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Posts com Tag ‘Ideias’

Sou meio repetitiva, eu sei. Meus assuntos favoritos são sacolas plásticas, produção assustadora de lixo, o respeito à diversidade e às habilidades de cada um, a inclusão de pessoas com deficiência, a capacidade de escolha de sermos quem e como somos.

Essas teclas batidas até descascar o marfim me caracterizam, são as memórias que vou deixar para quem me conhecer. As marcas palpáveis estão aí, carimbos que já deixei: meus lindos filhos, a educação e oportunidades que receberam, um livro escrito e tantas caixas pintadas, espalhadas e que vão durar muito mais do que eu.

Minhas melhores marcas.

Caixas. Muitas caixas.

Me perdoem se estou parecendo fatalista, abanando com a tampa do caixão, como dizia meu avô. Mas tudo isso é uma volta enorme para retomar a tecla preferida: podemos escolher como queremos ser lembrados. Vou te deixar aí pensando nas memórias que está deixando e vendo suas alternativas. Não é teste, não tem pontos no final. É apenas você, exercendo seu direito de escolha e de decidir qual a marca que vai deixar:

(  ) Otimista  (  ) Pessimista  (  ) Bem-humorado  (  ) Mal-humorado  (  ) Ativo  (  ) Passivo  (  ) Egoísta  (  ) Altruísta  (  ) Acolhedor  (  ) Crítico  (  ) Beijo e abraço   (  ) Aperto de mão  (  ) Sorriso fácil  (  ) Olhar desconfiado  (  ) Me dá um limão que eu faço uma limonada  (  ) Tudo de ruim acontece comigo  (  ) Da vida nada se leva  (  ) Quero mais e mais  (  ) O que faço serve de exemplo (  ) Vou ficar na vaga de deficientes só um minutinho…

Como estamos falando em marcas, declaro que minha nova vontade são os carimbos. Artigo de luxo e misterioso no Brasil. Se alguém tiver ideias para trocar sobre o assunto, ficarei muito feliz!

Uma marca que tenho certeza que vou deixar é minha Nêga Maluca, receita da minha Tia Dóris, e que fez parte da história de meus filhos e todos os seus amigos que partilharam lanches conosco. E aqui está ela:

Nêga Maluca

2 xícaras de açúcar

2 xícaras de farinha de trigo

1 xícara de chocolate em pó (eu misturo Nescau e Chocolate do Padre)

1 colher de chá de fermento em pó

1 pitada de sal

3 ovos

1 xícara de água morna

1 xícara de óleo de canola

Peneirar os secos.

Pré-aquecer o forno. Em uma tigela, bater os ovos por uns 5 minutos com batedeira, adicionar a água e logo em seguida o óleo de canola. Ir colocando os secos peneirados aos poucos e continua batendo com a batedeira. Colocar em assadeira retangular média, untada com óleo. Assar em forno médio por 20 minutos e em forno baixo por mais 10 minutos. Depois de esfriar cobrir com a calda de chocolate:

1 copo de leite

4 colheres de sopa de açúcar

5 colheres de sopa de chocolate em pó (Nescau e do Padre)

1 1/2 colher de sopa de margarina

1 pitada de sal

Coloca tudo em uma panela e cozinha por uns 10-15 minutos, até que engrosse um pouco.

Mais marcas pessoais em…

Coleções

Micos Ecológicos

Imagem de pegadas e carimbos: http://www.weheartit.com

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Para complementar o assunto do post anterior, vou compartilhar as ideias de uma amiga, que faz trabalhos voluntários há 15 anos:

“Viviane Senna diz que “toda pessoa tem algum talento a compartilhar voluntariamente sem sacrifício algum”. Fui achando os meus e percebendo muitos outros. Só para citar alguns exemplos:

- Um contador pode, uma vez por mês, ajudar uma instituição a organizar prestações de contas.

- Se seu dote é costura, que tal esporadicamente recolher roupas que precisam de conserto, ir fazendo durante a novela e depois devolver prontas?

- Seu hobby é jardinagem? Ponha em prática no terreno de uma entidade e aproveite para oferecer uma terapia ocupacional para crianças, idosos ou doentes.

- Você redige bem? Muitas entidades precisam de ajuda na redação de relatórios, ofícios, cartas, até site para a Internet.

- Por falar em Internet, se essa é sua praia, que tal montar e/ou manter um site atualizado para uma entidade?

