Feeds:
Posts
Comentários

Posts com Tag ‘Tecidos’

DSCN3068B

Eu e a torcida do Flamengo tínhamos uma saída de praia. Além de ter 1000 iguais por aí, a minha já estava batidinha, rodada, de Leros a Cabeçudas. Aí apareceu na minha vida um maiô lindo, marrom e azul, que precisava de algo que combinasse com ele…

DSCN3046A

Resolvi então fazer tie dye, técnica milenar oriunda do povo hippie e que está vivendo um ressurgimento em nossos dias. Achei que ia ser simples, olhar um passo-a-passo na internet e pronto… Antes fosse. Fazer tie dye é mais ou menos o mesmo que pesquisar receita de quiche no Google: tem milhares de jeitos de fazer. Aí você tem duas opções: ou escolhe uma das técnicas ou faz um mix delas. Adivinhe o que eu fiz? Mix de técnicas, bingo.

Vou tentar explicar o que agora virou a técnica Jô Bibas de fazer Tie Dye, já que ficou do jeito que eu queria.

1. molhe a peça que quer tingir. Torça bem para que fique úmida.

2. amarre, com barbante ou elástico. Principiante que sou, fiz uns círculos espalhados pelo vestidinho. Faça amarrações bem firmes, é a parte do tingimento que deve ficar com a cor original da peça.

DSCN3056

3. tenha uma panela grande com água fervente suficiente para cobrir a peça a ser tingida. Em outro recipiente, dissolva o conteúdo de um tubo de tinta Guarany ou Tupy na cor escolhida em 1 litro de água fervente. Misture na panela onde vai mergulhar a peça.

Captura de Tela 2013-01-15 às 15.38.20

4. mergulhe a peça na água fervente colorida e mexa com uma colher de pau por até 30 minutos, variando esse tempo para menos de acordo com a intensidade que deseja da cor escolhida.

5. tire a peça da água colorida e enxágue um pouco em água fria. Coloque em um balde com água suficiente para cobrir a peça, seguindo essa proporção para fixar a cor: para cada litro de água, 1 colher de sopa de amaciante, 1 colher de sopa de sal grosso e 1 colher de sopa de vinagre de álcool. Deixe lá uns 10 minutos, retire e enxágue bem até não sair mais cor. Desate os nós e pronto.

DSCN3057A

6. Como eu queria mais uma cor, mandei tinta para tecido Acrilex com pincel nas partes brancas que eu queria colorir. Essa ideia veio do vídeo abaixo, link para uma reportagem feita pela minha amiga Carla Lima.

DSCN3059A

DSCN3065A

[http://www.otv.tv.br/video/moda-basica-ensina-a-tingir-roupas-de-uma-maneira-diferente-e-descolada/]

Saí fazendo outras experiências: duas toalhas de mesa. Mas nessas, a segunda cor veio de tingimentos suplementares. Depois do primeiro tingimento, tirei alguns elásticos de cada círculo e tingi em mais uma cor.

DSCN3109a

DSCN3329

Nas fotos se vê um desenho com quadrinhos coloridos. Está lá, me lembrando que a gente pode sempre aprender algo novo. Esse tie dye é a prova disso.

DSCN3047

E já que estamos falando de tingimentos e a Páscoa se aproxima, fica a dica:

Captura de Tela 2013-02-23 às 11.17.58

Daqui

Captura de Tela 2013-02-23 às 11.23.07

Daqui

Captura de Tela 2013-02-23 às 11.29.04

Daqui

Você também pode gostar de…

DSCN2272As cores da seda

DSC00746Uma tia de presente

Captura de Tela 2013-02-12 às 10.50.02Sempre aprendendo

Ler o post por completo »

Nada acompanha mais o amadurecimento de uma mulher do que o tamanho da necessaire que ela usa para viajar. Lembro dos tempos de menina em que tudo que eu precisava era da minha escova de dentes e do shampoo que minha mãe levava na frasqueira familiar (sim, eu sou do tempo das frasqueiras). Adolescente, à escova de dentes e shampoo somaram-se desodorante e uma escova de cabelo só para mim. Qualquer bolsinha dava conta de tão pífio recado.

Aí a coisa foi complicando. O lápis de olho e o rímel começaram a se tornar obrigatórios. O creme rinse – primórdios do condicionador – era fundamental para desatar os nós no cabelo submetido a permanentes em busca dos cachos que não tinha. Um brilho labial sabor morango coroava o pequeno kit. Logo em seguida, o sol virou vilão e dá-lhe filtros dos mais variados fatores exigindo um espaço só para eles.

