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Archive for the ‘Sacolas de pano’ Category

Depois da bronca, vem o afago. Agora que já desabafei minha indignação com quem não usa sacolas retornáveis, vou falar  daqueles que as produzem, com os que já as usam ou estão resolvendo usá-las também. Cada vez mais lindas, fashion e carregadas de um sentimento de responsabilidade social, mais as ecobags são vistas por aí.

Eu uso várias. Algumas feitas pela Ângela, umas compradas em supermercados, outras que ganhei de presente. E economizo, certeza, umas 20 a 30 sacolas plásticas em minhas compras semanais.

No Museu Oscar Niemeyer, bolsas e sacolas muito bacanas estão à venda.

Essa não é para compras, mas é tão linda que merece ser mostrada aqui, afinal é feita com lona de caminhão reciclada. Da JRJ.

E aí chegamos ao que mais nos interessa. A Freguesia do Livro faz sacolas retornáveis com lonas publicitárias doadas por quem as usa. São sacolas bem bacanas para compras, feitas em uma facção que fica num lugar muito-muito distante, só alcançável com o GPS e um pouco de coragem. Um mundo de moldes em um galpão em que você pensa que as pessoas podem se perder para sempre.

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Vamos fazer uma rápida pesquisa. Você tanto pode responder nos comentários do blog, quanto aí, dentro da sua cabeça mesmo. O importante é você pensar sobre o assunto.

1. Você usa sacolas retornáveis quando faz compras em supermercados?
(  ) sim
(  ) não

2. Se você respondeu não à primeira pergunta, poderia, por gentileza, me dizer porque?
(  ) esqueço.
(  ) uso as sacolas de plástico para fazer lixo em casa.
(  ) não acho importante.
(  ) o supermercado quer economizar às minhas custas.

Então tá. Vamos conversar.

Se você respondeu que não usa as sacolas retornáveis porque esquece, tenho algumas dicas nesse post para que isso não aconteça. E aqui tem algumas ideias para estimular sua memória ambiental.

Se você alegou que usa as sacolas plásticas do supermercado como lixo, visite o blog deverdecasa que dá boas dicas para você rever esse conceito.

Agora, se você escolheu uma das outras duas alternativas, arrisco dizer que está na hora de se informar, sabendo o seguinte:

a) que todos nós somos responsáveis pelo planeta que estamos deixando para as próximas gerações.

b) que aquele blá-blá-blá tão batido sobre o plástico que leva centenas de anos para se desfazer no ambiente, sobre os bueiros que entopem com sacolas plásticas que passeiam por aí produzindo enchentes, sobre as tartarugas da Bahia e as focas da Groenlândia que morrem sufocadas pelo plástico perdido pelo mar, não é blá-blá-blá, é tudo verdade.

c) usar sacolas retornáveis é um ato simples, que denota civilidade, educação ambiental, altruísmo. Agora, pergunto mais uma vez “você usa sacolas retornáveis quando faz compras em supermercado?”

Imagem inicial: www.weheartit.com

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Você compra uma calça jeans. Usa muito. Ela vai ficando mais confortável com o passar do tempo, mas chega o dia que não dá mais: ela fica velha, rasga, sai de moda e você… doa. Você faz a mesma coisa com outras roupas, com pijamas, com cobertores, louças e objetos da sua casa que não usa mais. Pensa: se eu não estou usando, alguém, em algum lugar, pode usar. Então vou doar.

Este é um dos princípios do consumo consciente que tem outros, como planejar as compras, avaliar os impactos de seu consumo, consumir apenas o necessário, reutilizar produtos e embalagens, separar o lixo e refletir sobre seus valores.

A Freguesia do Livro percebeu que doar livros e transformá-los em pequenas bibliotecas para o acesso de novos leitores, significa praticar e incentivar o consumo consciente. Os livros que você doa serão reutilizados, reciclados em sua essência, a de contar suas histórias por mais tempo, ao invés de ficarem reclusos em prateleiras. O melhor exemplo disso é a mágica que Juliette fez, transformando livros infantis holandeses em livros que crianças brasileiras podem ler, felizes e contentes.

O mesmo conceito acontece com as caixas de madeira de frutas que, reaproveitadas e decoradas, levam os livros aos Pontos de Leitura.