- Tudo que você tem a oferecer é carro e um tempinho sobrando? Pense que muitas vezes uma criança, idoso ou doente perde uma consulta médica (gratuita!) simplesmente porque não há alguém disponível para buscar o paciente na entidade, levar até a consulta, aguardar e levar de volta. Só isso. Simples assim.

- E aquela turma de amigos que gosta de se reunir para cozinhar? Não seria legal às vezes cozinhar um montão de carne moída, ou frango, ou creme de legumes e doar congelado para uma instituição?

- Você é bom em arrumar armários? Apareça de tempos em tempos em uma instituição e saia organizando. Seu negócio é arquitetura/decoração? Angarie doações e solte a franga tornando ambientes mais agradáveis. Convive bem com doentes? Ofereça-se para fazer umas horas de companhia a pacientes internados. É advogado? Quase toda instituição precisa da sua ajuda.

Bem, a lista é infinita. Gosto de divulgar que não é só com MUITO tempo e MUITO dinheiro que se pode ajudar. MUITO pelo contrário.” (R.S.)

Encontrei este vídeo que também dá boas ideias e tem tudo a ver com o blog, pois relaciona voluntariado com artesanato:

Mais ideias em…

Para que tudo isso?

Livros nas mãos

Imagem elefante: http://www.weheartit.com

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Há alguns anos participei da produção de uma campanha que pretendia atendimento voluntário a crianças com Síndrome de Down carentes, encaminhadas pelo Ambulatório da SD – HC/UFPR.

Naquele tempo, já acreditava que se cada um dedicasse uma parte, por pequena que fosse, de sua agenda e de suas habilidades a quem pode se beneficiar delas, o mundo seria um lugar melhor. Ao menos o mundo que seu braço alcança.

Pequenas atitudes. Doações e contribuições financeiras são atitudes, é claro. Mas dá para fazer mais, colocar a mão na massa, desenvolver uma ação. O grande entrave do voluntariado é pensar que será um empenho muito grande, não tenho tempo, não sei como ajudar, melhor nem começar… Como voluntárias de longa data, vamos dar algumas ideias. Quem sabe você percebe que pode ser fácil, até divertido. Além de sempre necessário. E voluntariado faz bem para quem o pratica. Parece clichê. Mas não é. No Brasil dos extremos, não é.

Você pode ver neste post que em fevereiro/11 iniciamos as atividades da Freguesia do Livro. O depoimento a seguir é da Ângela:

Nossa Freguesia do Livro está funcionando às 4as feiras no Projeto Crescer. É longe para ir até lá, as crianças não são tranqüilas e comportadas como imaginamos crianças em uma biblioteca, mas tem sido muito legal! Os livros sofrem maus tratos, às vezes voltam com mingau, bolo ou mordidos pelo cachorro, mas contentes por terem contado uma história. Só assim, mexendo com os livros, as crianças saberão como cuidar deles. Os nossos fregueses já escolhem livros para as mães e irmãos mais velhos que também querem ler. Acreditamos que é um movimento lento, mas contínuo e muito gratificante. Se conseguirmos fazer com que estas crianças descubram a magia e o encantamento que existem nos livros, já estaremos cumprindo um dos nos nossos objetivos.

Vale ou não vale a pena?

Minha mãe Diahir foi a pessoa mais engajada e dedicada a essa causa que conheci. Quando começamos a escrever sobre trabalho voluntário, era inevitável pensar nela. E você, já imaginou algo que possa mostrar, ensinar para outras pessoas aprenderem? Trabalho voluntário é interessante exatamente por isso, você dá uma parte de você para ajudar alguém e amplia os horizontes de todos os envolvidos. (Ângela D.)

Todos temos alguma habilidade, seja profissional, social, artística, doméstica. Você arruma um armário que é uma beleza, faz pão com maestria, costura feito os passarinhos da Cinderela, é um dentista que pode dedicar uma tarde para bocas menos favorecidas? Na verdade, voluntariado não exige prática nem habilidade. Você precisa só de uma dose de desprendimento e compromisso. E dedicação. Comece e contamine.

D. Henriqueta Duarte é uma grande pianista paranaense. Sempre atenta às intervenções possíveis através da música em sua comunidade, em 2010 começou um projeto junto ao CENEPE (Centro de Neuropediatria do Hospital de Clínicas – UFPR) para ensinar a tocar piano a crianças, algumas com paralisia cerebral. Ela e suas amigas pianistas (também voluntárias) conseguiram a doação dos instrumentos musicais e um espaço que prepararam acusticamente para as aulas.  A mensagem é: D. Henriqueta entende muito de música e resolveu compartilhar seu conhecimento com crianças que, de outro modo, não teriam essa oportunidade. É ou não é uma boa ideia?

