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Posts com Tag ‘Comidas’

Magda faz travessas refratárias lindas, isso você já viu aqui. Depois da estreia, muitas coisas foram acontecendo. O nome mudou, a marca se atualizou e parcerias que envolvem sustentabilidade e gastronomia se estabeleceram.

Ekozinha, esse é o nome. E aula-jantar é a última invenção: Cozinha Prática com Requinte. Participei de uma e comunico que logo vai ter outra. O chef Humberto, na Adega Chablis, ensina a fazer comidas deliciosas nos belos refratários, harmonizados com ótimos vinhos com as devidas explicações pelo pessoal da Chablis. No meio disso tudo, a gente vai comendo coisas deliciosas que vão saindo do forno.

Lasanha verde de pesto e bechamel.

Bolo individual de cenoura com chocolate belga.

Como sou uma usuária fiel das travessas da Ekozinha, aproveito para pagar uma dívida, mostrando a versão real do salmão que tinha apenas desenhado nesse post. Com vocês, obra e modelo, juntos.

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Cores e cerâmicas de Raquel

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A poesia de Emilia

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Marina está aprendendo muito sobre culinária. Doces, pães, chocolate, mas também sobre restaurantes. Principalmente sobre aqueles em que só pode ir quando levada pelos pais (estudante sofre…). Dicas e apetite nos levaram a comer de um tudo. Acompanhe a gulodice.

Começamos com um presente de boas vindas: um bolo feito de camadas de crepes e (muito) chocolate. Delicioso. Tulipas, Marina gosta de flor em casa como a mãe.

Eataly, já falei dele aqui. Dessa vez ficamos na área de pescados, mas o que me chamou mais a atenção foi esse lustre na seção de massas, feito de …capelletti.

No Whitehall, um hamburguer e tanto, que sai dos nossos padrões: no meio, tem um ovo frito e fatias de beterraba.

Comidinha de rua, daqueles traillers que teimam em fumegar cheiro de curry no nariz da gente desde cedo… Mas Marina aprecia! Flatiron Building atrás.

Balthazar: imperdível. Fotos não ficaram boas, mas a comida é memorável.

Um pouco de contradição: uma confeitaria preferida em Nova Iorque é… francesa. Ou melhor, belga. A Le Pain Quotidian tem croissant, pain au chocolat e afins e é uma rede que você encontra em muitos locais da cidade. A história do lugar gira em torno dessa mesa gigante no centro do restaurante, onde completos estranhos se sentam e compartilham cafés, geleias de framboesa e internet.

Um balde de café.

E o ponto alto surgiu assim por acaso. Andando bobamente procurando onde comer depois de sair da Frick Collection, tropeçamos numa portinha que me atraiu por causa do desenho na placa. Carlo se interessou porque a fome era grande e Marina se deslumbrou quando viu o nome na porta: Fishtail, de David Burke.  Por $25,0 você tem direito a entrada, prato principal e sobremesa, tudo refinado e delicioso. Fotografei tudo, era lindo e gostoso demais.

E, para encerrar, Nova Iorque em estado puro. Egg salad num picnic no Central Park.

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Arroz à grega??

Nozes geladas

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Magda ensaiou e ensaiou… Passou por várias etapas para chegar à apresentação em grande estilo de seu produto final. Ela estudou Geologia e a deixou guardada alguns anos enquanto trabalhava com bordados industriais e cuidava da família. Filhas crescidas, resolveu investigar sua veia artística. Um curso aqui, outro acolá, acabou chegando na cerâmica, hora em que sacou seus conhecimentos geológicos. A química foi imediata, peças belíssimas começaram a ser criadas e acabamentos pesquisados em busca da perfeição. Ao mesmo tempo, o empreeendedorismo, que sempre borbulhou dentro dela, viu aí uma oportunidade.

Moral da história: nasce a M. Ludeke, empresa que produz as peças que você vê abaixo. Lindas, com cores incríveis, vão ao forno e contribuem decisivamente no sabor e textura dos alimentos. A linha Donas da Cozinha homenageia 12  mulheres que participam do mundo de Magda (eu sou uma delas, que orgulho!).

O processo: peças secando, o forno e o resultado, antes da pintura.

Dona Jô!

Para completar, o lugar onde a empresa está parece um jardim… Horta, passarinhos, flores, café e bolo a toda hora. Recomendo.

Lá dentro, peças saindo das mãos de Silvio, o oleiro.

A Emília também está lá, levando suas graças.

Silvio, o oleiro.

