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Arquivo da categoria ‘Artesanato em Curitiba’

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O Vicente já é conhecido por aqui. Já ganhou umas camisetas do Snoopy por ser grande (apesar de seus quase 3 anos) fã dele.

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A mãe do Vicente me encomendou uma mesinha. Como seu tema preferido continua sendo Snoopy e carrinhos, aproveitei o desenho que tinha feito na camiseta e enfeitei com detalhes. E a mesa ficou uma graça. Na noite de Natal, ele abraçou a mesa e deu um beijo no desenho do Snoopy. Preciso dizer mais?

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E o detalhe do Snoopy escondido no pé da mesa…

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Eu e a torcida do Flamengo tínhamos uma saída de praia. Além de ter 1000 iguais por aí, a minha já estava batidinha, rodada, de Leros a Cabeçudas. Aí apareceu na minha vida um maiô lindo, marrom e azul, que precisava de algo que combinasse com ele…

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Resolvi então fazer tie dye, técnica milenar oriunda do povo hippie e que está vivendo um ressurgimento em nossos dias. Achei que ia ser simples, olhar um passo-a-passo na internet e pronto… Antes fosse. Fazer tie dye é mais ou menos o mesmo que pesquisar receita de quiche no Google: tem milhares de jeitos de fazer. Aí você tem duas opções: ou escolhe uma das técnicas ou faz um mix delas. Adivinhe o que eu fiz? Mix de técnicas, bingo.

Vou tentar explicar o que agora virou a técnica Jô Bibas de fazer Tie Dye, já que ficou do jeito que eu queria.

1. molhe a peça que quer tingir. Torça bem para que fique úmida.

2. amarre, com barbante ou elástico. Principiante que sou, fiz uns círculos espalhados pelo vestidinho. Faça amarrações bem firmes, é a parte do tingimento que deve ficar com a cor original da peça.

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3. tenha uma panela grande com água fervente suficiente para cobrir a peça a ser tingida. Em outro recipiente, dissolva o conteúdo de um tubo de tinta Guarany ou Tupy na cor escolhida em 1 litro de água fervente. Misture na panela onde vai mergulhar a peça.

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4. mergulhe a peça na água fervente colorida e mexa com uma colher de pau por até 30 minutos, variando esse tempo para menos de acordo com a intensidade que deseja da cor escolhida.

5. tire a peça da água colorida e enxágue um pouco em água fria. Coloque em um balde com água suficiente para cobrir a peça, seguindo essa proporção para fixar a cor: para cada litro de água, 1 colher de sopa de amaciante, 1 colher de sopa de sal grosso e 1 colher de sopa de vinagre de álcool. Deixe lá uns 10 minutos, retire e enxágue bem até não sair mais cor. Desate os nós e pronto.

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6. Como eu queria mais uma cor, mandei tinta para tecido Acrilex com pincel nas partes brancas que eu queria colorir. Essa ideia veio do vídeo abaixo, link para uma reportagem feita pela minha amiga Carla Lima.

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[http://www.otv.tv.br/video/moda-basica-ensina-a-tingir-roupas-de-uma-maneira-diferente-e-descolada/]

Saí fazendo outras experiências: duas toalhas de mesa. Mas nessas, a segunda cor veio de tingimentos suplementares. Depois do primeiro tingimento, tirei alguns elásticos de cada círculo e tingi em mais uma cor.

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Nas fotos se vê um desenho com quadrinhos coloridos. Está lá, me lembrando que a gente pode sempre aprender algo novo. Esse tie dye é a prova disso.

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E já que estamos falando de tingimentos e a Páscoa se aproxima, fica a dica:

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Daqui

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Continuando as dicas para um Natal que valorize os produtos artesanais, aqui mais algumas ideias de presentes legais.

Raquel faz coisas lindas em cerâmica corda-seca. Quem sempre está visitando o ArteAmiga a encontra bastante por aqui. Porque é ela craque e porque mora no meu coração. Veja algumas coisas da Raquel aqui e aqui.