D. Henriqueta e sua turminha.

A música de Giuliana.

Mais ideias  e música em….


Questão de atitude

A trilha sonora de cada um

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Já que começamos a falar de personalização, vamos adiante. A graça do artesanato, nem sempre possível nos produtos industrializados, é a possibilidade que o consumidor tem de sentar na frente do artesão e dizer: “Está vendo essa cor azul nessa lista? Eu quero que seja vermelha”. Ou aquele que pega uma enorme caixa de madeira e diz: “Quero esse mesmo desenho, só que numa caixinha bem pequena, para guardar brincos”. Ou a amiga que gosta de um pano de prato que comprou e quer uma caixa com o mesmo desenho. E a gente consegue fazer bem ao gosto do freguês!

A Emília Wanda é craque em personalizar:

Pratos comemorativos.

Canecas com o nome e preferências do dono.

Árvores genealógicas. Quem não gosta?

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Árvore genealógica. Avós adoram.

Contador de histórias. Para cada criança, com o seu mundinho.

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Para uma loja de tapetes lindos.

Para um fotógrafo que participou do Calendário da Reviver Down.

A caixa que nasceu de um pano de prato.

Placas personalizadas para bebês. Da Mari.

Raquel personaliza números de casas.

Número ao gosto do freguês. Raquel.

Uma caixa personalizada para um restaurante.

Chá na Gepetto Pizza & Cucina.

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Feito criança 2

Detalhes 

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Das viagens de carro com meus filhos,  lembro do olhar desolado de meu marido, avaliando malas e cacarecos e o espaço disponível no porta-malas… Em segundos, disparava a pergunta: “Você-tem-certeza de que vai precisar de tudo isso?”. Tinha. E usava. E cabia no carro, creiam.

O “precisar de tudo isso” combina com o assunto dos últimos posts, a ordem. Para começarmos uma verdadeira organização, tudo passa pelo crivo do apego. Porque temos tantas coisas? Porque, mesmo tendo tanto, continuamos a adquirir mais e mais?

Podemos atribuir uma parcela da culpa à oferta, à velocidade das mudanças da moda e com que os aparelhos tecnológicos se tornam obsoletos. À propaganda. Ao desejo de experimentar, de ter o que os outros têm, à síndrome da formiga que acumula, acumula…

Mas estávamos falando de ordem e, para alcançá-la, é fundamental classificar. Podemos classificar tudo o que temos usando diversos critérios: novo, querido, bonito, faz-parte-da-minha-história. Mas acho que a melhor classificação para quem quer uma vida organizada e consciente é: uso/ não uso. Uso, fica. Não uso, tchau. Por tchau entendo dizer que tudo o que está sobrando na sua casa pode ser útil para alguém ou está pronto para ser reciclado e se transformar em uma outra coisa. Portanto, seguindo as ideias de Gail Blanke em “Jogue fora 50 coisas“, com tudo aquilo que está rodando pela sua casa e não é usado, encontre um destino entre:

a) vender

b) doar

c) jogar fora. Assim: puf!

E ela não fala apenas sobre objetos. Quando explica sobre a necessidade de rever prioridades em nossa vida, de organizar nosso espaço e cabeça, fala também sobre crenças, convicções, lembranças, trabalho e até pessoas. Faxina geral. Abra espaços e aplique isto de fato, de forma drástica. Não basta jogar fora coisas velhas e estragadas, você também pode se desfazer daquelas coisas novas e impecáveis que não são utilizadas. A roupa que você nunca vestiu, o livro que você comprou e nunca quis ler, o perfume que não era tão bom assim. A máquina de pão que você se recusa a usar, a toalha que é pequena para a sua mesa…Casas lotadas são casas pesadas e complicadas de arrumar.

Olhe em volta. Analise. Comece a sua organização.

E aqui um vídeo que fala da consciência, ou falta dela. Dos pequenos movimentos que podemos fazer para mudar o mundo. Dica da Badi.

Você vai ter mais ideias de organização em…

Resistências

Freguesia do Livro

Duvido que você…

Imagens: http://www.weheartit.com


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Temas. É sempre bom ter um para direcionar fases. E tribais são irresistíveis.

Cerâmicas da Magda. Pura África.

Vaso africano. Magda.

Tribal da Raquel.

Caixa de vinho. Muito tribal.