Se quiser ver algumas comidinhas que já fizemos nos pratos da Magda:

Um prato, muitas receitas

Um assado de legumes fora da ordem

Tomates e Filmes

Para se informar visite o site www.ekozinha.com.br

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Altas Temperaturas!

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Gosto muito do filme O Clube de Leitura de Jane Austen. Revendo o início um dia desses, observei que ele mostra muitas coisinhas irritantes que podem acontecer no dia-a-dia de qualquer um de nós. Os famosos contratempos. Situações que nos exasperam e aborrecem, mas que estão sempre acontecendo. Os meus campeões são esquecer o celular nem-imagino-onde, não encontrar a chave do carro, escolher sempre a fila que não anda, não lembrar de pagar o estacionamento do shopping…

Quem nunca teve um dia em que tudo parece dar errado? Li em algum lugar que o que nos fazem de bom, esquecemos rapidamente. Já quando nos fazem algo de ruim, não esquecemos nunca. Acho que funciona mais ou menos assim com as coisinhas do dia-a-dia: as situações agradáveis passam batidas, enquanto incidentes e contratempos chamam mais atenção, pois incomodam e atrapalham. Temos uma tendência a nos focar no que dá errado, nas dores, no que nos fazem de mal. Mas dá para mudar o foco. Que tal começar a prestar atenção nos sinais verdes, na delícia de não estar sentindo dor alguma, nos elogios recebidos? E, se você for um ser superior, achar graça no telefone mergulhado no vaso sanitário, no errar a senha do cartão de crédito pela terceira vez, nos engarrafamentos que parecem te perseguir…? Lembre-se: para que coisas boas ou ruins nos aconteçam, basta sair da cama de manhã, basta estar vivo. E estar vivo é muito bom.

Aqui uma receita muito fácil de fazer, à prova de contratempos. A menos que você esqueça no fogo e deixe queimar (ups, esse é um contratempo bem frequente na minha vida, tinha esquecido de mencionar). É a receita de Mango Chutney, um acompanhamento agridoce para comer com carnes, fazer sanduíches, molhos quentes, você inventa. Manga e especiarias, uma combinação perfeita.

Mango Chutney Ingredientes: 3 mangas semi-verdes cortadas em cubos 125 ml vinagre de vinho branco 180 gr. açucar mascavo 1 colher sopa de gengibre em tiras finas 1 colher chá pimenta preta em grão 1/4 de colher sopa cravos inteiros 1/4 colher sopa canela 1/4 colher sopa noz moscada 1/2 colher sopa curry 14/ colher sopa cardamomo 1 folha de louro 80 gr. passas claras 1/2 dente de alho amassado 1 cebola média cortada em quadradinhos 1 colher de chá de sal

Coloque todos os ingredientes em uma panela e cozinhe em fogo baixo (preferencialmente em cima de uma placa) por mais ou menos uma hora. Vai ficar mais escuro e denso. Tirar a folha de louro e pronto!

Imagem Calvin: www.depositodocalvin.blogspot.com

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Gelato

Cor de pinhão

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Tenho alguns parâmetros contraditórios sobre organização. Conheço pessoas que guardam garfos e colheres milimetricamente encaixados uns sobre os outros em seus lugares nas gavetas de talheres e outras cujo armário lembra a detonação de uma granada. Tenho amigas que classificam tudo e são movidas a etiquetas e arquivos e outras que vivem bagunçando a casa em nome de uma nova arrumação. Quem não conhece alguém que passa deixando um rastro de confusão pelo caminho? Ou tem algum conhecido que vive de listas e agendas, com tudo tão certinho que dá vontade de gritar?

Cada um do seu jeito. O meu, é o da pseudo-organização. Chegando na minha casa, tem-se a impressão de que tudo está na mais perfeita ordem. Mas aconselho: não abra gavetas. Não me entenda mal – as meias estão nas gavetas de meias, os livros de receitas na gaveta que lhes diz respeito, os cabos e baterias (porque tantos?) de máquinas fotográficas, computadores e celulares estão no espaço que lhes é reservado, bem como as roupas a serem doadas que repousam no baú a que pertencem… Mas dentro do baú e de cada gaveta reina o caos. Ou seja, sou organizada até o puxador das gavetas, até a porta dos armários, até a tampa do baú. Dali para dentro é um Deus nos acuda, pura confusão.

E você, que tipo de organizado é ? Ou nem se aproxima de ser? É largado, descolado, não está nem aí para a ordem? Ou está aprimorando suas arrumações, desenvolvendo manias e permitindo que elas sejam classificadas em breve como esquisitices?

