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Posts com Tag ‘Infantil’

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O Vicente já é conhecido por aqui. Já ganhou umas camisetas do Snoopy por ser grande (apesar de seus quase 3 anos) fã dele.

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A mãe do Vicente me encomendou uma mesinha. Como seu tema preferido continua sendo Snoopy e carrinhos, aproveitei o desenho que tinha feito na camiseta e enfeitei com detalhes. E a mesa ficou uma graça. Na noite de Natal, ele abraçou a mesa e deu um beijo no desenho do Snoopy. Preciso dizer mais?

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E o detalhe do Snoopy escondido no pé da mesa…

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Em 2011 postei aqui minha procura por um centro de mesa para o Natal e mostrei os que tinha feito nos últimos anos.

Agora, em 2012, minha procura continua sendo por um belo centro, mas dessa vez para crianças, pois pequenas crianças blumenauenses estarão aqui em casa.  E minha sobrinha recém-chegada! Vamos atrás de ideias, então…

Do Pinterest

Da Martha Stweart

Daqui

Da Casa Claudia Natal

Da Marie Claire Idees

E esse não é infantil, mas adorei a ideia.

E esse, definitivamente, a Marina vai ter que fazer!

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‎”A infância é curta e a maturidade é eterna.” — Calvin e Hobbes, Bill Watterson

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Um bebê com um banquinho? Parece cedo, certo? Mas, como todos, com certeza, concordamos, o tempo passa muito rápido e logo esse bebê estará usando sua banqueta para ver algum desenho na TV ou em pé diante da pia escovando seus dentinhos ou arrastando-o pela casa para participar sentadinho das rodas de conversa dos adultos.

Pisque o olho e …. seu bebê cresceu. Aproveito para recomendar: dê a si mesmo as oportunidades de viver intensamente esses momentos. Eles voam.

O banco encomendado era para o Enzo, dono de um quarto cujo tema é a floresta.

E já que o assunto é banqueta, conheçam essa, criada pelos jovens designers curitibanos Bruno Boas, Maurício Noronha e Rodrigo Brenner (que eu conheci dia desses), do Estúdio Furf. O banquinho tem preço sob consulta e pode ser encomendado pelo site da marca.

Para conhecer outros posts com banquinhos para crianças, dê uma olhada nesses links:

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“Sai de baixo dessa mesa, guri!”, chama a mãe mais com graça que zanga. “Desse jeito não sobra pudim pra você…”. A algazarra na mesa é grande, todos riem de alguma bobagem. E ele nem aí, nem para o pudim, nem para a piada – o livro está no fim, quer saber como a história termina. Faz sempre isso, quando acaba de comer, escorrega cadeira abaixo e fica lá, lendo,  pouco interessado nas conversas ao redor do almoço.

A família está passando mais um verão na casa da ilha, simples, de madeira, varanda com rede, dobradiças das persianas enferrujadas, quartos com beliches, sombreiro no quintal. Menino de apartamento em Curitiba, parece passarinho solto, para quem o melhor lugar é o galho da árvore frondosa. Da cidade, cada um pode trazer o seu essencial:  ”Tanto livro outra vez, filho? Todo esse peso? Você vai ter que carregar, lembre-se!”. E carregar, na ilha sem carro, significa 20 minutos de caminhada do barco à casa,  fato a se considerar. Mas ele leva, são as suas férias.

Os meninos não podem ser mais diferentes um do outro. Inteligências múltiplas, explicam os mais velhos. Ao seu lado, o irmão vem saltitando, arrastando sacolas com pranchas, video-game, máscara de mergulho, pés-de-pato, pistola de água. Agitado, passa os dias nas ondas, escalando os rochedos, fazendo e chutando castelos de areia, cavando buracos para chegar no Japão, colecionando conchas, pedras e carcaças de cigarras. O outro, o nosso menino, vive imerso em leituras, alma quieta, observador e introspectivo, acaba incomodando mais: “Esse menino é tão sossegado que dá nos nervos”, diz o pai.

