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Archive for the ‘Personalização’ Category

Que sou fã absoluta de caleidoscópios, não é uma novidade. Eles costumam ser um dos motivos para que eu vá (feliz, devo confessar) à Feira de Artesanato do Largo da Ordem, um acontecimento dominical  tradicional em Curitiba e muito bem apresentado aqui pelo blog Circulando por Curitiba.

Gosto do caleidoscópio para ter e para presentear, e porque conversar com a Heidi é ótimo, ela sempre tem uma nova invenção para mostrar.

A novidade desse domingo, achei demais: um caleidoscópio que você pode abrir e colocar o que quiser para observar como fica. As contas e miçangas podem ser misturadas com outras cores ou você pode colocar um pedaço de lã, um toquinho de arame, uma mini pétala de flor seca. Inventar seu próprio caleidoscópio, fechar um olho e ficar ali, encantado pelas imagens que se formam.

Percebendo que tudo muda a cada instante, que o tempo passa, mas a gente dura uma vida. Contato com a Heidi que faz os caleidoscópios aqui.

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Prismas

Invisíveis

Bancos para a criançada

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Tem gente que consegue misturar ternura e poesia nas coisas mais inesperadas. Um sapo, um ovo, um passarinho, uma acerola, tudo tem uma historinha que enfeita. Assim é Emília Wanda, que com delicadeza me conta sua trajetória, definida pelo pai, tão encantado por Monteiro Lobato que deu a ela o nome da boneca falante e os caminhos profissionais trilhados pelo admirado escritor: “minha filha, você vai ser advogada ou artista”. Rendendo-se ao fato de que o estudo das leis não eram a sua praia, Emília Wanda seguiu a estrada que lhe restava: cursou Belas Artes. Dali já saiu trabalhando com cerâmica, a arte do detalhe nas miniaturas.

Curitibaninhos do tempo da Pia&Mia.

Minha família. Também Pia&Mia.

Dos tempos de estágio no Atelier Quintal.

Um mini-Advento.

Achou o óculos do Papai Noel? Tem o tamanho da ponta de um dedo.

Terminado o período da cerâmica, Emília Wanda se aventurou por outros caminhos. Com habilidade especial na compreensão das cores, percebeu que as mil plumagens de um passarinho se desvendavam coloridas diante de seus olhos. E os passarinhos começaram a surgir em telas e mais telas.

Hoje trabalha no Artemista e em seu atelier próprio. A volta à cerâmica era inevitável e agora cria tudo o que a imaginação permite: os passarinhos aparecem em formas e simpatia, os ovos para decorar a Páscoa, os coelhos com uma barriga que pode receber um doce mimo.

Atenção para o nariz em coração.

Um lugar para abrigar um docinho. E o rabinho… em coração.

Ovos de madeira.

Já deu para notar que Emília é uma produtora artística de muito recursos. Decora madeira com a Kamo na Artemista. É craque em personalização: pratos com a árvore genealógica de uma família, super presente para avós, e canecas com as características do presenteado.  Paredes sob encomenda, como a que fez na casa da minha querida amiga Mônica.

Emília arborizou a casa de Mônica.

Emília Wanda, a boneca que faz arte.

Saí de lá com esse presente.  Pipius e acerola. Dá para ser mais mimoso?

Na casa da Emília Wanda encontrei isso aqui. Mas isso é conversa para outra hora… que você pode ver aqui.

Encomendas? Ela gosta: emiliawanda@yahoo.com.br

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Artemista

Pontos fortes

Pomar

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As fadas continuam voando por aqui e dessa vez, ao invés de pousar em banquinhos, pousaram na caixa da Anna. Ideia da avó, que queria ter em sua casa uma caixa de criações, para as visitas da neta arteira em potencial, recheada de papeis coloridos, lápis de cor, cola, glitter, tesourinha, carimbos, adesivos e canetinhas (não sei vocês, mas eu também quero!). Foi presente de Natal, mas não deu bem certo… Anna decidiu confiscar a caixa e levar para a própria casa, nada de ver aquilo só de vez em quando. Resultado: avó Tânia viu a sua ideia para distrair a neta bater asas…

Amoras? Combinam com fadas? Vamos imaginar que sim. Então, aqui vai uma receita de Panna Cotta com Calda de Amoras (trazidas pela minha irmã da casa do meu cunhado). Panna Cotta é um pudinzinho bem simples e típico da Itália.