Uma das minhas tentativas para estabelecer a ordem é o uso desenfreado de caixas. Para tudo. Para maquiagem? Tem. Para costura? Tem. Para bijuteria, óculos, canetas? Tem também. Tem até uma recém-inventada, desde que uma máquina de café espresso aterrisou na minha cozinha, com todos aqueles sachezinhos coloridos e difíceis de guardar. Espere! Eu falei da de chá, da de fotos, a do Rummikub? É, tem caixa para todo lado. Tudo em nome da ordem.

Por todos os lados. E para tudo.

Bijoux na caixa. E no potinho da Raquel.

Sou do tempo da foto “pegável”, pedaços de aniversários, natais e piqueniques organizados em álbuns que gosto de fazer pousar no colo das visitas. As fotos não eram deletáveis e se revelavam  em quantidades industriais. As que não tiveram status para álbuns foram entrando em uma grande caixa na sala, onde todos podem pinçar suas participações na vida de minha família. Sobre esse assunto li um texto da Marleth Silva que apreciei muito.

Esconderijo dos controles remotos.

E já que estamos falando em organização, me veio à mente uma receita bagunçada: você corta tudo, mistura tudo de qualquer jeito, tempera confusamente e sai uma delícia! É uma receita grega que eles chamam de Briam, mas nós vamos rebatizar como Assado de legumes, e que aqui repousa em um refratário da Magda.

Assado de legumes

1kg de abobrinhas

1  kg de beringelas

1/2 kg de batatas

1 pimentão vermelho grande

1 pimentão amarelo grande

1 kg de tomates maduros sem casca

1 cebola cortada em pedaços grandes

Sal/ pimenta preta ou peperoncino

Azeite de oliva a gosto

Corte os tomates em pedaços grandes. Refogue a cebola e adicione os tomates, refogando até que fiquem macios. Tempere com sal a gosto. Lave os legumes e corte-os em pedaços grandes. Coloque os legumes cortados em uma forma refratária, tempere com o sal e a pimenta, misture tudo com as mãos. Regue com o azeite de oliva a gosto (o meu gosto é “bastante azeite”), jogue o molho de tomates por cima e leve ao forno até ficar bem dourado.

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Artesanato entre amigas

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Minha delícia preferida.

Prometi um post para minha filha Marina sobre os doces de Roma, já que ela é cada vez menos amadora nas suas experiências de doceira. Visite o blog dela onde mostro os doces que vi na Itália e dou a receita dessa maravilha tipicamente italiana: i Profiteroli al Cioccolato.

Confissões de uma Doceira Amadora

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Vivi meus poucos dias em Roma em um clima de sonho, andando pela cidade sozinha ou acompanhada por meu filho. Concertos, museus, lojas, pizzas, é tudo festa. Mas na vida do dia-a-dia dá para começar a perceber que morar no centro de Roma tem seus percalços.

Debruçado sobre Piazza di Spagna com vista para o Vaticano. Glamour?

Sempre olhei para os terraços dos apartamentos que se debruçam sobre os locais bacanas como a Piazza Navona ou Via dei Condotti imaginando como seria charmoso morar ali. Agora estou vendo que quem mora nesses lugares está sempre rodeado por turistas – sempre. Grupos do Japão, da Alemanha, de Nápoles, de crianças com suas professoras aprendendo a história in loco. Barulho e poluição por toda parte. Não tem separação de lixo (essa quase me matou!) e os restaurantes têm cardápios escritos em inglês.

Estacionar o  carro (para as pessoas que podem circular com carro no centro, e mesmo assim apenas em certos dias) é tema de constante desespero, pois não há  lugar pelas ruas e prédios com garagem simplesmente não existem. Pense no que significa você chegar em casa do trabalho às 8 horas da noite, com vontade de algo prosaico como tirar os sapatos ou ir ao banheiro e ficar rodando, rodando, à procura de uma vaga para seu carro…

E tem os romanos, minha gente, os romanos… que já sempre foram, por assim dizer, meio rústicos no trato com as pessoas. Agora, que estrangeiros estão por todo lado, não mais apenas como turistas, mas principalmente como habitantes, eles costumam ser ainda menos doces. Mas não generalizemos. A grande maioria do povo do centro de Roma sabe que essa cidade nasceu para ser apreciada, compartilhada e fica orgulhosa em nos receber.

E é em Roma que moram belezas como essas:

Coliseu no meio do teu caminho de todos os dias.

Gaivotas se banhando em monumentos.

Cantinas que exaltam o sapore d’Italia.

Pizza al taglio. Para comer andando.

Capuccino e cornetto. Assim, só lá.

Sorvete. Imbatível.

