Feeds:
Posts
Comentários

Posts com Tag ‘Personalização’

 

DSCN3167

Na casa da praia é assim: me sinto feliz por não fazer nada e desesperada por não fazer nada. Bem assim, contraditória mesmo. A solução encontrada, então, é achar o que fazer na própria casa. E eu achei.

Pintei uns descansa-panelas para presentear vizinhas.

DSCN3196

Achei uns pedaços de madeira velha que sobraram de um pequeno armário devorado por cupins. Lixa daqui, lixa dali, nasceram três quadrinhos espalhados pela casa, com peixes, é claro.

DSCN3086b

DSCN3178

Mexeram no muro, o que fez desaparecer a pinturinha que eu tinha feito há alguns anos com uma vista da praia. Resolvi pintando outros pedaços do muro, com a companhia de minha filha Marina.

DSCN3230

DSCN3179

DSCN3161

Fiz tie dye. Adorei essa brincadeira, me deu vontade de sair tingindo tudo. Essa foi uma toalha para a mesa da sala. Em breve, mostro em outro post como fiz.

DSCN3109a

DSCN3119

E essa caixa para o Rummikub, jogo amado pela família desde que meus filhos eram pequenos. Se não conhece o jogo, vá atrás. É ótimo.

DSCN3126

DSCN3145

DSCN3190

DSCN3151a

Você vai ver mais mar em…

DSC01093aMadeira na Grécia

DSCN2133Banco de praia

DSCN1502Ler e pescar

Read Full Post »

Esse modelo de banquinho se revelou de grande ajuda: para alcançar coisas nas alturas, para nos acomodar ao separar os livros para a Freguesia do Livro, para a criançada escovar os dentes diante da pia.

Resolvi fazer um para a casa da praia. Com coisas de praia, é claro. Bom mesmo se desse para levar para Leros, mas lugar na mala é artigo de luxo… Vai para Santa Catarina, então. Como já falei aqui, me inspiro em vários lugares. E a inspiração, descarada dessa vez, veio do site www.sticks.com

E para combinar com praia, mar e comida marítima, um couscous de camarão. Que tal? A receita foi feita na casa da Ângela, em um delicioso almoço para amigas e apresentado em um lindo prato da Raquel.

Couscous de Camarão

Ingredientes (6 porções)
1 kg de camarões médios, limpos e sem casca
8 tomates maduros
Suco de 1 limão
2 colheres de sopa de salsinha picada
2 colheres de sopa de cebolinha verde picada
1 xíçara de ervilhas cozidas
1 vidro de palmito
3 dentes de alho picados
1 cebola picada
1/2 xícara de óleo de oliva
1 pimenta vermelha picada
1 xícara de farinha de milho
1 xícara de farinha de mandioca
1 xícara de azeitonas pretas
Sal e pimenta preta moída na hora a gosto.

Preparo
Limpe os camarões e reserve. Com uma faca, risque em cruz a extremidade inferior dos tomates. Mergulhe-os em uma panela com água fervente e, após 30 segundos, retire-os e coloque imediatamente em água com gelo. Retire a pele e corte em cubos de 1 cm. Reserve.
Separe 15 camamrões e cozinhe-os por 5 minutos em água aromatizada com sal, suco de limão, salsinha e cebolinha verde. Retire-os da agua e corte-os ao meio sem separar os lados. Corte os demais em pedaços.
Corte parte dos palmitos em rodelas e pique os demais.Separe também parte das ervilhas.
Numa panela, aqueça o óleo, junte o alho e depois a cebola. Coloque os camarões em pedaços e tempere com sal e pimenta. Deixe por 2 minutos no fogo e junte os tomates. Refogue por 5 minutos.
Adicione os palmitos picados, metade das ervilhas, a pimenta vermelha e, em seguida, a farinha de milho e a de mandioca, mexendo bem até que descole do fundo. Ajuste sal e pimenta. Numa forma antiaderente, furada, distribua as ervilhas que sobraram. Coloque nas laterais da forma os camarões abertos no meio. Preencha metade da forma com a mistura de farinha. Disponha as rodelas de palmito e as azeitonas nas laterais da forma e complete com o restante da mistura de farinha.
Coloque na geladeira e desenforme na hora de abrir. (Receita de Bella Masano – Revista Gula)

* Como você pode ver na foto, Ângela incrementou a receita com belos pedaços de salmão assado.

