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Archive for the ‘Dicas de viagem’ Category

Come-se bem no Peru. Definitivamente. Só comemos coisas boas e interessantes. Aqui um resumo do que deve ser provado.

Empanada de carne com açúcar por cima. Estranho. Pingue limão em cima e depois me conte. Delícia total! Na Pasteleria San Antonio.

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Milho e batata lá têm mil tipos e nomes. E destinos. A batata camote parece, em cor e sabor, com a abóbora e se revelou deliciosa numa massa recheada e o camote fritinho por cima. Um sabugo de milho é coisa de gigante e o gosto é divino. Mas também tem o milho preto, a chicha, com o qual se faz um suco que parece de groselha (que aparece na foto acima, junto com a empanada).

DSC02236 DSC02133 DSC02238 DSC02132 No Fallen Angel, em Cusco, além da massa com camote citada acima, esse raviolone de cordeiro. Bom demais. DSC02168 DSC02169 Quando saímos do Machu Pichu, almoçamos no restaurante Indio Feliz, em Aguas Calientes. Sensacional. Pratos super interessantes como peito de frango com manga, salada no melão com vinho do porto…  E uma decoração que tem tudo a ver com nossas pinturas em madeira. Recomendo. DSC02346 Captura de Tela 2013-07-03 às 14.29.38 E pisco souer, não podia faltar! DSC02343

Na noite de despedida de Cusco, jantar no Incanto (o nome não é uma graça?). Delicioso: nhoque de abobrinha com molho com toque de gorgonzola.

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Para chegar ao Machu Pichu dormimos na pequena cidade de  Ollantaytambo, para estarmos mais perto e não termos que acordar tão cedo (acordamos às 5:45h, não propriamente tarde, certo?). Pegamos o trem e em duas horas estávamos em Aguas Calientes, de onde se pega um ônibus para chegar ao Machu Pichu.

A viagem de trem é muito bonita, os picos nevados dos Andes te olhando lá de cima e um rio cheio de pedras do seu ladinho.

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De dentro do trem.

De dentro do trem.

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O Machu Pichu é um local mágico e de uma beleza incrível. Difícil descrever. Só vendo as fotos.DSC02334

Dicas preciosas:

As passagens de trem e as entradas para o Machu Pichu devem ser compradas previamente, de preferência antes mesmo da viagem. O local é concorrido, minha gente!

O passeio não é auto-explicativo. Não existem placas mostrando o que cada coisa ou lugar significa. Ou seja, é importante fazer o tour com um guia. Esses entendem do riscado e ainda tiram fotos que é uma beleza!

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Leve seu lanche, lá não tem nada comestível ou bebível. Um sanduichinho, uma garrafa de água, uma barra de cereais. Sente-se olhando aquela vista e sentindo aquela energia e… alimente-se!

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Dê-se tempo para relaxar. Não queira ver tudo com pressa. O lugar é enorme, mas só estar ali já é o máximo! Deite na grama, numa pedra, encoste-se numa ruína e fique ali, assim, respirando. Só isso.

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Informe-se bem sobre o tempo. Nós não fizemos isso e parecíamos cebolas carregando casacos indesejados embaixo de um sol inesperado.

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Banheiro, só na bilheteria. Portanto, organize-se! Beber água só na medida da sede, nem um pingo a mais! Ficamos lá por 5 horas, dá para imaginar que queríamos muito voltar para a bilheteria…

Na saída, em uma mesa meio escondida perto da bilheteria, tem um carimbo self-service com o qual você mesmo carimba seu passaporte. Muito bonitinho!

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Voltando para Cusco, não deixe de ir visitar a Casa Concha, um museu onde estão as peças cerâmicas que estavam no Machu Pichu quando o americano Hiram Bingham encontrou as ruínas. Lá você vai entender melhor a história, os costumes, ver a maquete do Machu Pichu e rever os lugares onde esteve passeando no dia anterior, ver com faziam cerveja e, ponto alto, ver os instrumentos de sopro mais incríveis que pode imaginar.

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E as comidas peruanas? No próximo!

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Partimos bem cedo de Lima para Cusco, de avião. A altitude prometia ser um problema, tonturas, dor de cabeça, riscos para quem tem o coração meio espevitado como o meu… Não senti nada, mas por via das dúvidas tomamos um chá de coca e mantivemos o ritmo em rotação baixa.

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Cusco é uma linda no seu centro histórico, uma praça com igrejas e lojas que nos ocuparam por horas.

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Lindos hoteis como o Monastério que, como diz o nome, era um… monastério. A capela do lugar é deslumbrante e o hotel… bem, deslumbrante também. Nós ficamos no Hostal Buenavista (tem um em Cusco também) do meu cunhado porque é uma graça!

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Monastério

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Em Cusco, cholas e carneirinhos por todos os lados querendo ser fotografados e levar uns trocados. Cores em profusão, artesanato efervescente e uma cultura muito forte, sobre a qual todos da cidade podem discursar. A cultura inca (um fascínio desde meus tempos de Sion) está por toda parte. Tourinhos nos telhados, o condor, o puma e a serpente que protegem a terra e o ar, os deuses do sol, da terra, da saúde, da felicidade, tudo é valorizado.

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No hotel do cunhado nos divertimos dando um tapa no visual das banquetas que ficam na área do café da manhã. Como os recursos eram poucos, nos viramos com o que tínhamos.

Banqueta antes.

Banqueta antes.

Banquetas depois.

Banquetas depois.

De Cusco na direção do Machu Pichu saímos de van até Ollantaytambo, onde dormiríamos. No caminho, passeios inesquecíveis. Paramos em um zoológico que abriga os animais que têm um significado importante na cultura inca: condores e pumas. E o cachorro mais desprovido de beleza do mundo (politicamente correta, meus caros). Mas ele é conhecido por isso mesmo, por motivos óbvios: sem pelos pelo corpo todo, com exceção de uns tufos na cabeça e no rabo…

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Lhamas são o ponto alto do passeio. Da família dos camelídeos, elas variam bastante entre lhamas, alpacas e vicunhas, todas tendo sua lã muito requisitada para fazer os famosos casacos e blusas sem as quais não dá para sair do Peru.

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Nesse mesmo dia conhecemos Pisac, uma cidadezinha dominada por uma feirinha de artesanato sensacional, cheia de coisas de prata, lã, tecidos coloridos e… de tudo, enfim. Um daqueles lugares de onde você sai tonta, achando que tudo é igual e, na primeira curva da van, se arrepende mortalmente pelas coisas que deixou de comprar…

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Num dos cantos do mercado de artesanato, você encontra um restaurante chamado “Lhama Azul”. Mesmo sem fome, entre para ver os quadros da lhama com pessoas famosas do mundo todo. Muito divertido.

PicMonkey CollageaDe Pisac, fomos a Moray, outro lugar lindo que antigamente era um laboratório de agricultura dos incas.

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Dali pra Maras Salinas, um espetáculo a ser conhecido. Algo em torno de 5000 caixas coletoras de água e sal. Incrível.

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Captura de Tela 2013-07-08 às 08.29.16

Daqui, para o Machu Pichu!

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