Atualmente, temos a bolsinha dos remédios, a dos cremes – para as mãos, para os pés, para as rugas do dia, para as rugas da noite, para o cotovelo. A pré-base, o corretivo, a base propriamente dita, o demaquilante para tirar tudo isso. E o algodão, o cotonete, a faixa para segurar o cabelo, o elástico para não molhar a escova progressiva. O perfume, ah, o perfume, sempre em frascos enormes, mas sem o qual “nos sentimos nuas”. Três necessaires no mínimo para cobrir todas essas pequenas necessidades. E hoje, ao fazer uma mala para uma inocente viagem de 3 dias, tirei da gaveta e coloquei numa necessaire só para ela, minha bolsa de água quente. Acabo de dobrar o cabo da boa esperança. Ai, meus sais.

Tenho uma convidada especial para ilustrar esse assunto. É a Chris do SweetblogChria, onde ela mostra suas artes em tecido que vende em sua loja real em Blumenau e em sua loja virtual, aqui. É tudo muito lindo, colorido e criativo. Já encomendei uma bolsa linda dela, da qual falei aqui.

Aproveitem um belo desfile de necessaires. A gente sempre precisa de mais uma…

Você também vai gostar de…

Origamis

Retrospectiva 11

Medidas com charme

Ler o post por completo »

Liane Mestrinho começou a vida profissional como geógrafa. Da geografia, trouxe para a pintura de aquarela em seda os elementos da água, da terra, do universo, que aparecem na fluidez dos traços, do tato e das cores. E que cores!

Uma arte que cria peças diferentes a cada produção, traz em si o exercício da criatividade, da diversidade, do respeito ao orgânico. Detalhista, a artista preza a seda mais pura, as tintas mais eficientes, o acabamento mais primoroso.

Os lenços e echarpes resultam de inspirações desenhadas direto no tecido, combinando cores e criando formas. No bastidor, a seda vai receber combinações de traços e tonalidades que vão fazer dela uma peça única e irrepetível.

Vestidos, camisas de algodão e telas para enfeitar paredes também brotam das tintas e pinceis de Liane.

Liane vende seus lenços e roupas. Para falar com ela, entre em contato através do lianemestrinho@gmail.com. E ela tem um blog: lianemestrinho.blogspot.com.br

Você também pode gostar de…

As cores, as flores – Grécia

Sensorial Bazzar

Um caleidoscópio para chamar de seu

Ler o post por completo »

Eleni e Claudia são mãe e filha. Juntas, há 15 anos,  resolveram bordar o enxoval da neta e sobrinha Marcela que estava por nascer. Ali começava uma produção em parceria que se desenvolve até hoje, cada vez mais detalhada e delicada. É tudo tão caprichado…

Elas atendem em casa. Têm sempre um belo estoque e aceitam encomendas:

khrodys@hotmail.com

(41) 3252-7217/ 9182-7326

Você também pode gostar de…

Mickey no banquinho

Na ponta da agulha

Ler o post por completo »

Cicida é mineira e mora aqui em Curitiba há muitos anos. E Cicida é bibliotecária e muito organizada. Muito. De modo invejável. Não pode ver uma bagunça que sai arrumando. Organizada, portanto detalhista. Assim, ao passar um tempo com a família em Minas, viu a irmã criando porta-guardanapos e toalhas lindas. Foi sopa no mel: organizada, detalhista e  com acabamento precioso e refinado…

Deu no que deu. Belas peças, combinação de cores e resultados delicados. Deixam uma mesa chique e um lavabo com um visual especial.

Cicida aceita encomendas. E se você é do meu tipo, que gosta de tudo bem combinado. entre em contato: (41)9977-0197 ou cicida@onda.com.br

Você também pode gostar de…

Ordem – Caixas

Quintal e cerâmicas

Ler o post por completo »

Era uma vez três irmãs. Viviam em uma casa onde o ar tinha sempre o melhor cheiro do mundo, o de pão fresquinho saindo do forno. Foi com pães de milho e centeio que o pai das 3 meninas as formou advogada, matemática e engenheira.

Mas quis a vida que, chegando do interior para morar em Curitiba, o sabor do pão quentinho faltasse. E veio o desejo de fazer seus próprios quitutes em casa, dando continuidade à alquimia da culinária que já estava na família. Elizabeth começou a fazer sucesso com seus doces na universidade, encomendas vieram e um espaço aconteceu naturalmente. A irmã Ana Paula, advogada e designer de produtos veio junto, com os bolos e o desenho da marca. Que, aliás, alía as mãos de fada para criar confeitos e o desejo de doces, características das boas formigas.

