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Posts Tagged ‘Curitiba’

Pense em artesanato. Pense em reciclagem. Pense em criatividade e irreverência. Em detalhismo e miniaturas. Misture tudo e chacoalhe bem. Você acaba de criar um Hélio Leites.

Não deve haver dois dele por aí e Curitiba tem a sorte de ser seu habitat. Um sujeito que junta coisas descartadas como caixas de fósforos, palitos de fósforos queimados, latas de milho e atum, botas velhas, botões e palitos de sorvete e com eles cria peças de um preciosismo formidável.

Fossem só as obras, já seria um motivo que justificaria uma visita à Feira de Artesanato do Largo da Ordem, aqui em Curitiba. Mas ele ainda tem uma história para cada uma de suas artes. E fica ali, na sua barraca, contando e encantando a quem quiser um dedo de prosa.

Conhecido na cidade, foi descrito e escrito por Leminsky como “um significador de insignificâncias”  e alguém “que é, ao mesmo tempo, um exercício de liberdade, de humor e de crítica, um convite à fantasia”, e por Helena Kolody, cuja frase ilustra a peça abaixo: “Deus dá a todos uma estrela. Uns fazem dela um sol. Outros nem conseguem vê-la“. A estrela, aliás, é feita de um utensílio típico lá de Minas, usado para engrossar feijão.

Veja as fotos das peças. E acredite: cada uma delas tem uma história que vale a pena ser ouvida.

Nesse post, um video que mostra Helio em seu atelier.

Existem dois livros publicados sobre Hélio Leites, o Pequenas Grandezas, editado pela Artes & Textos e Mínimos, com fotos da Katia Horn.

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Poty Lazzarotto (1924-1998), junto com nomes como Paulo Leminski e Dalton Trevisan, é a cara de Curitiba. Nesse sábado, lendo o jornal no café da manhã, encontrei a notícia (que considerei um convite): passeio de ônibus pela cidade, vendo os murais de Poty, ciceroneada por uma especialista no assunto. Irresistível. Fui.

Saindo do já comentado Museu Oscar Niemeyer, onde  nos fins de semana acontece o ParCão, passeamos pela cidade em um confortável ônibus da Volvo (pausa para palmas aos envolvidos nessa iniciativa simples e eficiente).

O MON e o ParCão.

Visitamos 4 murais (são algo em torno de 40, só em Curitiba – tem também em Paris e na ONU em Nova Iorque).

Fachada do Teatro Guaíra.

Detalhe do mural do Teatro: Shakespeare.

Praça 19 de Dezembro. O primeiro mural: 1953

Largo da Ordem. Foto afanada do Circulando por Curitiba

Do outro lado da rua: Trav. Nestor de Castro.

Tudo Curitiba: pinhão, pinheiro, ligeirinho, guri, Farol do Saber, Jardim Botânico…

Vitrais na biblioteca da PUC. Lindos.

Largo da Ordem, agora em vidro.

Durante o trajeto, Daniela Pedroso, a craque em Poty, levantou uma questão que saiu junto comigo do passeio e ainda está aqui no meu bolso mental: o quanto nossas crianças hoje em dia aprendem através de estímulos visuais, mas ao mesmo tempo, o quanto não se atêm mais a detalhes. O bombardeio de informações nos faz quase incapazes de filtrar o que realmente importa. O reflexo disso, associado, é claro,  à pressa, ao trânsito e à cabeça pensando em 1000 coisas, é que passamos por tantos lugares e obras de arte em nossas ruas e praças e nem percebemos que elas estão ali. Que desperdício.

A gente devia andar pelas calçadas. A gente devia olhar em volta. A gente devia sentar em bancos de praças. Ouvi dizer que a vida já foi assim.

Mais informações sobre Poty, nesse post do Circulando por Curitiba. E no livro da Daniela Pedroso, Poty: Murais Curitibanos, à venda na loja do Museu Oscar Niemeyer.

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A retrospectiva que fiz no início de janeiro muito me agradou. Foi ótimo para reunir posts de um ano inteiro. Resolvi juntar aqui, então, todas as visitas que fiz a espaços legais de Curitiba. Um belo passeio.

