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Posts com Tag ‘Caixas de madeira’

Aqui se fala de artesanato. De reciclagem. De leitura. Então é imperativo que se mostre nosso trabalho com as caixas da Freguesia do Livro que começam como simples caixas de frutas em estado lastimável e passam por um rápido trabalho de restauração. Acabam ficando lindas, prontas para transportar livros e colocá-los em lugares inusitados.

As caixas da Freguesia do Livro são ecologicamente corretas, respeitam o conceito de reciclagem e reuso e ficam lindas. Dão um certo trabalho, mas o resultado vale a pena.

Como a caixa chega.
Depois de muito lixar, pintar.
Depois, patinar.
A marca.

Em equipe, tudo vai bem!

As caixas cumprindo sua função: levar e apresentar livros!

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Aqui um link cheio de ideias para uso de caixotes de feira.

www.freguesiadolivro.com.br

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Na casa da praia é assim: me sinto feliz por não fazer nada e desesperada por não fazer nada. Bem assim, contraditória mesmo. A solução encontrada, então, é achar o que fazer na própria casa. E eu achei.

Pintei uns descansa-panelas para presentear vizinhas.

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Achei uns pedaços de madeira velha que sobraram de um pequeno armário devorado por cupins. Lixa daqui, lixa dali, nasceram três quadrinhos espalhados pela casa, com peixes, é claro.

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Mexeram no muro, o que fez desaparecer a pinturinha que eu tinha feito há alguns anos com uma vista da praia. Resolvi pintando outros pedaços do muro, com a companhia de minha filha Marina.

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Fiz tie dye. Adorei essa brincadeira, me deu vontade de sair tingindo tudo. Essa foi uma toalha para a mesa da sala. Em breve, mostro em outro post como fiz.

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E essa caixa para o Rummikub, jogo amado pela família desde que meus filhos eram pequenos. Se não conhece o jogo, vá atrás. É ótimo.

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Você vai ver mais mar em…

DSC01093aMadeira na Grécia

DSCN2133Banco de praia

DSCN1502Ler e pescar

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Para divulgar o resultado do sorteio da caixa de chá de dragão, aproveito e trago uma receita da minha amiga Tânia, cheia de sabores e aromas que esquentam o corpo e a alma.


Chá das Bruxas

2 l. de água
1/2 abacaxi picado
suco de 1 limão
casca de 1 laranja
casca de 1 maçã
3 saquinhos de chá de maçã
2 saquinhos de chá preto
10 cravos
5 pauzinhos de canela
30 gramas de gengibre descascado e cortado em pedaços
Misturar tudo e ferver por 1/2 hora. Depois de desligado, acrescentar açucar a gosto (a receita pede 2 xícaras. Mas acho que pode ser bem menos).

E o resultado do sorteio? Quem levou a caixa e vai recebê-la em casa logo, logo, foi a número 29, Solange Kiesel Dieckmann, de Blumenau/SC.  Parabéns, Solange! Em breve você receberá a sua caixa.

E quem não ganhou, não se entristeça por tão pouco. Adorei esse ideia de sorteio e logo faço outro. Tem alguma peça aqui no blog que você gostaria de ganhar?

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Imagens colhidas na Internet.

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Ao completar dois anos de artes e divagações no ArteAmiga, resolvi que é hora de encarar um sorteio. É um jeito de agradecer aos que por aqui passam e comentam. Será uma caixa de chá, com ou sem divisórias, de acordo com o gosto do freguês. Junto com a caixa, saquinhos de chás da Matte Leão, tipicamente curitibanos.

Para ser fácil para todo mundo, para concorrer à caixa do dragão, basta comentar nesse post, colocando seu nome e email. O sorteio será no dia 06 de julho.

