acontece porque elas são fartamente distribuídas nas lojas, supermercados e comércio em geral, gratuitamente.

Nos lugares onde as pessoas estão mais atentas aos problemas com o meio ambiente, as sacolas são cobradas. Quando é preciso pagar talvez seja mais fácil mudar o hábito.

Mudança de hábito é uma dificuldade que todos conhecemos. Quando ouço as pessoas alegando impossibilidades em usar sacolas retornáveis, acho que é só a falta deste costume.

Deixo minhas sacolas no porta-malas do carro. Quando são esvaziadas em casa, já são colocadas perto da porta de saída.

Sacolas à mão e à vista.

As pessoas resistem às sacolas retornáveis principalmente por que usam as plásticas para colocar o lixo doméstico. Produzimos uma quantidade enorme de lixo orgânico que poderia ser usado para fazer adubo através da compostagem.

Dê uma olhada no You Tube sobre compostagem caseira. Aqui você pode ver um exemplo.

Na próxima ida ao supermercado sem as suas sacolas ecológicas, coloque as compras em caixas de papelão.

Conheça o site americano envirosax.com onde você pode ler sobre os perigos dos sacos plásticos.

Outra atitude positiva é ter a sua garrafa de água para fazer ginástica. Imagine quantos copinhos de plástico você estará economizando.

Mais garrafas, menos copos.

Várias pequenas mudanças na direção certa farão uma grande diferença contra o problema do volume de lixo que produzimos.

Você vai rever mais conceitos em…

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Sacolas. Por que não?

Para que tudo isso?

Vida nova a velhos papeis

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