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Archive for the ‘Caixas’ Category

Desde que comecei a pintar em madeira, sob a influência de minha mãe, desenvolvi um olhar para o detalhe, para tudo que pode “virar caixa”. Inspirações inesperadas que podem se transformar em desenhos.

Na viagem para a Turquia reconheci muitos traços e tendências que já nos inspiraram.

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Daqui

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Daqui

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Inspiração indiana

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Uma receita da minha amiga Tânia, cheia de sabores e aromas que esquentam o corpo e a alma.


Chá das Bruxas

2 l. de água
1/2 abacaxi picado
suco de 1 limão
casca de 1 laranja
casca de 1 maçã
3 saquinhos de chá de maçã
2 saquinhos de chá preto
10 cravos
5 pauzinhos de canela
30 gramas de gengibre descascado e cortado em pedaços
Misturar tudo e ferver por 1/2 hora. Depois de desligado, acrescentar açucar a gosto (a receita pede 2 xícaras. Mas acho que pode ser bem menos).

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Imagens colhidas na Internet (menos a da caixa, é claro).

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Profiteroli à italiana

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Você compra uma calça jeans. Usa muito. Ela vai ficando mais confortável com o passar do tempo, mas chega o dia que não dá mais: ela fica velha, rasga, sai de moda e você… doa. Você faz a mesma coisa com outras roupas, com pijamas, com cobertores, louças e objetos da sua casa que não usa mais. Pensa: se eu não estou usando, alguém, em algum lugar, pode usar. Então vou doar.

Este é um dos princípios do consumo consciente que tem outros, como planejar as compras, avaliar os impactos de seu consumo, consumir apenas o necessário, reutilizar produtos e embalagens, separar o lixo e refletir sobre seus valores.

A Freguesia do Livro percebeu que doar livros e transformá-los em pequenas bibliotecas para o acesso de novos leitores, significa praticar e incentivar o consumo consciente. Os livros que você doa serão reutilizados, reciclados em sua essência, a de contar suas histórias por mais tempo, ao invés de ficarem reclusos em prateleiras. O melhor exemplo disso é a mágica que Juliette fez, transformando livros infantis holandeses em livros que crianças brasileiras podem ler, felizes e contentes.

O mesmo conceito acontece com as caixas de madeira de frutas que, reaproveitadas e decoradas, levam os livros aos Pontos de Leitura.

Ou seja, doar livros é um ato de consumo consciente. Entendido isso, a Freguesia resolveu desenvolver outros produtos partindo dessa ideia, a reutilização de materiais que estão sendo descartados transformando-os em objetos úteis cuja venda pode trazer recursos para que o projeto possa continuar. Recursos que possibilitariam alugar uma sala com muitas estantes e enviar os livros para lugares distantes no Brasil.

Então aqui apresentamos a linha de produtos Recicla Cultura:

Bolsas Retornáveis: a partir de banners usados, a Freguesia produz bolsas para carregar compras e livros.

Marcadores de livros: voluntários e amigos vão confeccionar marcadores com restos de tecidos, de papel de scrap, de páginas de livros estragados. Estes, por exemplo, foram feitos por Ro Pujol e Dani Carneiro.

Lápis de pinhão: a partir de restos de giz de cera, Maria Fernanda vai produzir lápis-cera com formato de pinhão.

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Resisto a mudar. Muito. De endereço, de cabeleireiro, as coisas de seu lugar. De restaurante e, no restaurante, de prato – sempre o mesmo, para que arriscar. De horários e rituais, de sabor de pizza, de marca de macarrão. Resisto a usar óculos, a usar salto, a me render à insônia, a tomar remédios, a tomar água, a condenar a cerveja. Não quero ir para a China, nem para a India, nem para o Japão. Roma e Leros, tá louco de bom.

Sou germânica, dura, resistente por dentro. Encaro tudo, me entrego pouco, choro quase nada. Resistência necessária para conviver com crianças pedindo dinheiro em semáforos, tristezas diárias e mundiais que escorrem dos noticiários.

Mas não resisto a muitas coisas: abraços a qualquer hora, chocolate quando preciso, sol e praia no verão, ler antes de dormir, spaghetti ao sugo, bolo de morango, cheirar o pescoço do meu cachorro, ligar de vez em quando para saber dos meus filhos. Desenhar, ter flores em casa, Sex and the City, Pretty Woman, cinema e pizza. Ao Queen, ao Sting, ao Caetano. Dar palpite na vida das pessoas que amo, dançar quando a música é boa, espalhar literatura por aí.

E aí, te pergunto: resistir para que? Se te faz bem, e não faz mal a ninguém, simplesmente faça.

Uma prova de que a resistência também pode ser combatida é a caixa do dragão. Já pintei essa caixa de chá inúmeras vezes, sempre repetindo a fórmula que me agradou quando fiz a primeira. Acredite se quiser: tomei a corajosa atitude de mudar!

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Borboletas são assunto recorrente em artesanato. Difícil não ter pintado meia dúzia delas quando se fala em decorar madeira, tecido, papel. Elas são irresistíveis, pelas formas, cores, leveza.

Também já me aventurei com borboletas e geralmente dá certo. Mas nem sempre…

Primeiro, uma caixa que deu certo.

O relevo.

E aí vem o fiasco… Uma bandeja que começou bem, borboletas em relevo, branco no branco, tudo de bom.

