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Archive for the ‘Escritos’ Category

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Meu cunhado italiano Fabrizio Manili é multitarefas: escritor, marceneiro, humorista amador, pizzaiolo, arrumador-de-tudo-que-aparecer-pela-frente e… tem até um emprego, que não sei explicar do que se trata, algo informático e complexo. E tem uma letra linda.

Ele escreve fábulas personalizadas, adaptáveis para crianças que assim o desejem. Muito legal.

Agora ele inventou outra coisa mais bacana ainda – escreveu um Guia de Viagem para Roma, também personalizável, que faz com que pequenos turistas que cheguem à Cidade Eterna sejam os personagens de uma grande aventura: resolver os 7 mistérios  que se escondem em locais como o Coliseu, a Fontana di Trevi e a Basílica de São Pedro.

PicMonkey Collage

Já pensou, você ter uma criança que faz questão de ir conhecer esses pontos turísticos para se sentir ainda mais parte da história?

Achei o máximo. Como a história precisava ser apresentada em várias línguas, fui escalada para traduzir para o português. Então, funciona assim: está indo para a Itália e com você vai um filho, uma filha, um neto ou criança qualquer? Você pode personalizar um Guia de Roma para ele/ela: quando fizer a reserva do hotel, já encomenda o livro que estará no seu quarto quando vocês lá chegarem.

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Ou só quer ter o livro com uma história super legal sem sair do Brasil? Entra no site, preenche o questionário, paga (pouquinho) e o livro vai ser diponibilizado para você na Amazon em poucos dias!

A história é muito divertida e, de brinde, ainda ensina algumas coisinhas sobre 7 cantos de Roma. Recomendo.

O site onde tudo se resolve: www.fabbroscrivano.com

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Madeira na Grécia

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Livros e leituras

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Abriu a porta e foi

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Bartolomeu é um elefante. Nasceu da necessidade de sossegar duas crianças inquietas em uma viagem de carro. Assim como nasceram tantas outras histórias, inventadas, incríveis e logo esquecidas em algum canto da mente atarefada de uma mãe, na hora de dormir diante do nosso Contador de Histórias. Mas Bartolomeu ficou. Virava e mexia, a gente se lembrava dele.

Passaram-se muitos anos, meus filhos Leo e Marina são pra lá de grandes já. Eu resolvi aprender a desenhar e passei a frequentar aulas no Solar do Rosário, com a Mari Inês Piekas, ilustradora incrível aqui de Curitiba. Dá para ter uma ideia do trabalho detalhista dela, só pela quantidade de passarinhos nessa imagem…

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Passou-se lá um ano, desenhei frutas, verduras, sombreados, hachuras, virei fanática por lápis de cor, pincéis, grafites, lápis pastel e coisas do gênero. Desenhei uma porção de coisas que aparecem aqui pelo blog, sempre na base da muita diversão e pouco compromisso. Fui descobrindo que desenhar é louco de bom, mas que eu não sou louca de boa nisso. Mesmo assim, resolvi dar vida ao Bartolomeu. Ele foi aparecendo e resolvi fazer dele um livro. Para conviver melhor com o resultado e minhas expectativas, dei mais voz ao meu lado artesão e pedi que o pessoal da Insight, que editou o livro e trabalhou as imagens, o deixasse assim, com cara artesanal, nada muito perfeitinho. Como minha professora Mari Piekas participou do processo de criação (e porque sou muito fã dos desenhos dela), a convidei para criar a ilustração central, que ficou apenas… sensacional. Não mostro aqui porque é a surpresa da história.

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A Coceira de Bartolomeu conta a história do simpático elefante Bartolomeu que precisa resolver um problema e sai em busca de uma solução que seja boa para todos, não apenas para ele. Uma oportunidade para conversar sobre superação de dificuldades, respeito à diversidade e convivências.

A Coceira de Bartolomeu“, da Editora Insight, também conta com ilustrações de Mari Inês Piekas, apresentação de Marilza Conceição.

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O Bartolomeu tem uma página no Facebook, acompanhe.

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nuncaTudo aquilo que nunca fiz

Captura de Tela 2012-10-07 às 18.49.44Um livro

FullSizeRender_3Do que me lembro

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Chalk-Line

Cismei que queria um quadro negro para minha cozinha. E ele, como o próprio nome diz, precisava ser negro, e não verde, como os que encontramos em qualquer papelaria.

Por isso, acabei fazendo um. Contei com a ajuda de quem faz todas as molduras de meus quadrinhos-mil. Moldura e dimensões definidas, pedi que ele cortasse uma prancha de mdf no tamanho e a deixasse acessível para a pintura.

Munida de tinta específica para quadro negro (negra, certo?), pincel e rolinho para uniformizar a superfície, o meu sonho se realizou.