Para participar é fácil!
Prazo:  de hoje,  26 de junho até o dia 06 de julho de 2012.
O que é preciso fazer para participar? Deixe um comentário neste post (post do sorteio) com  seu nome, cidade/estado e blog ou e-mail.
Se você divulgar o sorteio em seu blog, facebook ou twitter, ganha mais um número para o sorteio (faça novo comentário com o link da divulgação).
Quem pode participar? Todos os leitores do blog, mesmo que seja sua primeira vez por aqui. Deve ter endereço no Brasil, Portugal ou Itália.
Como será o sorteio? Pelo moderno método dos papéis dobrados ou pelo Random.org, dependendo do número de participantes.
E se eu ganhar, o que devo fazer? No dia 07 de julho anuncio o ganhador, que deverá entrar em contato comigo até o dia 10 de julho de 2012, por e-mail ou comentário no próprio post do anúncio.
Não se esqueçam que só valem os comentários feitos neste post.
Boa sorte a todos!
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Cinco de junho foi o Dia Mundial da Ecologia. Para celebrar, publico aqui um post que coloquei recentemente no blog da Freguesia do Livro. Combina.

Você compra uma calça jeans. Usa muito. Ela vai ficando mais confortável com o passar do tempo, mas chega o dia que não dá mais: ela fica velha, rasga, sai de moda e você… doa. Você faz a mesma coisa com outras roupas,  com pijamas, com cobertores, louças e objetos da sua casa que não usa mais. Pensa: se eu não estou usando, alguém, em algum lugar, pode usar. Então vou doar.

Este é um dos princípios do consumo consciente que tem outros como planejar as compras, avaliar os impactos de seu consumo, consumir apenas o necessário, reutilizar produtos e embalagens, separar o lixo e refletir sobre seus valores.

A Freguesia do Livro percebeu que doar livros e transformá-los em pequenas bibliotecas para o acesso de novos leitores, significa praticar e incentivar o consumo consciente. Os livros que você doa serão reutilizados, reciclados em sua essência, a de contar suas histórias por mais tempo, ao invés de ficarem reclusos em prateleiras. O melhor exemplo disso é a mágica que Juliette faz, transformando livros infantis holandeses em livros que crianças brasileiras podem ler, felizes e contentes.

O mesmo conceito acontece com as caixas de madeira de frutas ,que reaproveitadas e decoradas,  levam os livros aos Pontos de leitura.

Ou seja, doar livros é um ato de consumo consciente. Entendido isso, a Freguesia resolveu desenvolver outros produtos partindo dessa ideia, a reutilização de materiais que estão sendo descartados transformando-os em objetos úteis cuja venda pode trazer recursos para que o projeto possa continuar. Recursos que possibilitariam alugar uma sala com muitas estantes e enviar os livros para lugares distantes no Brasil.

Então aqui apresentamos a linha de produtos Recicla Cultura:

Bolsas Retornáveis: a partir de banners usados, a Freguesia produz bolsas para carregar compras e livros.

Marcadores de livros: voluntários e amigos vão confeccionar marcadores com restos de tecidos, de papel de scrap, de páginas de livros estragados. Estes, por exemplo, foram feitos por Ro Pujol e Dani Carneiro.

Lápis de pinhão: a partir de restos de giz de cera, Maria Fernanda vai produzir lápis-cera com formato de pinhão.

Blocos e cadernetas: com os cadernos semi usados que recebemos em doação, fazemos blocos e cadernos pequenos.

Você pode participar dessa ideia também! Pode doar ou encontrar quem tenha para contribuir com a Freguesia: giz de cera (restos ou novos), banners já utilizados, cadernos semiusados e retalhos de tecido ou de papeis de scrap.

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Resisto a mudar. Muito. De endereço, de cabeleireiro, as coisas de seu lugar. De restaurante e, no restaurante, de prato – sempre o mesmo, para que arriscar. De horários e rituais, de sabor de pizza, de marca de macarrão. Resisto a usar óculos, a usar salto, a me render à insônia, a tomar remédios, a tomar água, a condenar a cerveja. Não quero ir para a China, nem para a India, nem para o Japão. Roma e Leros, tá louco de bom.

