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Archive for the ‘Dicas Curitiba’ Category

O calendário do qual falei aqui, como todo bom calendário, está com seus dias contados. 2012 se aproxima de seu fim, mas 2013 vem com outro calendário como aquele, com imagens de pontos turísticos curitibanos.

O mais bacana é que ele serviu de inspiração para uma arte da Suli K., estampada numa caixa para controles-remotos. Ficou lindo.

O calendário é da Trio Estudio Design e veio da Verônica, que tem um blog muito bacana. Bom 2013!

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Continuando as dicas para um Natal que valorize os produtos artesanais, aqui mais algumas ideias de presentes legais.

Raquel faz coisas lindas em cerâmica corda-seca. Ela  é craque e mora no meu coração. Veja algumas coisas da Raquel aqui e aqui.

E se você quiser juntar duas boas ideias em um só presente, coloque o trevo da sorte  em um vasinho da Raquel. Sucesso garantido.

Se você prefere telas, conheça o trabalho do Renê Tomczak. Aquarelas e pinturas a óleo, veja aqui.

Se gosta de feltro, entre em contato com a Claudia. Tudo lindo. Conheça o trabalho dela aqui.

Mais longe, mas chega em tempo se você se organizar agora: sapatinhos de feltro da Leila. Dá uma olhada aqui.

Hélio Leites está na Feira de Artesanato do Largo da Ordem-Curitiba, todos os domingos. Ainda dá tempo de ir escolher alguma de suas peças na sua banca. Veja alguns exemplos aqui.

Encadernações lindinhas da Lu Picoral. Veja aqui.

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Para que tudo isso?

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Entro em casa no final do dia. Sombras caem pelas janelas, acendo alguns abajures, vou para o quarto, tiro o sapato apertado. Banho, roupa mole, em silêncio caminho para a cozinha. Água no fogo para sopa ou chá, sento no meu canto do sofá, cachorro ao lado, computador no colo. A sensação é de abraço, de conforto, de ninho.

É o lugar onde botamos, chocamos e criamos filhos, planos e sonhos.

Para combinar com todos esses ninhos, uma dica para quem teu o seu em Curitiba: um truque que deixa o bolo Ninho de Abelhas da Confeitaria Bombocado ainda mais delicioso. A ideia é de minha mão, inventadeira de carteirinha.

Compre um bolo Ninho de Abelhas na Bombocado. Ele vem acompanhado de um creme para colocar por cima na hora de servir. Agora, a dica da D. Christa: coloque seu Ninho de Abelhas em uma forma e adicione um pouco de leite no fundo. Cubra com metade do creme que veio junto e coloque no forno. Ele vai dourar e caramelar a superfície. Aí, você tira do forno, espera amornar um pouco e serve os pedaços do Ninho regados com um molhinho de baunilha que vai encontrar nesse post. Divino.

* Usei um refratário da Ekozinha. Vale a visita.

Imagens dos ninhos colhidas no Pinterest e WeHeartIt.

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Ganhei da minha mãe

Casa com história

Prato e bolo da amêndoas

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Pense em artesanato. Pense em reciclagem. Pense em criatividade e irreverência. Em detalhismo e miniaturas. Misture tudo e chacoalhe bem. Você acaba de criar um Hélio Leites.

Não deve haver dois dele por aí e Curitiba tem a sorte de ser seu habitat. Um sujeito que junta coisas descartadas como caixas de fósforos, palitos de fósforos queimados, latas de milho e atum, botas velhas, botões e palitos de sorvete e com eles cria peças de um preciosismo formidável.

Fossem só as obras, já seria um motivo que justificaria uma visita à Feira de Artesanato do Largo da Ordem, aqui em Curitiba. Mas ele ainda tem uma história para cada uma de suas artes. E fica ali, na sua barraca, contando e encantando a quem quiser um dedo de prosa.

Conhecido na cidade, foi descrito e escrito por Leminsky como “um significador de insignificâncias”  e alguém “que é, ao mesmo tempo, um exercício de liberdade, de humor e de crítica, um convite à fantasia”, e por Helena Kolody, cuja frase ilustra a peça abaixo: “Deus dá a todos uma estrela. Uns fazem dela um sol. Outros nem conseguem vê-la“. A estrela, aliás, é feita de um utensílio típico lá de Minas, usado para engrossar feijão.

Veja as fotos das peças. E acredite: cada uma delas tem uma história que vale a pena ser ouvida.

Nesse post, um video que mostra Helio em seu atelier.

Existem dois livros publicados sobre Hélio Leites, o Pequenas Grandezas, editado pela Artes & Textos e Mínimos, com fotos da Katia Horn.