Caixa fechada. Caixa aberta. Pra lá de tribal.

Tigre na mesa.

Tribal lembra África. África lembra deserto. Deserto lembra água. E água nos lembra…

Não permita que as crianças brinquem com água
Banho de mangueira, guerrinha de balões de água e toda sorte de brincadeiras com água são sem dúvida divertidas, mas passam a equivocada idéia de que a água é um recurso infinito, justamente para aqueles que mais precisam de orientação, as crianças. Ensine a elas o valor desse bem tão precioso. (Fonte: http://www.mudeomundo.com.br)


Outros temas que você pode apreciar…

Inspirações

Klimt

Imagem tribal: WeHeartIt

ArteAmiga

As fotos de nossos produtos são feitas por nós. Se você quiser usar estas imagens, por favor mencione o http://www.arteamiga.wordpress.com como fonte.


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Você já parou para pensar no quanto os livros que leu na infância e na juventude determinaram a sua trajetória? Ou se as escolhas do que líamos e relíamos já eram uma amostra de nossas tendências? Eu acredito firmemente que o que lemos nessa época de nossas vidas deixou marcas e lembranças.

Às memórias: a botinha que a Emília fez de algodão e clara de ovo quando ficou minúscula em A Chave do Tamanho, do Monteiro Lobato.  A casa na árvore do Robinson Crusoé, o sofrimento das 4 irmãs de Mulherzinhas, a colonização americana com seus  potes de conserva da coleção de Laura Ingalls, a dor no coração lendo Meu Pé de Laranja Lima, o eterno otimismo da Pollyanna. Os mistérios de Rebecca, as aventuras dos Hardy Boys, as delícias da Recreio, as bobagens da Mad. Tudo faz parte do que sou agora, para o bem e para o mal.

Inevitável, portanto, que com esse grande amor pelos livros, eles fossem sendo acumulados e apertados em estantes pela casa. Demorou, mas há pouco percebi: eu não releio rigorosamente nada. Lido, está lido (exceção feita aos Cem Anos de Solidão de Garcia Marquez). Talvez lá no fundo da mente algo me alerte ao pouco tempo que terei para ler todos os livros, ver todos os filmes, visitar todos os lugares. Portanto, ler novamente uma história, não cabe.

Então olho meus livros e penso que eles poderiam estar estimulando, distraindo ou divertindo outras pessoas. Difícil desprender-me? Muito. Mas vamos lá, vamos começar.

Ângela contou a sua história. A Freguesia do Livro começa aqui:

Sei sobre livros desde as minhas mais remotas lembranças. Não existe uma lista dos mais amados, existiu sempre a presença deles.  Não me lembro do meu pai contando histórias antes do meu sono chegar. Lembro dele lendo, jornais, livros, revistas. A memória dos livros da minha vida vem através dele. Sábado íamos à revistaria Ponto Chic da família Sunye, com uma luminária de neon. Ele sempre comprava algo pra mim, revistinhas com bonecas de papel que trocavam seus vestidinhos (uns que se recortava e dobrava umas alcinhas) ou uns álbuns onde o pincel molhado passava e a imagem ficava colorida, era mágico. Outro lugar mágico como um templo era a biblioteca da Escola Paroquial São Francisco de Paula, quando era a minha vez de ir trocar meus livros o mundo podia até parar que eu nem notaria. O cheiro, o silêncio, a presença tranquila dos livros me deixava feliz. Uma única vez meu pai não aprovou a minha escolha: O Diário de Ana Maria. “Este livro não é para a sua idade…” Não é preciso dizer o quanto eu me interessei por ele!

A Jô queria uma lista dos mais amados, não há…  Não tem data, nem tempo determinado, só sei que sempre lidei com os livros, fosse para estudar, fazer cópias infindáveis na escola, brincar olhando figuras com meus amigos, e principalmente com alguma história que você fica torcendo pra chegar logo a hora de poder ir ler na cama. Os livros me fazem companhia desde que me entendo por gente. Doar meus livros para a Freguesia do Livro foi um trabalho lento e difícil. É uma nova fase! Espero que eles me ajudem a conseguir motivar pessoas a descobrir a magia que há dentro deles, assim como tentei fazer com todas as crianças que conviveram comigo.

E você, do que lembra?