E então resolvi craquelar. Porque ninguém me impediu? Preciso me consultar com minha assessora-para-assuntos-de-craquelamento (minha mãe). Acabei com a bandeja.

Para arejar minha mente irritada, deixo aqui essa imagem de uma escultura de David Kracov, sobre a qual você encontra mais informações aqui.

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As fadas continuam voando por aqui e dessa vez, ao invés de pousar em banquinhos, pousaram na caixa da Anna. Ideia da avó, que queria ter em sua casa uma caixa de criações, para as visitas da neta arteira em potencial, recheada de papeis coloridos, lápis de cor, cola, glitter, tesourinha, carimbos, adesivos e canetinhas (não sei vocês, mas eu também quero!). Foi presente de Natal, mas não deu bem certo… Anna decidiu confiscar a caixa e levar para a própria casa, nada de ver aquilo só de vez em quando. Resultado: avó Tânia viu a sua ideia para distrair a neta bater asas…

Amoras? Combinam com fadas? Vamos imaginar que sim. Então, aqui vai uma receita de Panna Cotta com Calda de Amoras (trazidas pela minha irmã da casa do meu cunhado). Panna Cotta é um pudinzinho bem simples e típico da Itália.

Panna Cotta

Ingredientes
500 ml de creme de mesa fresco (nata) líquida – acho que também deve dar para fazer com a cremosa, mas fiz com a líquida.
150 gr. açúcar
1 fava de baunilha (ou 1 colher de chá de essência de baunilha – melhor a fava, mas se não houver…)
3 colheres de chá de gelatina em pó incolor (se preferir menos firme, reduza um pouco a quantidade de gelatina).

Modo de fazer: abra delicadamente a fava de baunilha no sentido do comprimento. Umedeça a gelatina em pó com 2 colheres de sopa de água. Leve ao fogo uma panela com o creme, o açúcar e a baunilha e deixe chegar perto de ferver. Desligue o fogo e adicione a gelatina umedecida e mexa até dissolver bem. Se preferir, passe em peneira fina para prevenir pequenos grumos. Coloque em forminhas (usei as de cupcake da Marina – 6 forminhas) e deixe na geladeira por pelo menos 6 horas. Desenforme no prato em que vai servir passando uma faquinha nas laterais e cubra com a calda de amoras (ou outra de frutas vermelhas, como morango, framboesa, etc.). Uma receita de calda de morango está aqui.

Calda de Amora

Ingredientes
1/2 kg de amoras lavadas
1/2 xícara de açúcar
1/4 de xícara de água.

Modo de fazer: leve o açúcar e a água em uma panela para o fogo, até chegar quase em ponto de fio. Adicione as amoras e deixe levantar fervura. Se preferir as frutinhas mais macias, deixe cozinhar mais um pouco. Pronto.


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Ou vermelho lembra Natal? O certo é que nossa decoração natalina é verde e vermelha, herança dos países que estão vivendo o inverno nessa época e onde o Natal combina bem com as roupas quentíssimas do Papai Noel, com os flocos de neve que enfeitam pinheiros, com as meias penduradas em lareiras, e tudo faz mais sentido.

Nós, dos trópicos, deveríamos valorizar um Natal verde e azul, mas fazer o quê?

Por aqui, a cor vermelha aparece muito nas coisas que fazemos e essa é uma boa hora para uma revisão.

As peças de cerâmica que aparecem aqui são da Raquel.
E por falar em vermelho, nada melhor que uma receita com ameixas… vermelhas. A receita é do Simplesmente Delícia e fiz em prato de cerâmica da Magda, da Ekozinha. Apesar de não pedir na receita, adicionei açúcar mascavo nas ameixas por minha conta. Ficou azedinho, do jeito que eu gosto. Já marido e filho fizeram um pouco de caretas…

Crumble de Ameixas Vermelhas

Ingredientes
1 quilo de ameixas (pesadas com caroço)
¼ copo de amêndoas inteiras*
¾ copo de farinha de trigo
100 gramas de manteiga sem sal, temperatura ambiente
½ copo de açúcar
1pítada de sal
¼ de copo de amêndoas fatiadas (opcional)
* comprei farinha de amêndoas no Mercado Municipal

Modo de preparo

1. Unte um pirex pequeno (26 cm x 18 cm) com manteiga e reserve. Pre-aqueça o forno a 180°C. Lave as ameixas e corte as para retirar os caroços. Descarte os caroços e ponha todas as ameixas partidas no pirex espalhando-as.
2. Processe as amêndoas inteiras até formar uma farinha grossa. Cuidado para não processar demais pois a farinha começa a ficar oleosa. Ponha a farinha de amêndoas numa vasilha com a farinha de trigo, a manteiga, o açúcar e o sal. Amasse com um garfo até não haver mais traças de manteiga mas não deixa formar uma massa compacta. Queremos um farelo grosso.
3. Espalhe a farinha de amêndoas por cima das ameixas sem apertar. Termine com as amêndoas fatiadas. Se você não tiver amêndoas fatiadas pode picar amêndoas inteiras e jogar por cima. Leve ao forno por 45-50 minutos ou até ficar dourado. Se começar a queimar , cubra com papel alumínio e prossiga até a farinha estar dourada. Sirva morno. Com uma bola de sorvete…

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Prato e amêndoas – 3

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Centro de madeira rústico

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Natal e bye!

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