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Archive for the ‘Detalhes’ Category

Casar até pode ser natural. Mas manter-se casado é uma arte. Uma arte que exige presença, aprendizado, acertos e erros, avaliações constantes, paciência, criatividade e adaptação. Praticamente um curso.

Ninguém nasce combinando perfeitamente com outro alguém – isso se aprende (ou não) todos os dias. A mágica do encaixe se dá por entalhes constantes, com direito a arestas e farpas no processo. Permanece combinando quem abranda, quem flexibiliza, quem valoriza companhia mais que paixão, quem traça objetivos comuns.

Nas nossas artes, combinamos e formamos alguns pares.

Porta-talheres e caixa de chá. Combinam.

Conjunto de café (da Mari). Que por sua vez, combina muito bem com cupcake (da Marina)!

Galinhas por todo lado.

Tudo lindo e combinando. Da Magda.

Cores. Muitas. Um arco-iris combinado. Da Raquel.

Combinando no banheiro.

E aqui vai uma receitinha de aperitivo para o casal combinar e comer junto, porque leva muito alho e pode abalar uma relação se só um dos dois comer. A receita é da minha amiga Rosane, e faz parte da minha vida desde os tempos das reuniões do curso de Fonoaudiologia, na casa dela. Faz sucesso sempre.

Catupiry com alho

1 queijo Catupiry (ou semelhante).

2 dentes de alho descascados (ou mais, ou menos, depende do quanto você gosta de alho)

4 colheres de sopa de azeite de oliva

Pimenta preta moída na hora

Orégano

Desenforme o Catupiry em um prato. Por cima, coloque o alho espremido. Com um garfo, faça furos no queijo para que o alho entre. Esquente o azeite no microondas, por 1 minuto em potência alta e jogue por cima do alho e queijo. Coloque a pimenta e o orégano a gosto. Pronto. Sirva com torradinhas.

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Cor, cor, cor

Cada cor no seu lugar



Imagem Casamento: WeHeartIt

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Muita gente tenta me convencer que ter casa na praia só dá problemas: areias lotadas, segurança, umidade, manutenção, carros com som estourando a passar lentamente (tenho vontade de fazer um levantamento estatístico: qual a probabilidade de que eles toquem uma música que a gente goste?). Motivos não faltam, mas é aqui  nessa casa de praia que minha tendência à nostalgia atinge seus picos de audiência.

Já acenei algumas características desse lugar quando falei da casa de passarinhos pintada por minha mãe. Aqui tem outras, antigas, agredidas pela maresia, mas que continuam lindas.

Casinhas poéticas. Já tiveram vários inquilinos.

Essa casa tem hibiscos. Por todo lado. Flor linda, que tem tudo a ver com verão e mar. Linda quando está na árvore, porque quando cai no chão…. Introdução para falar da transformação que ocorre comigo quando chego ao nosso lar catarinense: pronta para viver meus dias de Amélia, com todos os percalços da vida doméstica.  É casa de praia, simples, sem máquina de lavar roupa, sem máquina de lavar louça, sem aspirador de pó, sem uma santa para me ajudar todos os dias. Significa tanque, varal, vassoura, pano no chão. Maresia nas janelas, areia por todo lado, jardim para regar, calçada para varrer. O microndas pifou no primeiro dia, provavelmente vai voltar do conserto no dia que eu for embora.

Hibiscos por todos os lados.

Com esse panorama, fica difícil acreditar que eu goste daqui. Pois é isso tudo que eu adoro. Lavar uma roupa e poder vê-la secando no varal. Comprar flores aos montes e plantar por ali. Lidar com mangueira, água no pé, eta coisa boa!

E a nostalgia fica por conta da história. É a mesma casa onde minha avó passava as suas férias quando mocinha, onde minha mãe namorava meu pai, onde eu passei uma infância cheia de aventuras, onde meu irmão conheceu minha cunhada, onde meus filhos, sobrinhos e filhos de amigas fizeram castelos e vulcões de areia, pularam da pedra, fizeram guerra de bagas e caçaram sirí com lanterna. Comeram goiá, pegaram jacaré nas ondas e se lambuzaram com muitos picolés Seara. É a casa onde muitos já se divertiram e onde, espero, muita areia ainda vai rolar.

Essa casa é cheia de artesanato.

Quarto azul da cor do mar. Da Christa.

Outro lado do quarto azul da cor do mar.

Esse é da Jô. Um recado para meu cunhado Fabrízio.

Passarinhos marítimos da Emília Wanda.

Mais casas e nostalgia em…

DSC04773Casa na Grécia

DSCN2177cCasa com história

Casa de avó

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Coleções

Adoro coleções. Eu, pessoalmente, sou de poucas e boas, mas gosto de observar as coleções alheias, divagar sobre o que leva uma pessoa a se apaixonar e acumular coisas como latas, miniaturas, bules, caixinhas de fósforo, relógios, canetas. O que desencadeia esse movimento? Ter muito de uma coisa e um dia dizer “Opa, isso poderia ser uma coleção!”, ou ser tão fascinado por algo que se resolve começar uma minuciosa coleta?

Quando jovem, comecei uma turma de corujas que foi crescendo em número e qualidade. Até o momento em que percebi que ganhava só  corujas em Natais e aniversários e achei que estava exagerando. Chega de corujas. Guardei a primeira como recordação e fui em frente. Acompanhei a de latas de refrigerantes e cervejas do meu filho e a de brincos da minha filha e, um dia, de repente, me veio uma vontade louca de colecionar cálices de licor. Assim, do nada. Amanheci querendo cálices de licor. Que tal como motivação? Enfim, funcionou. Tenho hoje uma bela coleção de copinhos delicados e formosos, em uma cristaleirinha especial para eles. E aprecio o momento de um fim de jantar, quando trago vários copos desparceirados e lindos para coroar uma boa refeição com um licor.