Continuamos recebendo livros para a Freguesia do Livro. Participe. Desprenda-se. Livros precisam viajar por muitos olhos.

www.freguesiadolivro.com.br

www.facebook.com/freguesiadolivro

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Contando histórias

Trilhas sonoras de cada um

Imagens: WeHeartIt e http://www.aquarela.blogspot.com

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Que adoro ler, já deve ter ficado claro. Mas não gosto apenas de livros, minha paixão contempla também a literatura dos quadrinhos. Na minha infância, devorei os Asterix e na dos meus filhos, virei fã da Turma da Mônica. Na adolescência, me enamorei pelas contestações da Mafalda e fui apresentada ao Calvin e seu amigo imaginário Haroldo. E com Snoopy tive uma relação que explico abaixo.


Herdei algumas habilidades da minha mãe. Uma delas, nos idos dos anos 70, tinha um valor inestimável: quando ainda nem se imaginava o advento das cópias ampliadas ou reduzidas, tão importantes para quem trabalha com modelos, nós duas conseguíamos olhar para uma figura e reproduzi-la no tamanho que quiséssemos. Antes de eu perceber que também conseguia fazer isso, minha mãe ilustrou muitas cartolinas dos meus trabalhos de equipe do Sion.


Quando, ainda menina, resolvi pintar camisetas, essa habilidade foi providencial. Adaptava o desenho a qualquer tamanho de camiseta e ficava lindinho. Durante muitos anos, pintei muitas camisetas e meu tema preferido foi o Snoopy (nem camisetas com desenho dele em serigrafia existiam ainda. Estou me sentindo um dinossauro). Durante a faculdade, com minha amiga Ângela, fornecemos muitas camisetas ao pessoal da Biomédicas da PUC e garantimos nosso dinheirinho para as coalhadas da Schaffer e as sessões da meia-noite no Astor. O tempo das camisetas passou. Só faço para presentear crianças, de preferência personalizadas. E ainda são lindinhas.

O Vicente e seus pais adoram o Snoopy.

Para minha sobrinha Benedetta.

Para o Alessandro, que é craque em Geografia.

Para ficar tudo ainda mais combinado e gostoso, aqui temos uma receita para fazer Waffles. A nossa tem a cara do Snoopy, graças à máquina emprestada pela Maria Amélia, minha professora de jazz. Lindinhos também!

Waffle e Snoopy: duas delícias!

WAFFLES

2 xícaras de farinha de trigo

2 ovos grandes

2 1/2 cloheres de sopa de açúcar

1/2 colher de chá de sal

1 colher de sopa de fermento em pó

4 colheres de manteiga derretida

1 1/2 xícaras de leite desnatado.

Misture tudo em uma tigela e mexa com um fouet. Deixe a massa descansar por 5 minutos (ou mais, pode deixar em uma jarrinha na geladeira e usar no dia seguinte, no café da manhã!). Aqueça a máquina de waffle e siga suas instruções. Ponha por cima o que te deixar mais feliz e bom apetite!

Para concluir, uma palhinha dos meus preferidos:



Mais quadrinhos e cores em…

Mickey no banquinho

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Nosso atelier virou uma central de dicas. Desde o início, os bolos que minha mãe servia nos lanches do intervalo (sim, nós ganhamos lanche, temos recreio. Sim, a vida é bela), desencadeavam uma troca de receitas e testes em cada lar. Logo, as alunas também começaram a trazer contribuições para a hora das comidinhas e dá-lhe mais receitas novas. Aos poucos, com a convivência, fomos aprendendo os gostos umas das outras e ampliamos nosso leque de indicações: restaurantes visitados e apreciados, filmes imperdíveis, locais que precisam-ser-vistos em viagens (temos três colegas que adoram passear pelo mundo), a melhor tosa para o cachorro, o pincel perfeito, os livros que não podem deixar de ser lidos, a revista cheia de ideias para pinturas, as ceramistas que fazem números personalizados para nossas casas e a jarrinha combinando com a louça do café, a experiência com o rakú, o melhor cirurgião plástico/ dermatologista/ fisioterapeuta/ nutricionista…

Hoje também resolvi recomendar aqui.

Enquanto ainda reina no Brasil, oficialmente até o Carnaval, um leve clima de férias, indico o uso constante do Rummikub. É um jogo que une todos em torno de peças coloridas, independente da idade. Desenvolve o raciocínio e fica lindo guardado nas nossas caixas!

Rummikub guardado com estilo.

A primeira caixa da Mari. Acolhe o Rummikub da casa.