Fada doceira.

E a engenheira? Desde sempre, a caçula desenhou vestidos de noiva. Essa tinha mais forte o gene da mãe, exímia bordadeira em ponto cruz. Aprendeu a arte da costura e se especializou como designer de moda. Com as irmãs, Luciana ocupa o espaço com seu atelier de vestidos de casamento, o Mime vai Casar. Tudo lindo e fofo.

A casa de chá e o atelier de moda têm o jeito que as irmãs sonharam: parece que a gente está em casa. Cortinas com tecidos delicados, ponto cruz nas toalhas de mesa, cadeiras coloridas, louça charmosa, papéis de parede floridos, lavanda na porta, tudo tem um toque francês. Vale a visita.

Você também pode gostar de…

Ler o post por completo »

Alguém aí escapou de saber que sou fonoaudióloga? Durante mais de 20 anos atendi crianças com dificuldades de fala e linguagem, concentrando meu trabalho na Síndrome de Down. Sempre acreditei e investi na inclusão de todas as crianças na rede regular de ensino e para dar suporte à inclusão de meus pacientes, eu ia muito à escola de cada um e conversava com suas professoras. O discurso delas começava sempre parecido: “Mas ele não sabe isso… Ele não consegue aquilo… Ele não gosta de…”. Aí eu fazia uma pergunta bem simples: “E você sabe do que ele gosta, o que ele consegue, o que ele entende? Você sabe no que ele é bom?”.  No fim de nossas conversas, o foco da professora estava deslocado dos fracassos do aluno para o seu potencial. Para o que ele já sabia e que poderia ser aproveitado para ele aprender mais. Ela começava a ver o ponto forte da criança e a não ficar presa nas suas dificuldades.

Nós que aqui escrevemos e este texto lemos, podemos não ter nenhuma deficiência aparente. Mas ninguém é bom em tudo. E a boa notícia é que também ninguém é ruim em tudo. As inteligências múltiplas estão aí para comprovar que podemos ser craques em algumas coisas e um fiasco em outras (experimente colocar uma agulha e fio na minha mão e observe…). O lance é descobrir nossos pontos fortes e investir neles. Mudar o foco do “o que é bom para mim” para o “no que sou bom”. Com sorte, você vai encontrar algo que se encaixe nas duas categorias.

As artesãs que fazem parte do ArteAmiga são o retrato de pessoas que acharam seus pontos fortes e se expressam através deles.

Christa e suas madeiras.

Jô, Angela e Mari e suas madeiras.

Marina e seus doces.

Raquel e Magda e suas cerâmicas.

Ângela e seus tecidos.

Emília e seus passarinhos.

Nizza e seus mosaicos.

Todo mundo tem talentos e qualidades!

Mais uma boa notícia para encerrar:  mesmo que não esteja encontrando nenhum ponto forte se manifestando em neon dentro de você, lembre que a gente sempre pode aprender algo novo. Comece por algo que você simplesmente goste: comidas, pintura, fotografia, artesanato, dança, corrida, falar francês ou mandarim,  jardinagem. Gosta mas acha que não sabe fazer? Vá aprender. Dê o primeiro passo.

Você também pode gostar de…

Cada um do seu jeito

Marcas

Ler o post por completo »

Que adoro ler, já deve ter ficado claro. Mas não gosto apenas de livros, minha paixão contempla também a literatura dos quadrinhos. Na minha infância, devorei os Asterix e na dos meus filhos, virei fã da Turma da Mônica. Na adolescência, me enamorei pelas contestações da Mafalda e fui apresentada ao Calvin e seu amigo imaginário Haroldo. E com Snoopy tive uma relação que explico abaixo.


Herdei algumas habilidades da minha mãe. Uma delas, nos idos dos anos 70, tinha um valor inestimável: quando ainda nem se imaginava o advento das cópias ampliadas ou reduzidas, tão importantes para quem trabalha com modelos, nós duas conseguíamos olhar para uma figura e reproduzi-la no tamanho que quiséssemos. Antes de eu perceber que também conseguia fazer isso, minha mãe ilustrou muitas cartolinas dos meus trabalhos de equipe do Sion.