Panna Cotta

Ingredientes
500 ml de creme de mesa fresco (nata) líquida – acho que também deve dar para fazer com a cremosa, mas fiz com a líquida.
150 gr. açúcar
1 fava de baunilha (ou 1 colher de chá de essência de baunilha – melhor a fava, mas se não houver…)
3 colheres de chá de gelatina em pó incolor (se preferir menos firme, reduza um pouco a quantidade de gelatina).

Modo de fazer: abra delicadamente a fava de baunilha no sentido do comprimento. Umedeça a gelatina em pó com 2 colheres de sopa de água. Leve ao fogo uma panela com o creme, o açúcar e a baunilha e deixe chegar perto de ferver. Desligue o fogo e adicione a gelatina umedecida e mexa até dissolver bem. Se preferir, passe em peneira fina para prevenir pequenos grumos. Coloque em forminhas (usei as de cupcake da Marina – 6 forminhas) e deixe na geladeira por pelo menos 6 horas. Desenforme no prato em que vai servir passando uma faquinha nas laterais e cubra com a calda de amoras (ou outra de frutas vermelhas, como morango, framboesa, etc.). Uma receita de calda de morango está aqui.

Calda de Amora

Ingredientes
1/2 kg de amoras lavadas
1/2 xícara de açúcar
1/4 de xícara de água.

Modo de fazer: leve o açúcar e a água em uma panela para o fogo, até chegar quase em ponto de fio. Adicione as amoras e deixe levantar fervura. Se preferir as frutinhas mais macias, deixe cozinhar mais um pouco. Pronto.


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Familiaridades

Fadas no banquinho

Pratos e pudim

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Fadas e bailarinas habitam o universo infantil de meninas. Amam cor-de-rosa, bonequinhas, laços e fitas. Onde tudo isso começa? Já vem no pacote dos cromossomos XX ou o ambiente é que vai moldando essa feminilidade? Reflexões profundas, fiquemos na simplicidade dos banquinhos e suas fadas.

Para encontrar ideias para essas fadas, contei com a ajuda da Telma, do DesignEstudio72. Ela me deu ótimas dicas!

Tem mais banquinhos para crianças aqui.

Fadas-madrinhas. Quem não gostaria de ter uma?

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Snoopy em série

Como vivíamos sem?

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Bancos. Muitos bancos.



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Ocléris combina com as coisas que faz. Tem a beleza da terra que toca e transforma, através da arte cerâmica.

Descobriu que amava a argila e suas possibilidades quando fez um curso em São Paulo, em 1985. Veio morar com a família em Curitiba e foi se aprimorando no Museu Alfredo Andersen, no Centro de Criatividade, no Atelier de Escultura do Parque São Lourenço. Lapidou o talento despertado na FAP e virou artista.

As habilidades crescendo, as obras se multiplicando, foi preciso ampliar espaço e estrutura do atelier, instalado no quintal de casa, entre pequenas parreiras, violetas e suculentas, tudo concentrado e abrigando surpresas modeladas por ela.

O atelier cresceu.

E invadiu o quintal.

Surpresa na parreira.

Ocléris trabalha a cerâmica em alta temperatura e no rakú, sublinhando os conceitos da limpeza das formas e da valorização do essencial. Ganhou prêmios com seus “Seios da Terra”, quando buscou formas arredondadas, orgânicas e femininas, também representadas em sua série de frutos. No momento, explora a graça e o significado das bolsas das mulheres.

Os seios.

Os frutos.

As bolsas.

E desde o dia em que uma das filhas olhou para os muitos pedacinhos de cerâmicas usados em testes e jogados em um pote e disse: “Vamos fazer um colarzinho disso?”, Ocléris faz bijouterias lindas e personalizáveis. Sim! Eu vou lá e junto as peças nas cores que quero para combinar com determinada roupa!

Vamos fazer um colarzinho disso?