Para ver os posts com os banquinhos da primeira foto, visite:

Fadas no banquinho

Mickey no banquinho

Bailarinas, carros e tigres

Você também pode gostar de…

Inspirei-me

As telas de Renê

DSCN3211Pedras pintadas

Read Full Post »

Que sou fã absoluta de caleidoscópios, não é uma novidade. Eles costumam ser um dos motivos para que eu vá (feliz, devo confessar) à Feira de Artesanato do Largo da Ordem, um acontecimento dominical  tradicional em Curitiba e muito bem apresentado aqui pelo blog Circulando por Curitiba.

Gosto do caleidoscópio para ter e para presentear, e porque conversar com a Heidi é ótimo, ela sempre tem uma nova invenção para mostrar.

A novidade desse domingo, achei demais: um caleidoscópio que você pode abrir e colocar o que quiser para observar como fica. As contas e miçangas podem ser misturadas com outras cores ou você pode colocar um pedaço de lã, um toquinho de arame, uma mini pétala de flor seca. Inventar seu próprio caleidoscópio, fechar um olho e ficar ali, encantado pelas imagens que se formam.

Percebendo que tudo muda a cada instante, que o tempo passa, mas a gente dura uma vida.

Contato com a Heidi que faz os caleidoscópios aqui.

Você também vai gostar de…

Invisíveis

As belas contas de Cicida

Banquinhos

Read Full Post »

Tem gente que consegue misturar ternura e poesia nas coisas mais inesperadas. Um sapo, um ovo, um passarinho, uma acerola, tudo tem uma historinha que enfeita. Assim é Emília Wanda, que com delicadeza me conta sua trajetória, definida pelo pai, tão encantado por Monteiro Lobato que deu a ela o nome da boneca falante e os caminhos profissionais trilhados pelo admirado escritor: “minha filha, você vai ser advogada ou artista”. Rendendo-se ao fato de que o estudo das leis não eram a sua praia, Emília Wanda seguiu a estrada que lhe restava: cursou Belas Artes. Dali já saiu trabalhando com cerâmica, a arte do detalhe nas miniaturas.

Curitibaninhos do tempo da Pia&Mia.

Minha família. Também Pia&Mia.

Dos tempos de estágio no Atelier Quintal.

Um mini-Advento.

Achou o óculos do Papai Noel? Tem o tamanho da ponta de um dedo.

Terminado o período da cerâmica, Emília Wanda se aventurou por outros caminhos. Com habilidade especial na compreensão das cores, percebeu que as mil plumagens de um passarinho se desvendavam coloridas diante de seus olhos. E os passarinhos começaram a surgir em telas e mais telas.

Hoje trabalha no Artemista, no Depósito da Ordem e em seu atelier próprio. A volta à cerâmica era inevitável e agora em um trabalho mais autoral, cria tudo o que a imaginação permite: os passarinhos aparecem em formas e simpatia, os ovos para decorar a Páscoa, os coelhos com uma barriga que pode receber um doce mimo.

Atenção para o nariz em coração.

Um lugar para abrigar um docinho. E o rabinho... em coração.

Ovos de madeira.

Já deu para notar que Emília é uma produtora artística de muito recursos. Decora madeira com a Kamo na Artemista. É craque em personalização: pratos com a árvore genealógica de uma família, super presente para avós, e canecas com as características do presenteado.  Paredes sob encomenda, como a que fez na casa da minha querida amiga Mônica.

Emília arborizou a casa de Mônica.

Emília Wanda, a boneca que faz arte.

Saí de lá com esse presente.  Pipius e acerola. Dá para ser mais mimoso?

