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Archive for the ‘Pássaros’ Category

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Uma vila da passarada.

Na casa de meus pais, onde os pássaros já vêm todos os dias em busca do café da manhã farto e garantido, agora também existem casinhas em profusão. Seria sorte deles se todas já não tivessem destinos traçados. Logo partirão dali para fazer felizes passarinhos de outras paragens.

Mas apreciem, deliciem-se com os detalhes que minha mãe Christa colocou em cada uma delas.

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Essa ideia, a da familiaridade, tem me encafifado. Ela fala de família, mas não se restringe a isso. Você pode se sentir familiarizado  com gente que nem encostou no seu DNA, enquanto com outros que têm o mesmo sangue que o seu fervendo nas veias, não há familiaridade nenhuma. Famílias são conceitos amplos e definidos por algo maior do que a genética.

Essa compatibilidade, esse sentir-se em casa com pessoas ou em certos lugares, é tão reconfortante que chega a doer. Uma música, um sabor, um cheiro, uma imagem. Todos os sentidos atuam como cúmplices na construção dessa sensação, impalpável mas poderosa. Você olha em volta e, por algum motivo indefinido, se sente acolhido, como se aquela pessoa ou lugar fossem um abraço, um colo quente, uma viagem no tempo. Isso. Acho que tem a ver com memórias, com coisas já vividas, com marcas muitas vezes inconscientes, essa sensação de ter, enfim, chegado.

Essa conversa de família lembra ninho, ninho lembra passarinho. E combina com a experiência que acabamos de viver em família, habitantes de apartamento que somos, de ver um ninho de sabiá, dos ovos ao primeiro voo do filhote. Foi lindo. A natureza é sempre surpreendente.

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E também lembra os passarinhos em bancos que acabaram de sair do forno. Um deles é declaradamente inspirado no blog que amo, o da Gennine e seus passarinhos maravilhosos.

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Para mais bancos: Aberta a temporada de bancos

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Adoro histórias que mostram que o acaso pode fazer pessoas descobrirem talentos insuspeitados.

Com Gogó foi assim. Fez curso de Artes Plásticas, ok, mas as dobraduras surgiram por outros caminhos. As primeiras aprendeu criança com o pai. Em 2007, trabalhando na clínica de uma amiga, entre outras atividades começou a ensinar origami, dobrando papeis coloridos e fazendo tsurus, passarinhos que a criançada adorava. Resolveram enfeitar a árvore de Natal da sala de espera com tsurus dourados, que encantaram as mães dos pacientes e … começaram as encomendas.

Com a sócia Guta, Gogó alçou voo com seus passarinhos delicadamente dobrados. Ganhou mais visibilidade com uma banca na Feira do Largo da Ordem e hoje dobra e dobra sem parar: faz lembrancinhas de batizado e casamento, adornos para doces, vitrines e grandes instalações em shoppings e afins. Participa de projetos que envolvem a comunidade, ensinando crianças e adultos a fazerem as dobraduras que depois farão parte de seus gigantescos móbiles. Um deles foi enviado ao Japão, fazendo parte de uma antiga tradição do país, Sadako e os 1000 pássaros de papel,  que explico logo abaixo.

Vitrine da minha loja preferida.

Pesquisando, Gogó ampliou suas dobraduras e partiu para o Kusudama, um origami modular. Cheio de pedacinhos dobrados, todos encaixados para construir essas formas. Coisa de gente bem detalhista e habilidosa!

E tem um passarinho dentro!

Tem coisa melhor que unir prazer com trabalho? Ter uma atividade que parece coisa de criança e ao mesmo tempor rende? O origami foi acontecendo por acaso na vida de Gogó e hoje é sua atividade profissional. É divertido, é colorido, mas definitivamente trabalhoso!

Clique aqui para ver outro post com as dobraduras de Gogó. E ela apresenta suas dobraduras também neste link.

Sadako – A Lenda dos 1000 Pássaros de Papel pela Paz.

Depois da destruição de Hiroshima em 1945, muitas doenças surgiram entre os sobreviventes. Uma das vítimas, Sadako Sassaki, com dois anos no dia da explosão, começou a sentir os efeitos da bomba atômica aos 12 anos. Seu diagnóstico: leucemia. Quando Sadako estava no hospital, uma amiga trouxe-lhe alguns papéis coloridos e dobrou um pássaro, um Tsuru, contando que é sagrado no Japão, vive mil anos e tem o poder de conceder desejos. Se uma pessoa dobrar mil Tsurus e fizer seu pedido a cada um deles, o pedido será atendido. Sadako começou então a dobrar Tsurus e pedir para sarar, porém sua enfermidade se agravava a cada dia. Sadako então desejou pedir a Paz Mundial. Dobrou 964 Tsurus até outubro de 1955, quando morreu. Seus amigos dobraram os Tsurus restantes a tempo para seu enterro. Mas eles queriam mais, pediram por todas as crianças que estavam morrendo em conseqüência da explosão da bomba atômica. E resolveram se unir para construir um monumento.
Estudantes de mais de 3.000 escolas no Japão e de 9 outros países contribuíram e, em 5 de maio de 1958, o Monumento da Paz das Crianças foi inaugurado no parque da Paz de Hiroshima. Todos os anos no Dia da Paz (06 de Agosto) pessoas do mundo inteiro enviam Tsurus de papel para o Parque. As crianças desejam espalhar ao mundo a mensagem esculpida à base do monumento de Sadako:
Este é nosso Grito
Esta é nossa oração:
Paz no mundo

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Meus pais viajaram. Já comentei aqui sobre o jardim da casa deles. E minha filha Marina também falou desse lugar, para uma neta, encantado.

