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Archive for the ‘Infantil’ Category

Camisetas pintadas com cara de mar. Uma sereia para a sobrinha romana e um gato para Ielena, que fez aniversário em Leros. Improvisei com o moinho típico da ilha, ficou médio, mas ela adorou. E ficaram camisetas em branco por lá, aguardando a próxima visita.

Baseado nesse moinho:

E já que começamos a falar dos gatos (milhares) da Grécia, aqui vão imagens de alguns.

Cadê o gato?

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Ganhei um presente que me encantou de muitos modos, porque é lindo, é útil, é típico daqui e ainda combina com esse blog: consumo consciente e reciclagem, dois temas recorrentes.

Então não resisti e resolvi conversar com a Maria Fernanda, que faz esses lápis de pinhão, e mostrar essa ideia simpática. Motivada pela vontade de ajudar de algum modo, essa professora de Educação Física que atualmente revende produtos da Natura, viu em uma revista de artesanato um jeito de reaproveitar restos de lápis-cera (aqueles que nem a mais econômica das pessoas consegue usar, toquinhos que a gente pensava imprestáveis).

Procurando as forminhas em casa de festas para moldar os novos lápis, Maria Fernanda encontrou os moldes de pinhão. E nasceram os pinholápis ou lapinhões, como queiram. Não ficaram o máximo? E eles têm um formato bom para desenhar.

A produção depende de doações, escolas e famílias que recolhem e encaminham para Maria Fernanda fazer todo o processo de separar as cores, derreter em banho-maria e colocar nas formas. As cores que surgem são as básicas e mais todas as possibilidades que pequenas misturas proporcionam. Quando prontos, são embalados e vendidos para reverter recursos para a Campanha da Vaquinha e para presentear crianças do entorno do Hospital e Leprosário de Piraquara, para pacientes com hanseníase.

                                         Você vai ver mais cores e pinhões em….

Cor de pinhão

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Nozes carameladas

Verde oliva e roxo uva

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Sempre te vi, sempre te amei. Mas nunca em ti me aventurei.

Declaração de amor às aquarelas e confissão de que me arrisquei a ilustrar uma historinha que escrevi. Não fazia ideia de por onde começar, o que precisava comprar. Aí, olhei minha enorme quantidade de tintas, lápis de cor, guaches e que tais e, na minha antiga e abatida caixa de lápis Caran D’Ache, vi escrito, pasmem, Aquarelável. Fácil, barato e ali, à mão. Restava saber como fazer. Nada melhor do que o velho método de acerto e erro. Mais erro que acerto, ok, mas uma delícia. Ilustrei do jeito que deu  e perdi muito da qualidade ao digitalizar. Ao vivo são mais bonitas. Antes de ilustrar algo novamente, vou ter que me informar como meus desenhos em papel podem ser devidamente aproveitados.

No final coloco um vídeo que mostra o quanto a minha tentativa é meio patética.

O vídeo é lindo, o blog da Gennine é um encanto total. Não deixe de dar uma olhada.

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DSCN3728Palavras para Isabella

Contando histórias

Você tá feliz?

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Eleni e Claudia são mãe e filha. Juntas, há 15 anos,  resolveram bordar o enxoval da neta e sobrinha Marcela que estava por nascer. Ali começava uma produção em parceria que se desenvolve até hoje, cada vez mais detalhada e delicada. É tudo tão caprichado…

Elas atendem em casa. Têm sempre um belo estoque e aceitam encomendas:

khrodys@hotmail.com

(41) 3252-7217/ 9182-7326

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Fofuras de feltro

Mickey no banquinho



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Os banquinhos que fiz há algum tempo estão ganhando companheiros. A encomenda envolve fadas, Mickeys e Batmans. Comecei pelo Mickey, que vou mostrar aqui. Não sem antes comentar o quanto os desenhos animados antigamente eram mais doces. Nem sempre políticamente corretos, com Tom correndo sempre atrás de Jerry, Zé Colmeia roubando mel, Manda-Chuva querendo tirar proveito sempre… mas eram de uma ingenuidade hoje rara.

Aos bancos. A etapa inicial é uma intensa pesquisa em que tive de recorrer ao meu amigo Google, já que aqui em casa não temos mais revistas em quadrinhos.

Em seguida, o desenho vai para o banco.

E prontos ficaram assim.

Pé de Mickey!

Disney embalou muitas infâncias e seus desenhos são clássicos que encantam gerações. Suas ideias não envelhecem. Vamos à lista de preferidos? Esse é o meu. E o seu, qual é?

