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Archive for the ‘Casa’ Category

Viajar é uma maravilha! Existe um consenso sobre isso, certo?

Minha filha, desde pequena, adora contagens regressivas. Ela cresceu e continua marcando quantos dias faltam para aniversários, para sua ida a Nova York, para essa viagem a Leros. À medida que o evento se aproxima, ela transforma a contagem para número de horas…

Eu, mesmo gostando muito de viajar, começo minhas contagens regressivas quando saio de casa com as malas na mão: quantos dias faltam para voltar?

Por melhor que seja o lugar (e Leros É o melhor lugar), por mais linda que seja a paisagem, mais formidável o hotel, eu tenho vontade de voltar para casa. Não chega a atrapalhar a viagem, curto tudo, aproveito cada passeio e comida, mas dentro de mim, conto: 17, 16…

Maluquice? Bairrismo? Pérolas aos porcos? Pode ser. Mas para mim só quer dizer que é muito bom ir e é maravilhoso voltar.

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PicMonkey Collage

Que bom que voltar é bom – 2

Madeira com história

Ganhei da minha mãe

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O ócio nos faz ficar meio criativos. Como meu cunhado Fabrízio, além de bom escritor, adora pequenas lidas em marcenaria, aproveitamos e nos divertimos. Há algum tempo, as esquadrias de algumas janelas da casa foram trocadas e devidamente guardadas. Escolhemos as melhores, lixamos, limpamos e transformamos em espelhos pela casa afora.

Fabrízio encontrou uma mesa de centro jogada fora por algum grego sem imaginação. O tampo de vidro estava quebrado e ele colocou um de MDF. Pintei, desenhei e cada membro da família personalizou seu peixe. No centro, o desenho da Terra, com os dizeres “Muitos países, muitos mares, uma mesma família”.

Também temos artesanato nosso trazido do Brasil para a Grécia. Bandejas enfeitam e são diariamente usadas para o café da manhã no pátio.

Prato da Raquel com azeitonas pretas. Super grego.

Aqui tem vento. Muito. O que é muito bom por um lado porque despista o calor, mas também torna os jantares que sempre acontecem no pátio fora de casa, verdadeiras provas de como não ver seu guardanapo sair voando ou manter seus cabelos longe da boca ao saborear uma garfada. Os guardanapos resolvemos com pedras. Cada um pintou a sua e a usa para mostrar ao vento quem manda. Funciona e é bonitinho. O cabelo? A solução é jantar de rabo-de-cavalo e tiara. Louca de linda.

Como comentei antes, outra coisa que temos aqui, é tempo livre. Então, jogar gamão combina muito bem.

Também tem o prato da família, feito pela Emília Wanda. E que tal ter uma foto do seu casamento em um porta-retrato em uma casa na Grécia? Eu ainda acho o máximo. Nada de perder a capacidade de valorizar as coisas boas que nos acontecem.

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DSC01093aMadeira na Grécia

Bancos de madeira

Detalhes nas caixas de madeira

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Leros – a casa

A casa onde ficamos em Leros foi construída em 1882. Em todos esses anos, teve seus tempos áureos e aos poucos foi decaindo. Coisas da idade… Há dois anos, filhos, noras e genros de Despina decidiram que a casa merecia uma reforma e que nós merecíamos mais conforto. Coisas básicas, como um chuveiro com teto e chave na porta. Até o ano passado, nossos banhos eram atrás de uma cortina (esvoaçante) e sob o sol ou as estrelas. Romântico, mas pouco privado.

A pintura da casa chegou a esse ponto. Mas considere que ela é uma senhora de 130 anos.

130 anos…

O chão da entrada estava desse jeito:

As coisas melhoraram muito!

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Uma amendoeira na frente de casa.

Mesmo que a casa não estivesse parecendo uma mocinha, com botox por todo lado, não teria problema, porque ela nos dá vistas como essa, do porto de Agia Marina (Santa Marina), da janela de um dos quartos (coloquei zoom na máquina, é bem mais longe). Observe as colinas atrás e veja o perfil que divisamos no por do sol.

Vista do restaurante. A casa é uma amarelinha atrás da igreja…

Você pode ver todos os posts sobre a Grécia concentrados nessa página. Boa viagem.

Mais mar e belezas em…

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A dor e a delícia de uma casa na praia

Casa de praia

Madeira à italiana

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Emerson faz um trabalho que vai além da encadernação. Muito além. Usando a técnica da cartonagem, produz com esmero caixas, pastas, porta-incensos, álbuns, blocos e até… cadernos. A profissão foi se instalando aos poucos na vida de Emerson, que teve tempo para ver que a carreira de escriturário em um banco não ia dar em nada. Resolveu (nos tempos pré-internet) digitar trabalhos para universitários. Como alguns pediam o trabalho encadernado, foi aprender em um curso no Centro de Criatividade do São Lourenço. Tomou gosto, começou a inventar outras formas de aplicar o papel e foi montando um atelier. Digo “foi montando” porque, como você vai ver nas imagens, ninguém constrói um espaço com tantos detalhes de uma hora para a outra. Conseguiu então uma banca na Feira do Largo da Ordem, uma grande vitrine a céu aberto. Foi ali que Emília Wanda, nossa passarinheira, o descobriu e o levou para o Atelier Aberto, do qual faz parte desde então.

Porta-papeis. Ótimo para bilhetes.

Caderninhos. Muitos.

Porta-incensos. Lindos.

Caixa de chá.

Conjunto. A escolha de papeis é primorosa.

Pastas para folhas A3. Desenhistas de plantão…

Para escritórios bonitos e organizados.

Caixas.