Quando, ainda menina, resolvi pintar camisetas, essa habilidade foi providencial. Adaptava o desenho a qualquer tamanho de camiseta e ficava lindinho. Durante muitos anos, pintei muitas camisetas e meu tema preferido foi o Snoopy (nem camisetas com desenho dele em serigrafia existiam ainda. Estou me sentindo um dinossauro). Durante a faculdade, com minha amiga Ângela, fornecemos muitas camisetas ao pessoal da Biomédicas da PUC e garantimos nosso dinheirinho para as coalhadas da Schaffer e as sessões da meia-noite no Astor. O tempo das camisetas passou. Só faço para presentear crianças, de preferência personalizadas. E ainda são lindinhas.

O Vicente e seus pais adoram o Snoopy.

Para minha sobrinha Benedetta.

Para o Alessandro, que é craque em Geografia.

Para ficar tudo ainda mais combinado e gostoso, aqui temos uma receita para fazer Waffles. A nossa tem a cara do Snoopy, graças à máquina emprestada pela Maria Amélia, minha professora de jazz. Lindinhos também!

Waffle e Snoopy: duas delícias!

WAFFLES

2 xícaras de farinha de trigo

2 ovos grandes

2 1/2 cloheres de sopa de açúcar

1/2 colher de chá de sal

1 colher de sopa de fermento em pó

4 colheres de manteiga derretida

1 1/2 xícaras de leite desnatado.

Misture tudo em uma tigela e mexa com um fouet. Deixe a massa descansar por 5 minutos (ou mais, pode deixar em uma jarrinha na geladeira e usar no dia seguinte, no café da manhã!). Aqueça a máquina de waffle e siga suas instruções. Ponha por cima o que te deixar mais feliz e bom apetite!

Para concluir, uma palhinha dos meus preferidos:



Mais quadrinhos e cores em…

Mickey no banquinho

Ler o post por completo »

Quem acompanha nossas conversas, já percebeu que somos várias amigas que fazem várias artes. Nos 3 meses de vida desse blog, muitos já nos perguntaram onde fica nossa loja e agora respondo oficialmente: não temos loja. Cada uma tem o seu atelier em casa e todas nos reunimos de vez em quando para fazer um Bazar.

É divertido. É mais ou menos como fazer feira:  monta stand, carrega produtos, dispõe tudo bem bonitinho e desmonta tudo no final. Com a diferença que a gente faz isso duas vezes por ano, enquanto feirantes têm essa dura tarefa diariamente. Palmas para eles!

Algumas imagens de Bazares de outros tempos.

Feira de Santa Rita. 2000 e alguma coisa.

No Graciosa. 2009.

No Graciosa.

No Graciosa. Chá da Tarde.

No Schimmel. De tudo um pouco. 2009.

No Schimmel. Emília Wanda e encadernações do Emerson.

No Schimmel. Mosaicos da Nizza.

No Schimmel. Bijoux e detalhes. Da Carminha.

Madeiras da Christa e da Jô. Tampo de mosaico da Nizza. Cerâmicas da Raquel.

No Schimmel. Panos Divertidos.

Mandalas da Diana.

Mais bazar em…


Imagens de um bazar

Pós-Bazar

Ler o post por completo »

Ângela e Eloísa criaram um nome para seus tecidos que eu adoro: Faça de Conta – Panos Divertidos. Porque “Faça de Conta”, você pode estar se perguntando. A resposta é: faça de conta que você gosta de cozinhar, de ir ao supermercado, adora enxugar uma louça ou arrumar um armário.

Pois é, tem coisas que simplesmente precisam ser feitas. Então, que seja de forma bela e organizada.

Aventais que tornam a tarefa de cozinhar mais segura e bonita.

Se você tiver sorte, salvando O COZINHEIRO de respingos acidentais.

Panos de prato para enxugar a louça e enfeitar a cozinha.

Sugerindo soluções

Porta-travessas são práticos. Você chega com sua contribuição para a festa, de forma muito chique!

Para levar a lasagna de domingo.

Travessa segura e quentinha.

Arrumar malas tem seu lado positivo, pois em geral significam viagem, passeio, diversão. De qualquer modo, indo ou voltando, negócios ou lazer,  encontrar tudo arrumadinho lá dentro, que delícia!

Confusão geral.

Tudo arrumadinho.

Se quiser encomendar algum produto em tecido, entre em contato: panosdivertidos@uol.com.br

Você também vai se conscientizar com…

Questão de atitude

As belas contas de Cicida

ArteAmiga

Artesanato entre amigas

As fotos de nossos produtos são feitas por nós. Se você quiser usar estas imagens, por favor mencione o http://www.arteamiga.wordpress.com como fonte.

Ler o post por completo »

Posts mais antigos »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 339 outros seguidores