Sou germânica, dura, resistente por dentro. Encaro tudo, me entrego pouco, choro quase nada. Resistência necessária para conviver com crianças pedindo dinheiro em semáforos, tristezas diárias e mundiais que escorrem dos noticiários.

Mas não resisto a muitas coisas: abraços a qualquer hora, chocolate quando preciso, sol e praia no verão, ler antes de dormir, spaghetti ao sugo, bolo de morango, cheirar o pescoço do meu cachorro, ligar de vez em quando para saber dos meus filhos. Desenhar, ter flores em casa, Sex and the City, Pretty Woman, cinema e pizza. Ao Queen, ao Sting, ao Caetano. Dar palpite na vida das pessoas que amo, dançar quando a música é boa, espalhar literatura por aí.

E aí, te pergunto: resistir para que? Se te faz bem, e não faz mal a ninguém, simplesmente faça.

Uma prova de que a resistência também pode ser combatida é a caixa do dragão. Já pintei essa caixa de chá inúmeras vezes, sempre repetindo a fórmula que me agradou quando fiz a primeira. Acredite se quiser: tomei a corajosa atitude de mudar! Que tal? Qual você prefere?

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Borboletas são assunto recorrente em artesanato. Difícil não ter pintado meia dúzia delas quando se fala em decorar madeira, tecido, papel. Elas são irresistíveis, pelas formas, cores, leveza.

Também já me aventurei com borboletas e geralmente dá certo. Mas nem sempre…

Primeiro, uma caixa que deu certo.

O relevo.

E aí vem o fiasco… Uma bandeja que começou bem, borboletas em relevo, branco no branco, tudo de bom.

E então resolvi craquelar. Porque ninguém me impediu? Preciso me consultar com minha assessora-para-assuntos-de-craquelamento (minha mãe). Acabei com a bandeja.

Para arejar minha mente irritada, deixo aqui essa imagem de uma escultura de David Kracov, sobre a qual você encontra mais informações aqui.

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As fadas continuam voando por aqui e dessa vez, ao invés de pousar em banquinhos, pousaram na caixa da Anna. Ideia da avó, que queria ter em sua casa uma caixa de criações, para as visitas da neta arteira em potencial, recheada de papeis coloridos, lápis de cor, cola, glitter, tesourinha, carimbos, adesivos e canetinhas (não sei vocês, mas eu também quero!). Foi presente de Natal, mas não deu bem certo… Anna decidiu confiscar a caixa e levar para a própria casa, nada de ver aquilo só de vez em quando. Resultado: avó Tânia viu a sua ideia para distrair a neta bater asas…

Amoras? Combinam com fadas? Vamos imaginar que sim. Então, aqui vai uma receita de Panna Cotta com Calda de Amoras (trazidas pela minha irmã da casa do meu cunhado). Panna Cotta é um pudinzinho bem simples e típico da Itália.

Panna Cotta

Ingredientes
500 ml de creme de mesa fresco (nata) líquida – acho que também deve dar para fazer com a cremosa, mas fiz com a líquida.
150 gr. açúcar
1 fava de baunilha (ou 1 colher de chá de essência de baunilha – melhor a fava, mas se não houver…)
3 colheres de chá de gelatina em pó incolor (se preferir menos firme, reduza um pouco a quantidade de gelatina).

Modo de fazer: abra delicadamente a fava de baunilha no sentido do comprimento. Umedeça a gelatina em pó com 2 colheres de sopa de água. Leve ao fogo uma panela com o creme, o açúcar e a baunilha e deixe chegar perto de ferver. Desligue o fogo e adicione a gelatina umedecida e mexa até dissolver bem. Se preferir, passe em peneira fina para prevenir pequenos grumos. Coloque em forminhas (usei as de cupcake da Marina – 6 forminhas) e deixe na geladeira por pelo menos 6 horas. Desenforme no prato em que vai servir passando uma faquinha nas laterais e cubra com a calda de amoras (ou outra de frutas vermelhas, como morango, framboesa, etc.). Uma receita de calda de morango está aqui.