Torta Mimosa e de Profiteroles. Valem a viagem.

Colomba Pascal. Uma tradição levada a sério.

E a pergunta que não quer calar: porque não temos Ikea no Brasil?

Queremos Ikea.

E aqui se encerra mais um passeio italiano. Deixo o clip de uma música linda, do Jovanotti. Enjoy!

Clique aqui para ver dicas de um romano em Roma. Roma vista da un italiano è diversa.

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Impressões italianas

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Tudo o que cozinhamos começa com a coleta de ingredientes. Básico, certo? Se fosse tão simples, porém, nada nos impediria de ter no Brasil a pizza e as massas iguais às que encontramos na Itália. Entretanto, não é o que acontece, pois é exatamente nos ingredientes que mora a diferença: o tomate, a beringela, a farinha, o queijo… tudo aqui é basicamente melhor. E não vai aqui nenhuma crítica aos nossos resultados brasileiros. Nós simplesmente não mandamos nisso – a incidência do sol, a qualidade da terra, o PH da água é que determinam as diferenças de sabores. Então me rendo. O negócio é aproveitar muito bem a comida italiana enquanto estiver aqui!

Ficam aqui algumas dicas para quem pretende vir para a Italia:

Pizzaria Alice: para muitos, a melhor pizza al taglio de Roma. Está na Via delle Grazie, perto da fila (longa) para a Capela Sistina, no Vaticano. Despojadissima, não tem mesa nem cadeira. Depois de enfrentar uma confusão tipicamente italiana para fazer o seu pedido dos sabores de pizza desejados, você pode escolher se come em pé na calçada ou sentado pelo chão ou meio fio. Não tem nem pia para lavar as mãos depois de se lambuzar com aquela pizza inesquecível. Mas vale a pena, com certeza.

Tutti in piedi! Pizzaria Alice.

Pedaços da melhor pizza de todos os tempos.

Falando em despojamento, em uma paralela à Via dei Condotti, a dois passos da Piazza di Spagna, existe um lugar que nem nome tem. Na porta está escrito apenas Pasta Fresca da 1918. Isso quer dizer que desde 1918 eles abrem a porta ao meio-dia, quando é possivel ver o proprietário produzindo quantidades industriais de talharins e afins. Lugar pequeno, tem uns banquinhos encostados nas paredes. De mesas, nem vestígio. Às 13 horas em ponto eles começam a servir, com pratos e talheres de plástico, à imensa fila de pessoas que a essa altura já alcançou a rua, apesar da chuva que cai. No dia que fui, a opção era massa com pesto ou pomodoro e funghi porcini. E um copo (de plástico, é claro) de vinho da casa. Por 4 euros, uma refeição perfeita e mais romana, impossível.

Simplezinho e maravilhoso.

Il Ghetto é o bairro judeu, com comidas tipicas e uma atmosfera especial. Foi ali que repeti o Carcioffi alla Giudia, outra vez delicioso. E dessa vez consegui experimentar a torta de ricota mais famosa da região.

Tortas de ricota.

Bem perto dali, Campo de’ Fiori, que além de ter uma feira de frutas e verduras espetacular, ainda abriga a pizza bianca (como posso explicar… é uma massa de pizza sem nada em cima e mesmo assim, formidável) mais disputada de Roma.

Fiori de zucca. Flor da abobrinha. Eles sabem aproveitar muito bem. Porque nós não?

Em Orvietto, cidade feudal que visitamos hoje, conhecemos um lugar que parece uma enoteca de chocolates.

Como meu filho mora sozinho em Roma, teve que aprender alguns lugares e macetes para comer bem sem muito trabalho, o que é bastante fácil nessa cidade. A dica de hoje foi especial: uma sanduicheria, que atende pelo original nome La Sandwicheria, aberta há poucos meses e tocada por 2 rapazes simpáticos, faz, adivinhe… sanduiches. Com os ingredientes perfeitos, à escolha do cliente. Até aí nenhuma novidade, concordo com você. Mas resolvemos finalizar com sanduiche doce e o que vimos? Sanduiche de Nutella, óleo e sal. Isso mesmo. E delicioso!

La Sandwicheria.

Um sanduiche inusitado e delicioso.

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Cristal e poeira

Itália

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Casar até pode ser natural. Mas manter-se casado é uma arte. Uma arte que exige presença, aprendizado, acertos e erros, avaliações constantes, paciência, criatividade e adaptação. Praticamente um curso.