E se você quiser juntar duas boas ideias em um só presente, coloque o trevo da sorte  em um vasinho da Raquel. Sucesso garantido.

Se você prefere telas, conheça o trabalho do Renê Tomczak. Aquarelas e pinturas a óleo, veja aqui.

Toalhinhas decoradas com contas lindas. Para um lavabo mais animado. Veja nesse post.

Se gosta de feltro, entre em contato com a Claudia. Tudo lindo. Conheça o trabalho dela aqui.

Mais longe, mas chega em tempo se você se organizar agora: sapatinhos de feltro da Leila. Dá uma olhada aqui.

Hélio Leites está na Feira de Artesanato do Largo da Ordem-Curitiba, todos os domingos. Ainda dá tempo de ir escolher alguma de suas peças na sua banca. Veja alguns exemplos aqui.

Encadernações lindinhas da Lu Picoral. Veja aqui.

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Tem um texto passeando pela internet que diz, resumindo, que nesse Natal a gente compre os presentes de pequenas empresas e autônomos. Da vizinha que vende por catálogo, de artesãos que fazem boa arte, da amiga que tem uma loja no bairro, do confeiteiro que faz doces artesanais, do rapaz que tem uma banca no mercado… Façamos o dinheiro chegar às pessoas comuns e não às grandes multinacionais.

Seguindo esse raciocínio, resolvi dar algumas ideias sobre coisas que Curitiba oferece no que se refere a artesanato. Ainda dá tempo de conhecer e encomendar algo bonito e personalizado para um presente diferente nesse Natal.

Lenços artesanais, de seda, lindos. As cores… veja aqui. Da Liane Mestrinho.

Colares e cerâmicas da Ocléris. Sucesso na certa. Conheça seu quintal e sua arte aqui.

Emerson está cheio de bons presentes: cadernos, caixas, tudo feito com papel. Conheça a cartonagem do Emerson aqui.

Por ser totalmente apaixonada por caleidoscópios. teimo em pensar que todos adorariam ganhar um. Heidi faz caleidoscópios lindos. Sugestão aqui.

Um desejo de boa sorte, tem presente melhor? Caixinhas com bulbos de trevos de 4 folhas. Veja aqui.

Magda faz peças de cerâmica decorativas e funcionais. Direto para o forno, com beleza. Veja aqui.

Minha filha Marina deixou de ser amadora e virou doceira. Panettones, brownies, bons presentes de Natal. Aqui.

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Nova encomenda, de uma amiga dos tempos de cursinho, resgatada pela mágica do Facebook. Aproveito para mostrar o processo de transformação do banco, já que um deles foi trazido pela Eliane e precisava de um Extreme MakeOver.

O banco como chegou, começando a ser lixado.

Lixado.

Perninhas tingidas.

Como ficou.

O outro banco.

Bom proveito para os banquinhos, Eliane!

Muitos bancos aqui:

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Um bebê com um banquinho? Parece cedo, certo? Mas, como todos, com certeza, concordamos, o tempo passa muito rápido e logo esse bebê estará usando sua banqueta para ver algum desenho na TV ou em pé diante da pia escovando seus dentinhos ou arrastando-o pela casa para participar sentadinho das rodas de conversa dos adultos.

Pisque o olho e …. seu bebê cresceu. Aproveito para recomendar: dê a si mesmo as oportunidades de viver intensamente esses momentos. Eles voam.

O banco encomendado era para o Enzo, dono de um quarto cujo tema é a floresta.

E já que o assunto é banqueta, conheçam essa, criada pelos jovens designers curitibanos Bruno Boas, Maurício Noronha e Rodrigo Brenner (que eu conheci dia desses), do Estúdio Furf. O banquinho tem preço sob consulta e pode ser encomendado pelo site da marca.