Escolhi frase, letras, giz e pronto, lá está ele na minha cozinha.

E eu aqui, feliz.DSC_0621

DSC_0624 DSC_0626 DSC_0640 DSC_0643* frase do Mia Couto.

E pelo que vi no Pinterest, essa latinha cheia de tinta para quadro negro vai ter vários destinos.

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DSC_0170Eu não falei?

Captura de Tela 2012-11-17 às 11.26.51Registros

treeFrases 

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Que tal criar presentes? Mão na massa e dar de presente algo que você mesmo fez? Aqui no ArteAmiga já falamos de tudo – alguma ideia você há de gostar de fazer, algum talento você há de ter.

Faça um quadro-negro. Fácil, moderninho e, de quebra, útil: dá para fazer lembretes e deixar muitos recadinhos.

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Mesmo que não seja exímio(a) cozinheiro(a), prepare Mango Chutney. É muito fácil, basta seguir a receita, ter todos os ingredientes, jogar tudo numa panela e depois de uma hora você tem vários potinhos lindos para dar de presente. Mango Chutney é um creme agridoce cheio de especiarias e um aroma delicioso que acompanha carnes ou batatas assadas,

Aqui

Que tal bolachinhas de gengibre? Essas exigem um pouco mais de habilidade culinária, mas é lindo ver aquelas fornadas cheirosas saindo cheias de biscoitos dourados. Encha um pote, uma cestinha, envolva em celofane e pronto.

Aqui

Presenteie suas receitas preferidas. Já fiz isso. Comprei um caderninho lindo e nele escrevi muitas das minhas receitas de doces e comidas do cotidiano. Dei de presente para minha irmã que estava indo morar no Peru (devidamente fotocopiado para o resto da família).

Aqui

Faça cartões de visita para alguém que quer divulgar o seu trabalho. Super fácil e fica muito bonitinho.

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Aqui

Asse um bolo. Siga uma receitinha e pronto. Vai agradar.

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Aqui

Personalize. Sem os gastos e empenho de tempo do scrapbooking, simplesmente reúna fotos do presenteado e faça um álbum. Complemente com comentários e passe a mensagem que quer: de amor, de amizade, de saudade.

Aqui

Sabe desenhar? Para uma criança pequena, faça um contador de histórias. Se desenho não for a sua praia, faça assim mesmo, com fotos, recortes de revista, ilustrações que você procura na internet. E veja como usar aqui.

DSCN3624Aqui

No último verão me aventurei nos tingimentos: dá pra criar muita coisa em camisetas, toalhas de mesa, cortinas. Um tapa no visual e um presente exclusivo com o tie dye.

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Um doce fácil, rápido e delicioso, a Palha Italiana. Faça, corte em pedaços, envolva em açúcar e coloque num pote de vidro. Amarre uma fita dourada e parta para o abraço. A receita está explicadinha aqui (e feita pela minha filha Marina):

A árvore genealógica da sua família. Vale desenhar ou copiar de algum programa da internet que faça isso. Reúna informações e fotografias e resuma a história da sua família.

DSCN2396Aqui

 Escreva. Faça um verso, descreva um sentimento, enalteça qualidades. Escritos ficam. Quer surpreender ainda mais? Ponha num envelope e mande pelo correio.

                                                                    

Aqui

Se tudo parecer estar perdido, pinte pedras. Fáceis de encontrar e de realizar.

DSCN3221Daqui

DSC03370Aqui

Por fim, olhe em volta. E doe. Um livro, um brinquedo, uma roupa, um abraço, seu tempo. Alguém está precisando desse seu presente, tenho certeza.

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DSCN3594Abanque-se

DSC_0201Bandejas e cashemiras

Natal lembra vermelho

 

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Natal virou consumo, gastos obrigatórios, orçamentos apertados. E uma mesmice na hora de presentear: uma roupinha, um creme ou perfume, o livro da moda. Que tal inovar? Criar presentes? Aqui já falamos de tudo. De alguma ideia você há de gostar, algum talento você há de ter.

Mesmo que não seja exímio(a) cozinheiro(a), prepare Mango Chutney. É muito fácil, basta seguir a receita, ter todos os ingredientes, jogar tudo numa panela e depois de uma hora você tem vários potinhos lindos para dar de presente. Mango Chutney acompanha carnes ou batatas assadas, um creme agridoce cheio de especiarias.

Que tal bolachinhas de gengibre? Essas exigem um pouco mais de habilidade culinária, mas é lindo ver aquelas fornadas cheirosas saindo cheias de biscoitos dourados. Encha um pote, uma cestinha, envolva em celofane e pronto.

Presenteie suas receitas preferidas. Fiz isso no ano passado. Comprei um caderninho lindo e nele escrevi muitas das minhas receitas de doces e comidas do cotidiano. Dei de presente para minha irmã que estava indo morar no Peru (devidamente fotocopiado para o resto da família).