Na casa da Emília Wanda encontrei isso aqui. Mas isso é conversa para outra hora…

Encomendas? Ela gosta: emiliawanda@yahoo.com.br

Você também vai gostar de…

Páscoa Artemista

Pontos fortes

Pomar

Read Full Post »

Ocléris combina com as coisas que faz. Tem a beleza da terra que toca e transforma, através da arte cerâmica.

Descobriu que amava a argila e suas possibilidades quando fez um curso em São Paulo, em 1985. Veio morar com a família em Curitiba e foi se aprimorando no Museu Alfredo Andersen, no Centro de Criatividade, no Atelier de Escultura do Parque São Lourenço. Lapidou o talento despertado na FAP e virou artista.

As habilidades crescendo, as obras se multiplicando, foi preciso ampliar espaço e estrutura do atelier, instalado no quintal de casa, entre pequenas parreiras, violetas e suculentas, tudo concentrado e abrigando surpresas modeladas por ela.

O atelier cresceu.

E invadiu o quintal.

Surpresa na parreira.

Ocléris trabalha a cerâmica em alta temperatura e no rakú, sublinhando os conceitos da limpeza das formas e da valorização do essencial. Ganhou prêmios com seus “Seios da Terra”, quando buscou formas arredondadas, orgânicas e femininas, também representadas em sua série de frutos. No momento, explora a graça e o significado das bolsas das mulheres.

Os seios.

Os frutos.
As bolsas.

E desde o dia em que uma das filhas olhou para os muitos pedacinhos de cerâmicas usados em testes e jogados em um pote e disse: “Vamos fazer um colarzinho disso?”, Ocléris faz bijouterias lindas e personalizáveis. Sim! Eu vou lá e junto as peças nas cores que quero para combinar com determinada roupa!

Vamos fazer um colarzinho disso?

Ocléris tem uma banca na Feira do Largo da Ordem, aos domingos, em Curitiba, na R. Kellers, defronte aos quadros. Passe lá e conheça Ocléris e suas peças. Se quiser visitar o seu quintal, ligue: (41) 3353-1951. Se estiver longe, saiba mais aqui: www.joiaceramica.com.br

Conheço Ocléris e sua família há muitos anos, pois é irmã de uma amiga querida e distante. Sempre me faz bem ir na casa deles. Mas dessa vez foi ainda mais especial porque saí com uma mensagem para ir mastigando no carro: ela me conta que Marcelo (o marido) se dá muito bem com a mãe dela, que mora com eles e hoje precisa de muitos cuidados. Ao que eu comento: “Que bacana o Marcelo ser um genro tão dedicado”. E ela me responde: “Acho que a mamãe fez por merecer o carinho que recebe dele hoje”. Será que estamos fazendo por merecer?

Cuba.

Algumas das fotos desse post são de Bianca Muzzillo, fotógrafa e filha da Ocléris. Veja mais sobre ela no www.biclick.com.br.

Você também pode gostar de…

Pela ordem – caixas de madeira

Cantos e encantos do Rakú

Read Full Post »

Minha filha já contou que ganhei a ideia, a vontade e o próprio blog dela no Dia das Mães do ano passado. Desde então tenho me divertido muito aqui. Agora vou pegar mais uma carona numa ideia da Marina.

Como boa parte da diversão de ter um blog é falar sobre ele, percebi que para finalizar essas conversas precisava ter um cartãozinho com o endereço do ArteAmiga. Mas tinha que ser artesanal, barato, em pouca quantidade (ainda não atingi multidões) e bem bonitinho.

A solução foi simples. Começa com um documento em Word, onde você faz uma tabela que ocupe toda a página com o tamanho do cartão que vai querer. Coloque ali as informações que quer passar.

Feito isso, hora de gastar o único dinheiro envolvido nessa obra. Dirija-se a uma loja de scrapbook, munida de muito poder decisório (porque dá até um nervoso de tantas opções) e escolha folhas que sejam: a) lindas, b) tenham  a ver com seu objetivo e c) tenham um lado bem colorido e outro claro e quase liso, para que o texto impresso fique visível.