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Curitiba é conhecida pela quantidade e qualidade de seus parques. E são muitos, mesmo, e um é especial, o Bosque do Alemão. Além de estar imerso em uma floresta com grandes escadarias e estruturas de madeira, ele tem um caminho dentro do bosque onde andando, de tempos em tempos, você encontra painéis de azulejos que contam a história de Hänzel und Gretel (João e Maria). Bem no coração dessa pequena floresta está a Casa da Bruxa, que no nosso caso é uma simpática velhinha que, ao invés de comer criancinhas, prefere contar histórias para elas. A casa abriga uma biblioteca onde meninos e meninas podem deixar a imaginação voar, ao pé de uma lareira acesa, quando o frio por aqui aperta.

Estruturas de madeira e vista de Curitiba.

João e Maria nos azulejos. Dá vontade de deixar pedrinhas marcando o caminho.

Casa de Bruxa. Boa, porque conta história!

Tem bolacha da D. Erika no Bosque!

Falando em crianças e livros, me lembrei de mim, criança, e da minha relação com livros. Dá pra fazer uma lista das coisas que esse simples pensamento me traz:

1. as coleções da Condessa de Sègur e da Laura Ingalls que embalaram minhas fantasias de menina. Colonização americana e governantas faziam parte do meu imaginário.

2.  minhas caminhadas pelos corredores do Sion, feliz feito um cabrito, mas controlada nos passos como a educação rígida exigia (não me matou. Será que não é disso que nossos filhos sentem falta?). Lá ia eu pegar mais um livro para encher a minha ficha de biblioteca.

3. na casa de meus avós, em Blumenau, nas frias férias de julho, a alegria que sentia ao encontrar as coleções de Condensados da Seleções de meu tio Werner, livros em português! Meu avô era um leitor que levava a coisa a sério, mas só lia (e falava) em alemão.

E falando em crianças e livros, também me veio o filme You’ve Got Mail, que tem essa biblioteca:

E essa cena:

Essa conversa sobre livros e crianças tem um objetivo, você já deve ter percebido, certo? O Dia das Crianças está chegando e esse é um excelente momento para você analisar livros infantis que tiver em casa. Ou arrecadar com pessoas que conheça. E gibis, sempre! E não precisa ser só livro infantil, pois hoje temos diversos destinos para os livros que você pode “soltar” de suas estantes. Chega de prender livros. Eles estão loucos para seguir viagem.

Se for de Curitiba, encaminhe-os para nós, para a Freguesia do Livro.  Se for de algum outro lugar, procure iniciativas como a nossa, existe muita gente incentivando a leitura por aí. Para saber mais sobre esse trabalho: www.freguesiadolivro.com.br

Três coisinhas para encerrar esse post compridíssimo:

1. quando fui tirar as fotos no Bosque do Alemão, vi um taxi parado na frente do parque e seu motorista catando amoras! Aproveitei também!

2.  Onde gosto de ler: A a combinação cama-abajour-livro para mim é imbatível, e com um friozinho lá fora, então, sensacional. Ok, a cama pode ser substituída por sofá, rede, toalha na areia, cadeira macia, colo. Ponto de ônibus, saguão de aeroporto, assento de avião, sala de espera de dentista, quem se importa. Relação sem endereço, ela acontece em qualquer lugar.

E você, onde gosta de ler? Conte-me, por favor.

3. Agora chega! Mais uma cena de um filme que gosto e que tem toda a história relacionada a um livro que precisa ser encontrado para que tudo dê muito certo. E o livro é o Nos Tempos do Amor e do Cólera, de Gabriel García Marquez. Sensacional.

Para saber mais sobre o Bosque do Alemão, visite o blog Circulando por Curitiba.

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Minha mãe pediu ao seu marceneiro para fazer um modelo antigo de banquinho, prático por ter um orifício para carregá-lo por aí. Olhando-os, imaginei crianças se deslocando por suas casas, banquinho na mão, escolhendo onde vão sentar os seus corpinhos ou as estantes que vão poder alcançar. Não resisti!

Uma menina, delicada e bailarina, só podia ter um banquinho cor-de-rosa e tendo como tema o ballet.

Um menino que gosta de animais, partimos para um tigre.

E o que gosta de carros…. um banco motorizado!

O que gostei nesse modelo de banqueta é que seus pés possibilitam aproveitar o espaço para desenvolver o tema.

Veja MUITOS mais bancos aqui:

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Mais bancos para crianças em Fadas no banquinho e Mickey no banquinho.

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