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Archive for the ‘Culinária’ Category

Percebo que tudo o que se faz e como se faz pode servir de modelo para alguém. Qualquer um arrisca ser um exemplo, desavisado e distraído, para aqueles com quem convive. Espelhos, seguimos refletindo atitudes e posturas de alguns e inspirando comportamentos e conceitos para outros, sem nem notar que podemos influenciar positiva ou negativamente quem está por perto.

Precisamos pensar em duas coisas: o poder que temos de dar bons exemplos no nosso cotidiano, ao lidar com o lixo, ao economizar água, ao cumprimentar quem não te cumprimenta, ao dar a vez a um pedestre, ao comer salada diante dos filhos, ao comentar um livro que acabamos de ler. A outra coisa, tão importante quanto a primeira, é procurar dar os créditos àqueles que nos inspiram.  Ao se apropriar de uma ideia, de um conselho, de um projeto,  de uma aprendizagem, conte de onde ou de quem ele veio. É justo, certo?

Posso fazer uma pequena lista com algumas das influências que recebo:

– minha mãe, naturalmente, sempre foi e continua sendo referência para quase tudo.

– minha amiga Ângela está sempre me dando dicas (juntas, estamos fundando a Cia. do Palpite)  sobre o que fazer com o lixo reciclável. Na hora, nem pareço prestar atenção, mas acabo aplicando tudo. Aproveito para agradecer, Ângela.

– um dia, uma amiga me emprestou um livro sem o nome dela dentro. Fiquei chocada, como assim? Me explicou que livros não têm donos, têm leitores. Ela estava mudando minha vida e não sabia. Ali estava sendo plantada a semente da Freguesia do Livro.

– excelente oportunidade para agradecer a minha professora de português no Sion – muito alta, com cabelos loiríssimos, brincos que lhe chegavam aos ombros e esmaltes que fascinavam meninas adolescentes num balé de gestos. Ela desenhou meu jeito de ler, de escrever, de analisar e construir um texto. À professora Regina, meu obrigado, muitos anos depois.

Foto inicial daqui.

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Não sei como é aí na casa de vocês, mas aqui as experiências com uma de minhas sobremesas preferidas resultam sempre em fiascos. O velho e cohecido sagú de vinho se tornou um objeto do desejo, alvo de conversas constantes, receitas mirabolantes e dicas que beiram o estudo da alquimia.

Como demoro para desistir, testei a receita da minha tia Doris e… Pasmem, deu certo. Aproveitei para colocar o meu bebê numa tigela herdada da minha avó e estou toda feliz!

Um molhinho de baunilha para arrematar, cuja receita está aqui.

SAGÚ DE VINHO

1 garrafa de vinho tinto seco (750 ml.)
1/3 da medida da garrafa de água
Açúcar a gosto
5 cravos da índia
1 pedaço de pau de canela.
1 xícara de sagú

Modo de fazer: Levar o vinho com todos os ingredientes para ferver. Acrescentar o sagú molhando ele antes rapidamente. Quando começar a ferver mexer bem com a colher e deixar uns 5 minutos ainda fervendo (deixei um pouco mais).
O segredo para as bolas do sagú não desmancharem e o suco virar uma goma é não ferver demais e o mais importante: deixar na panela até esfriar normalmente e de vez em quando mexer com a colher.
Fazer de véspera. Colocar num pirex e levar a geladeira.
Na hora de servir misturar  para o suco se incorporar com as bolas de sagú.
Servir com molho de baunilha.

Molho de Baunilha

Leve 1 1/2 xícara de leite ao fogo em uma panela. Quando começar a subir, adicione:
1/2 xícara de leite
3 colh. sobremesa de açucar
1 colh. sobremesa de Maizena
1 colher sopa de pó para pudim de baunilha
1 gema
1 pitada de sal.
Ferva até engrossar um pouco e coloque em uma jarra pequena.

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