Frente e verso.

Hora de imprimir. Corte a folha de scrap do tamanho de papel A4 e coloque na impressora.

Tamanho A4 para caber na impressora.

Folha impressa.

Com guilhotina ou caprichando na tesoura (lembre que estamos falando de pequenas quantidades), recorte seus cartões.

Recortar é uma delícia!

Minha linda filhota também me deu esse charmoso porta-cartões. Fica tudo fofo.

Porta-cartão tão florido quanto.

Ok. Você deve estar pensando  ”e toda aquela conversa ecológica? O que ela vai fazer com o precioso papel de scrap que sobrou?”. Pois então. Nada se perde. Ele vai ser usado para fazer mais cartões, mais artesanais ainda, pois serão diferentes uns dos outros.

O que fazer com as sobras de papel?

Cartões artesanais sobre artesanato!

Por favor, se me encontrarem por aí, me peçam um cartão!!

Você também vai gostar de…

Klimt

Caleidoscópios

Read Full Post »

Por motivos diversos, mais camisetas foram produzidas.

Um dos motivos são as crianças que gosto de presentear. Essa foi para o Vicente, que do alto de seus quase dois anos de vida, decidiu que ama carros, e de preferência, vermelhos.

Carrinho vermelho, se faz favor.

Tenho lutas internas diárias: em um canto do ringue, a noção clara de que exercício físico faz bem e é necessário. No outro canto, saltitante e poderosa, uma preguiça gigante, além de um ódio por musculação e uma coluna em estado de pura decadência, que provoca dores e desculpas… Para me defender de mim mesma, então, precisei encontrar exercícios que sejam imperdíveis. E encontrei!

A hidroginástica é amada, principalmente porque permite, além do exercício, estreitar laços de amizades na água nas conversas de todos os dias. Enquanto o clube reforma e melhora, ficamos com o jazz. No jazz, se falto uma aula, perco a coreografia e na aula seguinte fico feito libélula sem rumo. Para me poupar do mico, simplesmente não falto. E adoro a combinação música dançante e passos que se renovam a cada dia, mantendo em forma também os neurônios Suzie e Barbie (Tico e Teco rebatizados).

Camiseta para o jazz. A professora e Snoopy dançarino.

Auto-retrato.

Outro motivo que vence a preguiça, é o sentir-se bem. Comecei a fazer yoga no Yoga Studio e vi dores e gemidos diminuirem significativamente. Bom motivo para não faltar, certo? E o clima charmoso da Praça Espanha também vale a travessia.

Snoopy no maior relax.

Mafalda na yoga.

Você também vai gostar de…

Contando histórias

Camisetas e quadrinhos

Read Full Post »

Já que começamos a falar de personalização, vamos adiante. A graça do artesanato, nem sempre possível nos produtos industrializados, é a possibilidade que o consumidor tem de sentar na frente do artesão e dizer: “Está vendo essa cor azul nessa lista? Eu quero que seja vermelha”. Ou aquele que pega uma enorme caixa de madeira e diz: “Quero esse mesmo desenho, só que numa caixinha bem pequena, para guardar brincos”. Ou a amiga que gosta de um pano de prato que comprou e quer uma caixa com o mesmo desenho. E a gente consegue fazer bem ao gosto do freguês!

A Emília Wanda é craque em personalizar:

Pratos comemorativos.

Canecas com o nome e preferências do dono.

Árvores genealógicas. Quem não gosta?

DSCN2222a

Árvore genealógica. Avós adoram.

Contador de histórias. Para cada criança, com o seu mundinho.

DSC04463

Para uma loja de tapetes lindos.

Para um fotógrafo que participou do Calendário da Reviver Down.

A caixa que nasceu de um pano de prato.

Placas personalizadas para bebês. Da Mari.

Raquel personaliza números de casas.

Número ao gosto do freguês. Raquel.

Uma caixa personalizada para um restaurante.