Voltando. Meus pais viajaram e eu fiquei encarregada de alimentar os cachorros e passarinhos todas as manhãs. Abre casa. Desliga o alarme. Grita desesperadamente para os cachorros que aproveitaram para fugir. Alimenta dois cães carentes. Fim? Não. Aí vem a parte boa: os passarinhos.

Eles ficam empoleirados nos fios de luz, olhando fixamente para o jardim. Aguardando o café da manhã que se constitui de uma mistura que meu pai faz questão de preparar sozinho, pote por pote. Chega então a hora de colocar a comida no lugar adequado e me afastar.

Ainda bem que existem fotos para registrar certas coisas que pareceriam conta de mentiroso:

A fila começa a se formar.

A fila me observa.

Fome. Pressão.

O restaurante abriu!

E esse vídeo combina muito bem!

E um quadro da passarinheira, Emília Wanda.

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Uma vilinha

Casa de praia

Detalhes de uma casa de passarinhos

SONY DSCPomar na praça

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Muita gente tenta me convencer que ter casa na praia só dá problemas: areias lotadas, segurança, umidade, manutenção, carros com som estourando a passar lentamente (tenho vontade de fazer um levantamento estatístico: qual a probabilidade de que eles toquem uma música que a gente goste?). Motivos não faltam, mas é aqui  nessa casa de praia que minha tendência à nostalgia atinge seus picos de audiência.

Já acenei algumas características desse lugar quando falei da casa de passarinhos pintada por minha mãe. Aqui tem outras, antigas, agredidas pela maresia, mas que continuam lindas.

Casinhas poéticas. Já tiveram vários inquilinos.

Essa casa tem hibiscos. Por todo lado. Flor linda, que tem tudo a ver com verão e mar. Linda quando está na árvore, porque quando cai no chão…. Introdução para falar da transformação que ocorre comigo quando chego ao nosso lar catarinense: pronta para viver meus dias de Amélia, com todos os percalços da vida doméstica.  É casa de praia, simples, sem máquina de lavar roupa, sem máquina de lavar louça, sem aspirador de pó, sem uma santa para me ajudar todos os dias. Significa tanque, varal, vassoura, pano no chão. Maresia nas janelas, areia por todo lado, jardim para regar, calçada para varrer. O microndas pifou no primeiro dia, provavelmente vai voltar do conserto no dia que eu for embora.

Hibiscos por todos os lados.

Com esse panorama, fica difícil acreditar que eu goste daqui. Pois é isso tudo que eu adoro. Lavar uma roupa e poder vê-la secando no varal. Comprar flores aos montes e plantar por ali. Lidar com mangueira, água no pé, eta coisa boa!

E a nostalgia fica por conta da história. É a mesma casa onde minha avó passava as suas férias quando mocinha, onde minha mãe namorava meu pai, onde eu passei uma infância cheia de aventuras, onde meu irmão conheceu minha cunhada, onde meus filhos, sobrinhos e filhos de amigas fizeram castelos e vulcões de areia, pularam da pedra, fizeram guerra de bagas e caçaram sirí com lanterna. Comeram goiá, pegaram jacaré nas ondas e se lambuzaram com muitos picolés Seara. É a casa onde muitos já se divertiram e onde, espero, muita areia ainda vai rolar.

Essa casa é cheia de artesanato.

Quarto azul da cor do mar. Da Christa.

Outro lado do quarto azul da cor do mar.

Esse é da Jô. Um recado para meu cunhado Fabrízio.

Passarinhos marítimos da Emília Wanda.

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DSC04773Casa na Grécia

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Casa de avó

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Mais coisas de crianças!

Esses aventais são pintados pela Ângela.

Avental com a carinha da dona.

Uma história da qual a criança gostava.

Para quem vive com a cabeça nas nuvens, inventando arte.

E a Emília Wanda contribui com suas miniaturas.

Anjos para quem nem sempre é tão anjo…

Tem até passarinho-criança!

Baby bird.

No mundo infantil, você vai gostar de…
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Snoopy em série

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Banco de golfinhos

Camisetas e quadrinhos

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A Emília Wanda tem passarinhos novos em folha, que combinam com a chegada da primavera. Ela costuma complementar suas telas com detalhes delicados e agora, para homenagear a estação, usou flores.

Contato com Emília Wanda

emiliawanda@yahoo.com.br

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Passarada

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Novidades de Emília Wanda

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