O atelier de Emerson passeou por vários endereços e agora parece ter finalmente encontrado sua morada numa casa para lá de charmosa, um imóvel tombado que faz parte da história de Curitiba e de sua arquitetura. Considerada uma das primeiras casas modernistas do Paraná, do arquiteto Frederico Kirchgässner, a própria casa já vale a visita. Janelas de canto, piso da época (1936), sacadas ousadas, a casa teve a sorte de encontrar em seus atuais moradores, pessoas que sabem valorizar e preservar elementos especiais. Para conhecer mais sobre a casa, veja as fotos no Circulando por Curitiba.

Uma casa modernista, com certeza.

Charmes de um atelier:

De tudo. Quem conhece Curitiba, reconhece obras de vários artistas locais.

Garimpo. E gravura da Denise Roman.

Mesa super bacana. No vaso, restinhos de papel. E olha o Emerson ali.

E.V.A. enroladinho embaixo de um vidro, na mesa. Muito lindo.

Lambrequins. A cara de Curitiba dentro do atelier. E quadrinho da Emília.

Um antigo porta-livros.

Eu conheci Emerson porque sou fã de álbuns e muito antes dos scrapbooks já reunia fotos para celebrar momentos. E ele confeccionava meus álbuns. Faz tempo… Mas isso é assunto para um outro post.

Para avós levarem na bolsa as fotos de resumo da família. Sucesso total.

Contato: emersonkoslowski@pop.com.br

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Cartão de visita caseiro

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Vida nova ao livro velho

Cerâmica e quintal

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Discursos ecológicos são meio frequentes nesse blog. Mas não se esgotam, principalmente agora que achei uma mina de imagens que dão muitas ideias  sobre transformações que podemos fazer com o que poderia ser descartado.

Em reciclagem somos craques em Curitiba. Há tempos separamos o lixo que é reprocessado e resulta em matéria prima para a produção de novas coisas.

redução? Simples: é adquirir apenas o que realmente precisamos. Simples no conceito, complexo na prática.

E o reusar? Palavra que nem existe em português, significa qualquer atividade que estenda a vida útil de alguma coisa. Quando reusamos um objeto, estamos deixando de comprar um outro, certo? E de produzir lixo, concorda? É essa a ideia.

E aqui algumas ideias encontradas no site http://www.pinterest.com sobre o reuso. Não sou muito fã de colocar imagens alheias no blog, mas já que o assunto é reusar…

Uma moldura que não emoldurava mais…

Aqueles infinitos potes de vidro. Mais que geleia…

Copos viram coloridos porta-velas. Luz e cor em um copo que era sem graça…

Ikebana de lápis e afins.

Eu reusei um banco da Magda. Vou mostrar o antes e depois. Como não tive a genial ideia de fotografar o antes do banco em questão, fotografei outro, mas que tinha o mesmo acabamento inicial. Um banquinho sem graça que ficou charmoso.

E aqui, o resultado do reuso de embalagens de cigarro, realizado pelo porteiro do prédio da Ângela, o Sr. Osmar:

Mais ideias em…

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A graça de ser mutável

Para que tudo isso?

Ideias voluntárias

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Meus pais viajaram. Já comentei aqui sobre o jardim da casa deles. E minha filha Marina também falou desse lugar, para uma neta, encantado.

Voltando. Meus pais viajaram e eu fiquei encarregada de alimentar os cachorros e passarinhos todas as manhãs. Abre casa. Desliga o alarme. Grita desesperadamente para os cachorros que aproveitaram para fugir. Alimenta dois cães carentes. Fim? Não. Aí vem a parte boa: os passarinhos.

Eles ficam empoleirados nos fios de luz, olhando fixamente para o jardim. Aguardando o café da manhã que se constitui de uma mistura que meu pai faz questão de preparar sozinho, pote por pote. Chega então a hora de colocar a comida no lugar adequado e me afastar.

Ainda bem que existem fotos para registrar certas coisas que pareceriam conta de mentiroso:

A fila começa a se formar.

A fila me observa.

Fome. Pressão.

O restaurante abriu!

E esse vídeo combina muito bem!

E um quadro da passarinheira, Emília Wanda.

Você vai ver mais passarinhos em…

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Uma vilinha

Casa de praia

Detalhes de uma casa de passarinhos

SONY DSCPomar na praça

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Atendendo aos comentários do post anterior, mostro um desenho que fiz num reboco do muro. Aquilo me incomodava e resolvi cobrir com a vista da varanda.

A vista.

O desenho. A hera vai vencer essa guerra.

A  janela da casa virou a moldura oficial para fotografar visitas. Gerou até um álbum de registros de quem passa por lá. Aqui, uma bandeja com a janela ao fundo. E a guardiã oficial da casa.

Pratos com tendências azuladas. Christa e Jô.

Um prato da Raquel enfeita uma parede.

Um antes e depois.

Antes.

Não seria completo se não mostrasse uma das comidas mais relacionadas às nossas estadias aqui. Sucesso de público. São patas de goiás, caranguejo da região muito mais generoso em matéria de carne do que um sirí.

Goiá. E hibisco na jarra da Raquel.

Se existisse uma abaixo-assinado a favor da invenção do tele-transporte, eu participaria feliz e contente. Com uma família que mora aqui e acolá (sendo que o acolá pode ser muito distante), estou sempre querendo estar um pouco em cada canto, com a vista de um lugar, a comida do outro, os amigos que estão em um terceiro. Minha casa me faz falta, mas quando chego nela, quero voltar para as coisas boas que deixei em cada casa que estive. Faz parte, eu acho. É o que nos mantém ativos, em movimento, interessados em viver.

O número, da casa, da praia, para onde sempre é bom voltar.

Mais descanso em…

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A dor e a delícia de uma casa na praia

Pomar

Repouso na Toscana

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