Para quem gosta de doces e também de cinema, recomendo o blog da minha filha Marina. Ela está comentando os 10 filmes indicados ao Oscar 2011 e relacionando-os a receitas de doces. Só delícias! www.doceconfissao.wordpress.com

Papo de anjo

Já que o assunto é doce, que tal umas trufas na frente da TV vendo DVDs de alguma série de sua preferência? Aqui em casa estamos vivendo a fase House e Dexter, que recomendo com estrelinhas. E essas trufas são da Siomara.

Livros, muitos livros. O gosto para leitura é muito pessoal, mas arrisco indicar os livros do Stieg Larson. Lazer garantido. Minha agenda de livros lidos está em plena atividade! Outra recomendação: livros também podem ser doados. Bem como DVDs. Comece pelos de seus filhos.  Analise com eles o que pode sair das estantes da sua casa para beneficiar crianças que têm pouco acesso à literatura e filmes. Se fizer este movimento, nos avise. Temos um bom destino para essas preciosidades.

Caderninho: quantos livros você lê?

Indico assistir a esse vídeo. Fala bem do Brasil, para variar. E valoriza uma população que é fundamental para nós, que “colhemos” nossa comida em supermercados.

Recomendo ainda, todas as coisas que mostramos no “Como vivíamos sem?

Se você for de Curitiba, é recomendável:

1. Programa pizza e cinema. Pizza Margherita Gourmet do Carolla, Almirante Barroso na Bresser e qualquer uma no Gepetto.

2. Mercado Municipal aos domingos. E lá, a mozzarella de búfala da Bon Vivant.

3. O Spätzle com Camarão do Zea Mäis.

4. A feirinha de artesanato aos domingos. Nessa tenho que ir sozinha, ninguém gosta como eu gosto.

5. Visitar o Museu Oscar Niemeyer.

6. Café no Lucca e no Cafezau.

7. Escolher filmes no Cartoon, locadora com acervo maravilhoso.

Recomendo ser gentil para merecer gentilezas, abraçar como se fosse a última vez, valorizar os momentos em que nada dói, dizer às pessoas o que pensa de positivo sobre elas, usar menos plástico, reparar menos e aproveitar mais. E, através das palavras da Martha Medeiros:

Dentro da igreja, ajoelhe-se. No estádio de futebol, grite pelo seu time. Numa festa, comemore. Durante um beijo, apaixone-se. De frente para o mar, dispa-se. Reencontrou um amigo, escute-o. Ou faça de outro jeito, se preferir: dentro da igreja, escute-O. Durante um beijo, dispa-se. No estádio de futebol, apaixone-se. De frente para o mar, ajoelhe-se. Numa festa, grite pelo seu time. Reencontrou um amigo, comemore. Esteja, entregue-se.

Muitas recomendações, eu sei. Mas estou aberta para receber as suas!

Recomendo outras visitas…

Cada um no seu ritmo.

Cada um do seu jeito

Micos ecológicos

Filmes e tomates

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Texto de Ângela Marques Duarte, da Panos Divertidos.

Toda a discussão sobre usar ou não as sacolas plásticas acontece porque elas são fartamente distribuídas nas lojas, supermercados e comércio em geral, gratuitamente.

Nos lugares onde as pessoas estão mais atentas aos problemas com o meio ambiente, as sacolas são cobradas. Quando é preciso pagar talvez seja mais fácil mudar o hábito.

Mudança de hábito é uma dificuldade que todos conhecemos. Quando ouço as pessoas alegando impossibilidades em usar sacolas retornáveis, acho que é só a falta deste costume.

Deixo minhas sacolas no porta-malas do carro. Quando são esvaziadas em casa, já são colocadas perto da porta de saída.

Sacolas à mão e à vista.

As pessoas resistem às sacolas retornáveis principalmente por que usam as plásticas para colocar o lixo doméstico. Produzimos uma quantidade enorme de lixo orgânico que poderia ser usado para fazer adubo através da compostagem.

Dê uma olhada no You Tube sobre compostagem caseira. Aqui você pode ver um exemplo.

Na próxima ida ao supermercado sem as suas sacolas ecológicas, coloque as compras em caixas de papelão.

Conheça o site americano envirosax.com onde você pode ler sobre os perigos dos sacos plásticos.

Outra atitude positiva é ter a sua garrafa de água para fazer ginástica. Imagine quantos copinhos de plástico você estará economizando.

Mais garrafas, menos copos.

Várias pequenas mudanças na direção certa farão uma grande diferença contra o problema do volume de lixo que produzimos.

Você vai rever mais conceitos em…

Para que tudo isso?

Vida nova ao livro velho

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