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Archive for the ‘Grécia’ Category

O mar de Leros – Grécia.

Vou até ficar em silêncio.

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É pau, é pedra

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Comecei essa série grega mostrando o infinito azul da Grécia. Encerro com o dourado do pôr do sol, um espetáculo diário que só é superado em grandeza pelo céu estrelado que sempre vem em seguida.

Acompanhe o apagar das luzes e, comigo, torça, para que possamos viver tudo isso outra vez. Ou melhor, pense que o sol se põe todos os dias perto de você. Procure uma brecha, estique o olhar e valorize esse momento.

O sol se põe em todos os cantos do mundo, todos os dias. Esse é o meu por do sol, que vejo de perto de minha casa. O outro é da janela do apartamento de minha irmã, feita pelo cunhado. Tudo em Curitiba. E você? Tem um por de sol que gostaria de compartilhar? Mande uma foto no meu email: jmbibas@gmail.com e logo faço um post com as imagens que vierem.

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Em um pequeno período de tempo  você repetiu mais de 1000 vezes: “Que azul! Que azul“!!

Voltou com os pés em petição de miséria. Secos, secos, secos.

E o cabelo transformado em algo indescritível. Ao menos você descobre porque as gregas conseguem fazer coques lindos com seus cabelos – eles são impossíveis de pentear.

Voltou com panturrilhas da pernas saradíssimas de tanto subir e descer ladeiras.

Ou descobriu que a vida em cima de uma Vespa é tudo de bom.

Não sabe mais como vai viver sem lula à dorée.

Descobriu que corvos podem ser muito interessantes.

Se sentiu no meio de uma panela de pressão pelo enorme barulho das cigarras cantando.

* todas as imagens foram retiradas do Pinterest e We Heart It.

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Farofa grega

O termo farofeiro vem dos piqueniques regados a frango com farofa que acontecem nas praias do Brasil. Pois venho por meio desta lhes comunicar que na Grécia também rola uma farofa.

Sanduíche e sudoku.

Frutas geladinhas.

Frapê de nescafé gelado. Delícia grega.

Sonzinho. Discreto, mas com música boa.

Mas também, quem tem vontade de sair dessas praias…? O negócio é ficar por ali mesmo. Almoço, café da tarde, soneca, sem arredar o pé.

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Como não podia deixar de ser, livros me acompanharam para Leros. Li dois enquanto estive lá.  E lá ficaram, para a biblioteca informal da casa, composta de livros de diversas procedências. Nas estantes descansam livros em grego, italiano, inglês, português, francês. Quem chega, deixa o livro que acabou de ler e se serve do seguinte. É bom porque a gente sempre encontra algo que interessa.

Livros em movimento. Meu trabalho na Freguesia do Livro. E tem também a ideia do restaurante de Franco, o Fontana di Trevi, que fica na praia de Laki, um dos portos de Leros, onde esse italiano mantém uma biblioteca para (que poético) velejadores do mundo inteiro que passam por lá. A tripulação ancora o barco, desce para uma boa macarronada e troca o livro. Assim, livremente. O livro pode ir para nunca mais voltar, zingrando mares e aventuras. Poético, novamente.

Franco começou a biblioteca há 3 anos com uns 10 livros. Hoje são uns 500. Os livros são deixados principalmente pelos velejadores que por ali passam. Ele calcula que o trânsito de livros deste bookcrossing chega a 3 ou 4 vezes sua atual biblioteca. Ou seja, 1500 a 2000 livros já foram levados e deixados ali!

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Na nossa casa em Leros existe um livro que convida nossos hóspedes a deixar algo escrito contando o que a casa trouxe para eles e a marca que deixaram durante sua estadia. Junior pintou muros e Ângela pintou uma cadeira. Tudo mostrado aqui.

Mas o maior produtor de coisas interessantes é meu cunhado Fabrizio, um escritor e marceneiro aprisionados em um entediante emprego administrativo em Roma. Ele escreve fábulas para crianças e sempre que sobra um tempinho, cria peças com madeira. Em Leros aproveita tudo o que encontra pela frente, pedaços de madeira, as janelas que foram trocadas na casa, móveis abandonados pela rua. Como madeira é comigo mesmo, nos divertimos nas nossas férias.

Antigas janelas da cozinha.

Virou um lindo armarinho embaixo da janela do quarto. Ideia e obra de Fabrizio.

Junior pintou muros.

Ângela e eu pintamos cadeiras que viraram mesinhas de cabeceira. Encontradas na rua.

O espelho que a Kamo e Emília pintaram e que eu ganhei da Raquel, agora enfeita a entrada da casa.

A bandeja que pintei aqui e levei para lá e que carrega delícias do café da manhã.

Uma tábua antiga dando sopa… virou cabideiro. Por Fabrizio.

E para quem ficou interessado nos versos de Fabrizio no livros de visitas, aqui vai a tradução (livre, bem livre): Bem-vindo a essa casa, Você que de tão longe vem, Agora tem uma missão, Pode responder como lhe convêm. Diga-me quem você é, O que faz e de onde vem, A tua história muito nos agrada E meu coração encherá também. Sou uma casa antiga e distante, Que se enriquece com todos vós. Diga-me o que trazes do teu lar, Sejam pensamentos ou “bois”. E assim, antes do seu retorno, Diga-me o que me deixou. A tua marca ficará comigo para sempre, mesmo se apenas uma pedra você pintou. Fabrizio tem um blog onde mostra todo o processo da construção do armário: www.fabbroscrivano.blogspot.com

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Banquinho de praia

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O ritmo de um dia em Leros é sempre tão parecido que a gente perde totalmente a noção de tempo. Deve ser o sol sempre garantido que faz todos os dias serem meio iguais, sem as interrupções que dias de chuva propiciam, com leituras de bons livros, baralhos e afins.

Então, todos os dias, na ilha, a gente toma um café da manhã bem comprido, vai para a praia lá pelas 11 horas (filtro 50 e guarda-sol, juro) e por lá fica até o final da tarde. Volta para casa, banho, cozinha e vai passear. Aí surgia um problema: onde carregar o dinheiro, a fivela, a tiara que segura os cabelos destroçados pelo vento? A solução encontrei no blog da Chria. Namorei a bolsinha e, como fui a Blumenau, aproveitei para conhecer Chris e sua bonita loja.

Em poucos dias, chegava aqui em Curitiba minha bolsa linda em uma caixa cheia de mimos. Tudo perfeito. A bolsa foi para Leros, foi bem usada nos meus passeios e lá ficou, se tudo der certo, me esperando para o ano que vem.

Conheça o Sweetblogchria.

Bolsa lá, me esperando. Sorte dela.

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