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Tinha uma pedra no caminho

Quintal e cerâmicas

A poesia de Emília Wanda

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A retrospectiva que fiz no início de janeiro muito me agradou. Foi ótimo para reunir posts de um ano inteiro. Resolvi juntar aqui, então, todas as visitas que fiz a espaços legais de Curitiba. Um belo passeio.

Mostrei o atelier Artemista, da Suzi, onde muitas artes acontecem.

Artemista

Visitei a Ocléris no seu quintal cheio de cerâmicas.

Ocléris

Emerson me mostrou uma casa especial e sua cartonagem super linda.

Emerson

Os origamis de Gogó são simplesmente o máximo!

Gogó

Doces e ternura na Fada Formiga.

Fada Formiga

Siga visitando nos próximos posts.

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Vida nova aos papeis velhos

Sorte

Artesanato gregoRetrospectiva 2011

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Minha Curitiba
Era Schaffer, Ghignone e Matte Leão,
Era calma, segura e fria todas as manhãs.

Curitiba é parque, é pinheiro, é pinhão.
É Passeio Público, Guaíra e calçadão.
É verão com geada,
Quentão com gemada,
Inverno com calor,
Um casaquinho sempre a seu dispor.

É Lerner, é Giba, é Chaim,
É taxi laranja, Ligeirinho, Capão Raso-Xaxim.
É vina, é pastel, é empada do Pudim.

Curitiba de gente polaca, italiana, alemã,
do pierogi, da polenta e do strudell de maçã.
Curitiba de Leminski, Trevisan, Poty e Kolody,
Mora no coração e todos os dias,
De novo,
Me sorri.

Aceitei o convite do blog Circulando por Curitiba e contei o que a cidade é para mim. E a sua Curitiba? Você que é daqui ou que daqui levou uma impressão, comente e defina Curitiba com uma palavra, uma frase, um nome, um lugar, uma sensação, um jeito de ser. Quem sabe a gente arrisca mais algumas rimas bobas.

Veja mais Curitiba nesses links: Morar em Curitiba – Museu Oscar Niemeyer Morar em Curitiba – Morretes Morar em Curitiba – Gelada Morar em Curitiba – ParCão Morar em Curitiba – Casa da Bruxa Morar em Curitiba – Praça Espanha

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DSC03521aUm banquinho e um croquis

Nosso artesanato na Grécia

Mon por dentro

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É uma boa ideia, calma. Que tal se juntar a nós numa proposta simpática e simples? Pedágio Literário.  Vai receber amigos para um jantar? Peça que cada um traga um livro de casa para doar – já lido, esquecido e abandonado num canto, é até um favor. Marcou um lanche com as amigas em um café charmoso? Pede um livro de cada. Vai reunir a turma da faculdade para um happy hour? Solicitação de doação de livro neles! Está organizando um evento e não aguenta mais pedir lata de leite em pó ou alimento não perecível? Varie, peça que tragam um livro ou revistas em quadrinhos.

Todo mundo tem um livro que pode doar sem dor, mas nunca parou para pensar nisso. Com uma ideia tão simples, quem sabe a pessoa não vai até sua estante de livros e percebe que mais de um livro poderia sair dali para ir visitar novas paragens…

E o que fazer com os livros que você arrecadar? Manda para a Freguesia doLivro! A gente distribui para novos leitores.

Pratique o Pedágio Literário e depois conte suas experiências para nós. Pode render boas histórias!

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Perca um livro

Ter tanto

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Espalhadoras de livros

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Era uma vez três irmãs. Viviam em uma casa onde o ar tinha sempre o melhor cheiro do mundo, o de pão fresquinho saindo do forno. Foi com pães de milho e centeio que o pai das 3 meninas as formou advogada, matemática e engenheira.

Mas quis a vida que, chegando do interior para morar em Curitiba, o sabor do pão quentinho faltasse. E veio o desejo de fazer seus próprios quitutes em casa, dando continuidade à alquimia da culinária que já estava na família. Elizabeth começou a fazer sucesso com seus doces na universidade, encomendas vieram e um espaço aconteceu naturalmente. A irmã Ana Paula, advogada e designer de produtos veio junto, com os bolos e o desenho da marca. Que, aliás, alía as mãos de fada para criar confeitos e o desejo de doces, características das boas formigas.

Fada doceira.

E a engenheira? Desde sempre, a caçula desenhou vestidos de noiva. Essa tinha mais forte o gene da mãe, exímia bordadeira em ponto cruz. Aprendeu a arte da costura e se especializou como designer de moda. Com as irmãs, Luciana ocupa o espaço com seu atelier de vestidos de casamento, o Mime vai Casar. Tudo lindo e fofo.