Numa tarde quente de janeiro, lendo empoleirado nos braços frescos do sombreiro, ele olha em direção ao mar e vê uma menina. Magricela, cabelo vermelho, nem é bonita (ele está em uma idade em que não questiona a beleza das meninas. Elas são apenas… meninas), está em pé nas rochas perto da casa. Pele queimada de sol, um vestidinho azul claro e leve, ela está pescando.

Ele desce da árvore, fascinado, com vontade de fazer aquilo também, pescar é meio como ler, ato solitário e silencioso. Aproxima-se da menina, embaixo do braço o livro que até esqueceu de marcar, observa seus movimentos lentos, ignora o coração acelerado pela timidez e pergunta: ”Já pescou alguma coisa?”. A menina se volta e agora ele vê que os olhos são claros, parecem com os da avó Luzia, e ela tem sardas no nariz. Bonita? Sei lá, não enche. Ela sorri, aponta com naturalidade para um cesto cheio de peixes. Ele deposita o livro ao lado do cesto e fica ali, encantado com as cores, o brilho e textura dos pescados. Percebe que a menina se aproxima e começa a folhear o livro. Fecha logo, letra pequena, nem tem figuras. Rápido, ele diz: “Tenho outros em casa. Tenho muitos. Do que gosta?”. Ela responde que não sabe, não tem livros, leu só alguns na escolinha da ilha. Ele aproveita: “Me ensina a pescar? Te empresto meus livros”.

Ela ainda não sabe se a troca é boa, livros não são tão legais assim. Mas passam a tarde sentados na pedra, aprendendo a prender os camarões de isca que compraram na venda do Seu Zeca, a esperar a onda certa para jogar a linha, a sentir as leves fisgadas na vara, a tirar o peixe do anzol. O dia vai terminando, nosso menino feliz, pescar é tão bom quanto ler.

Fiel ao combinado, corre até a casa, escolhe no seu quarto  entre os livros deixados por 12 verões, lamenta não ter nada para meninas, acaba levando três que podem agradar. A menina espia da varanda, os olhos são verdes afinal. Bonitos? Um pacto silencioso é selado ali, eu pesco, você lê.

Pelo resto dos dias quentes de verão, a pescaria continua, o menino traz peixes todos os dias, a mãe se recusa a limpar, Seu Zeca faz esse favor. A menina traz uma irmã, dois vizinhos, um primo. Também vão pescar? “Não, eles querem emprestar livros. Pode?”. O menino percebe que estão todos guardados em caixas, difícil escolher. Pede ao pai uma estante. Organiza tudo ali e deixa que a gurizada selecione o que quer.

A temporada é longa. Muitos peixes, muitas leituras, mas chega a hora de voltar para a cidade. A essa altura, a turma interessada pelos belos livros cresceu muito. A estante é transferida para a venda do Seu Zeca. O pai coloca seus livros lá também, a mãe colabora com suas revistas e romances e uma plaquinha de madeira, onde está escrito:  Biblioteca da Ilha do Céu. Leve um livro. Leia. Aproveite. Do barco, navegando na direção de Curitiba, o menino vê a menina acenando, um livro na outra mão. Com seu vestido azul claro, cabelos vermelhos e dourados, sardas e olhos verdes. Linda.

Texto e ilustrações: Jô Mayr Bibas

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Fadas e bailarinas habitam o universo infantil de meninas. Amam cor-de-rosa, bonequinhas, laços e fitas. Onde tudo isso começa? Já vem no pacote dos cromossomos XX ou o ambiente é que vai moldando essa feminilidade? Reflexões profundas, fiquemos na simplicidade dos banquinhos e suas fadas.

Para encontrar ideias para essas fadas, contei com a ajuda da Telma, do DesignEstudio72. Ela me deu ótimas dicas!

Tem mais banquinhos para crianças aqui.

Fadas-madrinhas. Quem não gostaria de ter uma?