Ou seja, doar livros é um ato de consumo consciente. Entendido isso, a Freguesia resolveu desenvolver outros produtos partindo dessa ideia, a reutilização de materiais que estão sendo descartados transformando-os em objetos úteis cuja venda pode trazer recursos para que o projeto possa continuar. Recursos que possibilitariam alugar uma sala com muitas estantes e enviar os livros para lugares distantes no Brasil.

Então aqui apresentamos a linha de produtos Recicla Cultura:

Bolsas Retornáveis: a partir de banners usados, a Freguesia produz bolsas para carregar compras e livros.

Marcadores de livros: voluntários e amigos vão confeccionar marcadores com restos de tecidos, de papel de scrap, de páginas de livros estragados. Estes, por exemplo, foram feitos por Ro Pujol e Dani Carneiro.

Lápis de pinhão: a partir de restos de giz de cera, Maria Fernanda vai produzir lápis-cera com formato de pinhão.

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E as amigas continuam com um pezinho no artesanato!

Tivemos a visita da Mazé Mendes. Ela e a Magda criaram no atelier.

Visita ilustre da Mazé Mendes

 E é bom ver que nossas clientes concordam em não usar sacolas.

Sacola não, obrigada.

Outras artes em…

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Presentes feitos por você



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Texto de Ângela Marques Duarte.

Toda a discussão sobre usar ou não as sacolas plásticas acontece porque elas são fartamente distribuídas nas lojas, supermercados e comércio em geral, gratuitamente.

Nos lugares onde as pessoas estão mais atentas aos problemas com o meio ambiente, as sacolas são cobradas. Quando é preciso pagar talvez seja mais fácil mudar o hábito.

Mudança de hábito é uma dificuldade que todos conhecemos. Quando ouço as pessoas alegando impossibilidades em usar sacolas retornáveis, acho que é só a falta deste costume.

Deixo minhas sacolas no porta-malas do carro. Quando são esvaziadas em casa, já são colocadas perto da porta de saída.

Sacolas à mão e à vista.

As pessoas resistem às sacolas retornáveis principalmente por que usam as plásticas para colocar o lixo doméstico. Produzimos uma quantidade enorme de lixo orgânico que poderia ser usado para fazer adubo através da compostagem.

Dê uma olhada no You Tube sobre compostagem caseira. Aqui você pode ver um exemplo.

Na próxima ida ao supermercado sem as suas sacolas ecológicas, coloque as compras em caixas de papelão.

Conheça o site americano envirosax.com onde você pode ler sobre os perigos dos sacos plásticos.

Outra atitude positiva é ter a sua garrafa de água para fazer ginástica. Imagine quantos copinhos de plástico você estará economizando.

Mais garrafas, menos copos.

Várias pequenas mudanças na direção certa farão uma grande diferença contra o problema do volume de lixo que produzimos.

Você vai rever mais conceitos em…

Captura de Tela 2012-10-18 às 10.31.17

Sacolas. Por que não?

Para que tudo isso?

Vida nova a velhos papeis

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“Quantas vezes já falei? Casca de banana é lixo or-gâ-ni-co! Não vai na lata dos recicláveis”!

A desilusão doméstica ao menos me consola: se não consigo conscientizar nem os que vivem comigo na mesma casa há mais de 20 anos, como posso pretender que as pessoas que abordo impulsivamente nas minhas lidas cotidianas, entendam?

Tenho feito certos papéis… Micos, diriam meus filhos.  Saio da panificadora equilibrando torres de pacote de pão francês, copo de requeijão, bandejas de frios e bolo de cenoura. Poucas probabilidades de que aterrisem em ordem no assento do carro, onde vão se misturar aos DVDs que peguei na locadora, aos sapatos que busquei do conserto e à caixa do analgésico que vai salvar minha noite. Tudo rigorosamente sem sacola, depois da repetida e repetida conversa:

– Pergunta se eu quero.

– O que, minha senhora?

– Me pergunta se preciso dessa sacola enorme para levar essa minúscula caixinha de comprimidos.

– É mesmo…

Engato o discursinho meio desgastado dos plásticos que vão acabar na boca das focas da Groenlândia e vejo que consegui trazer uma novidade para o rapaz. Saio orgulhosa da farmácia, sentindo que conscientizei um vizinho dessa minha casa chamada planeta.

