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Archive for the ‘Lazer’ Category

 

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Na casa da praia é assim: me sinto feliz por não fazer nada e desesperada por não fazer nada. Bem assim, contraditória mesmo. A solução encontrada, então, é achar o que fazer na própria casa. E eu achei.

Pintei uns descansa-panelas para presentear vizinhas.

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Achei uns pedaços de madeira velha que sobraram de um pequeno armário devorado por cupins. Lixa daqui, lixa dali, nasceram três quadrinhos espalhados pela casa, com peixes, é claro.

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Mexeram no muro, o que fez desaparecer a pinturinha que eu tinha feito há alguns anos com uma vista da praia. Resolvi pintando outros pedaços do muro, com a companhia de minha filha Marina.

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Fiz tie dye. Adorei essa brincadeira, me deu vontade de sair tingindo tudo. Essa foi uma toalha para a mesa da sala. Em breve, mostro em outro post como fiz.

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E essa caixa para o Rummikub, jogo amado pela família desde que meus filhos eram pequenos. Se não conhece o jogo, vá atrás. É ótimo.

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E pedras, muitas pedras. Aqui.

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Você vai ver mais mar em…

DSC01093aMadeira na Grécia

DSCN2133Banco de praia

DSC03307Pedras e panos

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Cada morador vê em sua cidade seus cantos preferidos. Aqui em casa temos os nossos, aqueles em que a gente gosta de ir em dias ensolarados, outros que combinam com uma chuvinha e os perfeitos para frequentar com amigos. Curitiba se dedica há algum tempo a revitalizar alguns bairros ou ruas, muitas vezes quase ressuscitando lugares com novas calçadas, iluminação, promovendo eventos e facilitando acessos.

A Praça Espanha deve seu novo vigor principalmente ao esforço dos moradores e comerciantes da região, que se mobilizaram e colocaram a praça de volta no mapa curitibano.

Gosto de ir lá. Comidinhas, antiguidades, banco de praça, biblioteca. Combinação perfeita.

Farol do Saber

Feira de Antiguidades. Sempre de olho em um cálice para minha coleção.

Para ver mais Curitiba:

Morar em Curitiba – Museu Oscar Niemeyer

Morar em Curitiba – Morretes

Morar em Curitiba – Gelada

Morar em Curitiba – ParCão

Morar em Curitiba – Casa da Bruxa

Você também pode gostar de…

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Minha Curitiba

Cor de pinhão

Madeira com história

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O que você  acha que é uma coincidência? Coisas similares que acontecem com a gente assim, do nada? Ou uma força indefinida que faz você encontrar em Nova Iorque o mesmo livro que acabou de abandonar no Brasil, ou ligue o rádio e exatamente aquela música que você está tamborilando na cabeça desde que acordou está tocando? Ou sem a menor explicação, você sente um cheiro e se lembra da sua torta preferida, a de morango que sua mão fazia nos teus aniversários e 10 minutos depois liga uma amiga querida, e entre outras amenidades te diz “Sabe a torta de morango da tua mãe? Estou fazendo para o Enzo…”. Justamente porque não sei explicar é que coincidências me fascinam tanto!

Toda essa conversa para introduzir o assunto principal: a Elena, de um blog italiano que visito e acho lindo, fez um post onde dizia que, como Amélie Poulain gostava de afundar as mãos entre os legumes e quebrar a crosta do creme brulée, ela também resolveu se perguntar sobre coisinhas que lhe traziam alegria, enquanto esperava na fila do correio.

E a coincidência? No mesmo dia, encontrei esse blog, que sugere que a gente dedique 15 minutos por dia para fazer algo de que a gente realmente goste.

Inspirador, certo? Primeiro pensar e depois fazer. Pois eu tenho minha lista e pretendo executar o que for possível. E muito mais, porque a gente adora fazer muitíssimas coisas, só não tem tempo para priorizá-las. Ou fazê-las de maneira consciente:  “Agora eu estou fazendo isso porque gosto e porque mereço”…

Sombra de árvore em dia quente.

Andar à noite na areia morna, que guarda o calor do dia.

Descascar tangerina. O cheiro, o sabor.

Música dos anos 70 e 80. De preferência, para dançar!

Alcachofra. Principalmente o gostinho que fica na língua no final.

Começar um livro. Abrir na primeira página e reler várias vezes as primeiras linhas e ficar com vontade de um dia escrever um…

E também sugiro uma releitura desse texto da Martha Medeiros que fala disso e está nesse post.

Imagens: WeHeartIt, Pinterest.

Mais coisas que você pode gostar!