Mostrei o atelier Artemista, da Suzi, onde muitas artes acontecem.

Artemista

Visitei a Ocléris no seu quintal cheio de cerâmicas.

Ocléris

Emerson me mostrou uma casa especial e sua cartonagem super linda.

Emerson

Os origamis de Gogó são simplesmente o máximo!

Gogó

Doces e ternura na Fada Formiga.

Fada Formiga

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Recebi essa receita por email da Terezita, que deve ter resolvido complementar as que eu tinha publicado nesse post. Uma cara ótima, que combina com o frio do sul do Brasil. E usando nosso querido pinhão.

Sopa cremosa de Pinhão

1 xícara de pinhão cozido e amassado
1 xícara de pinhão cozido e cortado em cubos pequenos
4 colheres de sopa de amido de milho
1 lata de creme de leite sem soro
3 colheres de sopa de azeite
2 tabletes de caldo de galinha
2 litros de água fervente
2 dentes de alho
1 cebola ralada
500 ml de leite
Modo de preparar:
Aqueça o azeite em uma panela e frite o alho e a cebola. Adicione o pinhão à água fervente e o caldo de galinha e leve ao fogo para ferver por 10 minutos. À parte, dissolva o amido de milho no leite, junte o caldo de galinha, mexendo sempre até engrossar e bata no liquidificador. Feito isso, junte o creme de leite e retorne ao fogo, sem parar de mexer até ferver. Por último, adicione o pinhão cozido e sirva em seguida, polvilhando o queijo ralado por cima.

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Que sou fã absoluta de caleidoscópios, não é uma novidade. Eles costumam ser um dos motivos para que eu vá (feliz, devo confessar) à Feira de Artesanato do Largo da Ordem, um acontecimento dominical  tradicional em Curitiba e muito bem apresentado aqui pelo blog Circulando por Curitiba.

Gosto do caleidoscópio para ter e para presentear, e porque conversar com a Heidi é ótimo, ela sempre tem uma nova invenção para mostrar.

A novidade desse domingo, achei demais: um caleidoscópio que você pode abrir e colocar o que quiser para observar como fica. As contas e miçangas podem ser misturadas com outras cores ou você pode colocar um pedaço de lã, um toquinho de arame, uma mini pétala de flor seca. Inventar seu próprio caleidoscópio, fechar um olho e ficar ali, encantado pelas imagens que se formam.

Percebendo que tudo muda a cada instante, que o tempo passa, mas a gente dura uma vida. Contato com a Heidi que faz os caleidoscópios aqui.

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Minha Curitiba
Era Schaffer, Ghignone e Matte Leão,
Era calma, segura e fria todas as manhãs.

Curitiba é parque, é pinheiro, é pinhão.
É Passeio Público, Guaíra e calçadão.
É verão com geada,
Quentão com gemada,
Inverno com calor,
Um casaquinho sempre a seu dispor.

É Lerner, é Giba, é Chaim,
É taxi laranja, Ligeirinho, Capão Raso-Xaxim.
É vina, é pastel, é empada do Pudim.

Curitiba de gente polaca, italiana, alemã,
do pierogi, da polenta e do strudell de maçã.
Curitiba de Leminski, Trevisan, Poty e Kolody,
Mora no coração e todos os dias,
De novo,
Me sorri.

Aceitei o convite do blog Circulando por Curitiba e contei o que a cidade é para mim. E a sua Curitiba? Você que é daqui ou que daqui levou uma impressão, comente e defina Curitiba com uma palavra, uma frase, um nome, um lugar, uma sensação, um jeito de ser. Quem sabe a gente arrisca mais algumas rimas bobas.

Veja mais Curitiba nesses links: Morar em Curitiba – Museu Oscar Niemeyer Morar em Curitiba – Morretes Morar em Curitiba – Gelada Morar em Curitiba – ParCão Morar em Curitiba – Casa da Bruxa Morar em Curitiba – Praça Espanha

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Daqui da longínqua Nova Iorque, entre os lugares mais interessantes do mundo, ainda há tempo para pensar na cidade onde nasci e de que tanto gosto.

Veja mais Curitiba nesses links:

Morar em Curitiba – Museu Oscar Niemeyer

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