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Os banquinhos que fiz há algum tempo estão ganhando companheiros. A encomenda envolve fadas, Mickeys e Batmans. Comecei pelo Mickey, que vou mostrar aqui. Não sem antes comentar o quanto os desenhos animados antigamente eram mais doces. Nem sempre políticamente corretos, com Tom correndo sempre atrás de Jerry, Zé Colmeia roubando mel, Manda-Chuva querendo tirar proveito sempre… mas eram de uma ingenuidade hoje rara.

Aos bancos. A etapa inicial é uma intensa pesquisa em que tive de recorrer ao meu amigo Google, já que aqui em casa não temos mais revistas em quadrinhos.

Em seguida, o desenho vai para o banco.

E prontos ficaram assim.

Pé de Mickey!

Disney embalou muitas infâncias e seus desenhos são clássicos que encantam gerações. Suas ideias não envelhecem. Vamos à lista de preferidos? Esse é o meu. E o seu, qual é?

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Minha mãe pediu ao seu marceneiro para fazer um modelo antigo de banquinho, prático por ter um orifício para carregá-lo por aí. Olhando-os, imaginei crianças se deslocando por suas casas, banquinho na mão, escolhendo onde vão sentar os seus corpinhos ou as estantes que vão poder alcançar. Não resisti!

Uma menina, delicada e bailarina, só podia ter um banquinho cor-de-rosa e tendo como tema o ballet.

Um menino que gosta de animais, partimos para um tigre.

E o que gosta de carros…. um banco motorizado!

O que gostei nesse modelo de banqueta é que seus pés possibilitam aproveitar o espaço para desenvolver o tema.

Mais bancos para crianças em Fadas no banquinho e Mickey no banquinho.

Esse post participa da blogagem coletiva do Criações em Família.

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As fotos de nossos produtos são feitas por nós. Se você quiser usar estas imagens, por favor mencione o www.arteamiga.wordpress.com como fonte.

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Por motivos diversos, mais camisetas foram produzidas.

Um dos motivos são as crianças que gosto de presentear. Essa foi para o Vicente, que do alto de seus quase dois anos de vida, decidiu que ama carros, e de preferência, vermelhos.

Carrinho vermelho, se faz favor.

Tenho lutas internas diárias: em um canto do ringue, a noção clara de que exercício físico faz bem e é necessário. No outro canto, saltitante e poderosa, uma preguiça gigante, além de um ódio por musculação e uma coluna em estado de pura decadência, que provoca dores e desculpas… Para me defender de mim mesma, então, precisei encontrar exercícios que sejam imperdíveis. E encontrei!

A hidroginástica é amada, principalmente porque permite, além do exercício, estreitar laços de amizades na água nas conversas de todos os dias. Enquanto o clube reforma e melhora, ficamos com o jazz. No jazz, se falto uma aula, perco a coreografia e na aula seguinte fico feito libélula sem rumo. Para me poupar do mico, simplesmente não falto. E adoro a combinação música dançante e passos que se renovam a cada dia, mantendo em forma também os neurônios Suzie e Barbie (Tico e Teco rebatizados).

Camiseta para o jazz. A professora e Snoopy dançarino.

Auto-retrato.

Outro motivo que vence a preguiça, é o sentir-se bem. Comecei a fazer yoga no Yoga Studio e vi dores e gemidos diminuirem significativamente. Bom motivo para não faltar, certo? E o clima charmoso da Praça Espanha também vale a travessia.

Snoopy no maior relax.

Mafalda na yoga.

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O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você.

Mário Quintana

É nisso que acreditamos. Trazer o livro, mostrar o livro, tornar o livro atraente. Despertar o interesse pelo livro. Assim, logo nosso jardim estará cheio de borboletas interessadas em voar mais alto!

A Freguesia do Livro está em atividade. Agradecemos aos que colaboraram e estaremos sempre aceitando mais livros infanto-juvenis e a sua disposição para ler histórias para a criançada!

Bolo de chocolate na inauguração.

Parede. Obra coletiva.

Que delícia! História!

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Foto borboletas: IHeartIt


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