Ocléris tem uma banca na Feira do Largo da Ordem, aos domingos, em Curitiba, na R. Kellers, defronte aos quadros. Passe lá e conheça Ocléris e suas peças. Se quiser visitar o seu quintal, ligue: (41) 3353-1951. Se estiver longe, saiba mais aqui: www.joiaceramica.com.br

Conheço Ocléris e sua família há muitos anos, pois é irmã de uma amiga querida e distante. Sempre me faz bem ir na casa deles. Mas dessa vez foi ainda mais especial porque saí com uma mensagem para ir mastigando no carro: ela me conta que Marcelo (o marido) se dá muito bem com a mãe dela, que mora com eles e hoje precisa de muitos cuidados. Ao que eu comento: “Que bacana o Marcelo ser um genro tão dedicado”. E ela me responde: “Acho que a mamãe fez por merecer o carinho que recebe dele hoje”.

Será que estamos fazendo por merecer?

Cuba.

Algumas das fotos desse post são de Bianca Muzzillo, fotógrafa e filha da Ocléris. Veja mais sobre ela no www.biclick.com.br.

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Eu não falei?

Pela ordem – caixas de madeira

Cantos e encantos do rakú

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Por motivos diversos, mais camisetas foram produzidas.

Um dos motivos são as crianças que gosto de presentear. Essa foi para o Vicente, que do alto de seus quase dois anos de vida, decidiu que ama carros, e de preferência, vermelhos. E nós dois amamos Snoopy.

Carrinho vermelho, se faz favor.

Tenho lutas internas diárias: em um canto do ringue, a noção clara de que exercício físico faz bem e é necessário. No outro canto, saltitante e poderosa, uma preguiça gigante, além de um ódio por musculação e uma coluna em estado de pura decadência, que provoca dores e desculpas… Para me defender de mim mesma, então, precisei encontrar exercícios que sejam imperdíveis. E encontrei!

A hidroginástica é amada, principalmente porque permite, além do exercício, estreitar laços de amizades na água nas conversas de todos os dias. Enquanto o clube reforma e melhora, ficamos com o jazz. No jazz, se falto uma aula, perco a coreografia e na aula seguinte fico feito libélula sem rumo. Para me poupar do mico, simplesmente não falto. E adoro a combinação música dançante e passos que se renovam a cada dia, mantendo em forma também os neurônios Suzie e Barbie (Tico e Teco rebatizados).

Camiseta para o jazz. A professora e Snoopy dançarino.

Auto-retrato.

Outro motivo que vence a preguiça, é o sentir-se bem. Comecei a fazer yoga no Yoga Studio e vi dores e gemidos diminuirem significativamente. Bom motivo para não faltar, certo? E o clima charmoso da Praça Espanha também vale a travessia.

Snoopy no maior relax.

Mafalda na yoga.

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Snoopy na mesa

Contando histórias

Camisetas e gatos na Grécia

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Já que começamos a falar de personalização, vamos adiante. A graça do artesanato, nem sempre possível nos produtos industrializados, é a possibilidade que o consumidor tem de sentar na frente do artesão e dizer: “Está vendo essa cor azul nessa lista? Eu quero que seja vermelha”. Ou aquele que pega uma enorme caixa de madeira e diz: “Quero esse mesmo desenho, só que numa caixinha bem pequena, para guardar brincos”. Ou a amiga que gosta de um pano de prato que comprou e quer uma caixa com o mesmo desenho. E a gente consegue fazer bem ao gosto do freguês!

E nada me;hor que presentear com artesanato!

A Emília Wanda é craque em personalizar:

Pratos comemorativos.

Canecas com o nome e preferências do dono.

Árvores genealógicas. Quem não gosta?

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Árvore genealógica. Avós adoram.

Contador de histórias. Para cada criança, com o seu mundinho.

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Para uma loja de tapetes lindos.

Para um fotógrafo.

A caixa que nasceu de um pano de prato.

Placas personalizadas para bebês. Da Mari.

Raquel personaliza números de casas.

Número ao gosto do freguês. Raquel.

Uma caixa personalizada para um restaurante.

Chá na Gepetto Pizza & Cucina.

Mais personalização em…

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A poesia de Emília Wanda

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Os projetos de Emília

Detalhes

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