Chá na Gepetto Pizza & Cucina.

Mais personalização em…

Feito criança 2

Detalhes 

Read Full Post »

Minha filha tem um blog. Há um ano, começou a fazer doces e compartilhar sucessos e sustos no Confissões de uma Doceira Amadora. O dono da Gepetto Pizza & Cucina, restaurante delicioso e já tradicional em Curitiba, acompanhou a trajetória da Marina no blog e a convidou para fazer as sobremesas lá.

Resultado: a amadora está se profissionalizando, com o suporte do chef de cozinha e do Amor (sim, ele se chama assim), amigo da família há anos e a quem eu precisava agradecer a oportunidade. As coisas só acontecem quando alguém acredita na gente.
O agradecimento que escolhi foi essa caixa de chá, com a marca do restaurante.

Quando for na Gepetto, depois da sobremesa, peça chá!

Marina apresenta uma mesa de sobremesas na Gepetto. Variam a cada dia e são sempre uma delícia!

Sobremesas deliciosas na Gepetto.

Mousse de Nutella!

Você também vai se deliciar em….

Bolo de milho e feriado

DSC_0209Recomendo

Read Full Post »

Que adoro ler, já deve ter ficado claro. Mas não gosto apenas de livros, minha paixão contempla também a literatura dos quadrinhos. Na minha infância, devorei os Asterix e na dos meus filhos, virei fã da Turma da Mônica. Na adolescência, me enamorei pelas contestações da Mafalda e fui apresentada ao Calvin e seu amigo imaginário Haroldo. E com Snoopy tive uma relação que explico abaixo.


Herdei algumas habilidades da minha mãe. Uma delas, nos idos dos anos 70, tinha um valor inestimável: quando ainda nem se imaginava o advento das cópias ampliadas ou reduzidas, tão importantes para quem trabalha com modelos, nós duas conseguíamos olhar para uma figura e reproduzi-la no tamanho que quiséssemos. Antes de eu perceber que também conseguia fazer isso, minha mãe ilustrou muitas cartolinas dos meus trabalhos de equipe do Sion.


Quando, ainda menina, resolvi pintar camisetas, essa habilidade foi providencial. Adaptava o desenho a qualquer tamanho de camiseta e ficava lindinho. Durante muitos anos, pintei muitas camisetas e meu tema preferido foi o Snoopy (nem camisetas com desenho dele em serigrafia existiam ainda. Estou me sentindo um dinossauro). Durante a faculdade, com minha amiga Ângela, fornecemos muitas camisetas ao pessoal da Biomédicas da PUC e garantimos nosso dinheirinho para as coalhadas da Schaffer e as sessões da meia-noite no Astor. O tempo das camisetas passou. Só faço para presentear crianças, de preferência personalizadas. E ainda são lindinhas.

O Vicente e seus pais adoram o Snoopy.

Para minha sobrinha Benedetta.

Para o Alessandro, que é craque em Geografia.

Para ficar tudo ainda mais combinado e gostoso, aqui temos uma receita para fazer Waffles. A nossa tem a cara do Snoopy, graças à máquina emprestada pela Maria Amélia, minha professora de jazz. Lindinhos também!

Waffle e Snoopy: duas delícias!

WAFFLES

2 xícaras de farinha de trigo

2 ovos grandes

2 1/2 cloheres de sopa de açúcar

1/2 colher de chá de sal

1 colher de sopa de fermento em pó

4 colheres de manteiga derretida

1 1/2 xícaras de leite desnatado.

Misture tudo em uma tigela e mexa com um fouet. Deixe a massa descansar por 5 minutos (ou mais, pode deixar em uma jarrinha na geladeira e usar no dia seguinte, no café da manhã!). Aqueça a máquina de waffle e siga suas instruções. Ponha por cima o que te deixar mais feliz e bom apetite!

Para concluir, uma palhinha dos meus preferidos:



Mais quadrinhos e cores em…

Mickey no banquinho

Read Full Post »

Older Posts »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 327 other followers