Para conhecer outros posts com banquinhos para crianças, dê uma olhada nesses links:

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A obra de Hélio Leites que veio morar na minha casa combina com minha ligação com os livros. Você ainda não conhece a Freguesia do Livro? Aproveite!

Fui conquistada pelo “Rato de biblioteca”: um rato lendo, por trás dele uma escada que o leva à sabedoria. O rato mexe a cabecinha, ávido pelo livro (um mecanismo embaixo da caixa faz o ratinho mexer a cabeça). E aí Hélio pergunta: “Sabe por que o rato gosta desse livro? Porque é feito de queijo. Com criança é igualzinho. Você tem que dar o que ela gosta pra fazer ela se apaixonar pelo livro”. Sábio.

E já que a conversa é leitura, um vídeo feito aqui em Curitiba que fala desse apaixonante assunto.

Manual de leitura no ônibus | Vídeos | Gazeta do Povo.

Imagem frase inicial: daqui.

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Pense em artesanato. Pense em reciclagem. Pense em criatividade e irreverência. Em detalhismo e miniaturas. Misture tudo e chacoalhe bem. Você acaba de criar um Hélio Leites.

Não deve haver dois dele por aí e Curitiba tem a sorte de ser seu habitat. Um sujeito que junta coisas descartadas como caixas de fósforos, palitos de fósforos queimados, latas de milho e atum, botas velhas, botões e palitos de sorvete e com eles cria peças de um preciosismo formidável.

Fossem só as obras, já seria um motivo que justificaria uma visita à Feira de Artesanato do Largo da Ordem, aqui em Curitiba. Mas ele ainda tem uma história para cada uma de suas artes. E fica ali, na sua barraca, contando e encantando a quem quiser um dedo de prosa.

Conhecido na cidade, foi descrito e escrito por Leminsky como “um significador de insignificâncias”  e alguém “que é, ao mesmo tempo, um exercício de liberdade, de humor e de crítica, um convite à fantasia”, e por Helena Kolody, cuja frase ilustra a peça abaixo: “Deus dá a todos uma estrela. Uns fazem dela um sol. Outros nem conseguem vê-la“. A estrela, aliás, é feita de um utensílio típico lá de Minas, usado para engrossar feijão.

Veja as fotos das peças. E acredite: cada um delas tem uma história que vale a pena ser ouvida.

Nesse post, um video que mostra Helio em seu atelier.

Existem dois livros publicados sobre Hélio Leites, o Pequenas Grandezas, editado pela Artes & Textos e Mínimos, com fotos da Katia Horn.

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A poesia de Emília Wanda

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Raquel já passeou aqui pelo ArteAmiga em muitas oportunidades. Mas como aquelas mãos e aquele forno não param de produzir peças lindas, aqui vai mais um capítulo.

Começa com o fato já mencionado aqui de que gosto muito de presentear um potinho que a Raquel faz, que nasceu para conter patês ou amendoins e eu resolvi promove-lo a potinho de joias e bijoux na bancada do banheiro. É dentro dele que descansam todos os aneis e penduricalhos que usei hoje e que posso querer vir a usar amanhã.

Quer fazer uma encomenda para a Raquel? Mande um email para quelceramica.f.v@hotmail.com

Mais Raquel aqui:

Raquel e suas cerâmicas.

Raquel – As cores

Raquel – Bazar

Descobertas – 2

Em flor.Cerâmica.

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Mais uma reunião de visitas. Vale a pena rever. É quase como passear em um shopping, olhando vitrines cheias de coisas lindas.

Emília Wanda sempre cheia de mimos.

A poesia de Emília Wanda.

Renê Tomczak pinta um quadro mais lindo que o outro.

As telas de Renê

Caleidoscópios, uma mania minha, que por sorte a Heidi alimenta.

Um caleidoscópio para chamar de seu.

A incrível habilidade de Malu Scheleder. Cada vez que olho, me impressiona outra vez. Que bom que tenho um desses em casa

A delicada arte do recorte.

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