Personalize. Sem os gastos e empenho de tempo do scrapbooking, simplesmente reúna fotos do presenteado e faça um álbum. Complemente com comentários e passe a mensagem que quer: de amor, de amizade, de saudade.

Sabe desenhar? Para uma criança pequena, faça um contador de histórias. Se desenho não for a sua praia, faça assim mesmo, com fotos, recortes de revista, ilustrações que você procura na internet. E veja como usar aqui.

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Escreva. Faça um verso, descreva um sentimento, enalteça qualidades. Escritos ficam. Quer surpreender ainda mais? Ponha num envelope e mande pelo correio.

Se tudo parecer estar perdido, pinte pedras. Fáceis de encontrar e de realizar.

   Daqui

Daqui

Por fim, olhe em volta. E doe. Um livro, um brinquedo, uma roupa, um abraço, seu tempo. Alguém está precisando desse seu presente, tenho certeza.

Uma última ideia, não feita por você, mas que pode ajudar o Hospital Pequeno Príncipe: a Agenda 12×12, de Ana Camargo Design, onde doze mulheres compartilham suas experiências, vivências e valores. Cada mês propõe um novo jeito de escrever com linhas diferentes e traz um ícone do gênero feminino da história brasileira para nos inspirar.

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Natal feito em casa

Natal lembra vermelho

Você tá feliz?

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Eu gosto de escritos. Jovenzinha, tinha um diário, onde escrevia sabe-se lá que tipo de coisa e do qual infelizmente dei cabo. Hoje adoraria ver o que pensava quando tinha 14 anos. Cartas, centenas e guardadas: imagino eu e meu marido, não enxergando nem a ponta dos próprios narizes e relendo a história de nosso começo. Foram textos e mais textos sobre Síndrome de Down, sobre inclusão.  Para todos os eventos familiares, um discursinho, devidamente escrito, falado e arquivado por uma curta eternidade.

Pena que,  para muita gente, escrever é como ler: muitos pensam que não gostam. Digo pensam porque acredito que quem diz que não gosta de ler, só não encontrou o livro certo – e o que é pior, deixou de procurá-lo há muito tempo.

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Escrever também é assim. Um preconceito aprisiona o escritor que há em cada um. Por medo do erro ou da falta de assunto, deixa de colocar no papel e de proteger da volatilidade característica aos pensamentos, a sua história, as íntimas e incompartilháveis minhocas. Nem sempre escrevemos para sermos lidos por outros, escrever também organiza ideias, deixa um registro do que fazemos, pensamos ou planejamos. Nossa existência, dizem, dura enquanto alguém lembra de nós e irá se esvaindo, feito fibras de um tecido que o tempo cuida de esgarçar. Já o que deixarmos escrito, ficará.

Então, recomendo: escreva. Registre, se não para a eternidade, no mínimo para um dia poder sentar e recordar-se de si mesmo. Escreva o que bem entender:  até agendas, revisitadas, nos lembram de lugares em que estivemos e coisas que fizemos. Escreva cartas, bilhetes, listas de desejos ou planos, faça álbuns e escreva lá o que as fotos significam. Escreva suas receitas em um caderno, anote as frases engraçadas dos seus filhos ou netos em algum papel e guarde – a gente acha que nunca vai esquecê-las, mas… esquece, se não estiverem escritas. Quando precisar dizer algo a alguém e não souber como, escreva – a escrita aceita revisões, complementos, até que o seu objetivo esteja todo ali.

Esse livro  – One Line a Day – é dica bacana: um lugar para escrever alguma coisinha por dia durante 5 anos. Encontrei aqui, no A Series of Serendipity, da Melina.

Muitos filmes se baseiam em coisas escritas. Mostro aqui um dos meus preferidos e logo abaixo uma lista dos que lembrei que têm escritos como tema principal. E tem outros dos quais já falei, aqui e aqui.

Mensagem para você: mensagens trocadas pela internet. Um amor nasce por escrito. Julie e Julia: uma garota resolve testar e escrever sobre as receitas deixadas por cozinheira famosa no passado. Cartas para Julieta: cartas escritas há anos e uma garota que resolve entregá-las. Uma doce mentira: uma carta escrita e mal interpretada. Central do Brasil: cartas escritas na estação central para pessoas que não sabem… escrever. Escrito nas Estrelas: um nome e telefone escritos em um livro que precisa ser encontrado para provar que o destino existe… Nunca te vi, sempre te amei: casal que se corresponde durante toda a vida.

Você lembra de mais algum? Me conta que coloco aqui. E para finalizar esse longuíssimo post, uma cena de um filme que precisava da escrita:

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Rendas e pratos

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