Lembra que eu gosto de cristais?

No corredor de casa, tem outra: quadrinhos com aquarelas de lugares visitados. Charmosos, porém complicados. Em algumas viagens, o foco “aquarela-do-lugar-visitado” pode atrapalhar um pouco, pois nem sempre é fácil de encontrar. Então estou sempre com um olho no gato e outro no passarinho – enquanto visito um castelo, faço um reconhecimento da área para ver se tem uma gravura do lugar. Da janela de uma pizzaria, espreito pintores nas praças. Mas também, quem disse que colecionar é moleza?

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Aos poucos, como quem não quer nada, vejo que estou juntando galinhas na cozinha. Ainda são poucas, apenas quatro, mas já sinto que podem vir a ter companheiras. Um olho no gato, outro na galinha.

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Mas a procura de respostas aos porquês para coleções persiste. E aí, em um almoço na casa de minha mãe olho em volta e… tará! Genética pura! Meu pai é um colecionador de carteirinha, dedicado e minucioso. Tem de facas antigas, de soldados de chumbo, de miniaturas de carros, máquinas fotográficas… Relógios, isqueiros, canetas… Razões que tornam uma ida à Feira de Antiguidades da Praça Espanha, aos sábados, uma alegria só.

E então entendi: quem coleciona tem um motivo, um assunto, um foco de desejo. Coleções são uma festa para quem acredita que a vida é feita de pequenas coisas que, reunidas, compõem o que somos e preferimos.

É claro que também coleciono as coisas que faço, como as caixas de madeira e os bancos. E as coisas que as amigas fazem, como as jarrinhas da Raquel. E você, coleciona alguma coisa?

Outras coleções em…

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Em flor. Por todos os lados.

Nossos livros inesquecíveis

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Cada um no seu ritmo.

Já comentei aqui que acredito muito na diversidade humana. Trabalhando com a inclusão das crianças com Síndrome de Down em escolas regulares, vi professoras descobrindo que a criança com a síndrome não era a única diferente na sala, mas sim que todos os alunos eram diferentes entre si. Isso me mostrou o quanto é verdade  que somos todos únicos e que de iguais temos o fato de sermos gente. Cada um de nós tem um jeito, um ritmo, um talento, um defeito, uma expectativa.

Meu jeito? Sou bacaninha. Meu ritmo? Acelerado, com momentos de música lenta. Um talento? Pintar madeira. Defeito? Síndrome de Pollyana. Minha expectativa? Ter saúde para continuar sendo bacaninha, pintando madeira e, como boa Pollyana, acreditando que tudo vai acabar bem.

Faça esse exercício. Observe-se. Descreva-se. Analise-se. Quem sabe você descobre que pode aprimorar seu auto-conhecimento e que as pessoas que estão por perto, são tão únicas quanto você.

Artesanato aprimora a valorização das diferenças, o respeito pelos dons de cada artesão, pelo gosto de quem olha o que você produziu com tanto cuidado e nem acha aquilo tão lindo assim… Da graça de criar peças que, por serem artesanais, dificilmente poderão ser repetidas do mesmo jeito. A gente muda o tempo todo, e isso é ótimo!

Iguais e diferentes.

Outras coisas diferentes em…

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Inclusão. Simples.

Outras descobertas

Inclusão, afinal.

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 As cerâmicas também entram na primavera. Quem resiste às flores?

Que cores! Um pote para petiscos. Da Raquel.

Flores são perfeitas para detalhes

Flores nos detalhes. Da Magda.

Prato de bolo. Da Raquel. Dá pena de esconder com um bolo….

Flores entre flores. Raquel.

Você vai ver mais cerâmica em…

Cantos e encantos do Rakú

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Raquel e suas cerâmicas

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A Emília Wanda tem passarinhos novos em folha, que combinam com a chegada da primavera. Ela costuma complementar suas telas com detalhes delicados e agora, para homenagear a estação, usou flores.

Contato com Emília Wanda

emiliawanda@yahoo.com.br

Mais passarinhos em…

Passarada

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Novidades de Emília Wanda

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Essa casinha foi feita pela Christa há algum tempo, inspirada em nossa casa na praia. Tem a mesma cor, as grades nas janelas (que jamais conseguiram impressionar os ladrões), a rede que embala as sonecas da tarde na varanda. Quem conhece o litoral de Santa Catarina, reconhece o sombreiro, árvore típica da região. Até o hibisco está ali, no tempo em que era um pequeno arbusto. Hoje é uma planta enorme que recebe beija-flores enquanto tomamos o café da manhã. Tem até o guarda-sol encostado em um canto. Detalhes que transformam essa casinha em algo especial.

Seja bem-vindo. E limpe os pés, por favor.

A rede e o sombreiro.

Guarda-sol e janelas brancas.

Hibiscos e grades nas janelas.

Esse passarinho adoraria morar ali, não acham? Da Emília Wanda.

Quando abro a cada manhã a janela do meu quarto

É como se abrisse o mesmo livro

Em uma página nova.

Mário Quintana

Mais detalhes em...

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Uma vilinha

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Passarada

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Pedras pintadas em Santa Catarina

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Banco de passarinho

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