A casa de chá e o atelier de moda têm o jeito que as irmãs sonharam: parece que a gente está em casa. Cortinas com tecidos delicados, ponto cruz nas toalhas de mesa, cadeiras coloridas, louça charmosa, papéis de parede floridos, lavanda na porta, tudo tem um toque francês. Vale a visita.

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Curitiba é conhecida pela quantidade e qualidade de seus parques. E são muitos, mesmo, e um é especial, o Bosque do Alemão. Além de estar imerso em uma floresta com grandes escadarias e estruturas de madeira, ele tem um caminho dentro do bosque onde andando, de tempos em tempos, você encontra painéis de azulejos que contam a história de Hänzel und Gretel (João e Maria). Bem no coração dessa pequena floresta está a Casa da Bruxa, que no nosso caso é uma simpática velhinha que, ao invés de comer criancinhas, prefere contar histórias para elas. A casa abriga uma biblioteca onde meninos e meninas podem deixar a imaginação voar, ao pé de uma lareira acesa, quando o frio por aqui aperta.

Estruturas de madeira e vista de Curitiba.

João e Maria nos azulejos. Dá vontade de deixar pedrinhas marcando o caminho.

Casa de Bruxa. Boa, porque conta história!

Tem bolacha da D. Erika no Bosque!

Falando em crianças e livros, me lembrei de mim, criança, e da minha relação com livros. Dá pra fazer uma lista das coisas que esse simples pensamento me traz:

1. as coleções da Condessa de Sègur e da Laura Ingalls que embalaram minhas fantasias de menina. Colonização americana e governantas faziam parte do meu imaginário.

2.  minhas caminhadas pelos corredores do Sion, feliz feito um cabrito, mas controlada nos passos como a educação rígida exigia (não me matou. Será que não é disso que nossos filhos sentem falta?). Lá ia eu pegar mais um livro para encher a minha ficha de biblioteca.

3. na casa de meus avós, em Blumenau, nas frias férias de julho, a alegria que sentia ao encontrar as coleções de Condensados da Seleções de meu tio Werner, livros em português! Meu avô era um leitor que levava a coisa a sério, mas só lia (e falava) em alemão.

E falando em crianças e livros, também me veio o filme You’ve Got Mail, que tem essa biblioteca:

E essa cena:

Essa conversa sobre livros e crianças tem um objetivo, você já deve ter percebido, certo? O Dia das Crianças está chegando e esse é um excelente momento para você analisar livros infantis que tiver em casa. Ou arrecadar com pessoas que conheça. E gibis, sempre! E não precisa ser só livro infantil, pois hoje temos diversos destinos para os livros que você pode “soltar” de suas estantes. Chega de prender livros. Eles estão loucos para seguir viagem.

Se for de Curitiba, encaminhe-os para nós, para a Freguesia do Livro.  Se for de algum outro lugar, procure iniciativas como a nossa, existe muita gente incentivando a leitura por aí. Para saber mais sobre esse trabalho: www.freguesiadolivro.com.br

Três coisinhas para encerrar esse post compridíssimo:

1. quando fui tirar as fotos no Bosque do Alemão, vi um taxi parado na frente do parque e seu motorista catando amoras! Aproveitei também!

2.  Onde gosto de ler: A a combinação cama-abajour-livro para mim é imbatível, e com um friozinho lá fora, então, sensacional. Ok, a cama pode ser substituída por sofá, rede, toalha na areia, cadeira macia, colo. Ponto de ônibus, saguão de aeroporto, assento de avião, sala de espera de dentista, quem se importa. Relação sem endereço, ela acontece em qualquer lugar.

E você, onde gosta de ler? Conte-me, por favor.

3. Agora chega! Mais uma cena de um filme que gosto e que tem toda a história relacionada a um livro que precisa ser encontrado para que tudo dê muito certo. E o livro é o Nos Tempos do Amor e do Cólera, de Gabriel García Marquez. Sensacional.

Para saber mais sobre o Bosque do Alemão, visite o blog Circulando por Curitiba.

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Jabuticaba

Perca um livro

Antes dos livros

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Quem mora em  Curitiba  também tem a sorte de ser vizinho de Antonina e Morretes, cidades litorâneas muito charmosas, onde a gente come barreado perto (muito perto) dessas belezas, que certamente vão inspirar a Emília Wanda, nossa passarinheira-mor:

Momento raro: uma gralha-azul!

No prato… Muito perto.

 Marina Bibas mostrou mais fotos desses passarinhos. E flores. Afinal, a fotógrafa é ela. Vale a pena ver aqui.

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Minha Curitiba

Passarada

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Banco de passarinhos

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