Ninguém nasce combinando perfeitamente com outro alguém – isso se aprende (ou não) todos os dias. A mágica do encaixe se dá por entalhes constantes, com direito a arestas e farpas no processo. Permanece combinando quem abranda, quem flexibiliza, quem valoriza companhia mais que paixão, quem traça objetivos comuns.

Nas nossas artes, combinamos e formamos alguns pares.

Porta-talheres e caixa de chá. Combinam.

Conjunto de café (da Mari). Que por sua vez, combina muito bem com cupcake (da Marina)!

Essa combinação de galinhas nasceu de uma toalha de mesa da Lola Roupa da Casa.

Galinhas por todo lado. 

Tudo lindo e combinando. Da Magda.

Cores. Muitas. Um arco-iris combinado. Da Raquel.

Combinando no banheiro.

E aqui vai uma receitinha de aperitivo para o casal combinar e comer junto, porque leva muito alho e pode abalar uma relação se só um dos dois comer. A receita é da minha amiga Rosane, e faz parte da minha vida desde os tempos das reuniões do curso de Fonoaudiologia, na casa dela. Faz sucesso sempre.

Catupiry com alho

1 queijo Catupiry (ou semelhante).

2 dentes de alho descascados (ou mais, ou menos, depende do quanto você gosta de alho)

4 colheres de sopa de azeite de oliva

Pimenta preta moída na hora

Orégano

Desenforme o Catupiry em um prato. Por cima, coloque o alho espremido. Com um garfo, faça furos no queijo para que o alho entre. Esquente o azeite no microondas, por 1 minuto em potência alta e jogue por cima do alho e queijo. Coloque a pimenta e o orégano a gosto. Pronto. Sirva com torradinhas.

Casamento lembra cozinha. E cozinha lembra…

Economize água e gás. Quando a água ferver, abaixe o fogo – a temperatura continuará a mesma e os alimentos não cozerão mais devagar. Quando cozinhar, sempre feche a panela. Assim, você não perde a água em forma de vapor e economiza gás e tempo. Fonte: http://www.mudeomundo.com.br

Boa notícia: a partir da próxima postagem, mais um passeio por Roma!

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Imagem Casamento: WeHeartIt

ArteAmiga

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Cinema compete de perto com meu gosto pela leitura.  Quem não gosta de ver um bom filme?  O fato de o filme ser bom só completa meu programa favorito: cinema e jantarzinho em seguida. Ver filmes em DVD em casa também é uma delícia, além de proteger, a nós mulheres, da infernal tendência masculina de monopolizar o controle remoto e assistir aos programas mais insuportáveis que estiverem passando.

E quem não tem suas cenas imperdíveis? Que mesmo que o filme esteja passando pela milionésima vez na TV, você fica para ver “aquele pedacinho”? Pois um dos meus é esse:

Há pouco assisti o filme Tomates Verdes Fritos, que me lembraram dos Tomates Vermelhos Recheados que fiz há alguns dias. Instalados em um prato da Magda, trouxeram um ar greco-romano à casa.

Tomates Vermelhos Recheados. Receita da sogra grega, Despina.

Tomates Recheados

Ingredientes:

Tomates tipo longa-vida, grandes, que dê para rechear.

Cebola.

Carne moída.

Arroz cozido.

Sal e pimenta. Açúcar.

Fazendo: Tomates: lave bem os tomates, corte a parte de cima formando uma tampa, esvazie seu interior, guardando tudo o que retirar em uma tigela. Coloque uma pitada de sal dentro de cada tomate e vire-o de cabeça para baixo para que solte a água. Bata o que retirou dos tomates em um liquidificador, ou com um mixer, ou um passino. Não é necessário peneirar. Se rendeu pouco suco, adicione um molho e tomate pronto. Reserve.

Recheio: pique a cebola e refogue em pouco óleo. Quando a cebola estiver dourada, adicione a carne e refogue até que ela pare de soltar líquido. Quando estiver começando a secar, vá adicionando aos poucos o suco de tomate resultante da polpa retirada de seus interiores. Tempere e adicione o arroz cozido. Misture tudo e reserve. Quando o recheio tiver esfriado um pouco, desvire os tomates, ponha um pouco de óleo, uma pitada de açúcar e salgue levemente cada um deles. Recheie com a carne, coloque um pedacinho de manteiga sobre cada tomate e salpique com farinha de rosca. Cubra cada tomate com sua tampa. Coloque-os em uma assadeira, ponha um pouco de água no fundo (se tiver sobrado molho de tomate, melhor ainda) e asse em forno médio por uns 40 minutos, ou até que o tomate estiver dourado. Se quiser, asse batatas pré-cozidas junto. Fica uma delícia!

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