Semana seguinte, a dor de cabeça volta, retorno à farmácia, procuro meu vendedor-conscientizado  e… Pimba! Sacola outra vez!

Aí chega a hora de pensar: vale a pena ser eco-chata? Ficar conhecida e ser lembrada para todo o sempre como aquela que acha o fim do mundo o clube não separar o lixo e que acaba sugerindo um latão de recicláveis no vestiário? Que doa tudo que não usa mais, desapega geral? A que não incentiva o acúmulo e está sempre incomodando as pessoas para doarem livros e mais livros? A que insiste em recuperar, consertar, fazer ressucitação boca-a-boca em aparelhos domésticos e eletrônicos por não querer aumentar ainda mais a montanha mundial de descartes de vitrolas, televisões, toca-fitas, celulares, máquinas de escrever, Gordinis, DKVs e todas aquelas coisas projetadas para durar pouco?

Que eu tenho coragem, isso tenho. Na festa de aniversário da minha irmã, na nossa chácara, acontecia um belo churrasco. Copos descartáveis, latinhas de cerveja, garrafas pet, asinhas de frango e restos de maionese de batata atirados em vala comum, um formidável latão de lixo, ao alcance de todos. Até que me segurei… Mas não por muito tempo. Consegui outro latão que coloquei ao lado do primeiro e anunciei: “Pessoal, este é para os recicláveis!”. Um guaxinim teria despertado menos olhares perplexos, inclusive o da minha irmã, onde estava escrito: “Lá vem aquela chatice outra vez.” Em 10 minutos, tínhamos dois latões- valas comuns onde tudo coabitava. Enfiei minha viola no saco (de pano) e desisti.

Aliás, sacolas de pano são outro assunto delicado. Demora para acostumar, elas sempre estão: a) em casa quando você chega no mercado; b) no carro, quando você está passando as compras  no caixa. Agora que finalmente me acostumei, euzinha, sozinha, economizo uma média de 40 sacolas plásticas (aquelas das focas da Groenlândia, lembra?) por semana, ao carregar minhas compras de supermercado e afins em sacolas de pano das mais diversas procedências. Então o que explica o fato de hoje, uma segunda-feira, dia oficial da reposição do estoque doméstico, eu ser o único ser usando estas simpáticas sacolas retornáveis no super-mercado inteiro? Será que as pessoas não sabem? Será que esquecem? Será que acham que não fica bem? O negócio seria entrar na moda. Se fosse moda, quem sabe?

Uma coisa  aprendi: posso escolher como vou ser lembrada quando não estiver mais por aqui. Sei que já me acham assim, assim, pelas minhas manias esquisitas de voluntariado e comportamentos ecológicos, essa crença absurda de que eu posso fazer uma diferença. Mas, mesmo assim, decidi. Prefiro que me citem como alguém que travava suas pequenas batalhas diárias em nome de um ambiente mais limpo e de um futuro sustentável, do que aquela que cozinhava o melhor camarão na moranga do bairro. A receita do camarão eu posso deixar para a posteridade. Gente que vai cuidar melhor do ambiente, também.

Mais ideias em…

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Lixo na Grécia

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Ter tanto 

Ordem- caixas de madeira

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Ângela e Eloísa criaram um nome para seus tecidos que eu adoro: Faça de Conta – Panos Divertidos. Porque “Faça de Conta”, você pode estar se perguntando. A resposta é: faça de conta que você gosta de cozinhar, de ir ao supermercado, adora enxugar uma louça ou arrumar um armário.

Pois é, tem coisas que simplesmente precisam ser feitas. Então, que seja de forma bela e organizada.

Aventais que tornam a tarefa de cozinhar mais segura e bonita.

Se você tiver sorte, salvando O COZINHEIRO de respingos acidentais.

Panos de prato para enxugar a louça e enfeitar a cozinha.

Sugerindo soluções

Porta-travessas são práticos. Você chega com sua contribuição para a festa, de forma muito chique!

Para levar a lasagna de domingo.

Travessa segura e quentinha.

Arrumar malas tem seu lado positivo, pois em geral significam viagem, passeio, diversão. De qualquer modo, indo ou voltando, negócios ou lazer,  encontrar tudo arrumadinho lá dentro, que delícia!

Confusão geral.

Tudo arrumadinho.

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