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Paixões vividas

Recomendo

Sabedorias

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Curitiba é conhecida pela quantidade e qualidade de seus parques. E são muitos, mesmo, e um é especial, o Bosque do Alemão. Além de estar imerso em uma floresta com grandes escadarias e estruturas de madeira, ele tem um caminho dentro do bosque onde andando, de tempos em tempos, você encontra painéis de azulejos que contam a história de Hänzel und Gretel (João e Maria). Bem no coração dessa pequena floresta está a Casa da Bruxa, que no nosso caso é uma simpática velhinha que, ao invés de comer criancinhas, prefere contar histórias para elas. A casa abriga uma biblioteca onde meninos e meninas podem deixar a imaginação voar, ao pé de uma lareira acesa, quando o frio por aqui aperta.

Estruturas de madeira e vista de Curitiba.

João e Maria nos azulejos. Dá vontade de deixar pedrinhas marcando o caminho.

Casa de Bruxa. Boa, porque conta história!

Tem bolacha da D. Erika no Bosque!

Falando em crianças e livros, me lembrei de mim, criança, e da minha relação com livros. Dá pra fazer uma lista das coisas que esse simples pensamento me traz:

1. as coleções da Condessa de Sègur e da Laura Ingalls que embalaram minhas fantasias de menina. Colonização americana e governantas faziam parte do meu imaginário.

2.  minhas caminhadas pelos corredores do Sion, feliz feito um cabrito, mas controlada nos passos como a educação rígida exigia (não me matou. Será que não é disso que nossos filhos sentem falta?). Lá ia eu pegar mais um livro para encher a minha ficha de biblioteca.

3. na casa de meus avós, em Blumenau, nas frias férias de julho, a alegria que sentia ao encontrar as coleções de Condensados da Seleções de meu tio Werner, livros em português! Meu avô era um leitor que levava a coisa a sério, mas só lia (e falava) em alemão.

E falando em crianças e livros, também me veio o filme You’ve Got Mail, que tem essa biblioteca:

E essa cena:

Essa conversa sobre livros e crianças tem um objetivo, você já deve ter percebido, certo? O Dia das Crianças está chegando e esse é um excelente momento para você analisar livros infantis que tiver em casa. Ou arrecadar com pessoas que conheça. E gibis, sempre! E não precisa ser só livro infantil, pois hoje temos diversos destinos para os livros que você pode “soltar” de suas estantes. Chega de prender livros. Eles estão loucos para seguir viagem.

Se for de Curitiba, encaminhe-os para nós, para a Freguesia do Livro.  Se for de algum outro lugar, procure iniciativas como a nossa, existe muita gente incentivando a leitura por aí. Para saber mais sobre esse trabalho: www.freguesiadolivro.com.br

Três coisinhas para encerrar esse post compridíssimo:

1. quando fui tirar as fotos no Bosque do Alemão, vi um taxi parado na frente do parque e seu motorista catando amoras! Aproveitei também!

2.  Onde gosto de ler: A a combinação cama-abajour-livro para mim é imbatível, e com um friozinho lá fora, então, sensacional. Ok, a cama pode ser substituída por sofá, rede, toalha na areia, cadeira macia, colo. Ponto de ônibus, saguão de aeroporto, assento de avião, sala de espera de dentista, quem se importa. Relação sem endereço, ela acontece em qualquer lugar.

E você, onde gosta de ler? Conte-me, por favor.

3. Agora chega! Mais uma cena de um filme que gosto e que tem toda a história relacionada a um livro que precisa ser encontrado para que tudo dê muito certo. E o livro é o Nos Tempos do Amor e do Cólera, de Gabriel García Marquez. Sensacional.

Para saber mais sobre o Bosque do Alemão, visite o blog Circulando por Curitiba.

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Jabuticaba

Perca um livro

Antes dos livros

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Atrás do já mencionado Museu Oscar Niemeyer existe um espaço para lá de democrático: o Parcão. É um gramado grande, nas beiradas do Parque do Papa (essa cidade tem parque para tudo, ainda bem), onde cães de todas as raças e seus donos passeiam pacificamente. Entre rosnados e lambidas, regras de higiene e convivência mantêm o clima super agradável. Tomei emprestadas do Vinícius Rosnoski essas fotos que mostram a delícia que é.

Eu também tenho uma gracinha em casa. Mas ela não frequenta o Parcão porque tem certeza de que não é um cachorro, mas sim uma pessoa bem baixinha…

Luna, a pequena.

Continue passeando por Curitiba:

Morar em Curitiba – Museu Oscar Niemeyer

Morar em Curitiba – Morretes

Morar em Curitiba – Gelada

Morar em Curitiba – Casa da Bruxa

Morar em Curitiba – Praça Espanha

Morar em Curitiba – O MON por dentro

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Gatos gregos

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Morretes

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