Calda de Amora

Ingredientes
1/2 kg de amoras lavadas
1/2 xícara de açúcar
1/4 de xícara de água.

Modo de fazer: leve o açúcar e a água em uma panela para o fogo, até chegar quase em ponto de fio. Adicione as amoras e deixe levantar fervura. Se preferir as frutinhas mais macias, deixe cozinhar mais um pouco. Pronto.


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Continuando a conversa sobre inspirações, resolvi mostrar um processo completo.

A camiseta aqui mostrada foi comprada em uma fábrica de biquínis de Gaspar/SC, para minha nora Jessica. Vou confessar aqui que a compra tinha segundas intenções: já imaginei o desenho em uma caixa. Assim, antes de entregar o presente, fiz uma coisa que parece estranha, porém necessária: tirei uma fotocópia da camiseta.

A Jéssica apreciou a blusinha e eu fui em frente. Passei o desenho na caixa.

Colori, usando cores semelhantes ao original.

Finalizei. Envernizei. Pintei os detalhes de dentro. Coloquei a fechadura.

Bacaninha, não? Inspiração está em toda a parte, basta a gente estar atenta. E nesse mundo de blogs tenho hoje algumas fontes de inspiração que visito com frequência: a Laely da Sala da La, a Susi da Copy & Paste, a Heloísa da Coisas que gosto, a Magridt da Atraiu meu olhar, a Cris da Miscelânea, a Patty do Tanta Coisa. Tem mais, outra hora eu conto.

E essa foto é dedicada à Marina, que está em Nova Iorque e tenho certeza que se torce de saudades da Luna. Beijos, minha filha.

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Desde que a conheci, foi amor à primeira vista. Ela era linda, criativa, animada e confiável. Pena que morava tão longe. Só nos víamos quando eu viajava até ela ou quando alguém vinha do além mar e me trazia notícias… Agora tudo mudou. O amor continua, mas não tão sofrido, pois descobri que posso encontrá-la sempre que eu quiser. Estou falando da Marie Claire Idées, revista francesa que faz isso, dá ideias.

Tem gente que tem criatividade. Aquilo transborda, nasce feito fonte de rio nas montanhas. Simplesmente um dom, um chafariz de ideias que vão se transformar em pinturas, esculturas, filmes, desenhos e afins. Eu confesso que não tenho essa criatividade toda. Preciso ver coisas que me deem um começo, me basear em algo para que outro algo aconteça. Já comentei aqui e aqui esse modo de inspiração.

Por isso, desde sempre sou um coletadora incansável de fotos, imagens que um dia poderão servir como base para… quem sabe? Até o surgimento do Google, fazia pastas. Pastas sem fim de páginas de revistas que tinham alguma coisa que algum dia pudesse me inspirar. E comprava livros de artesanato, de pintura, de cerâmica. De mandalas, da Martha Stuart, de quadros do Klimt (sempre inspirador)! Agora estou mais feliz ainda, porque me inscrevi no site da revista e tenho acesso a todas as ideias já publicadas nela. E classificadas por técnica, material, tema ou cor! Dá para ser mais feliz?

Basta entrar no site www.marieclaireidees.com e se cadastrar. É em francês, mas inventando um pouco a gente consegue. Aí, pode passear pelas ideias à vontade. Se quiser se aprofundar e ver moldes e modo de fazer, precisa pagar 18 euros. Eu, como me contento com a imagem, nem fui adiante.

Outra revista que me inspira muito, e essa brasileira, é a Make. Qualidade nas imagens e bom gosto nos produtos que mostra são atrativos importantes para buscá-la a cada dois meses nas bancas.

Como funciona minha relação com minhas fontes? Tenho que pintar uma caixa? Pego minha pilha (ou hoje entro no site) de Marie Claires e Makes, minhas pastas, meus livros e vou passeando, até que algo desperte uma faísca. E pronto.

A almofada de um recorte de revista que virou caixa.

Imagens iniciais da Marie Claire.

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